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Realmente “o Jesus da nossa Salvação não é o mesmo da Teologia da Libertação”

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 9 de junho de 2020 | 22:47







Na a foto acima estão representados um Jesus Maria nada amorosos, mas do "ÓDIO DE CLASSES" – Com isto podemos afirmar que “o Jesus da nossa Salvação, definitivamente, não é o mesmo da Teologia da Libertação”. Quando o Papa João Paulo II abriu a III Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano, em Puebla, no México, em 1979, ele deixou claro:



“Essa visão de Jesus como o Revolucionário de Nazaré não se coaduna com a fé católica”.





Com essas palavras, São João Paulo II cortava na raiz as pretensões da Teologia da Libertação, de linha marxista-leninista, que se fortalecia na América Latina na década de 1970. A partir daí, foi visível que o grande e santo Papa iniciou um grandioso trabalho na Igreja, especialmente junto aos Bispos, para sanar os erros da Teologia da Libertação; o que foi eficaz, graças a Deus!




Em nosso Brasil hodierno, e dentro da própria Igreja, tem se multiplicado com tal rapidez, que é possivel presenciar diariamente o surgimento de diversas instituições eclesiásticas que, apesar de exibirem a alcunha de “cristãs” ou católicas, pouca semelhança têm com Cristo e seu evangelho. Tais correntes de pensamento, apesar de falarem no nome de Deus, trazem em seu bojo doutrinário uma série de preceitos alheios à Palavra de Deus. Correntes ditas de libertação (de tudo, menos do pecado), que dizem lutar pelos pobres e menos favorecidos. Estas lideranças costumam valer-se de sua autoridade, e de uma certa mistura de ideologia com o evangelho, para autenticar sua ação e existência, intimidando com o argumento da unidade, aqueles que lhes são contrários. Jesus ensinou que não devemos nos deixar seduzir por falsos líderes e falsas doutrinas, portanto, é a Ele que devemos seguir. É com o ensino desta BANDA PODRE, infiltrada nas CEB’s, pastorais e movimentos que aprendemos em salas de aula e reuniões, sobre LUTA DE CLASSES, de que esquerda tem que odiar a direita, pobre deve odiar rico, que negro tem que odiar branco, que os índios tem que odiarem aqueles que não indígenas, que homossexuais tem que odiar os héteros, e que os Socialistas tem que odiar e exterminar as capitalistas...este é o Jesus da Teologia da Libertação. Mas vejam o que diz o Jesus da Salvação:



I João 4,20-21: “Se alguém afirmar: Eu amo a Deus, mas odiar seu irmão, é mentiroso, pois quem não ama seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê. Ele nos deu este mandamento: Quem ama a Deus, ame também seu irmão” (seja pobre ou rico, de direita ou esquerda).




Cristianismo e Comunismo são antagônicos



Onde está o antagonismo entre Cristianismo e Comunismo?


O Comunismo prega o materialismo histórico (ou dialético), isto é, todos os acontecimentos da história são determinados pelo fator econômico; a ordem política, a cultural e religiosa reduzem-se a fenômenos econômicos. Isso é contrário aos princípios cristãos, que reconhecem no homem uma alma espiritual, aberta para os valores transcendentais.



Esses valores levaram os homens a desprezar, muitas vezes, o valor econômico em função dos bens espirituais.


Lembre-se, por exemplo, dos grandes santos que abalaram o mundo (Santo Agostinho, Santo Tomás, Santa Teresa D’Ávila, Santo Inácio de Loyola, São João Bosco etc.) mesmo vivendo dentro de suas realidades sociais, nenhum deles atuou tendo o fator econômico como determinante.



O Comunismo é materialista e é adverso à fé e ao Cristianismo, sendo que a produtividade econômica é considerada o único valor reconhecido, de modo que a fé em Deus Criador e em Jesus Cristo Salvador são vistas como inútil e alienante.



A religião é considerada “o ópio (droga) do povo” e odiavam a Igreja de Cristo. Para ver isso, basta ler a obra de Karl Marx: “O Capital”, de 1867.



A análise marxista é estruturada sobre a teoria violenta da “luta de classes”, jogando uma classe contra outra; é o motor da história. Considera que toda a história é movida pelo conflito entre patrões e operários, o que está errado e injusto, pois muitos outros fatores movem a história: as relações de amor, paz, aliança, tanto entre indivíduos como entre sociedades. A mentalidade da luta de classes é anticristã, porque incita ao ódio e joga irmão contra irmão. O Cristianismo não aceita a luta como meio ordinário de transformar a sociedade, ao contrário, ensina a reconciliação, o diálogo entre as partes, o acordo, o perdão.



