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TUDO O QUE VOCÊ SEMPRE QUIS SABER SOBRE A DOUTRINA DO INFERNO

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 13 de dezembro de 2010 | 10:45




DÚVIDAS MAIS FREQUENTES SOBRE A TEOLOGIA DO INFERNO:


1)-Se Deus é bom e misericordioso, por que criou o inferno ?

2)-Por que não pode haver arrependimento e perdão depois da morte?

3)-Por que uma pena eterna para um pecado a nível temporal ?

4)-Por que a pena do inferno é uma pena infinita ?

5)-O inferno existe ? Ou é apenas  uma figura metafórica e analógica ?

6)-O inferno é um lugar ou ESTADO ?

7)-Como são as penas  sofridas no inferno ? O Fogo é um fogo material ? Combustível ?



VOCÊ JÁ SE PERGUNTOU: POR QUE AS PENAS DO INFERNO SÃO ETERNAS ?


Ora,para o inferno só vai quem livremente por suas ações e opções fez por onde merecê-lo, pois o céu é graça, o inferno é mérito.A minha vida de Cristão não gira em torno do medo do inferno, mas em servir a Deus que tanto me tem abençoado sem merecimento algum, pois Ele existe antes de mim, e nada fiz antecipadamente para merecer seu amor.


Pergunta que não cala: Se o inferno não existe seria justo Hitler e Madre Tereza de Calcutá receberem o mesmo prêmio ?...


Na Divina comédia de Dante na entrada da Porta do Inferno está a frase: “ Deixa aqui fora toda tua esperança...”





Dirá, porém, o incrédulo: “Onde está a justiça de Deus ao castigar com pena eterna um pecado que dura um instante?”


E como se atreve o pecador, por um prazer momentâneo, a ofender um Deus de majestade infinita? Ora a resposta é simples: é eterna, porque a relação TEMPO E ESPAÇO já não existe na ETERNIDADE, entramos em estado eterno de decisão que tomamos no TEMPO.E porque o réprobo jamais poderá prestar satisfação por sua culpa. Nesta vida, o pecador penitente pode satisfazer pela aplicação dos merecimentos de Jesus Cristo; mas o condenado não participa desses méritos, e, portanto, não podendo por si satisfazer a Deus, sendo eterno o pecado, eterno também deve ser o castigo (Sl 48, 8-9).


“Ali a culpa  disse o Belluacense, poderá ser castigada, mas jamais expiada” (Lib. II, 3p), porque, segundo Santo Agostinho, “ali o pecador é incapaz de arrependimento”.E ainda que Deus quisesse perdoar ao réprobo, este não aceitaria a reconciliação, porque sua vontade obstinada e rebelde está confirmada no ódio contra Deus.



Disse o Papa Inocêncio III:


“Os anjos réprobos e os condenados não se humilharão; pelo contrário, crescerá neles a perseverança do ódio”. São Jerônimo afirma que “nos réprobos, o desejo de pecar é insaciável” (Pr 27, 20). A ferida de tais desgraçados é incurável; porque eles mesmos recusam a cura (Jr 15, 18).” (Santo Afonso de Ligório - Preparação para a morte, edição em PDF, pp. 287-288)



O INFERNO NA TEOLOGIA MODERNA:



O inferno é então o oposto ao céu. O ser humano, tendo tudo em si para a realização, pode responder negativamente a este chamado, pode escolher o caminho da não realização. Inferno é a situação de não-realização, é o não ao céu. Como o humano pode chegar definitivamente à realização, ele também pode dizer não a esta realização e com isto fechar-se definitivamente a ela.


O inferno não é, pois uma alternativa criada por Deus ao céu, mas a situação de negação do céu. Podemos invocar aqui o modo de pensar de Agostinho: o mal não existe, existe a ausência do bem.


O inferno é resultado da liberdade humana:


A vontade de Deus é que todos sejam salvos, diz a Bíblia (1Tim 2,4). A Bíblia descreve esta situação de frustração eterna através de muitas imagens: fogo que não se apaga (Mt 5,22), choro e ranger de dentes (Mt 18,22; Lc 13,28), trevas exteriores (Mt 8,12), cárcere (1Pd 3,19), segunda morte (Ap 2,11) etc.


Tanto como podemos perceber sinais do céu, de realização já entre nós, também o inferno se faz presente, ou seja, sinais de não realização. Também já agora há sinais de frustração, de não comunhão, de fechamento ao amor, de impedimento à justiça.




O PECADO IMPERDOÁVEL CONTRA O ESPÍRITO SANTO




Cristo na tentação do deserto, não diz ao demônio CONVERTE-TE, mas afasta-te, pois Jesus que goza da onisciência divina, sabe que o diabo tem plena consciência de seu pecado e que não tem o menor arrependimento, e nem está disposto a pedir desculpas, e ainda que o pedisse, não seria sincera, mas mero deboche.


"Aquele que pecar contra o Filho do homem será perdoado, mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo será réu da Justiça Divina" (Mc III, 28-29).


O pecado contra o Filho pode ser perdoado, mas o pecado contra o Amor de Deus o Espírito Santo, não pode ser perdoado, NÃO PORQUE DEUS NÃO TENHA PODER DE PERDOAR, MAS PORQUE O PECADOR NÃO QUER PEDIR PERDÃO DE SEU PECADO.

Os pecados contra o Espírito Santo são:

1) DESESPERO DE SALVAÇÃO, quando a pessoa, como Judas, não pede perdão porque considera que Deus é incapaz de perdoá-lo. E não pedindo perdão, não é perdoado.

2) PRESUNÇÃO DE SALVAÇÃO SEM MERECIMENTOS, quando a pessoa se julga já salva, e, por isso, se recusa a pedir perdão a Deus.

3) NEGAR A VERDADE CONHECIDA COMO TAL, quando o pecador de tal modo se entrega conscientemente à mentira a ponto de acabar acreditando na mentira como verdade, e, por isso, recusa até a evidência da verdade. Era o pecado dos fariseus que viam Cristo fazer milagres, e os negavam, apesar de vê-los. Não havia então modo de convertê-los.

4) TER INVEJA DAS MERCÊS QUE DEUS FEZ A OUTREM. Isto é, ter raiva de que Deus, por amor, tenha dado alguma graça a outros, e não a nós. Desse modo se odeia a bondade de Deus, que é o Espírito Santo.

5) IMPENITÊNCIA FINAL. Quando a pessoa recusa o perdão de Deus na hora da morte, recusando os sacramentos impiamente.


"OS PECADOS CONTRA O ESPÍRITO SANTO NÃO TEM PERDÃO SIMPLESMENTE PORQUE A PESSOA NÃO QUER PEDIR PERDÃO POR ELES, E PORQUE TAMBÉM NEM OS CONSIDERA PECADOS, POIS SÓ EXISTE PERDÃO ONDE HÁ ARREPENDIMENTO.O PROBLEMA DO PERDÃO PORTANTO NÃO ESTÁ EM DEUS, QUE ESTÁ SEMPRE DISPOSTO A PERDOAR, MAS NO DEMÔNIO QUE NÃO SE ARREPENDE.”


