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Papa Francisco: "Para nada serve um santo que não vive para servir!"

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 12 de abril de 2022 | 20:39

 





 

O papa Francisco da Sala Paulo VI, no Vaticano, falou para cerca de 5 mil estudantes do Instituto “Visconti” de Roma, por ocasião do Jubileu Aloisiano, ou seja, os 450 anos do nascimento de São Luís Gonzaga, protetor da Juventude. Em seu discurso aos numerosos estudantes, acompanhados por seus docentes e familiares, o Papa disse que a comunidade escolar Visconti busca unir, com a instrução, a formação global do cidadão e do cristão.Sobre a vida de São Luís Gonzaga, padroeiro da Juventude, o Papa extraiu alguns aspectos, como suas importantes escolhas de vida, sem se deixar levar pelo carreirismo e pelo “deus dinheiro”: “Há tanta necessidade de jovens, que saibam agir desta maneira, colocando o bem comum acima dos interesses pessoais! Por isso, é preciso cuidar da própria interioridade, através do estudo, da pesquisa, do diálogo educativo, da oração e da escuta da própria consciência. Tudo isso pressupõe a capacidade de criar espaços de silêncio”, sublinhou o Santo Padre. O Santo Padre concluiu seu discurso aos estudantes do Instituto Visconti de Roma exortando-os ao voluntariado, sinal de esperança e de generosidade: “Quem não vive para servir não serve para viver”. Uma das coisas que a Bíblia fala é “servir ao Senhor com alegria” (Salmo 100, 2). Devemos entender que caminhar com Cristo não deve ser um peso para nós, mas um motivo de alegria, honra e satisfação! Temos diversos motivos para ser alegres no Senhor, independentemente das circunstâncias:

 

 



1)-Por nossa salvação e libertação permanente de Deus em nós por meio de sua graça e misericórdia que todos os dias nos alcança! (conf. Lamentações 3,22-23)

 

 

2)-Por aquilo que Ele É: um Deus de amor e infinita bondade, que a tudo ama, tudo suporta e a tudo perdoa(1 Cor 13,4-7).Por tudo aquilo que Ele nos fez (1 Samuel 7,12), e por tudo aquilo que Ele ainda nos fará, pois Ele não abandona incompleto a obra de suas mãos (Filip 1,6).

 

 

3)-Pela vida, bênçãos, provações santificadoras, e pelo cuidado diário de Deus para conosco, nos livrando e libertando de pessoas maliciosas, situações e perigos muitos deles desconhecidos por nós (conforme Salmo 91,3-7).

 

 





4)-E principalmente, pela esperança de uma vida eterna com Cristo nos céus ((2Tm 1, 12).

 

 

Quando somo cientes de tudo isso, nosso coração se enche de gratidão e passamos a servir a Deus com alegria! Entendemos que estando em sua presença louvando-o e o adorando, bem como servindo em seus átrios e na sua vinha, é suficiente para estarmos satisfeitos! Mas o motivo principal de nosso contentamento deve estar no que o Pai já nos deu em Jesus Cristo com sua vida, paixão, morte, ressurreição e glorificação à sua direita: a vida eterna! Isso supera qualquer fator terreno e deve ser o alvo da nossa esperança, convencidos de que os nossos sofrimentos do presente não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada (Rom. 8,18).

 

 

 

“O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me conferiu a unção para anunciar a boa nova aos pobres. Enviou-me a proclamar aos cativos a libertação e aos cegos, a recuperação da vista, para despedir os oprimidos em liberdade, para proclamar um ano de graça da parte do Senhor” (Lc 4,18-19).

