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Qual a diferença entre GOLPE e INTERVENÇÃO militar ?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 17 de agosto de 2017 | 23:07







Surgiu nas redes sociais e outros meios de comunicação, uma deturpação proposital sobre o surto de grande parte da população brasileira favorável a uma INTERVENÇÃO MILITAR, em virtude do atual estado de coisas: Violência descontrolada, crise institucional nos três poderes, crise moral, Corrupção alastrada, e risco de uma Cubanização do Brasil.Muitos estão indo para as ruas com o propósito de pedir intervenção das forças armadas, e sensacionalistas dizem que estas pessoas estão pedindo a volta da ditadura. Isto está errado, pois a volta da ditadura militar seria um Golpe, e não uma Intervenção.




Parece complicado? Pois a explicação é simples e bem curta. Entenda:


1)- O GOLPE MILITAR é a tomada do poder do país pelos militares, é "preparado" por um grupo que nem sempre representa o interesse geral da nação. É um golpe de estado. Se ocorresse um GOLPE, voltaríamos a "viver" sob um regime de uma ditadura militar, ou contra revolução militar.



2)- Já a INTERVENÇÃO MILITAR ocorre quando existe o apoio popular: o povo exige e recebe amparo constitucional. O que aconteceria, na prática, no caso de o povo conseguir esta intervenção? O exército brasileiro assumiria o poder, e em 60 dias o Brasil teria novas eleições presidenciais.Intervenção esta que poderia repetir-se tantas vezes quanto necessárias, até que se encontre o devido equilíbrio.É algo transitório.



Entendida a diferença?




Foi necessário fazer este esclarecimento, devido estarmos em um período em que essas expressões estão sendo bastante usadas, infelizmente de maneira equivocada e proposital por alguns, para gerar confusão, mas é simples e muito útil saber diferenciar. Seja agora um multiplicador e passe a frente estes esclarecimentos.
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27 de maio de 2018 15:09

POR FAVOR ME DIZ ONDE ESTÁ ESCRITO ISSO EM QUE LUGAR QUAL A CONSTITUIÇÃO, LEI, UM SIMPLES LIVRO DE HISTÓRIA, ou MELHOR um CONTO OU FICÇÃO QUE DIGA ALGO ONDE PRêVE ISTO... PQ LOUCURA INSANA JÁ NÃO FIZEMOS ISTO...MEU DEUS AJUDA!!!
Eu gostei mais da parte onde fala (o povo exige e recebe amparo constitucional)


Já a INTERVENÇÃO MILITAR ocorre quando existe o apoio popular: o povo exige e recebe amparo constitucional. O que aconteceria, na prática, no caso de o povo conseguir esta intervenção? O exército brasileiro assumiria o poder, e em 60 dias o Brasil teria novas eleições presidenciais.Intervenção esta que poderia repetir-se tantas vezes quanto necessárias, até que se encontre o devido equilíbrio.É algo transitório.

29 de maio de 2018 11:40

Maluco , onde isto está escrito na constituição ?

30 de maio de 2018 22:04

Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.

§ 1º Lei complementar estabelecerá as normas gerais a serem adotadas na organização, no preparo e no emprego das Forças Armadas.

31 de maio de 2018 00:28

Título V
Da Defesa do Estado e das Instituições Democráticas

Capítulo II
Das Forças Armadas



Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.

§ 1º Lei complementar estabelecerá as normas gerais a serem adotadas na organização, no preparo e no emprego das Forças Armadas.

§ 2º Não caberá habeas corpus em relação a punições disciplinares militares.

§ 3º Os membros das Forças Armadas são denominados militares, aplicando-se-lhes, além das que vierem a ser fixadas em lei, as seguintes disposições:

I - as patentes, com prerrogativas, direitos e deveres a elas inerentes, são conferidas pelo Presidente da República e asseguradas em plenitude aos oficiais da ativa, da reserva ou reformados, sendo-lhes privativos os títulos e postos militares e, juntamente com os demais membros, o uso dos uniformes das Forças Armadas;

II - o militar em atividade que tomar posse em cargo ou emprego público civil permanente, ressalvada a hipótese prevista no art. 37, inciso XVI, alínea c, será transferido para a reserva, nos termos da lei;

III - o militar da ativa que, de acordo com a lei, tomar posse em cargo, emprego ou função pública civil temporária, não eletiva, ainda que da administração indireta, ressalvada a hipótese prevista no art. 37, inciso XVI, alínea c, ficará agregado ao respectivo quadro e somente poderá, enquanto permanecer nessa situação, ser promovido por antiguidade, contando-se-lhe o tempo de serviço apenas para aquela promoção e transferência para a reserva, sendo depois de dois anos de afastamento, contínuos ou não, transferido para a reserva, nos termos da lei;

IV - ao militar são proibidas a sindicalização e a greve;

V - o militar, enquanto em serviço ativo, não pode estar filiado a partidos políticos;

VI - o oficial só perderá o posto e a patente se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível, por decisão de tribunal militar de caráter permanente, em tempo de paz, ou de tribunal especial, em tempo de guerra;

VII - o oficial condenado na justiça comum ou militar à pena privativa de liberdade superior a dois anos, por sentença transitada em julgado, será submetido ao julgamento previsto no inciso anterior;

VIII - aplica-se aos militares o disposto no art. 7º, incisos VIII, XII, XVII, XVIII, XIX e XXV, e no art. 37, incisos XI, XIII, XIV e XV, bem como, na forma da lei e com prevalência da atividade militar, no art. 37, inciso XVI, alínea c;

IX - (Revogado).

X - a lei disporá sobre o ingresso nas Forças Armadas, os limites de idade, a estabilidade e outras condições de transferência do militar para a inatividade, os direitos, os deveres, a remuneração, as prerrogativas e outras situações especiais dos militares, consideradas as peculiaridades de suas atividades, inclusive aquelas cumpridas por força de compromissos internacionais e de guerra.

31 de maio de 2018 13:00

mesmo assim. de uma intervenção eles não podem migra pr golpe?

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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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