"NINGUÉM CONFESSA O PECADO CONTRA O ESPÍRITO SANTO."



"SE UMA PESSOA VAI CONFESSAR TER COMETIDO PECADO CONTRA O ESPÍRITO SANTO, É SINAL CLARO QUE NÃO COMETEU ESSE PECADO, PORQUE, SE O TIVESSE COMETIDO, NÃO PEDIRIA NUNCA PERDÃO POR ELE."



Portanto, não tenha medo de ter pecado contra o Espírito Santo.O seu próprio receio em ter ofendido a Deus já é prova que você não o cometeu.


O INFERNO REALMENTE EXISTE ?


O inferno existe sim. Cremos em sua existência, em primeiro lugar, porque o próprio Nosso Senhor Jesus Cristo disse que ele existe. Ao falar sobre o juízo final, Jesus disse que os bons seriam separados dos maus e que estes, depois de julgados, Deus lhes dirá:


"Apartai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno que foi preparado para o demônio e para os seus anjos..." (Mt 25,41).



E em São Marcos se lê:


"Melhor te é entrar na vida eterna manco, do que tendo duas mãos ir para a geena, para o fogo inextiguível, onde o seu verme não morre, e o fogo não se apaga" (Mc 9,43-44).


Jacinta, Lúcia e Francisco após a Visão do Inferno em Fátima Portugal:




Em várias ocasiões Nosso Senhor falou do castigo eterno, no inferno.Além disso, a razão nos mostra que a culpa cresce com a digninidade da pessoa ofendida.


COMO ENTENDER A OFENSA FEITA A DEUS ?

“Ora,se dou um tapa num bebê, tenho culpa. Se bato o mesmo tapa numa mulher adulta, eu a ofendo mais porque ela entende. Se esta mulher é minha mãe, a culpa cresce.Sendo assim, a ofensa feita a Deus é infinita, e merece punição infinita,então por consequência lógica, o castigo tem que ser infinito na sua duração.”



Além disso o homem, depois que morre, já não pode mais mudar de vontade. Se morreu em estado pecado no tempo, já não pode voltar atrás, pois na eternidade já não mais existe o fator tempo. É como um aluno que entregou sua prova: já não pode mais mudar o que nela escreveu. Por isso, finda a prova do homem na terra, ele já não pode mudar de decisão: se morreu odiando a Deus, odiará a Deus eternamente, e será eternamente punido.


O fato de conhecer a verdade e crêr em Deus não nos dá automaticamente a salvação, porque muitos como os demônios crêm em Deus e conhecem a verdade mas não se submetem nem a Deus e nem a verdade. Rejeitam a ambos.Por isso nem todos os que conhecem a verdade se salvam. Os fariseus conheciam a verdade e mesmo assim mataram a Cristo, movidos pelo ódio.


Cristo quer a misericórdia sim, isto é, que durante nossa vida estejamos dispostos a perdoar-nos uns aos outros. E se alguem não quiser perdoar seus inimigos também não será perdoado, e será lançado no fogo eterno do inferno. E se está dito que se salvarão apenas 144.000, no tempo do Anti-cristo, isso significa serão muitos, mas não TODOS. Logo, haverá muitos outros que irão para o inferno, só Deus sabe quantos, pois este número é simbólico.


Qual o significado das "Portas do Inferno" usada por Cristo ?


Porta é o que permite a entrada em um lugar. Portas do inferno seriam então aquelas coisas que levam as almas a cair no inferno. Essas portas, nesse sentido são:


1) A porta da heresia e do erro pecando contra o que se deve crer;
2) A porta do pecado contra o que se deve fazer;
3) A porta do falso amor, da falsa mística, contra o que se deve amar.

São essas as três portas do inferno, que jamais prevalecerão contra a Igreja. Essas portas são o símbolo dos poderes diabólicos, isto é, dos meios que o demônio utiliza para perder as almas. Nosso Senhor, porém prometeu que as portas do inferno jamais prevaleceriam contra Igreja, isto é que o demônio, por mais poder que tenha, e por mais que os maus o ajudem, jamais conseguirão vencer a Igreja fazendo com que ela ensine a heresia, o pecado e a falsa mística.É isto que significam principalmente as portas do inferno. Mas a Igreja sempre vencê-las-á. As portas do inferno não prevalecerão sobre a Igreja de Pedro.



Refutando o Materilaismo de Dan Baker e suas teses contra a existência de Deus e do Inferno:


Para o autor o tal Dan Baker, o supremo bem é a vida física.Ora, se assim fosse, ele poderia acrescentar mais uma outra acusação contra Deus, que tão bondosamente nos deu vida: Ele nos fez mortais, e estamos todos condenados à morte.

Por que Deus fez assim?

Quando Deus proibe que um homem mate outro homem:"Tu não matarás" proibe que um indivíduo, como parte da sociedade, tire a vida de um seu semelhante.Se o homem for homicida, a sociedade enquanto tal, como o todo de que o indivíduo faz parte, pode reagir contra o homem que a ataca ao matar outro homem punindo o agressor com a morte.Isto é inteiramente razoável, porque o todo é mais do que a parte.Também nós e Dan Baker, se tivermos câncer em um órgão ou em algum membro do corpo, amputamos a parte doente para salvar o corpo, porque o corpo é mais do que uma parte.

Quando Dan Baker cita que Deus amaldiçoa até a quarta geração, ele esquece de acrescentar que Deus abençoa até a milésima geração. O que quer dizer que a honra e a desonra se herdam.A maldição até a quarta geração significa que certos crimes e pecados produzem males físicos que são herdados geneticamente (ex. sífilis, aids,embriaguês,vícios instalados etc). E a vergonha desses pecados afeta os filhos, quando esses pecados forem públicos.Porém, isso não quer dizer que os filhos herdem a culpa dos pais. A culpa é pessoal.



Quanto aos sacrifícios de animais feitos pelos hebreus, era porque eles eram pastores, e sacrificando reses demonstravam que reconheciam que todas as suas riquezas provinham de Deus criador de todas as coisas. Não era então por "vaidade" que Deus exigia sacrifícios, mas por justiça, para que os homens reconhecessem o seu senhorio e seu domínio como criador, simples assim.


E é uma tolice dizer que Deus foi "parcial" com os judeus. Se Deus preferiu o povo descendente de Abraão, foi por causa dos méritos de Abraão. Vê-se por aí como Dan Baker é parcial em seu julgamento: primeiro, ele acusa Deus de ser injusto por amaldiçoar até a quarta geração. Depois clama contra Deus por ter abençoado os descendentes de Abraão por tantos séculos.Para Dan Baker, preferir um homem a outro, um povo a outro, seria injustiça.Para ele a justiça seria a igualdade de trato.