 

 

 

 

Nós, cristãos, podemos fazer destas palavras de Jesus nossas próprias palavras, pois a isto somos chamados e ordenados (conforme Filipenses 2,5-11). Podemos assumi-las em nossa vida porque fomos incorporados a Cristo pelo Batismo e por isto somos participantes do múnus sacerdotal, profético e régio de Cristo. Nos tornamos, pelo múnus sacerdotal, servos da salvação de Deus para os nossos irmãos; pelo múnus profético, anunciadores da Palavra de Deus e pelo múnus régio somos chamados a libertar os homens da escravidão do mundo e do pecado através do senhorio de Cristo.Em tempo algum o homem esteve tão longe de Deus como está agora. E isto acontece especialmente nos países que se dizem cristãos. Por isso, o Senhor deseja renovar a sua Igreja. Renovar a Igreja de Jesus Cristo não é construir uma Igreja nova, não é simplesmente buscar novidades, mas é dar a vida para que seus membros passem a viver a sua fé de um modo novo, possam aproximar-se do Pai por Cristo, num mesmo Espírito (cf. LG 4). Para isso, Deus chama cada um dos cristãos a exercer um serviço específico (ou vários) dentro da Igreja, com a finalidade de edificar o seu Corpo e a sua Casa. Todos os homens necessitam ser “pastoreados” como templos do Espírito Santo, como filhos de Deus, de uma forma pessoal e particular, para que assim formados, santificados, congregados ao redor de Cristo, edifiquem o seu Corpo.

 

 

 


 

 

O Espírito está soprando de um modo novo, está atraindo pessoas e dando a elas coragem para assumir e testemunhar sua fé com um renovado ardor missionário. A RCC (Renovação Carismática Católica) não é a única, mas é uma das grandes obras do Espírito para a Igreja e para o mundo de hoje. É, sem dúvida, uma manifestação sensível e concreta com a qual o Espírito Santo de Deus, de forma nova e fecunda, vem presenteando o mundo e a Igreja. Percebemos isso pelos frutos que podemos colher, como: a busca, por parte de milhares de cristãos, de uma experiência profunda com Deus, especialmente através da oração; o amor profundo à Sagrada Escritura, que não é só um livro para estudos e reflexão, mas fonte de oração e de vida; a importância de Nossa Senhora na vida dos cristãos; o apreço pela participação na vida da Igreja, na liturgia e nos trabalhos pastorais; a manifestação dos carismas do espírito de modo novo e atual; a comunhão profunda com a hierarquia da Igreja; a efetiva participação de tantos jovens, adultos e crianças nos grupos de oração e Encontros Evangelizadores e Formativos; a conversão contínua e o espírito ecumênico; o grande número de vocações sacerdotais e religiosas; o nascimento de inúmeras comunidades de vida e aliança, e tantos outros frutos maravilhosos.

 

 

 

 

 

Na RCC, popularizou-se o termo “ministério” com o termo “serviço”

 

 

 


 


Portanto, ministério significa um serviço que prestamos para a edificação da Igreja. Quantos são os ministérios? Tantos quanto se fizerem necessários para a evangelização de toda a humanidade. Há nas dioceses e paróquias toda uma gama de pastorais, de acordo com cada realidade e necessidades locais. A Renovação, além de ser fortemente chamada a participar dos serviços pastorais, exerce ministérios característicos de sua espiritualidade como o ministério de oração de cura e aconselhamento, de pregação, de intercessão, de música, de teatro, de ensino, de dança, de evangelização, de seminário de vida no Espírito, servos de seminário, de acolhimento, de pastoreio, de animadores de grupos de oração, e outros que o Senhor ainda queira suscitar. Foi o próprio Jesus que, vindo ao mundo, exerceu o maior de todos os serviços e instruiu os seus para abraçar o serviço ao Reino com generosidade, caridade e obediência.Todos estes aspectos que foram esclarecidos acima são muito importantes, mas existe um aspecto que está acima de todos, que é o “sim” da nossa vida dado a Deus para ser canal de salvação para todos os homens. Não adianta de nada existirem os ministérios muito bem organizados se não houverem pessoas que queiram dar o seu tempo em serviço da salvação de Deus para os homens.Precisamos assumir a mesma atitude de São Francisco de Assis, que teve uma profunda experiência com Deus e descobriu que Ele queria a reconstrução da sua Igreja. Claro que pensou, a princípio, que era para reconstruir algum Templo que estava danificado. Assim, dedicou alguns anos de sua vida à reforma da Igreja de S. Damião. Mas o que o Senhor queria dele ia muito além da reparação desse Templo. O Senhor queria usá-lo para uma radical reforma e renovação na sua Igreja. Da mesma forma que Deus usou São Francisco, Ele deseja usar cada cristão que abre o seu coração para fazer o mesmo pela sua Igreja, pois ela precisa de permanente renovação, de renovado ardor, da experiência com o Deus vivo. São Francisco entregou-se de corpo e alma ao serviço do Evangelho. Desapegado das riquezas, das glórias humanas, colocou sua confiança unicamente em Deus. Viveu por Deus e para Deus. O Espírito, que fez de Francisco um homem novo, é o mesmo que nos transforma e nos torna discípulos verdadeiros de Jesus Cristo. Como discípulos, temos a mesma missão: anunciar o Evangelho de Cristo.

