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Papa Francisco tenta o DIÁLOGO ECUMÊNICO com os Pentecostais por meio da RCC

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 6 de julho de 2015 | 16:13






A participação do Papa Francisco, pelo segundo ano consecutivo, na convocação da Renovação no Espírito, do movimento carismático católico, mostra a sua atenção para os movimentos carismáticos como um meio para fomentar a caminho ecumênico.


Não por acaso, a Renovação no Espírito delineou a convocação como fortemente ecumênica.Durante o encontro com o Papa Francisco na Praça de São Pedro, as orações foram feitas pelos cardeais Kurt Koch e Leonardo Sandri, respectivamente, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais; o arcebispo anglicano David Moxon, que representa o arcebispo de Canterbury junto à Santa Sé; e Dom Barnaba El Soryani, bispo copta-ortodoxa, como delegado de Teodoro II, patriarca de Alexandria.





Também estiveram presentes Dom Athanasisu Matti Shaba Matoka, arcebispo siro-católico emérito de Bagdá; Sua Eminência Policarpo Eugenio Aydin, vigário da diocese siro-ortodoxa dos Países Baixos; Rev. Louie Giglio, daPassion City Church de Atlanta; Jonas Jonsoon, da Igreja Luterana da Suécia; e Giovanni Traettino, presidente da Igreja Evangélica da Reconciliação da Itália.



Essa presença variada se alinha com o compromisso do Papa Francisco com o ecumenismo:


Para além do diálogo recentemente inaugurado com os ortodoxos e com as Igrejas anglicanas, o mundo evangélico é um grande desafio para o ecumenismo e talvez um dos mais importantes.O diálogo com grupos evangélicos, especialmente pentecostais, tem sido chamado de “o quarto ecumenismo” por vários autores, incluindo o sociólogo católico Massimo Introvigne, uma autoridade internacional em seitas religiosas.



De acordo com Introvigne, o quarto ecumenismo – o das novas seitas protestantes nascidas no início do século XX – talvez seja o terreno mais fértil para o diálogo ecumênico.



As tentativas para esse diálogo com os PENTECOSTAIS têm limites:


1)- Por exemplo, uma busca por representantes dos pentecostais para o diálogo.

2)- Embora eles componham três quartos dos protestantes em algumas partes do mundo e nada menos do que um terço de todos os cristãos, os pentecostais são muito fragmentados.

3)- A diversidade dentro do grupo apresenta dificuldades para o diálogo.

4)- Talvez seja por isso que o Papa Francisco escolheu fomentar o diálogo especificamente com indivíduos e pequenos grupos.



No dia 28 de julho de 2014, o papa fez uma visita privada à igreja do pastor evangélico Giovanni Traettino, em Caserta. Os dois se conheceram em 2006 e mantiveram boas relações desde então.Esse encontro ocorreu no fim de uma série de encontros que o Papa Francisco teve com líderes evangélicos em 2014.O televangelista Joel Osteel, o pastor Tim Timmons e o reitor do Evangelical Westmont College, Gayle D. Beebe, visitaram o Papa Francisco no dia 4 de junho de 2014.Depois, o Papa Francisco se reuniu no dia 24 de junho daquele ano com os televangelistas James Robins e Kenneth Copeland, com o bispo Anthony Palmer da Comunhão Evangélica das Igrejas Episcopais, com o casal John e Carol Arnott, de Toronto, e – dentre outros – com Geoff Tunnicliffe e Brian C . Stiller, respectivamente, secretário-geral e embaixador da Aliança Evangélica Mundial.



De acordo com o proeminente vaticanista italiano Sandro Magister, através desses encontros, o Papa Francisco está colocando em ação um amplo esforço para “ganhar o favor dos líderes mundiais daqueles movimentos ‘evangélicos’ e pentecostais para a abertura ao diálogo.



Encontrar-se com a convocação da Renovação no Espírito faz parte desse esforço:


O próprio Papa Francisco reconheceu durante a sua viagem de volta da Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro,que ele costumava olhar para os movimentos carismáticos com suspeita e que, mais tarde, ele mudou de ideia, e agora acredita que “esse movimento faz muito bem para a Igreja em geral”.



O presidente da Renovação no Espírito, Salvatore Martínez, um acadêmico de música e músico que está comprometido com o movimento desde a sua juventude, teve a ocasião de se encontrar com o Papa Francisco bem no início do pontificado, depois da missa que o papa celebrou na paróquia vaticana de Sant’Anna, no dia 17 de março de 2013, quatro dias depois da sua eleição.Depois disso, Martínez teve uma reunião privada com o Papa Francisco em setembro de 2013, e depois o convite para a convocação anual de 2014 foi encaminhado diretamente para o papa, que aceitou, provavelmente considerando-a como uma parte do seu compromisso ecumênico.



Falando para a convocação no dia 1º de junho de 2014, o papa manifestou a esperança de que ambos os grupos carismáticos evangélico e católico, reunidos na organização International Catholic Charismatic Renewal Services (ICCRS), compartilhassem o mesmo escritório como um sinal do ecumenismo. E eles fizeram isso.



Encontrando-se com eles no dia 31 de outubro de 2014, o papa elogiou a decisão e sublinhou que:


“a unidade não é uniformidade;não significa fazer tudo juntos, nem muito menos pensar da mesma forma, nem perder a sua própria identidade”.


O Papa Francisco foi mais longe. No último dia 23 de maio, ele enviou uma mensagem de vídeo aos participantes do Dia de Diálogo e Oração organizado pela diocese de Phoenix, que reuniu católicos e pastores pentecostais evangélicos. Na mensagem, o papa lhes pediu para:


“rezarem  juntos pela graça da unidade, aquela unidade que está florescendo entre nós e começa pelo batismo único que todos nós recebemos e que nos identifica como Cristãos.”



Todos esses sinais sugerem que o Papa Francisco, de fato, mudou de ideia e, começando com um ceticismo inicial, mais tarde, ele encontrou nos movimentos carismáticos um caminho privilegiado para buscar o ecumenismo.


A ORAÇÃO COMO CENTRO DO ECUMENISMO:


O seu ecumenismo espiritual, colocando a oração no centro e até mesmo tornando-a em um instrumento diplomático, representa o ponto de encontro mais lógico com o mundo protestante.



Participar de um grande evento carismático católico poderia ser a ponte de que o papa precisa para alcançar o seu objetivo final: transformar os evangélicos de rivais em aliados e impulsionar os esforços ecumênicos.


Fonte: Andrea Gagliarducci - Catholic News Agency

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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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