Ora, a desigualdade de méritos e de valor exige a desigualdade de recompensas. Injusto seria dar premios iguais a quem tem méritos diferentes, e injusto seria dar castigos iguais a crimes desiguais. Ou a culpas diferentes.


Também erra Dan Baker ao dizer que Deus julga a mulher inferior ao homem enquanto ser humano. A Prova: o ser humano a quem Deus deu mais graças e dons foi uma mulher: a Virgem Maria.

Homens e mulheres são iguais na natureza e, por isso, os direitos naturais são iguais para o homem e para a mulher. O que Deus e a razão mostram é que a mulher é acidentalmente diferente do homem. Por isso, os direitos acidentais deles são diferentes.



Repito: essencialmente homens e mulheres são iguais, e seus direitos essenciais são iguais. Acidentalmente não. Por isso, a mulher tem certos direitos que o homem não tem. E vice versa. Por exemplo, a mulher, por causa da gravidez, deve gozar de direitos trabalhistas que o homem não goza.



Deus não "discrimina os handicaped", como afirma tolamente Dan Baker. O próprio Dan Baker, se for treinador de um time de futebol, não admitirá que um cego seja goleiro de seu time.E se não eleger um cego para goleiro, ele não estará discriminando o cego. Quando um exército dispensa do serviço militar um aleijado, não o está discriminando, mas protegendo-o, e fazendo-lhe justiça.


A Dan Baker parece que falta o mínimo de bom senso, sobrando-lhe ódio a Deus. Dizer que Deus é um "sádico", por ter criado o inferno para os pecadores, é uma blasfêmia estúpida.Só vai para o inferno quem quer.E Deus morreu por nós todos para que não fôssemos ao inferno. Morreu até por Dan Baker, que não quer estar na companhia do Deus que o redimiu, morrendo por ele na Cruz.



Se Dan Baker quer ir para o inferno, para ficar longe de Deus, ele é livre.Mas irá para o inferno porque livremente recusa a mão de Deus que o quer salvar. Deus tenha piedade dele.

A seguir Dan Baker cita as punições que Deus deu a certos pecadores, inclusive aos meninos que ofenderam ao profeta Eliseu.Ora, se Deus, que é infinitamente justo, pune de tal forma os pecadores, é para nos mostrar a gravidade do pecado.Isso para que não tenhamos um castigo eterno no inferno.E a punição das crianças que ofenderam o Profeta Eliseu não significa, de modo algum, que elas foram ao inferno.



A acusação de Dan Baker de que o cristianismo se opôs à abolição de tudo o que houve de errado na História é uma calúnia. Por exemplo, a escravidão foi combatida sempre pelo cristianismo, havendo inúmeras excomunhões da Igreja contra os que escravizavam índios e negros.E foi o cristianismo que aboliu a escravidão existente entre os povos pagãos.O que poucos historiadores relutam e divulgar é que: A única época em que não houve escravos foi aquela em que a Igreja dominou a sociedade: a Idade Média.E não venha Dan Baker confundir escravos com servos.


Sobre a defesa dos réus nos tribunais, foi a Inquisição a fonte que inspirou boa parte da leis que protegem, hoje, o direito dos reus. Por exemplo, foi a Igreja a primeira a decretar que a confissão sob tortura era inválida como prova de culpa.

O ódio de Dan Baker à Igreja o cega a ponto de afirmar caluniosamente contra toda a evidência histórica  que a Igreja se opôs a todo progresso moral na História.Se isso fosse verdade, como hoje o influxo da Igreja é o menor que já houve na História, o nível atual da moral pública e privada deveria ser o mais alto de todos os tempos.

Restaria a Dan Baker explicar como neste século anti cristão,de moral elevadíssima,houve Auschwitz, o Gulag COMUNISTA, o paredón de Fidel, além de todos os horrores bem conhecidos.O que diz Dan Baker é flagrante mentira.A Igreja nunca atrapalhou o progresso científico, que só se realizou porque, na Idade Média, a Igreja fundou as Universidades.



Para encerrar, quero lembrar  que Dante, na Divina Comédia, faz as portas do Inferno proclamarem que quem as fez foi o Divino Poder, a Suma Sabedoria e o Primeiro Amor, isto é, o Espírito Santo.É o Amor de Deus que fez o inferno, e o fez conforme o projeto do homem,pois o Céu é graça e o inferno é mérito próprio.O inferno é a concretização Plena do projeto de vida e pseudo felicidade humana, que não supre, mas que Deus concede um peso de eternidade conforme a vontade humana.E o fez para aqueles que recusam livremente a Deus e sua infinita misericórdia, pois não pode haver perdão onde não ha arrependimento.


Deus está desejoso e disponível a dar o seu perdão, mas "não atira pérolas a porcos", é preciso que o pecador reconheça e arrependa-se de seus pecados, para receber o perdão Divino, isto é pedir muito ?Isto responde porque não ha perdão para os demônios, não é Deus que não os perdoa, são eles que não se arrependem.Nem no Céu nem no inferno encontraremos pessoas que estejam lá à força ou reclamar, " vim para cá contra a minha vontade..." Deus nos deu o LIVRE ARBÍTRIO e a liberdade para nossas escolhas.



É para proteger seu eleitos que Deus criou o inferno, pois como já dizia um outro Ateu:


 “ Quem poupa o lobo, põe em risco as ovelhas..." (Victor Hugo)


O QUE DIZ A TEOLOGIA SOBRE O INFERNO ?


O Inferno é um “estado-lugar” da alma humana que, após o juízo particular, rejeita cabalmente a Deus, irá para um estado de aversão à Santíssima Trindade, que a respeitará e se ausentará. É a total ausência de Deus, porque assim aquela alma humana desejou. É a última conseqüência da recusa livre e espontânea do Bem Infinito (=Deus). Deus é Bom, não obrigará ninguém a se unir a Ele.


As realidades invisíveis podem ser representadas por antropomorfismos, mas, mesmo assim, as palavras humanas são pobres para explicá-las. O inferno é um mistério, na medida em que o próprio pecado constitui “o mistério da iniqüidade” (1Ts 2,7). O inferno é a última conseqüência do pecado.


Quem comete  e morre em pecados mortais sem arrependimento, diz não a Deus. E se isto for definitivo, temos o Inferno. Nós é que insistimos em justificar o mau uso de nossa liberdade e depois apelar para o argumento de que um Pai nunca poderá nos condenar para sempre. Deus não é objeto de conforto e de utilidade para ninguém. Ou aceitamos o amor de Deus ou rejeitamos esse amor com suas conseqüências. A escolha é nossa. E Deus não nos retira o livre-arbítrio.Se o teu olho te fizer tropeçar, lança-o fora; melhor é entrares no reino de Deus com um só olho, do que, tendo dois olhos, seres lançado no inferno,onde o seu verme não morre, e o fogo não se apaga.Porque cada um será salgado com fogo. (Mc 9,47-49).



