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Se os demônios são seres espirituais como foi a batalha no Céu de Apoc 12 – E de que forma a cabeça da serpente (o diabo) será pisada, se é um ser espiritual ?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 30 de março de 2014 | 21:48



Um demônio é um ser espiritual de uma natureza angelical que foi condenado por toda a eternidade, devido à sua rebelião contra Deus. Como puros espíritos, demônios não são feitos de matéria.

Porque eles não têm corpos, os demônios não estão dispostos a qualquer "pecados da carne" (isto é, é impossível para eles cometer os pecados da luxúria ou da gula). Os pecados dos demônios são exclusivamente espirituais. Mas eles podem seduzir os seres humanos para o pecado em matéria da carne. 


Demônios não foram criados mal. (Na verdade, é impossível para Deus, que é a própria bondade, criar o mal em qualquer coisa.)


Lembrem-se: Demônios são apenas "anjos maus". Depois que Deus criou os anjos, ele testou a sua fidelidade a Ele antes de admiti-los à visão beatífica, à visão de Sua essência. Para os seres puramente espirituais, este "ver" da essência de Deus seria uma visão puramente intelectual. Alguns anjos obedeceram o teste divino, outros não. Aqueles que desobedeceram foram irreversivelmente transformados em demônios e expulsos do céu. 


Pode parecer surpreendente que alguns anjos escolheram a odiar a Deus



Mas precisamos entender que aqueles que se rebelaram viu Deus não mais como um bem, como o Bem. Mas como o opressor da liberdade. O ódio nasceu em suas vontades de resistir ao chamado de Deus e manteve-se firme a decisão de deixar a casa do Pai. 


A guerra surgiu no céu, Miguel e seus anjos lutando contra o dragão, e o dragão e os seus anjos batalhavam, mas foram derrotados e não havia mais lugar para eles no céu. E o grande dragão caiu, a antiga serpente, que se chama Diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo, caiu na Terra, e seus anjos foram lançados com ele (Ap 12,7-9 ). 


Pergunta que não quer calar: “Como os seres puramente espirituais lutaM entre si? Que armas que eles usam?”


Os anjos são espíritos, suas batalhas são puramente intelectuais (Verdades sentenciadas).As únicas armas que podem usar são argumentos intelectuais. Os anjos deram razões para os rebeldes para por que eles deveriam voltar para a obediência a Deus. Os anjos rebeldes contra-atacaram com suas razões para apoiar a sua posição e espalhar sua rebelião entre os anjos fiéis. Nesta batalha épica angelical, alguns que estavam inclinados a se rebelar voltaram a obediência, enquanto alguns dos anjos fiéis foram seduzidos pelos argumentos do mal dos rebeldes. 


Na arte, os demônios são retratados como seres deformados e grotescos. Isto parece adequado, já que os demônios têm definitivamente decidido sobre um destino longe de Deus. A solidão interior em que se encontram para sempre e a sua inveja dos fiéis, que desfrutam da visão beatífica continuamente leva-os a visualizar seus pecados. Eles odeiam a Deus, a si mesmos, e todos aqueles que procuram servir a Deus. 



Mas nem todos sofrem as mesmas dores. Alguns demônios foram deformados mais do que outros na batalha


Aqueles que foram mais deformados sofrem mais; menos deformados sofrem menos. Os intelectos dos anjos rebeldes foram deformados e escurecidos pelas mesmas razões que eles usaram para justificar a rebelião de suas vontades contra Deus. 



Sua situação é semelhante à degradação moral que os seres humanos podem sofrer por causa do pecado. Precisamos lembrar que somos criaturas de composição composta de alma e corpo. Além dos pecados que são apropriados para o organismo, o processo psicológico interno que leva uma boa pessoa para acabar na máfia ou como guarda em um campo de concentração ou um terrorista é essencialmente o mesmo que a seqüência de atos de inteligência e vontade que levou à queda dos anjos maus.



