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O que Jesus nosso Senhor falou com relação às imagens ?

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 12 de dezembro de 2016 | 16:50






Ver Cristo se comparar à serpente de bronze pode deixar muito cristão desnorteado. O que mais tem por aí são cristãos que já se consideram salvos e se sentem superiores aos católicos. A quem os chamam de idólatras. Mas o que Jesus Cristo disse sobre as imagens? A mais pura verdade é que em NENHUM dos quatro Evangelhos Jesus cita de forma negativa as imagens religiosas. Isso é especialmente interessante, se considerarmos que certos cristãos praticamente só falam disso, e colocam tanto foco nessa questão, como se isto fosse o centro do evangelho e da mensagem de Cristo. Moisés intercedeu junto a Deus e Ele disse a Moisés para fazer uma serpente de bronze e colocá-la numa haste. Quem, mordido por uma serpente, contemplasse aquela serpente de bronze erguida em uma haste vivia (Números 21,4-9). O fato de que a Serpente de Bronze do cajado de Moisés é uma prefigura de Cristo na Cruz é indiscutível, uma vez que ele nos é atestado pelo próprio Messias em sua conversa noturna com Nicodemos: “Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim deve ser levantado o Filho do homem, para que todo homem que nele crer tenha a vida eterna” (João 3, 14-15).Jesus Cristo mesmo nos explicitou esta figura com sua vida. Ele nos ensinou que ela significava sua futura elevação na cruz. Todos aqueles que estão feridos de morte pelo pecado que entrou no mundo como uma serpente, seja pelo pecado original, seja pelo pecado atual, serão curados e regenerados para a vida pela fé no Filho de Deus elevado na Cruz. O Antigo Testamento nos traduz a espera do Messias pelos Hebreus, e dele tiramos várias fontes que se referem a Nosso Senhor, o Ungido, o Esperado. Por isso podemos ver no livro da Sabedoria uma referência de Jesus, uma correlação com a prefigura em questão: o salvador de todos, que do alto da Cruz operou a cura de nossos pecados. Efetivamente quando o cruel furor dos animais os atingiu também, e quando pereceram com a mordedura de sinuosas serpentes, vossa cólera não durou até o fim. Foram por pouco tempo atormentados, para sua correção. Eles possuíram um sinal de salvação que lhes lembrava o preceito de vossa lei. E quem se voltava para ele era salvo, não em vista do objeto, ou seja, a serpente que olhava-se, mas em virtude da pessoa de Cristo o  Salvador de todos.Jesus Cristo tomou o exterior de uma carne semelhante àquela que é criminosa, mas sem tomar o veneno. Ele tinha uma carne semelhante à carne do pecado, mas ele era sem pecado. (Heb. 4, 14) e Ele era Vítima pelo pecado.A serpente, erigida por Moisés, como um sinal, é elevada ao ar à vista de todo o povo, a fim de que os Hebreus a vejam, se lembrem de seus pecados e das feridas causadas pelos seus pecados, que eles recorram desde logo à misericórdia de Deus e que eles sejam assim curados. Jesus Cristo, que, também Ele, era um sinal (Luc. 2, 14), um estandarte para os povos (Is. 11, 10), foi também elevado ao ar e suspenso sobre o madeiro; de todas as partes podemos vê-lo sobre este madeiro elevado, que Ele escolheu para se mostrar à toda a terra. Os olhos dos fiéis, feridos pelo pecado, se voltam para Ele como para o autor e consumador de sua fé; vendo que estão curados. Crendo nele eles são salvos. Confiando-se no mérito de sua morte, eles são libertos da morte eterna. Deste modo vemos como a serpente ardente é prefigura de Nosso Senhor Jesus Cristo, mas é de se notar que não é uma simples serpente que é a prefigura do Messias, pois a serpente de si é figura do pecado, do mal. Ele quis que uma serpente posta no cimo de um cajado fosse sua prefigura; nisto vemos uma alusão claríssima de Cristo crucificado, que do alto de sua Cruz operou a salvação do mundo, resgatando do estado de maldição a todos aqueles que, feridos pelo pecado, olhassem para ele, com confiança, tendo a certeza de sua remissão.