O pecado não é só uma desobediência a lei do Senhor, mas também uma violação da tendência natural da criatura ao Criador. Pelo pecado grave (mortal) do homem, com pleno conhecimento de causa e vontade deliberada(empenhando toda a sua personalidade), se afasta de Deus, abraçando um bem finito como seu fim supremo. Substitui-se Deus. O homem deixa de querer o Bem Infinito que é o seu fim último. O homem é essencialmente um clamor dirigido a Deus.Ou seja, o pecado não é somente um NÃO a DEUS, mas também um NÃO a VERDADEIRA e ÚNICA NATUREZA DO HOMEM.


Neste mundo, o homem busca, no pecado, algum bem-estar. Como já dito, substitui Deus por volúpia, dinheiro, fama… Cedo ou tarde o próprio homem percebe que estes bens são pequenos diante da própria SEDE DO INFINITO (DEUS) que o espírito humano possui.


Enquanto está nesta peregrinação terrestre, o homem busca paliativos: uma outra pessoa, luxúria, poder, sucesso profissional, religiões que colocam o ser humano como o centro (antropocêntricas), procurando encobrir seu olhar a sua verdadeira situação de alma, nunca “tem tempo” para se encontrar consigo mesmo e perceber seu drama: só Deus preenche o homem. Só Deus é a única felicidade do homem.


Se o homem morrer em estado de aversão a Deus e adesão à criatura?


Com sua mente iluminada, o homem não pode mais se enganar. Toma plena consciência de que se separou “livremente” de Deus, que o chamava para participar de sua vida divina.Perdeu o Bem Ilimitado, e, livremente.O pecador percebe, finalmente, que nunca mais irá preencher este imenso vazio, quelivremente não o quer fazê-lo.  Começa com um pecado grave consciente e voluntário e se desenvolve no Além, caso o pecador não se arrependa e reconcilie com Deus.




RESUMINDO: sua natureza humana “pede sem parar” por Deus, mas sua alma, por livre vontade, não se compatibiliza com Deus e seu Ser. A vontade da pessoa condenada repudia Deus enquanto que sua natureza clama por Deus: esse conflito dilacera o “réprobo”.Não temos como entender este imenso conflito do Inferno, porque não temos, neste mundo, plena consciência da profundeza de nossa alma humana. Justamente quando o réprobo percebe ser Deus o Bem Supremo, ela não deseja voluntariamente este mesmo Deus. A este estado chamamos Inferno.



No inferno há a absoluta carência de amor(desamor), odeia-se a Deus e a todas as criaturas. Mesmo que haja outros condenados, eles não compartilham o sofrimento, não existe solidariedade, o que poderia diminuir este tormento, pois não existe amor.O pecador sente sede de Deus, mas se vê completamente incompatível com Deus, por isso concebe ÓDIO. Este ódio, por incrível que pareça, embora não seja a vontade do pecador, é uma homenagem a Deus. É correto dizer que este ódio do inferno proclama a grandeza de Deus, canta, a seu modo, a perfeição do Amor Infinito.
Poderia um condenado ao inferno, se clamasse perdão, ser perdoado?


O pecador sente remorso, não arrependimento.  Sente dor pelo pecado por causa das penas, não porque ofende a Deus.O réprobo poderia se arrepender se tivesse humildade e amor a Deus. Mas é impossível, pois ele livremente se julga certo em suas atitudes, em seus atos pecaminosos, só lamenta as dores.Se pedisse perdão, a alma seria agraciada. O Senhor perdoa todo e qualquer pecado. Mas tais almas não querem receber o perdão. Deus não impõe nada a ninguém, pois é Amor Pleno.


Outrossim, a pena de condenação admite graus: quanto mais obstinado é o pecador em procurar satisfazer-se neste mundo à revelia de Deus, tanto mais aguda será a dor que terá quando, depois da morte, tomar consciência plena de que perdeu Deus para sempre.Complementação bíblica: Mt 5,27-30; opção livre do pecador: II Tm 2,11-13. Lc 16,22-31 (rico e o Lázaro); Ap 21,8; Mc 9,43-49; Mt 25,41; 13,47-50; 18,8; 13,41-42; Mc 16,16; 2 Rs 24,10; Is 66,24; Mt 5,22; Ap 20,10; 2 Ts 1,7-9.


Deus criou o inferno? Deus é ruim?


O Inferno é definitivo porque a alma humana é, por si mesma, imortal.  O Inferno só terminaria se o Senhor destruísse a criatura (o que não condiz com a Sabedoria Divina; Deus não destrói o que Ele faz). Se o Senhor forçasse a vontade da criatura, o Inferno poderia ser temporário; contudo o Pai deu liberdade ao homem, não lha retira.Se o Senhor cessasse de amar a criatura e deixasse de ser para ela o Bem Supremo, o pecador não experimentaria a ausência de Deus e, logo, não sofreria Inferno. Entretanto, Deus novamente seria incoerente, porque Ele é incapaz de se contradizer; Ele não pode dizer NÃO após ter dito SIM.  O amor de Deus é irreversível.


Este estado, por incrível que pareça, resulta exatamente do fato de que Deus ama perfeitamente a criatura. Logo, o inferno não é uma injustiça, mas uma opção livre do pecador. Deus não pode se contradizer nem retirar-lhe o seu amor.


“Eis uma verdade absolutamente certa: Se morrermos com ele, com ele viveremos.Se soubermos perseverar, com ele reinaremos.Se, porém, o renegarmos, ele nos renegará. Se formos infiéis… ele continua fiel, e não pode desdizer-se. (II Tm 2,11-13)”.



Portanto,o inferno é a total ausência de Deus, porque assim aquela alma humana desejou. Deus é Bom, não obrigará ninguém a se unir a Ele.



E o fogo do inferno, o que é?


Como já foi dito, estar separado de Deus para sempre é o âmago do Inferno.O “fogo” do Inferno de que fala o Evangelho não é o “fogo da terra”, o fogo que conhecemos, mas é como que uma réplica do mundo material que todo pecado maltrata. É uma forma antropomórfica (uso de concepções humanas) para designar esta ausência de Deus.Repetimos: é o homem quem castiga a si mesmo, abandonando o único Bem que ninguém pode perder.



Não se pode dizer quantos são os que deixam este mundo em estado de revolta contra Deus, pois deve haver muitas conversões ao Senhor, na hora da morte.



E o céu? No que consiste, basicamente?



“Estado-lugar” real de alma que consiste na visão de Deus face-a-face, visão através da qual os bem-aventurados reencontram seus amigos e familiares, toda a corte celeste; nada mais lhe resta a desejar. É o que São Paulo designa como “Aquilo que o olho do homem jamais viu, o ouvido jamais apreendeu e o coração humano jamais concebeu” (1 Cor2,9)”.Quando o homem morre sem pecados, a caminho da santidade, ou depois de ter purificado seu amor a Deus no purgatório de suas contradições interiores, este homem terá a recompensa do céu, onde não existe a limitação do tempo e do espaço. “Onde” (não é lugar, como concebemos humanamente, mas uma realidade espiritual que designamos “estado-lugar”) a morte corporal não vive. É a vida eterna, a bem-aventurança permanente (1 Cor 15,19).Para os católicos, o céu segue a justiça divina. Deus recompensa seus filhos de acordo com suas obras.