 

 

 

Ser servo é um chamado de Deus. É um dom de Deus!

 


 


 

E, diante da situação que o mundo se encontra faz-se urgente a existência de inúmeros servos. Jesus ao ver a multidão, ficou cheio de compaixão porque ela estava enfraquecida e abatida como ovelhas sem pastor. Então disse aos discípulos: “A messe é grande, mas os operários são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da messe que envie operários para sua messe” (Mt 9,37-38). Messe é uma plantação pronta para ser colhida e que, se não o for no tempo certo, perde-se. Jesus compara os homens com a messe. Estes precisam receber logo a Palavra da salvação, caso contrário, perder-se-ão. Aquele que teve uma experiência do Deus vivo, torna-se servo por graça. Dentro do seu coração nasce um anseio de levar o seu Senhor a todas as criaturas para tirá-las da escravidão do pecado e da morte. Não é servo por iniciativa própria, mas por graça, porque assim o Senhor lhe constituiu. Servo constituído pelo amor de Deus e cheio deste amor deseja servir, deseja ser canal da mesma graça que transformou sua vida para os seus irmãos. Não é simplesmente alguém que exerce um ministério como se exercesse um trabalho, uma função, mas alguém que antes de servir, ama e porque ama, serve.Hoje contemplamos uma situação gravíssima, porque o número de homens que necessitam encontrar Jesus, que estão se perdendo, que estão sofrendo, é elevado demais, no entanto o número de servos comprometidos, que não medem esforços, tempo, trabalho, amor é muito insignificante. Acreditamos que é preciso suplicar ao Pai da messe, como fez Jesus, que envie operários para a sua messe, mas também precisamos abrir nossos ouvidos para escutarmos a voz de Deus que chama milhares de filhos seus a doarem as suas vidas e a serem testemunhas do Amor, para que assim, o mundo encontre a verdadeira paz.

 

 

 

 

2 Coríntios 5,14-15: “Pois o amor de Cristo nos constrange, porque estamos convencidos de que um morreu por todos; logo, todos morreram. E Ele morreu por todos para que os que vivem já não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou”

 

 

 

 

Dedicar-se a servir a Deus e ao trabalho de ajudar a trazer o mundo de volta para Deus, que Paulo chama de um ministério de reconciliação (2 Cor 5,18), isso deveria ser visto como um privilégio e uma grande honra, o verdadeiro prazer e ocupação do Cristão: a disposição de obedecer e a alegria de servir a Deus e ao próximo, em gratidão por tudo aquilo que Ele nos fez! Porém, de acordo com a mensagem de Jesus na Carta à Igreja de Éfeso, muitos acabam se esfriando e perdendo esse amor e alegria de ser Cristão. Diminuem gradativamente o fervor, a disposição de servir, entram numa crise de desânimo e perda do interesse e da motivação em servir a Deus e aos seus propósitos. Alguns Cristãos até continuam se dedicando ao trabalho do Senhor, mas perderam a paixão, o fervor, o entusiasmo e a parresia! Fazem o que fazem por hábito, por rotina, por medo, por recompensas, reconhecimentos, aplausos, por quaisquer outros motivos, mas que não faz sentido, porque já não tem a marca da gratuidade.

