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As Sete Artes Liberais da Idade Média

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 13 de agosto de 2021 | 22:28

 



 

Para que haja educação é preciso ter um modelo, um norte, uma referência, ou seja, responder a pergunta: Que ser humano queremos educar? Qual seria o homem ideal, o qual seria a referência para toda educação? Na cultura cristã este Homem Universal está simbolizado em Jesus, o qual encarna as virtudes máximas que podemos aspirar. Este Homem Universal também pode ser simbolizado, em seus diversos aspectos, pelos heróis, sábios e santos de todos os tempos e culturas, sendo estes, modelos da educação para as virtudes cristãs. 



A Educação Liberal é a educação para a excelência humana que remonta as aspirações da alta idade média: o cavalheirismo perfeito, uma educação que tem como modelo heróis, sábios e santos que em sua expressão máxima e universal se condensa na figura do Divino Mestre Jesus. Tal educação busca encontrar a grandiosidade humana, sua transcendência, que é onde o homem se encontra com Deus. Tanto para Platão quanto para os sábios cristãos, como Agostinho de Hipona e Alcuíno de Yorque, a educação é o sentido mais alto da filosofia, sendo esta a busca da sabedoria, a busca pelo conhecimento das coisas mais altas, mais importantes e universais. Este conhecimento e sabedoria são para eles a virtude e a felicidade, o objetivo da verdadeira filosofia e, portanto da educação. A Educação Liberal consistia inicialmente no Trivium e Quadrivium, que buscava fornecer os meios de compreensão de si, da sociedade, do mundo e de Deus, bem como os meios de expressão, participação na cultura e o senso de proporções, de apreciação e encantamento das formas universais do mundo. Em síntese, era uma educação para a formação do caráter e do gosto, ética e estética, sendo a fonte desta educação os grandes poetas.O homem livre se opunha ao homem servil ou ao escravo, essa liberdade consistia em ter algum tempo ocioso onde podia empregá-lo no que quisesse, inclusive na própria educação, onde o mesmo a escolhia por sua própria vontade. Por outro lado era liberal por visar à plenitude das potências do espírito, o conhecimento e a sabedoria e não um fim exterior ao homem. Atualmente muitos dizem educar para a paz no mundo, para uma sociedade justa, para o desenvolvimento, ou para a cidadania, e tudo isso nada tem de educação liberal, porque faz do homem um meio para outro fim externo a ele, o que é mais uma programação do que uma educação. Assim a educação fica submetida a interesses efêmeros, políticos e econômicos e o professor e estudante sem o saber se tornam servos deste processo. A sabedoria é o que irá qualificar o homem livre e maduro para que faça as melhores escolhas. Ser livre é ter condições de fazer as melhores escolhas.


 

“A preparação da alma para a maturidade. O homem maduro é o único que está capacitado a fazer o bem para o meio em que está. Porque o bem também tem que ser conhecido. O discernimento entre o bem e o mal não vem pronto; não adianta ter um formulário, os dez mandamentos ou ter o código civil e penal. Isto não resolve muito. O bem e o mal são uma questão de percepção, que tem que ser afinada para cada nova situação que você vive, porque costumam aparecer mesclados. A moral de Jesus nos ensina que, na verdade amamos o que deveríamos odiar, e odiamos o que deveríamos amar. Este é todo o problema da educação, desenvolver no indivíduo, mediante experiências culturais acumuladas, a capacidade de discernimento para que ele saiba em cada momento o que deve amar e o que deve odiar. Ninguém pode dar essa fórmula de antemão, mas a possibilidade do conhecimento existe e está consolidada em milhões de documentos. Uma educação bem conduzida pode levar o indivíduo à maturidade do verdadeiro julgamento autônomo.” (CARVALHO, Olavo. Comunicação oral. Rio de Janeiro, 18 de Outubro de 2001).



Então, a Educação Liberal é o cultivo do espírito, das potências ou faculdades da alma, visando à sabedoria, para que o homem seja capaz de discernir o bem do mal e fazer as melhores escolhas. Com essa definição fica evidente a profundidade e complexidade da Educação Liberal, por não se tratar só de transmissão de conhecimentos, mas de conduzir os estudantes para elevadas experiências interiores, que enriquecerão seu imaginário e ampliarão o poder de suas capacidades de compreensão.