A título de curiosidade histórica não resistimos em colocar logo no início deste trabalho, o fim que teve a Serpente de Moisés:


Os israelitas, no tempo de Ezequias, prestavam culto a uma serpente de bronze chamada Nehustã (de nehóset, bronze), e a consideravam como sendo a utilizada por Moisés para curar os israelitas. O piedoso rei fê-la despedaçar para evitar os abusos idolátricos. Este fato da destruição da serpente de Moisés nos é também relatado no segundo livro dos Reis (2 Reis 18, 1, 3-4):


“No terceiro ano do reinado de Oséias, filho de Ela, rei de Israel, Ezequias, filho de Acaz, rei de Judá, começou a reinar. Fez o que é bom aos olhos do Senhor, como Davi, seu pai. Destruiu os lugares altos, quebrou as estelas e cortou os ídolos de pau, Asserás. Despedaçou a serpente de bronze que Moisés tinha feito, porque os israelitas tinham até então queimado incenso diante dela. (Chamavam-na Nehustã).”


Agora fica fácil de entender a comparação feita pelo evangelista João:


Jesus, como a serpente erguida no deserto, salva quem o contempla, na cruz. Através da paixão de Cristo ganhamos a salvação, gratuitamente.



Mesmo quando enumerou os Mandamentos (como em Mt 22,36-38, Mc 12,28-30 e Mt 19,17-19), Jesus não citou a questão das imagens. Será que isso não leva ninguém a desconfiar que a proibição ao uso de imagens não é parte essencial e inalienável dos Dez Mandamentos?



“Se queres entrar na vida, observa os mandamentos. Quais?, perguntou ele. Jesus respondeu: Não matarás, não cometerás adultério, não furtarás, não dirás falso testemunho, honra teu pai e tua mãe, amarás teu próximo como a ti mesmo.” (Mt 19,17-19)






E a única vez (ATENÇÃO !!! A ÚNICA) em que a Bíblia relata Cristo se referindo alguma imagem religiosa, Ele não faz uma condenação, mas sim LIGA A SUA PESSOA AO SIMBOLISMO DESSA IMAGEM:


“Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim deve ser levantado o Filho do Homem, para que todo homem que nele crer tenha a vida eterna” (Jo 3,14-15).



Trata-se da serpente de bronze que Deus mandou Moisés fabricar e fixar sobre um poste. Quando os israelitas, picados por serpentes venenosas, olhavam para a serpente de bronze, se salvavam da morte. Cristo se compara a essa serpente, porque ao adorarem o Deus Crucificado, os homens envenenados pelo pecado se livram da morte eterna da alma. Jesus se comparou a uma imagem feita por mãos humanas. Tenho certeza de que muitos irmãos não-católicos, mesmo já tendo lido essa passagem mil vezes, jamais tinham parado para ver a realidade sob este ângulo. Prevejo angústia em certos coraçõezinhos. Essa Palavra saída da boca de Cristo basta para indicar que o bom uso das imagens religiosas é possivel. Se as imagens fossem más, vocês acham que Jesus teria dito, como disse, que foi bem representado por uma delas?


A PROIBIÇÃO DO USO DE IMAGENS FOI CIRCUNSTANCIAL


“Mas Deus mandou destruir a serpente de bronze, porque os israelitas começaram a idolatrá-la”


Essa objeção é fácil de refutar. Deus é Onisciente e portanto conhece o passado, presente e futuro. Obviamente, Ele sabia que, anos depois, o sentido da imagem da serpente seria pervertido e ela seria idolatrada. Ainda assim, ordenou a confecção da imagem e a utilizou como canal para distribuir graças ao povo de Israel.Tal decisão da parte de Deus só se justifica por uma lógica: a de que o posterior efeito colateral da confusão idólatra era inferior ao bem que a imagem da serpente de bronze faria ao povo (não só com a cura, mas também com sua força simbólica, prefigurando o Messias levantado na cruz).