 

 

 

Porque nosso amor a Deus e a alegria de servir a Deus esfria e pode até se apagar?






O amor é como um fogo. Se colocamos lenha, ele fica mais inflamado. Falhamos por não alimentarmos o fogo e por permitirmos que outras coisas o apaguem.Muitas coisas contribuem para que o nosso amor pelo Senhor perca a sua intensidade. As quatro mais comuns e nocivas são:

 

 

 

1.    O pecado. No Salmo 51,12 ao se arrepender do grave pecado de adultério que havia cometido e escondido, Davi clama a Deus: “Devolve-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito pronto a obedecer”. Ele havia perdido a alegria de ser um rei segundo o coração de Deus, perdeu o prazer de servir a Deus, pois se sentia extremamente culpado e distante de Deus. Infelizmente o mesmo acontece com muitos cristãos hoje em dia. Perder “a alegria da salvação” significa perder o prazer de ser cristão, a euforia e a determinação que um cristão verdadeiro deve ter. Significa perder aquela motivação de servir prazerosamente aos propósitos eternos de Deus.Semelhantemente a Davi, isso ocorre com muitos cristãos devido ao pecado; pela quantidade de pecados cometidos ou pelos inúmeros tropeços no mesmo pecado. Acontece também por não conseguirem perceber nenhum progresso espiritual ao longo de muito tempo. Acabam perdendo a alegria de gozar do manancial da salvação (Isa 12,3). Jesus disse em Mateus 24,12-13 que “devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará, mas aquele que perseverar até o fim será salvo”.

 

 

 

 

2.    A superficialidade espiritual. Há muitas pessoas que vivem superficialmente o seu relacionamento com Cristo, como Jesus advertiu na Parábola do Semeador (Lucas 8,13). Ele disse que quando a semente cai em solo pedregoso, a planta não desenvolve raízes profundas e, quando vem o sol quente, ela morre rapidamente.O segredo para nunca nos afastarmos do Senhor nem perdermos a alegria de cultuá-lo, servi-lo e falar dele às pessoas é buscar profundidade na vida espiritual. É investir tempo no lugar secreto, é ativar o modo adoração como estilo de vida, é consagrar-se todo ao Senhor sem olhar para trás e é ativar sempre a fé na palavra de Deus.  Em outras palavras, é manter a vela acesa! Se desenvolvermos raízes profundas em Deus, não fracassaremos na fé!

 

 

 

3.    Áreas não expostas a cura, porque queremos que elas fiquem sobre nosso domínio. As áreas que não são tratadas em nossas vidas talvez não pareçam tão nocivas hoje, mas serão justamente as áreas que poderão nos sufocar na fé e no amor ao Senhor posteriormente. Tudo começa com uma pequena semente que, caso não seja removida e tratada, vai germinando até gerar profundas raízes em nossa alma (Hebreus 12,13-15). O esfriamento e a queda espiritual não acontecem de imediato. São processos lentos, que envolvem repetidas negligências da nossa parte, e são estas mesmas “inocentes” negligências que nos vencerão depois. Por isso, devemos dar mais atenção às áreas que precisam ser trabalhadas em nossas vidas e buscar ajuda junto a bons e experientes conselheiros Cristãos, um bom diretor espiritual, e se necessário, acompanhamento psicológico com um profissional Cristão.