Para o “práxis” marxista, “os fins justificam os meios”. Pode-se lançar mão da violência, da corrupção, do roubo, da falsidade e da morte para implantar o Comunismo. Tudo é válido! “Por isso, o Comunismo matou cerca de 100 milhões de pessoas no século XX, e foi o maior fracasso do mesmo século” (O Livro Negro do Comunismo).



Marxismo, veneno para a fé católica



Por isso tudo, os bispos latino-americanos reunidos em Puebla, no ano de 1979, fizeram essa grave advertência sobre o perigo do uso do Marxismo na Teologia:



“Cumpre salientar aqui o risco de ideologização a que se expõe a reflexão teológica, quando se realiza partindo de uma “práxis” que recorre à análise marxista. Suas consequências são a total politização da existência cristã, a dissolução da linguagem da fé na das ciências sociais e o esvaziamento da dimensão transcendental da salvação cristã.” (n.º 545).



Em outras palavras, a adoção da análise marxista é um veneno para a fé católica. Como, então, seria Cristo um marxista, um revolucionário? O Marxismo e o Cristianismo são mutuamente incompatíveis. As tentativas de aliança entre ambos redundam em desvirtuação de um ou de outro. O Comunismo nega o direito da propriedade particular e defende que todos os meios de produção devem estar nas mãos do Estado. A Igreja não concorda com isso, embora a injusta distribuição acarrete graves males, e é preciso ser corrigida, mas nem por isso se deve negar o direito à propriedade particular.



A análise marxista atrai os intelectuais e as massas, hoje em dia, porque propõe “acabar com a injustiça social”. De que modo? Com que meios? É preciso que a busca desse ideal desejado por todos não seja feita por meios imorais, como são os meios marxistas, que desrespeitam a pessoa humana, usa a violência, a luta de classes e o incitamento ao ódio entre irmãos. Todos queremos justiça social, mas pela pureza e caridade, não pela violência.



O Santo Padre João Paulo II, em discurso aos Bispos do CELAM, rejeitou a hipótese de utilizar-se a análise marxista como premissa para a elaboração de um sistema de pensamento católico:



“A libertação cristã usa ‘meios evangélicos, com a sua eficácia peculiar, e não recorre a algum tipo de violência nem à dialética da luta de classes(Puebla, 486) ou à praxis ou análise marxista” (n.º 8).



É nessa linha que se deve promover os pobres e a justiça. Essa é a diferença fundamental entre o socialismo marxista Venezuelano, Cubano, Coreano e Chinês.



“O meu Reino não é desse mundo”



A Conferência Episcopal Venezuelana (CEV), em 20 de dezembro de 2007, manifestou-se, ao então Presidente da Venezuela Hugo Chávez, congratulando-se com ele por sua reeleição, e pedindo-lhe que mantivesse a educação religiosa e não implementasse no país, “um socialismo inspirado na filosofia marxista”.



“Esperamos que este socialismo, que ainda não está definido, não siga a linha de um totalitarismo, de uma visão estatizada de ocupar todos os espaços, e não se inspire na filosofia marxista” – disse o Cardeal-arcebispo de Caracas, Jorge Liberato Urosa Savino, na época, Presidente da Conferência Episcopal Venezuelana, numa coletiva de imprensa. Infelizmente, esse apelo não foi ouvido, e o ditador caminhou a passos largos para implantar o socialismo marxista e totalitário na Venezuela, segundo o modelo de Cuba.



Para a análise marxista, a felicidade está apenas neste mundo, e o que existe é apenas o “Reino do homem”, e não o “Reino de Deus”. Mas Cristo, no momento crucial do seu julgamento diante de Pilatos, foi enfático: “O meu Reino não é deste mundo. Se o meu Reino fosse desse mundo, certamente os meus súditos teriam lutado para que eu não fosse entregue aos judeus; mas o meu Reino não é deste mundo” (Jo 18,36).



Por: Professor Felipe Aquino – Cleofas










As Redes de TV católicas, Rádios e Novas Comunidades fazem um trabalho de evangelização que poucas instituições no Brasil e no mundo fazem. Quem está sendo contra elas deve estar em conchavo com as agendas globais, contra o que Jesus nos ensinou, contra a família e a vida. LAVEM SUAS BOCAS PODRES AQUELES QUE FALAM MAL DESTAS EMISSORAS, QUE NÃO PERMITIRAM O BRASIL CAIAR NA COMPLETA DEPRAVAÇÃO DEFENDIDA PELA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO! Me digam com sinceridade: Você conhece alguém que teve uma experiência com Deus e se converteu, mudou de vida e hoje é um testemunho na Igreja com alguma pregação destes padres da Teologia da Libertação?







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LUTEMOS AGORA, PARA NÃO TER QUE PARAR DE FALAR SOBRE JESUS DEPOIS!


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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino) “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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