 

 

 

As Sete Artes Liberais da Idade Média

 

 

Artes liberais é o termo que define uma metodologia de ensino, organizada na Idade Média, cujo conceito foi herdado da antiguidade clássica.

 

 

Contemporaneamente, o conceito de artes liberais denotam a formação multidisciplinar visando a formação plena, sem necessariamente ser profissionalizante. Referem-se aos ofícios, disciplinas acadêmicas ou profissões ("artes") desempenhadas pelos homens livres. São compostas do:

 

 

-Trivium (lógica, gramática, retórica)

 

 

-Quadrivium (aritmética, música, geometria, astronomia).

 

 

Tal conceito foi posto em oposição às Artes Mechanicae (artes mecânicas),[1] consideradas próprias aos servos ou escravos.

 

 

 

 

Artes liberais clássicas

 

 

 

O conceito de arte dado por Aristóteles, "a capacidade de produzir com raciocínio reto", ou ainda, "uma disposição suscetível de criação acompanhada de razão verdadeira", é capaz de fornecer alguns elementos acerca do conceito de artes liberais que os homens da Antiguidade e da Idade Média tinham.

 

 

 

Entre os romanos, Cícero e Sêneca, idealizaram a educação liberal que, para os latinos era fundada principalmente na retórica. As artes liberais eram consideradas as disciplinas próprias para a formação de um homem livre, desligadas de toda preocupação profissional, mundana ou utilitária. Contrapõem-se às artes mecânicas [1] ou seja, às disciplinas não diretamente relacionadas a interesses imateriais, metafísicos e filosóficos, mas estritamente técnicos (voltados à produção de utilidades que sirvam às necessidade cotidianas do homem).

 

 

Mediante o domínio das artes liberais, o homem seria capaz de produzir obras e ideias com poder de elevar o espírito humano para além dos interesses puramente materiais, rumo a um entendimento racional e livre da verdade.

 

 

Quanto ao conteúdo, as artes liberais clássicas não possuíam um número fechado de disciplinas. Por vezes, a dança, a poesia, a ginástica, a medicina e a arquitetura eram contadas como artes liberais.

 

 

 

Artes liberais na Idade Medieval

 

 

 

Embora a expressão e o conceito de artes liberais tenha se originado na Antiguidade, foi nas Universidades da Idade Média que adquiriu seu alcance e significado de Studium Generale. A partir de Marciano Capela no século VI d.C. convencionou-se enumerá-las em sete artes liberais.

 

 

No início da Idade Média, a educação liberal servia para preparar o clero e para a educação cortesã. Foi assim na reforma proposta pro Alcuíno na Renascença carolíngia.Com o advento das universidades a partir do século XII, as artes liberais ganharam um aspecto propedêutico, servindo de iniciação aos graus superiores.

 

 

 

As sete artes liberais

 

 

 

Tradicionalmente, as sete artes liberais englobam, desde a Idade Média, dois grupos de disciplinas: o trivium, com as artes retórica, lógica (dialéctica) e gramática; o quadrivium, com música, aritmética, geometria e astronomia. O trivium concentra o estudo do texto literário por meio de três ferramentas de linguagem pertinentes à mente. O quadrivium engloba o ensino por meio de quatro ferramentas relacionadas à matéria e à quantidade.

 

 

O Trivium

 

 


 

Etimologicamente, trivium significa "o cruzamento e articulação de três ramos ou caminhos"[2] Esse grupo de disciplinas incluía a lógica (ou dialéctica), a gramática e a retórica. As artes do trivium teriam como objetivo desenvolver a expressão da linguagem.

 

 

 

 

O Quadrivium

 

 


 

O quadrivium, etimologicamente o cruzamento de quatro ramos ou caminhos.[2] Está voltado para o estudo da matéria, por meio do domínio das seguintes disciplinas:

 

 

-Aritmética (a teoria dos números);

 

 

-Em música (a aplicação da teoria do número),

 

 

-Em geometria (a teoria do espaço)

 

 

-Em astronomia (a aplicação da teoria do espaço).[2]

 

 

De acordo com a definição de Irmã Miriam Joseph,[3] a matéria teria como característica essencial o número e a extensão, temas analisados respectivamente pela aritmética e pela música, bem como pela geometria e astronomia.No âmbito do quadrivium, a música é entendida como o estudo dos princípios musicais (educação musical), tais como harmonia, não podendo ser confundida com a música instrumental aplicada (uma das sete belas-artes).