A Tradição Oral ensina que existem sete céus(7=completo), que consistem em graus de felicidade diferentes. Quem pratica um amor mais perfeito, terá uma união mais perfeita com Deus (Mt 16,27). É o que evidencia a seguinte passagem:


“Conheço um homem em Cristo que há catorze anos foi arrebatado até o terceiro céu. Se foi no corpo, não sei. Se fora do corpo, também não sei; Deus o sabe. (2 Cor 12,2)”



O Céu e a Sabedoria de Deus, o conhecimento pleno (1 Cor 2,6-8) preenchendo a Inteligência da pessoa.E a felicidade plena (1 Cor 2,9 e Ap 21,3-4), preenchendo a vontade da pessoa.

A alma humana consiste em INTELIGÊNCIA e VONTADE:


1) O que a inteligência mais deseja? O conhecimento de Deus.A Bíblia confirma: “Ora, a vida eterna consiste em que conheçam a ti, um só Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo que enviaste. (Jo 17,3)”


“Na verdade, entre os perfeitos falamos sabedoria, não porém a sabedoria deste mundo, nem dos príncipes deste mundo, que estão sendo reduzidos a nada;mas falamos a sabedoria de Deus em mistério, que esteve oculta, a qual Deus preordenou antes dos séculos para nossa glória; a qual nenhum dos príncipes deste mundo compreendeu; porque se a tivessem compreendido, não teriam crucificado o Senhor da glória. (1 Cor 2,6-8)”



2) O que a vontade humana mais deseja? A felicidade plena, a satisfação total de todas as aspirações legítimas do homem.A Bíblia confirma:) “Aquilo que o olho do homem jamais viu, o ouvido jamais apreendeu e o coração humano jamais concebeu” (1 Cor 2,9

“Ao mesmo tempo, ouvi do trono uma grande voz que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens. Habitará com eles e serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles.Enxugará toda lágrima de seus olhos e já não haverá morte, nem luto, nem grito, nem dor, porque passou a primeira condição.” (Ap 21,3-4)



Não confundir “Céu” com “Novos Céus e uma nova terra”!


A alma já vive o Céu após o juízo particular, que acontece após a morte da pessoa. E continuará vivendo este céu até o juízo final e após ele.No juízo final, a alma celeste, além deste maravilhoso estado de alma, receberá um corpo espiritual, ressuscitado, semelhante ao de Jesus Cristo e poderá assim viver novamente como ser humano “completo” (agora corpo ressuscitado e alma imersa em Deus) em um mundo renovado, chamado biblicamente de “Novos Céus e uma nova terra”.



Reencarnação, Purgatório e Inferno: Se existe inferno, Deus é ruim?



Reencarnação é uma idéia espírita. Tenta explicar as desigualdades físicas e sociais dos homens e a bondade perfeita de Deus. Para os reencarnacionistas, Deus só seria Bom se nos desse a oportunidade de voltar a viver em sucessivos corpos, até se completar a evolução de nosso espírito.Na verdade, esta oportunidade tiraria a Graça de Deus desta evolução. O homem buscaria por si só este crescimento espiritual, não precisando ser preenchido com a Presença de Deus, na outrora comunhão permanente. Já no purgatório, onde as pessoas falecidas se purificariam de suas vicissitudes e de seus pecados, a Graça de Deus está presente. Deus Pai auxilia os defuntos para “chegarem” ao Céu sem as mazelas de seus erros. Além disso, o conceito de purgatório foi ensinado pelo próprio Deus Filho:


“Ora, quando fores com o teu adversário ao magistrado, faze o possível para entrar em acordo com ele pelo caminho, a fim de que ele te não arraste ao juiz, e o juiz te entregue ao executor, e o executor te ponha na prisão.Digo-te: não sairás dali, até pagares o último centavo.  (Lc 12,58-59).”



“Se estás, portanto, para fazer a tua oferta diante do altar e te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti,deixa lá a tua oferta diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; só então vem fazer a tua oferta.Entra em acordo sem demora com o teu adversário, enquanto estás em caminho com ele, para que não suceda que te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao seu ministro e sejas posto em prisão.Em verdade te digo: dali não sairás antes de teres pago o último centavo.(Mt 5,23-26)”            



Mas, e o Inferno? Esta realidade seria contrária ao conceito de um Deus bom e perfeito?


A justiça de Deus consiste em ministrar a todo homem os subsídios necessários para carregar seus sofrimentos  com grandeza de alma, de modo que adquira, inclusive, méritos.  Os sofrimentos são providenciais e ajudam no crescimento interior. Não é necessária a reencarnação, onde o homem “paga”  a uma lei do Karma, cega e não inteligente, exatamente como as leis físicas. O que o homem faz, terá inevitavelmente uma conseqüência, sem a menor possibilidade de perdão;no caso da lei reencarnacionista. Logo, o conceito de reencarnação anula a presença de um Deus bom e perfeito. Toda pessoa sofredora nesta vida está pagando graves pecados de uma encarnação anterior… ?!?  Um indivíduo sadio e rico estaria colhendo os frutos positivos das virtudes praticadas em uma vida anterior.Jesus ensinou que riqueza material atrapalha o crescimento interior e pode prejudicar a salvação.


Analisando atentamente, vemos que a doutrina reencarnacionista não está ligada a bondade divina, mas a uma espécie de vingança divina.Agora, retornemos a questão principal: o Inferno exclui a bondade de Deus?


“Não !!! O que acontece é que as pessoas tem uma idéia “errônea” do que seja o Inferno. Inferno não é um lugar onde Deus “aprisiona” os maus. Jesus deu claramente a entender que, após a morte, duas são as formas de vida possíveis para o homem: a vida eterna ou a morte eterna (Mt 13,24-30; Mt 13,37-40; Lc 14,16-24; Mt  25,1-12; Lc 16,19-31).O Inferno não tem a ver com imagens de fogo, nem é algo CRIADO por Deus. Trata-se da frustração total ou a separação de Deus resultante da LIVRE OPÇÃO da criatura na terra.


Todo ser humano foi criado naturalmente para o bem. Inclusive para o Bem Eterno, o próprio Deus. Contudo, Deus nos ama de forma plena e perfeita, de forma que não vicia nossa vontade. Pelo contrário, cultiva-a de forma que digamos um SIM PLENO a Deus ou um NÃO DEFINITIVO a Deus. Se na hora da morte, o defunto for encontrado por Deus nessa atitude de REPULSA CONSCIENTE E VOLUNTÁRIA, terá o definitivo distanciamento de Deus. Deus não o forçará. A este estado de distanciamento se chama INFERNO. O Inferno é definitivo porque a alma humana é, por si mesma, imortal.  O Inferno só terminaria se o Senhor destruísse a criatura (o que não condiz com a Sabedoria Divina; Deus não destrói o que Ele faz). Se o Senhor forçasse a vontade da criatura, o Inferno poderia ser temporário; contudo o Pai deu liberdade ao homem, não lha retira.