Apesar de sermos corpo-alma, nós, como seres humanos temos apenas de olhar para nossa própria vida interior para entender como podemos cair em pecado. 
A esta luz, o pecado dos anjos torna-se mais fácil de compreender.

QUEM ESMAGARÁ A CABEÇA DA SERPENTE ? CRISTO, A IGREJA, OU MARIA ?


Desde os primórdios da humanidade Maria recebeu de Deus o poder e a missão de esmagar a cabeça da serpente maligna. Disse Deus a ela no paraíso:


“Porei inimizade entre ti e a mulher entre a tua descendência e a dela. Ela te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gn 3,15).


Os Santos Padres afirmam que assim como o pecado entrou no mundo por meio da mulher, assim também a salvação haveria de chegar à humanidade pela mulher. E esta mulher, a nova Eva, a nova Virgem, desde toda a eternidade Deus escolheu que fosse Maria.


Quando Jesus se dirige à Sua Mãe e lhe chama de “mulher”, em vez de chamá-la de mãe, em Caná da Galileia (Jo 2) e aos pés da Cruz (Jo 19,25-27), é para nos indicar qual é a “Mulher” a que Deus se referiu no Gênesis. Esta “Mulher” é Sua Mãe. Assim, nas bodas de Caná, Jesus lhe diz: “Mulher, isso nos compete a nós? Minha hora ainda não chegou (Jo 2,4). E depois, na cruz, momentos antes de morrer, quando Jesus nos dá Sua Mãe para nossa Mãe, Ele diz a ela: “Mulher, eis aí teu filho” (Jo 19, 26).


Fica assim, muito claro, que a “mulher” do Gênesis que esmagaria a cabeça da serpente maligna é Maria. Como nos ensina São Leão Magno, Papa e doutor da Igreja no século V, Deus usou Maria para ludibriar a sagacidade da serpente, como já dissemos. Por sua virgindade e por sua concepção imaculada desconhecidas do tentador, Deus fez com que Maria concebesse Jesus, Deus e homem, por obra do Espírito Santo, livre das garras do pecado e do demônio.


Por isto todo ódio do demônio a Maria (A MULHER),é demonstrado em Apoc 12, pois é uma simples mulher que irá pisar a cabeça do maligno mortalmente. Porém, como já explicamos acima, este pisar não refere-se a algo físico, mas a nível espiritual, pois o demônio é um ser espiritual e não físico. A humildade e o sim de Maria derrotaram a arrogância e desobediência do diabo.

Quando Deus amaldiçoou a serpente, Ele estabeleceu "Inimizades" entre a serpente (o demônio) e a mulher, isto é, Nossa Senhora; entre a descendência da serpente e a descendência da mulher. 


O que é interessante é perguntar o que significa "descendência da serpente" . 


Pode o demônio ter descendência natural? É claro que não, pois o demônio não tem corpo e, por isso, não pode ter naturalmente filhos. 


Entretanto, Cristo chamou os fariseus de "filhos do demônio", negando que eles fossem verdadeiramente filhos de Abraão: "VÓS TENDES POR PAI O DEMÔNIO, E QUEREIS SATISFAZER OS DESEJOS DE VOSSO PAI" (Jo. VIII, 44). 


Portanto, Cristo afirma que filhos do demônio são aqueles homens que querem viver fazendo a vontade do diabo. Enquanto os filhos de Deus são os que, tendo se tornado filhos adotivos de Deus pelo batismo, querem também fazer sempre a vontade de Deus, manifestando em sua vida a filiação divina recebida no Batismo. 


São Luís de Montfort ensina que, como todo homem tem pai e mãe, ninguém pode ser verdadeiramente filho de Deus, se não tiver Maria por Mãe, visto que, na Cruz, Cristo nos deu a Maria como filhos, e nos deu Maria por mãe, ao dizer: "MULHER, EIS AÍ O TEU FILHO. DEPOIS DISSE AO DISCÍPULO [João] : "EIS AÍ A TUA MÃE" (Jo. XIX, 26-27). 