 

 

O objetivo destas artes ditas "da quantidade" era prover meios e métodos para o estudo da matéria, sujeitos a aprimoramento no âmbito das disciplinas ditas superiores.

 

 

 

Estudos superiores

 

 

 

As disciplinas ditas superiores (de acordo com a definição dada pelos conceitos clássicos e medievais) formavam a parte central e preparatória do currículo das universidades medievais, preparando o aluno para entrar em contato com as três principais formações de tais centros de saber:

 

 

-A medicina.

 

-O direito.

 

-A teologia.

 

 

Como outras artes normativas, que ajustam ou regulam segundo um padrão ou norma, as artes da linguagem consistem em estudos práticos que ajustam a linguagem segundo uma norma, como por exemplo:

 

 

1.       o pensamento segundo a verdade;

 

2.       as palavras faladas e escritas segundo a correção; ou

 

3.       a comunicação segundo a eficácia.

 

 

 

É por isso que, no âmbito das artes liberais e dos princípios da educação superior, diz-se que:

 

 

- "A verdade é a norma ou a meta da lógica"

 

 

-"A correção é a norma da gramática"

 

 

-"A eficácia é a norma da retórica".

 



Renascimento

 

 


 

Segundo os propugnadores de tal método educacional clássico, como Raimundo Lúlio, para que se possa penetrar em níveis de conhecimento superior das ciências, da metafísica ou da teologia, o indivíduo deve ser capaz de pensar de forma retilínea e coerente, fazendo uso correto e eficaz das palavras, nos mais variados níveis de discurso.

 

 

A partir do século XVI as artes liberais passaram por várias transformações que refletiam as mudanças daquela época.

 

 

 

Com as descobertas científicas, as grandes navegações, a difusão da imprensa, o Renascimento e a Reforma, tornou-se necessário adaptar as artes liberais às demandas de seu tempo.

 

 

 

O Humanismo italiano renascentista continuou a tradição de ensino das artes liberais da Idade Média. Mas enfatizou e renomeou os estudos iniciais, o trivium, aumentando a sua abrangência, conteúdo e significado no currículo de escolas e universidades, sob o ambicioso nome de Studia humanitatis.[5] Precursores das atuais humanidades, os Studia humanitatis mantinham o estudo da gramática e da retórica mas excluíam a lógica, e acrescentavam o estudo do grego, da filosofia moral e da poesia, tornada a matéria mais importante do grupo.[6][7]

 



Nesse contexto, o educador Comenius separou a educação superior da educação pré-universitária de jovens e crianças.

 

 

Segundo seu currículo, haveria o estudo disciplinas das artes liberais embutidas no nível equivalente ao ensino médio: a gramática, a física, a matemática, a ética, a dialética e retórica, além das línguas clássicas e modernas. Na Conferência "What does liberal education offer the civil society?”, realizada em Budapeste em 1996, Roger Martin, presidente do Moravian College (uma faculdade de artes liberais nos Estados Unidos), relembrou do papel de Comênius para desenvolver as artes liberais contemporâneas.[8] Essa conferência marcou a reintrodução das artes liberais como programa de ensino superior na Europa.

 

 

 

Iluminismo e a educação profissional oitocentista

 

 

 

As Artes Liberais não sobreviveriam ao iluminismo europeu, sendo substituídas pela educação superior profissional ou científica. A educação liberal deu lugar à formação profissional a partir das reformas universitárias na Prússia, lideradas por Wilhelm von Humboldt e na educação universitária francesa após a revolução. A Escola Normal Superior e a Escola Politécnica visava a formação profissional e considerava a formação liberal como resquício da aristocracia. Gradualmente, a maior parte das universidades da Europa e do mundo, abandonaram a educação liberal.

 

 

As primeiras faculdades do Brasil visavam a formação profissional e não a formação liberal e assim foi quando instituíram as universidades no país no século XX. O conceito de educação superior liberal continuou a existir nos Estados Unidos.