Se o Senhor cessasse de amar a criatura e deixasse de ser para ela o Bem Supremo, o pecador não experimentaria a ausência de Deus e, logo, não sofreria Inferno. Entretanto, Deus novamente seria incoerente, porque Ele é incapaz de se contradizer; Ele não pode dizer NÃO após ter dito SIM.



Este estado, por incrível que pareça, resulta exatamente do fato de que Deus ama perfeitamente a criatura. Logo, o inferno não é uma injustiça, mas uma opção livre do pecador. Deus não pode se contradizer nem retira-lhe o seu amor.

“Eis uma verdade absolutamente certa: Se morrermos com ele, com ele viveremos.Se soubermos perseverar, com ele reinaremos.Se, porém, o renegarmos, ele nos renegará. Se formos infiéis… ele continua fiel, e não pode desdizer-se. (II Tm 2,11-13)”

           

O Inferno Visto pelas Religiões:



Inferno é um termo usado por diferentes religiões, mitologias e filosofias, representando a morada dos mortos, ou lugar de grande sofrimento e de condenação. A origem do termo é latina: infernum, que significa "as profundezas" ou o "mundo inferior".

Etimologia


A palavra inferno, que hoje conhecemos, origina-se da palavra latina pré-cristã inferus"lugares baixos", infernus.Na Bíblia latina, a palavra é usada para representar o termo hebraico Seol e os termos gregos Hades e Geena, sem distinção. A maioria das versões em idioma Português seguem o latim, e eles não fazem distinção do original hebraico ou grego:Das palavras Hades e Sheol, ambas com mesmo significado, tendo conotação clara de um lugar para onde os mortos vão. Em versículos bíblicos onde se menciona tais palavras, é possível perceber que se trata de um só lugar. Com o passar do tempo, muitas religiões interpretaram o inferno, como o destino de apenas alguns; pessoas que não assumiram uma conduta louvável no ponto de vista religioso, e que por isso, foram condenadas ao sofrimento jamais visto pelo mundo material.


Alguns teólogos observaram, contraditoriamente, que o inferno não poderia ser um lugar desagradável, afirmando que um personagem bíblico que estava em sofrimento no mundo real, almejou “esconder-se no inferno”, para aliviar sua dor. Porém, o próprio Jesus fez uma narrativa de uma situação de uma pessoa que se encontrava no inferno, essa pessoa implorava a Abraão que mandasse um conhecido que não estava no inferno lhe refrescasse a língua com pelo menos a ponta do dedo molhado em água, pois emchamas era atormentado (Ver Lucas, capítulo 16, versículos de 19 ao 31).


Obviamente tal relato não foi em sentido literal, pois uma gota de água não alivia dor de quem está em chamas ou num calor intenso, mas queria dizer que pelo enorme sofrimento precisaria aliviar-se de qualquer jeito. A crença na existência de um lugar de tormento para o significado das palavras Hades e Sheol, foi muitas vezes confundida com a palavra “Geena”, traduzida para “lago de fogo”, uma forma simbólica para destruição eterna.



Alguns teólogos concluem que todos que morrem vão para o inferno (Hades e Sheol), lugar onde até o próprio Jesus foi, a sepultura, sua câmara mortuária. Como a própria Bíblia menciona, ele não foi esquecido no Inferno, foi ressuscitado ao terceiro dia conforme relatam os evangelhos. Porém deve-se salientar que outros teólogos veem que essa ida de Cristo ao lugar de tormento foi para tomar o lugar de cada ser humano que estava destinado à morte eterna pelo pecado original de Adão, e sendo Jesus tido como o consumador da fé serviu de cordeiro expiatório apesar de não ter visto corrupção.



Mudanças no Sentido da Palavra Inferno:



A Enciclopédia Americana diz: Muita confusão e muitos mal-entendidos foram causados pelo fato de os primitivos tradutores da Bíblia terem traduzido persistentemente o hebraico Seol e o grego Hades e Geena pela palavra inferno. A simples transliteração destas palavras por parte dos tradutores das edições revistas da Bíblia não bastou para eliminar apreciavelmente esta confusão e equívoco.O significado atribuído à palavra inferno atualmente é o representado em A Divina Comédia de Dante, e no Paraíso Perdido de Milton, significado este completamente alheio à definição original da palavra. A idéia dum inferno de tormento ardente, porém, remonta a uma época muito anterior a Dante ou a Milton.



Inferno como arquétipo contemporâneo







A fusão entre paixão, desejo, pecado e condenação envolvida na imagem do Inferno permitiram ao imaginário contemporâneo imaginar antes lugar de prazer e de servidão ao prazer do que propriamente de sofrimento ou purificação. O fenômeno é bem observado na cultura cristã que, no seguimento dos esforços aplicados às ideias de purificação do monoteísmo, condenou as divindades mais materiais da fertilidade, das paixões e da energia sexual, o que literalmente as transformou em demônios. Assim, osarquétipos da paixão e do prazer ficaram associados ao do inferno, com a conseqüente mudança de sentido e de atração sobre a imaginação.



Outras correntes de pensamento atuais, curiosamente também com base na cultura católica-cristã, demonstram a sua opinião de inferno não como um local físico, mas antes como um estado de espírito, indo ao encontro da ideia preconizada por diversas correntes filosófico-religiosas partidárias da reencarnação.



1)- Na mitologia grega, as profundezas correspondiam ao reino de Hades, para onde iam os mortos. Daí ser comum encontrar-se a referência de que Hades era deus dos Infernos. O uso do plural, infernos indica mais o caráter de submundo e mundo das profundezas do que o caráter de lugar de condenação, em geral dado pelo singular,inferno. Distinguindo o lugar dos mortos - o Hades - a mitologia grega também concebeu um lugar de condenação ou de prisão, o Tártaro.


2)- Os hindus e os budistas consideram o inferno como lugar de purificação espiritual e de restauração final. A tradição islâmica o considera como um lugar de castigo eterno.” O conceito de sofrimento após a morte é encontrado entre os ensinos religiosos pagãos dos povos antigos da Babilônia e do Egito.


3)- As crenças dos babilônios e dos assíriosretratavam o “mundo inferior . . . como lugar cheio de horrores, . . . presidido por deuses e demônios de grande força e ferocidade”. Embora os antigos textos religiosos egípcios não ensinem que a queima de qualquer vítima individual prosseguiria eternamente, eles deveras retratam o “Outro Mundo” como tendo “covas de fogo” para “os condenados”. — The Religion of Babylonia and Assyria (A Religião de Babilônia e Assíria), de Morris Jastrow Jr., 1898, p. 581; The Book of the Dead (O Livro dos Mortos).