Isso evidencia que Deus proibiu as imagens de forma CIRCUNSTANCIAL. As leis da Antiga Aliança se confirmam, ou não na Nova Aliança, pois algumas se tornam obsoletas (Ex. sacrifícios de bodes expiatórios) pois eram circunstanciais, ou seja, tinham validade somente em dada circunstância. Naquele momento específico da história do povo de Deus, portanto, não convinha a existência de imagens, pois o povo confundia entre a fé no verdadeiro Deus e a fé em deuses criados pela imaginação humana. Era uma realidade cultural desfavorável ao uso de imagens.Mas se Deus, para determinado momento da História da Salvação, considerou que a imagem religiosa era boa e conveniente para o povo, Ele não poderia, em outro momento da História da Salvação, novamente considerar que tal instrumento deveria ser novamente usado para o bem das almas?A resposta é: SIM! Pois foi isso que aconteceu, gradualmente, na vida da Igreja primitiva.



AS IMAGENS DE SANTOS NA IGREJA PRIMITIVA



As numerosas imagens de personagens bíblicos nas catacumbas mostram que a comunidade cristã entendia perfeitamente, e já não levava ao pé da letra a proibição exposta no Êxodo, de não fazer imagens. Esses afrescos (muitos deles datados dos séculos II e III) eram cultuados como os católicos fazem hoje? Não sabemos. Mas a sua existência sinaliza que a interpretação sobre a questão da confecção de imagens estava mudando no coração da Igreja.


São Paulo alerta para os desvios:


“Mudaram a majestade de Deus incorruptível em representações e figuras de homem corruptível, de aves, quadrúpedes e répteis. (…) Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura em vez do Criador, que é bendito pelos séculos. Amém!” (Rom 1,23-25)


Até o século IV, o cristianismo era proibido pelo Império Romano. Não havia templos em que se pudesse desenvolver a arte religiosa, e seria muito arriscado ter imagens religiosas em casa, em virtude da perseguição a tudo que era Cristão.Esse cenário muda radicalmente a partir do momento em que o Imperador Constantino, no ano 313, deu liberdade de culto aos cristãos. Eles puderam, então, erguer os seus primeiros templos, onde começou a se desenvolver a arte religiosa, inclusive por meio de esculturas.O Papa, com o poder das chaves que Jesus entregou a Pedro, ligou as imagens de santos aos Céus, afirmando a sua utilidade para a edificação das almas. Ao fazer isso, ele não contrariou a verdade que a Bíblia revela (ele não pode fazer isso!), mas sim deu a essa questão a correta interpretação.


O Concílio Ecumênico de Nicéia, no ano 789, que aprovou o uso de imagens contra os iconoclastas disse:


“Na trilha da doutrina divinamente inspirada de nossos santos padres e da tradição da Igreja Católica, que sabemos ser a tradição do Espírito Santo que habita nela, definimos com toda certeza e acerto que as veneráveis e santas imagens, bem como as representações da cruz preciosa e vivificante, sejam elas pintadas, de mosaico ou de qualquer outra matéria apropriada, devem ser colocadas nas santas igrejas de Deus, sobre os utensílios e as vestes sacras, sobre paredes e em quadros, nas casas e nos caminhos, tanto a imagem de Nosso Senhor, Deus e Salvador, Jesus Cristo, como a de Nossa Senhora, a puríssima e santíssima mãe de Deus, dos santos anjos, de todos os santos e dos justos.”



São João Damasceno, doutor da Igreja, dizia:


“A beleza e a cor das imagens estimulam minha oração. É uma festa para os meus olhos, tanto quanto o espetáculo do campo estimula meu coração a dar glória a Deus.”







Em que sentido Ezequiel ficou como o TESTEMUNHO MUDO de uma ESTÁTUA durante o tempo do sítio e da destruição de Jerusalém?



“Produzi, sim, frutos que mostrem vosso arrependimento. Não presumais de vós mesmos, dizendo: ‘Temos por pai a Abraão’; porque eu vos digo que mesmo destas pedras Deus pode gerar filhos a Abraão...” (Mateus 3,8-9)



“E, quando já chegava perto da descida do Monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos, regozijando-se, começou a dar louvores a Deus em alta voz, por todas as maravilhas que tinham visto,Dizendo: Bendito o Rei que vem em nome do Senhor; paz no céu, e glória nas alturas.E disseram-lhe de entre a multidão alguns dos fariseus: Mestre, repreende os teus discípulos.E, respondendo ele, disse-lhes: Digo-vos que, se estes se calarem, as próprias pedras clamarão...” ( Lucas 19,37-40)



Pergunta que não cala: E o que são pedras, se não o material do qual são feitos as imagens?...