 

 

Nos Estados Unidos e Canadá a educação interdisciplinar segue um esquema contemporâneo das artes liberais.[9]

 

 

 

Tipicamente um Bacharelado em Artes ou um Bacharelado em Ciências, em inglês Bachelor of Arts, sigla B.A. e Bachelor of Science abreviado B.S., leva quatro anos, estudando matérias obrigatórias e optativas dentro de chaves de disciplinas como:

 

 

     Comunicação: redação acadêmica, redação criativa, oratória, leitura, pensamento crítico, metodologia científica;

 

         Quantificação: cálculo, estatística, lógica simbólica;

 

         Ciências Naturais: biologia geral e humana, química, física, astronomia;

 

         Ciências Sociais: sociologia, antropologia, economia, ciências políticas, geografia, psicologia;

 

         História: história mundial, história americana, história não-ocidental;

 

      Humanidades: filosofia, religião comparada, literatura, história da arte, apreciação musical;

 

         Língua Estrangeira: no mínimo dois anos de estudos;

 

    Diversidade Cultural: estudos sobre minorias, estudos de gênero e sexualidade, língua de sinais.

 

 

Além das disciplinas tradicionais acima, há a possibilidade de estudar conjuntamente cursos técnicos, artísticos e profissionalizantes como Tecnologia da Informação, fotografia, design gráfico, administração.

 

 

O aluno pode declarar uma major (área de concentração de seus estudos) e uma menor (uma segunda área de concentração de estudos), com uma titulação específica (a exemplo: Bachelor of Arts, Major in Mathematics, Minor in Economics).

 

 

Além de programas vinculados à universidades há os chamados Liberal Arts Colleges que são pequenas faculdades, geralmente com maior investimento por aluno, com turmas e salas de aulas pequenas, forte ênfase em composição de ensaios, e demandam uma grande interação com os professores.[9]Após concluir o bacharelado em artes liberais o estudante pode seguir carreiras profissionais, como medicina, direito, teologia; ou acadêmicas como o Master of Arts e o Doctor of Philosophy.[9]

 

 

No Brasil e em Portugal

 

 

 

Os impedimentos coloniais no Brasil dificultaram o estabelecimento de educação superior antes da independência do país. Já no século XVIII, houve o curso de artes liberais no Colégio Jesuítico da Bahia, sendo banido seus diplomas superiores. Um certo João da Cointa é notado pelo Padre Anchieta de ter ensinado essas artes no litoral paulista. Assim, com a independência surgiram os cursos superiores de engenharia, direito e medicina, não voltados para uma educação liberal, mas uma educação tecnicista nos moldes das faculdades alemãs e francesas.

 

 

 

Apesar disso, há instâncias de brasileiros, como Gilberto Freyre, tendo se graduado nas Artes Liberais.

 

 

Entretanto, somente no século XIX que se firmariam uma educação multidisciplinar humanística e científica com os bacharelados interdisciplinares. Chamados de Bacharelados Interdisciplinares no Brasil ou de Licenciatura em Estudos Gerais em Portugal [10], as Artes Liberais voltaram ser cursos de graduação na Europa e Brasil, inspirados no modelo americano. As artes liberais contemporâneas não se limitam ao trivium e quatrivium, nem na formação clássica dos Liberal Arts colleges americanos do século XIX. Antes, essa educação busca conhecer as ciências, humanidades e tecnologias além de proficiência em análise quantitativa e comunicação eficiente.[11]

 

 

Esses cursos permitem uma mobilidade do estudante através de departamentos e disciplinas, além de cobrar uma área de concentração, formando assim estudantes com conhecimentos amplos e habilidades profundas em uma área do saber. Com esse conhecimento, há a possibilidade de uma posterior formação profissional em um segundo ciclo ou pós-graduação.[12]O estudante sai preparado a adaptar às mudanças da sociedade, tecnologias e do mercado, além de estar pronto para avaliar e utilizar criticamente as informações.[10]

 

 

No Brasil há cursos interdisciplinares em várias universidades federais, como:

 

 

-UFBA,

-UFSB,

-UFJF,

-UFVJM,

-UFABC,

-UFRGS,

-UFERSA,

-UFC,

-UNILAB,

-UNIPAMPA,

-UNIFESP.

 

 

Em Portugal, há o novo curso na Universidade de Lisboa.[13]

 

 

Referências



1.       ↑ Ir para:a b Hans Vredeman de Vries and the Artes Mechanicae Revisited. Piet Lombaerde, Brepols, 2005. (em inglês) ISBN 9782503518138 Adicionado em 03/09/2014.