Portanto, há filhos do demônio e filhos da Mulher, filhos da Virgem Maria


Foi entre essas duas filiações que Deus colocou inimizades. Na História, há uma contínua luta entre os filhos de Deus e da Virgem contra os filhos do demônio, e vice-versa. Essa luta é que explica toda a História, e não a luta de classes, ou a luta pelo poder, ou pelo dinheiro. 


Na História, decide-se a salvação ou a perdição das almas. A História é a luta entre a graça de Deus, procurando salvar os homens, e a tentação do demônio, procurando nos perder. 


Daí Santo Agostinho ter explicado que, na História, há uma luta contínua entre a Cidade de Deus e a Cidade do homem, a cidade terrena: "Dois amores construíram duas cidades. O amor de Deus levado até ao desprezo de si mesmo, construiu a Cidade de Deus [a Igreja Católica e a Civilização católica]. O amor de si mesmo, levado até ao desprezo de Deus, construiu a cidade terrena" [a cidade do Homem, a Anti-Igreja, como a denomina São Gregório Magno ou a Sinagoga de Satanás, como a chama o próprio Cristo, no Apocalipse (Apoc. II, 9)]. 


Sejamos pois, fiéis filhos de Deus, e para isso sejamos fiéis filhos da Virgem Maria, "AQUELA QUE É MAIS BRILHANTE DO QUE O SOL, MAIS BELA DO QUE A LUA, E MAIS TERRÍVEL QUE UM EXÉRCITO POSTO EM ORDEM DE BATALHA" (Cant. VI, 3). 

VOCÊ JÁ SE PERGUNTOU: POR QUE AS PENAS DO INFERNO SÃO ETERNAS ?


Ora,para o inferno só vai quem livremente por suas ações e opções fez por onde merecê-lo.A minha vida de Cristão não gira em torno do medo do inferno, mas em servir a Deus que tanto me tem abençoado sem eu merecer.

Se o inferno não existe seria justo Hitler e Madre Tereza de Calcutá receberem o mesmo prêmio ? Ou seria justo serem castigados sem saberem o por que ?...


Na Divina comédia de Dante na entrada da Porta do Inferno está a frase: “ Deixa aqui fora toda tua esperança...”


Dirá, porém, o incrédulo: “Onde está a justiça de Deus ao castigar com pena eterna um pecado que dura um instante?”


E como, responderemos, como se atreve o pecador, por um prazer momentâneo, a ofender um Deus de majestade infinita?

Ora a resposta é simples, é eterna, porque a relação TEMPO E ESPAÇO já não existe na ETERNIDADE, entramos em estado eterno de decisão que tomamos no TEMPO.E porque o réprobo jamais poderá prestar satisfação por sua culpa. Nesta vida, o pecador penitente pode satisfazer pela aplicação dos merecimentos de Jesus Cristo; mas o condenado não participa desses méritos, e, portanto, não podendo por si satisfazer a Deus, sendo eterno o pecado, eterno também deve ser o castigo (Sl 48, 8-9).


“Ali a culpa  disse o Belluacense, poderá ser castigada, mas jamais expiada” (Lib. II, 3p), porque, segundo Santo Agostinho, “ali o pecador é incapaz de arrependimento”.E ainda que Deus quisesse perdoar ao réprobo, este não aceitaria a reconciliação, porque sua vontade obstinada e rebelde está confirmada no ódio contra Deus. 



Disse o Papa Inocêncio III: 


“Os condenados não se humilharão; pelo contrário, crescerá neles a perseverança do ódio”. São Jerônimo afirma que “nos réprobos, o desejo de pecar é insaciável” (Pr 27, 20). A ferida de tais desgraçados é incurável; porque eles mesmos recusam a cura (Jr 15, 18).”



Santo Afonso de Ligório -(Preparação para a morte, edição em PDF, pp. 287-288)




Contribuição de:  Padre José Antonio Fortea – Exorcista Espanhol
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