Basicamente, no sentido de que não havia nada a acrescentar à mensagem profética de Javé, que ele já tinha transmitido, restava agora o seu testemunho profético a ser observado.



O profeta Ezequiel iniciou seu serviço como fiel vigia dos israelitas exilados em Babilônia no “quinto ano de exílio do Rei Joaquim”, quer dizer, em 613 AEC. (Ezequiel 1,2 - 3) No dia dez do décimo mês lunar de 609 AEC, ele foi avisado por inspiração divina sobre o começo do sítio de Jerusalém pelos babilônios. (Ezequiel 24,1- 2) Qual seria o resultado do sítio? Jerusalém e seus habitantes sem fé escapariam? Como vigia, Ezequiel já tinha transmitido a inconfundível mensagem de destruição da parte de Deus, e não era preciso que ele acrescentasse mais nada para tornar essa mensagem mais convincente. Ezequiel ficou por assim dizer mudo, não tinha nada a acrescentar sobre o sítio de Jerusalém (Ezequiel 24,25-27).Uns seis meses depois da destruição de Jerusalém em 607 AEC, um fugitivo trouxe a Ezequiel, em Babilônia, notícias sobre a desolação da cidade santa. Na noite antes de o fugitivo chegar, O Sr Deus Javé Todo Poderoso,  ‘passou a abrir a boca de Ezequiel e mostrou-se que ele não estava mais mudo’ (Ezequiel 33,22).



Será que Ezequiel estava literalmente mudo durante todo aquele tempo?




Obviamente que não, porque, mesmo depois de ficar “mudo”, ele proferiu profecias dirigidas principalmente aos países vizinhos, que se alegravam com a queda de Jerusalém. (Ezequiel, capítulos 25 ao 32). No começo da carreira de Ezequiel como profeta e vigia, Deus lhe dissera:




“A tua própria língua eu farei ficar apegada ao céu da boca e certamente ficarás mudo, e não te tornarás para eles um homem que dá repreensão, porque são uma casa rebelde. E quando eu falar contigo, abrirei a tua boca.” (Ezequiel 3,26-27) 









Quando Deus já não tinha nenhuma mensagem para Israel, Ezequiel devia ficar calado no que diz respeito à nação. Ele só devia falar o que Deus quisesse e quando Ele quisesse. Ficar Ezequiel calado dá a entender que não proferia palavras de significado profético para os israelitas, no sentido de que não havia nada a acrescentar à mensagem profética de Javé, que ele já tinha transmitido, restava agora o seu testemunho profético a ser observado.




CONCLUSÃO



Nos tempos modernos, muitas vezes o testemunho mudo de estátuas dos santos fieis seguidores de Cristo, espalhadas mundo afora, são mais eloquentes do que aqueles que ficam a falar palavras vazias e sem testemunho de vida. Estes Santos mudos, mesmo calados em suas imagens, tem avisado a respeito da misericórdia de Deus e das consequências pessoais e Comunitárias do desvio do caminho e plano de Deus. Naturalmente, isso não significa que os cristãos ficarão mudos em sentido literal, mas nos mostram a necessidade de evangelizar, e como dizia Francisco de Assis: “Se necessário com palavras...”






 


“Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo”
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2 de janeiro de 2017 23:26

Oi. Gostei do blog, bastante instrutivo e claro na linguagem. Também tenho um blog com temas católicos e se quiser conferir, dá uma olhada:
http://simplescomooar.blogspot.com.br/

3 de janeiro de 2017 10:37

Amada irmã Ticiana ,

Obrigado pela sua visita e elogios. Visitei e gostei também de sua página, e a recomendo aos nossos internautas:


Simples...mente! - Um espaço pra verbalizar inquietações, compartilhar talentos, divulgar coisas boas, provocar reflexões.

Feliz Ano Novo !!!

Shalom !!!

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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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