 

 

 

4.    Perda de foco. Não é só o pecado que nos afasta de Deus, mas a perda do foco devido às distrações mundanas também. E como isso é sutil e perigoso. Neste caso, o cristão não precisa ter cedido ao pecado, mas perde o alvo ao distrair-se com coisas que talvez sejam até mesmo lícitas, mas roubam-lhe o foco. Hoje em dia há muitas pessoas que se envolvem tanto em seus trabalhos, negócios, estudos, entretenimento, relacionamentos, etc., que não têm tempo sequer de se lembrarem de buscar a Deus. Não se engane, mas até mesmo o nosso próprio serviço prestado ao Senhor pode se tornar uma distração, como aprendemos no episódio bíblico de Marta e Maria (Lc 10,38-42). Enquanto Maria estava aos pés de Jesus, Marta se queixava pelo fato de haver ficado sozinha na cozinha, em um ativismo desvirtuado de sentido. Precisamos vigiar com relação a todas as coisas (até mesmo as coisas boas e lícitas que podem ser consideradas bênçãos em nossas vidas!) que podem nos distrair, tirar o nosso foco de termos o Senhor Jesus em primeiro lugar.

 

 

 

 

Jeremias 15,19: “Se tu retornas, eu te farei retornar!”

 

 

 

O caminho de volta é o caminho da restauração da alegria em buscar e servir ao Senhor. Jesus disse à Igreja de Éfeso, que havia perdido seu primeiro amor:

 

 

 

“Lembre-se de onde caiu! Arrependa-se e pratique as obras que praticava no princípio. Se não se arrepender, virei a você e tirarei o seu candelabro do seu lugar” (Apocalipse 2,5)

 

 

 

 

Precisamos lembrar, arrepender e voltar a praticar com entusiasmo as obras que praticávamos no início, quando apaixonados, servíamos ao Senhor com alegria e determinação. Devemos lembrar como era no início, a alegria, o prazer nas coisas de Deus e a fome pela sua presença. Mas não basta termos saudades de como as coisas eram anteriormente; é preciso que sintamos dor por termos perdido o nosso primeiro amor! Precisamos nos arrepender, lamentar, chorar, e clamar pelo perdão de Deus! (Salmo 84,10). É imperativo reconhecer que a perda do primeiro amor é mais do que um desânimo, ou qualquer outra crise emocional! É um pecado de falta de amor, de desinteresse para com Deus! Tiago escreveu:Aproximem-se de Deus, e ele se aproximará de vocês! Pecadores, limpem as mãos, e vocês, que têm a mente dividida, purifiquem o coração. Entristeçam-se, lamentem e chorem. Troquem o riso por lamento e a alegria por tristeza. Humilhem-se diante do Senhor, e ele os exaltará. (Tiago 4,8-10). Se reconhecermos que abandonamos o nosso primeiro amor, teremos que separar rapidamente um tempo para orarmos e chorarmos em arrependimento diante do Senhor e para buscarmos uma renovação. Mas temos outro passo a dar: voltar a praticar as obras que praticávamos. Não basta apenas revivermos as lembranças e nos arrependermos; temos que voltar a fazer o que abandonamos!

 

 

 

CONCLUSÃO



 

 


 



Que possamos receber a graça do Senhor para vivermos intensamente a nossa obediência com alegria ao Maior Mandamento Missionário: “Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu entendimento e de todas as suas forças. O segundo é este: Ame o seu próximo como a si mesmo. Não existe mandamento maior do que estes” (Marcos 12,30-31).

 

 

 






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Neste Apostolado APOLOGÉTICO (de defesa da fé, conforme 1 Ped.3,15) promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim" (João14, 6).Defendemos as verdade da fé contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha a verdade, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por ela até que Ele volte(1Tim 6,14).Deus é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade. Este Deus adocicado, meloso, ingênuo, e sentimentalóide, é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomás de Aquino).Este apostolado tem interesse especial em Teologia, Política e Economia. A Economia e a Política são filhas da Filosofia que por sua vez é filha da Teologia que é a mãe de todas as ciências. “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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