4)- No judaísmo, o termo Gehinom (ou Gehena) designa a situação de purificação necessária à alma para que possa entrar no Paraíso - denominado por Gan Eden. Nesse sentido, o inferno na religião e mitologia judaica não é eterno, mas uma condição finita, após a qual a alma está purificada. Outro termo designativo do mundo dos mortos é Sheol, que apresenta essa característica de desolação, silêncio e purificação.A palavra vem de Ceeol, que mais tarde dá origem ao termo sheol, não confundindo com "Geena" que era o nome dado a uma ravina profunda ao sul de Jerusalém, onde sacrifícios humanos eram realizados na época de doutrinas anteriores. Mais tarde, tornou-se uma espécie de lixão da cidade de Jerusalém, frequentemente em chamas devido ao material orgânico. O uso do termo Sheol indica lugar de inconsciência e inexistência, conforme o contexto nos mostra e não um lugar de punição.




5)- No Cristianismo existem diversas concepções a respeito do inferno, correspondentes às diferentes correntes cristãs.A idéia de que o inferno é um lugar de condenação eterna, tal como se apresenta hoje para diversas correntes cristãs, nem sempre foi e ainda não é consenso entre os cristãos. Nos primeiros séculos do cristianismo, houve quem defendesse que a permanência da alma no inferno era temporária, uma vez que inferno significa "sepultura", de onde, segundo os Evangelhos, a pessoa pode sair quando daressurreição. Essa idéia é defendida hoje por várias correntes cristãs.


6)- Adventismo:Na criação da humanidade, a união do pó da terra com o fôlego de vida produziu uma criatura ou alma vivente. Adão não recebeu uma alma como entidade separada; ele tornou-se alma vivente (Gn. 2:7). Na morte, ocorre o inverso: o pó da terra menos o fôlego de vida resulta numa pessoa morta ou alma morta, sem qualquer grau de consciência (Sl. 146:4; Ec. 9:5,6). Os elementos que haviam composto o corpo retornam à terra de onde haviam provindo (Gn. 3:19), enquanto que fôlego de vida volta a Deus, que o deu (Ec. 12:7). Cabe lembrar que na Bíblia, o termo hebraico e grego para 'espírito' (ruach e pneuma, repectivamente) NÃO se referem a uma entidade inteligente, capaz de existência consciente à parte do corpo. Ao contrário, esses termos se aplicam ao 'fôlego de vida' - o princípio vital da existência que anima seres humanos e animais. (Baseado no livro 'Nisto Cremos' - Ensinos Bíblicos dos Adventistas do Sétimo Dia).Assim sendo nesta crença,os mortos dormem na sepultura num estado de insconsciência (Jó 14:12; Mt. 27:52; I Co. 15:51; I Ts. 4: 13-15), logo não estão em alguma habitação intermediária.Todos aguardam a segunda vinda de Cristo, quando então os salvos serão ressuscitados e reinarão com Jesus durante mil anos (1 Tess. 4:15-18; 2 Corintios 4:14, Apocalipse 20:6). Depois desse período, os ímpios ressuscitarão para o Juízo final (Apocalipse 20:5-9). Então cairá fogo e enxofre do Eterno Deus para purificar a Terra (2 Pedro 3:10-12). Esse fogo queimará tudo (Isaias 33:12; Malaquias 4:1). Satanás, seus anjos e os ímpios também serão aniquilados. Jesus e seu povo fiel reinará para sempre na Nova Terra (Apocalipse 21:1-5). Nos textos originais, o significado da palavra inferno está associado à total inconsciência dos mortos na sepultura.Por fim, é interessante notar que em Mateus 25 e Apocalipse 14, as palavras traduzidas por "eterno" e "séculos dos séculos" não significam necessariamente sem fim. As palavras gregas aion e aionios expressam duração enquanto a natureza do objeto permite. Por exemplo, em Judas 7 registra que as cidades de Sodoma e Gomorra estão sofrendo o fogo do castigo eterno (aionios) Mas 2 Pedro 2:6 diz que elas foram reduzidas a cinzas, tanto que é facilmente verificável que tais cidades não estão mais queimando em chamas. Quando o objeto das palavras "eterno" ou "para sempre" é a vida dos remidos que recebem imortalidade, a palavra significa um tempo sem fim. Quando se refere ao castigo dos ímpios, que não recebem a imortalidade, a palavra tem o significado de um período limitado de tempo. (baseado na Lição da Escola Sabatina - Jan/Mar 2009 - Casa Publicadora)


7)- No Catolicismo:Para a corrente católica, conduzida pela Igreja Católica Apostólica Romana, o inferno é eterno e corresponde a um dos chamados novíssimos: a morte, o juízo final, o inferno e o paraíso. Baseando-se em textos bíblicos como quando Jesus disse que o homem que desprezar seu irmão “incorrerá os fogos da Gehenna” (Mt 5,22). Jesus também advertiu, “não temais os que matam o corpo mas não podem matar a alma. Antes, temei quem pode destruir tanto corpo como alma na Gehenna” (Mt 10,28). Jesus disse, “Se tua mão te faz cair, corta-a. Melhor você entrar na vida com uma só mãos que manter ambas as mãos e ir para a Gehenna com seu fogo inextinguível” (Mc9,43). Usando a parábola do joio e do trigo para descrever o juízo final, Jesus disse, “os anjos lançarão [os pecadores] na fornalha inflamável onde prantearão e moerão os seus dentes (Mt 13,42). Também, quando Jesus fala sobre o juízo final onde a ovelha será separada dos lobos, Ele dirá ao pecador, “afastai-vos de mim, malditos, para o fogo perpétuo preparado para o demônio e seus anjos (Mt 25,41). No Livro da Revelação, é relatado que cada pessoa é julgada individualmente e os pecadores são lançados em uma “fosso de fogo, a segunda morte” (20,13-14).



8)- Protestantismo:Para muitas das denominações protestantes, o inferno é o local destituido da presença de Deus, porém não lhe está oculto, sendo que no cumprir das profecias esse inferno será lançado no lago que arde com fogo e enxofre.A interpretação bíblica protestante afirma que, após a morte, a alma, uma vez no inferno, não poderá mais sair, assim como em relação ao paraíso (céu), não existindo forma de cruzar a fronteira que separa estes dois locais.Há ainda outra visão dentro do cristianismo não-católico, que coloca a morte como umsono, um estado sem consciência (Eclesiastes 9:5; Jó 14:21; João 11:11-14), de forma que, conseqüentemente, os ímpios mortos não estão no inferno nem os salvos mortos no céu, mas aguardando a segunda vinda de Cristo, quando então os salvos entrarão para o céu, que é eterno, e os ímpios entrarão no lago de fogo, o inferno, (Apocalipse20:15), que também será eterno (Miquéias 4:3). Segundo esta interpretação, o inferno é um lugar preparado para a punição de Satanás, seus anjos e seus seguidores (Mateus25:41), ao contrário da visão comum que coloca Satanás como dominante do inferno.