2.       ↑ Ir para:a b c JOSEPH, Miriam. O Trivium - As Artes Liberais da Lógica, Gramática e Retórica. Tradução de Henrique Paul Dmyterko. São Paulo: É Realizações, 2014. p. 21. ISBN 9788588062603

3.       ↑ JOSEPH, Miriam. p. 27.

4.       ↑ Astrologia Classica e Antica (em italiano) Acessado em 26/11/2015.

5.       ↑ "Wiesner-Hanks, p32"

6.       ↑ Oskar Kristeller-Paul, Renaissance Pensamento II: Artigos sobre Humanismo e as Artes (New York: Harper Torchbooks, 1965), p. 178.

7.       ↑ Kristeller's Renaissance Thought I, "Humanism and Scholasticism In the Italian Renaissance", Byzantion 17 (1944–45), pp. 346–74. Reprinted in Renaissance Thought (New York: Harper Torchbooks), 1961.

8.       ↑ http://articles.mcall.com/1997-03-23/features/3127347_1_liberal-arts-exchange-students-czech-republic

9.       ↑ Ir para:a b c Rolling College. Educação em Artes Liberais. acessado em 12 de dezembro de 2012.

10.     ↑ Ir para:a b ALVES, Leonardo M. Educação Liberal: formação além dos limites profissionais. acessado em 12 de dezembro de 2012.

11.     ↑ UFJF. Apresentação: Bacharelado Interdisciplinar em Ciências Humanas acessado em 12 de dezembro de 2012.

12.     ↑ UNIPAMPA. Bacharelado Interdisciplinar em Ciência e Tecnologiaacessado em 12 de dezembro de 2012.

13.     ↑ Estudos Gerais na Universidade de Lisboa Arquivado em 2 de abril de 2015, no Wayback Machine. acessado em 12 de dezembro de 2012.

 

 

 

Bibliografia

 

 

         FRIAÇA, AMANCIO. Trivium & Quadrivium, as artes liberais na Idade Média. IBIS, 1999. ISBN 9788585582210 Adicionado em 03/09/2014.

 

         ARISTÓTELES. Arte Retórica e Arte Poética. Rio de Janeiro: Ediouro, 2005.

 

         CASTRO, CLÁUDIO DE MOURA. Educar para o ofício ou educar para mudar de ofício? em Revista Ensino Superior: UNICAMP, Ano II - nº 3| Junho de 2011.

 

         PETERSON, Patti McGill. Balanço Global: A educação liberal na perspectiva global . Em Revista Ensino Superior: UNICAMP, Ano II - nº 3| Junho de 2011.

 

         MCLUHAN, MARSHALL. O Trivium Clássico. É Realizações, 2012. ISBN 8580330726 Adicionado em 03/09/2014.

 

         TRINDADE DE ALMEIDA, JUSSARA. Quadrivium, As Quatro Artes Liberais Clássicas da Aritmética, da Geometria, da Música e da Cosmologia. É Realizações, 2014. ISBN 9788580331622 Adicionado em 03/09/2014.

 

         ALVES, Leonardo M. Educação Liberal: formação além dos limites profissionais. Acessado em 12 de dezembro de 2012.

 

         COSTA, Ricardo da. "Las definiciones de las siete artes liberales y mecánicas en la obra de Ramon Llull", em Revista Anales del Seminario de Historia de la Filosofía. Madrid: Publicaciones Universidad Complutense de Madrid (UCM), vol. 23 (2006), p. 131-164 (ISSN 0211-2337).

 

         ENCICLOPEDIA CATÓLICA. "Las siete artes liberales". Disponnível em: web.archive.org - ec.aciprensa.com. Acesso em: 9 de julho de 2008.

 

         STRAUSS, Leo. O que é educação liberal? Discurso proferido na 10ª cerimônia anual de graduação do programa básico de educação liberal para adultos, em 6 de junho de 1959. Acessado em 12 de dezembro de 2012.

 

         STRAUSS, Leo. Educação Liberal e Responsabilidade Discurso proferido no Arden House Institute in Leadership Development sob os auspícios do Fund for Education, EUA, março de 1960. Acessado em 12 de dezembro de 2012.

 

         ALCUÍNO de York. De vera philosophia. In: RIVAS, R. Alcuíno de York: Obras Morales. Espanha: EUNSA, 2004.

 

Fonte: Wikipedia

 

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