9)- Testemunhas de Jeová:Para as Testemunhas de Jeová, o inferno de fogo como lugar literal de tortura das pessoas iníquas é rejeitado. Citam na Bíblia, os termos normalmente traduzidos por "inferno", Hades (Bíblia) [termo grego] e Seol [ou Sheol, termo hebraico], significando "sepultura" ou "lugar dos mortos". Também no caso de Geena [termo grego] com a ideia de destruição e aniquilação eterna.(Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas). Citam Atos 2:27, onde Jesus desceu ao Inferno (Hades ou Seol) e foiressuscitado . As Testemunhas de Jeová acreditam que após a ressurreição dos mortos, os pecados anteriores não lhes serão imputados [Romanos 6:7 "Pois aquele que morreu foi absolvido do [seu] pecado".(TNM) mas poderão recomeçar a vida escolhendo voluntariamente servir a Deus e alcançar assim a salvação.



10)- No Espiritismo :O inferno, segundo a visão do Espiritismo, é um estado de consciência da pessoa que incorre em ações contrárias às estabelecidas pelas Leis morais, as quais estão esculpidas na consciência de cada pessoa.Uma vez tendo a criatura a sua consciência “ferida”, passa a viver em desajuste mais ou menos significativo de acordo com o grau de gravidade de suas ações infelizes, e se estampam através de desequilíbrios Espiritual, emocional, psicológico ou até mesmo orgânico. Esta situação lhe causa terríveis dissabores.Uma vez morta, se a criatura não evitou ações infelizes, buscando vivência saudável de acordo com as leis divinas, ela segue para o Plano Espiritual ou incorpóreo. Lá, junta-se a outros espíritos, que trazem conturbações conscienciais semelhantes. Afins, atraem afins.Os Planos Espirituais de sofrimentos são inumeráveis e, guardam níveis de sofrimentos diferenciados, cujos níveis são estabelecidos pelos tipos de degradação da consciência, resultantes das ações perpetradas por cada criatura.Portanto o Inferno na visão espírita, como região criada por Deus para sofrimento eterno da criatura e geograficamente constituído, não existe. Se um dia todas estas criaturas sofredoras na erraticidade regenerarem-se, estas regiões deixarão de existir. É como se todos os pacientes de um manicômio terrestre fossem curados; o hospital poderia ser demolido e ceder o seu espaço a um jardim, etc.Deus não imputa pena eterna a nenhum de seus filhos. Podem Sofrer, enquanto não despertarem para o Bem e se propuserem a trilhar o reto caminho. Um dia mais cedo ou mais tarde Ele, O Criador, na Sua Misericórdia e Amor, concederá à criatura sofredora retorno à carne para continuar o seu aprendizado e aperfeiçoamento.(Estes conceitos são encontrados em O Livro dos Espíritos, editado em Abril de 1857 na sua quarta parte e, no livro O Céu E O Inferno editado em 1865. Ambas obras tendo como autor, Allan Kardec).


11)- Islamismo:No Islã, o inferno é eterno, consistindo em sete portões pelos quais entram as várias categorias de condenados, sejam eles muçulmanos injustos ou não-muçulmanos. Como na crença judaica, para o islamismo o inferno também é um lugar de purificação das almas, onde aqueles que, se ao menos um dia de suas vidas acreditaram que Deus (Allah) é único, não Gerou e nem Foi gerado, terão suas almas levadas ao Paraíso um dia. Não raro, é comum a crença de que no Islã o castigo é eterno, por ter bases fundamentalistas de alguns praticantes, pelo fato de o Alcorão mencionar diversas vezes a palavra castigo e sofrimento no fogo do inferno. Porém é fato que o mesmo Texto deixa claro que existem condições para se pagar os pecados e sofrer as consequencias, como também existem meios de se alcançar o perdão para o não banimento ao inferno por meio de aplicações de condutas que condizem com os bons costumes e a maneira de enxergar Deus, a vida e a forma de como deverá cada ser conduzi-la, a ponto de pagarem seus pecados post mortem, ou alcançarem a graça do perdão Divino.



12)- No Budismo:De certo modo, todo o samsara é um lugar de sofrimento para o budismo, visto que em qualquer reino do samsara existe sofrimento. Entretanto, em alguns reinos, o sofrimento é maior correspondendo à noção de inferno como lugar ou situação de maior sofrimento e menor oportunidade de alcançar a liberação do samsara. Por esse motivo, muitas vezes expressam-se esses mundos de sofrimento maior como infernos. Nenhumrenascimento em um inferno é eterno, embora o tempo da mente nessas situações possa ser contado em eras.Contam-se dezoito formas de infernos, sendo oito quentes, oito frios e mais dois infernos que são, na verdade, duas subcategorias de infernos: os da vizinhança dos infernos quentes e o infernos efêmeros. Além desses dezoito que constituem o "Reino dos Infernos", pelo sofrimento, o "Reino dos Fantasmas Famintos" é comparável à noção de inferno, sendo constituído de estados de consciência de forte privação - como fome ou sede - sem que haja possibilidade de saciar essa privação.No budismo, o renascimento em um inferno é uma conseqüência das virtudes e não-virtudes praticadas, de acordo com a verdade relativa do karma. Entretanto, alguns poucos atos podem, por si, conduzir a um renascimento nos infernos, principalmente o ato de matar um Buda e o ato de matar o próprio pai ou a própria mãe. A meditação sobre os infernos deve gerar compaixão.



13)- Segundo as mais variadas mitologias:O Inferno, recebe várias versões nas mais variadas mitologias:

•        Di Yu, o inferno da mitologia chinesa;
•        Hades, o inferno da mitologia greco-romana;
•        Helgardh, o inferno da mitologia nórdica;
•        Mundo dos mortos, o inferno da mitologia egípcia;
•        Mag Mell, o inferno da Mitologia irlandesa;
•        Ne no Kuni e Yomi no Kuni, os infernos da mitologia japonesa.



Porque a vida física não é o supremo bem. Ela nos propicia um bem maior: o compreender a verdade e amá-la. Isto é, Deus nos deu a vida material para que O conhecêssemos, como Verdade absoluta, e o amássemos livremente, como Bem infinito, para serví-Lo, e assim podermos ter, depois da morte, a vida eterna, no céu, com Deus.


“Pregando a Verdade e confirmando os irmãos na verdadeira fé, com a graça de Deus construo Catedrais nas almas para que nelas possam habitar o Espírito Santo de Deus” ( Pierry de Craon).


BIBLIOGRAFIA:


Reencarnação – Prós e Contras -  Pe. Estêvão Bettencourt.

PARAÍSO PERDIDO (1667) John Milton (Inglaterra/1608.

A Grolier Universal Encyclopedia(Enciclopédia Universal Grolier, 1971, Vol. 9, p. 205).

Wikipedia.org


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