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Projeto de Reversão da Sexualidade(De má fé rotulado de CURA GAY pelos GLBTS) foi aprovado pela Comissão de Direitos Humanos

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 18 de junho de 2013 | 22:45




Grifos do autor do blog:"A Sociedade Graças a Deus JÁ ESTÁ ENTENDENDO O PROJETO ROTULADO IRONICAMENTE DE "CURA GAY"!!!

O projeto pretende apenas estender este direito na mesma medida daquele que quer mudar de sexo, e graças a Deus a Sociedade está entendendo e vendo que não se Trata de Cura Gay, ou obrigar alguém a deixar de ser homossexual, mas apenas auxílio psicológico também custeado pelo SUS, a quem desejar reverter sua opção sexual para uma vivência equilibrada de sua heterossexualidade biológica dominante e inicial.


Portanto, não se trata de CURA GAY como os inimigos do projeto os grupos GLBTS e outros, o rotulam para descaracterizar a relevância do Projeto.

Concordo plenamente que homossexualismo não é doença, mas opção, pois ninguém nasce gay.

O projeto tem como foco, aqueles homossexuais que tiveram uma experiência de conversão com Deus, estão em crise, e querem voltar a sua heterossexualidade original.

COM ISTO:

1)- Permite os psicólogos auxiliarem na reversão custeados pelo SUS (Como é custeado para quem quer mudar de sexo).



2)-Da direito ao paciente que não se sente bem com a opção pela homossexualidade e queira futuramente voltar a sua heterossexualidade.



3)- O bom de tudo isto, é que está abrindo-se espaços que antes não existiam para este tipo aberto e democrático de debate contra preconceitos a estas pessoas que tentam apenas viver sua heterossexualidade.

Veja aqui nestes links, exemplos de ex-Gays que estão dando certo mundo afora:






Sob o comando do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), a Comissão de Direitos Humanos da Câmara aprovou nesta terça-feira (18) projeto que permite aos psicólogos promover tratamento com o objetivo de curar a homossexualidade.

A proposta, conhecida como "cura gay", terá que passar ainda por outras duas comissões da Casa: Seguridade Social e Constituição e Justiça.

Se aprovada em ambas, segue para o plenário da Câmara.

A votação foi simbólica: durante o debate, apenas os deputados Simplício Araújo (PPS-MA) e Arnaldo Jordy (PPS-PA) discursaram contrários ao texto.

Araújo tentou adiar a votação com pedidos de leitura da ata da última sessão e retirada do projeto da ata,ambos foram rejeitados.



Em sua fala, Araújo lembrou os protestos que reuniram milhares de pessoas nas ruas ontem, em diversas capitais do país. Em Brasília, manifestantes chegaram até o Congresso Nacional - entre os protestos, houve gritos contrários a Feliciano e a outros políticos do Legislativo, como o senador Renan Calheiros (PMDB-AL).


"A Casa deve acordar para o que aconteceu ontem nas ruas, ao que está acontecendo nesse país. Essa aqui é uma prova que nós estamos muito longe de entender o que a sociedade realmente quer discutir aqui dentro dessa Casa", afirmou, sendo aplaudido por alguns presentes.

Araújo anunciou ainda que vai recorrer à Presidência da Câmara para anular a votação da proposta. Ele alega que Feliciano fez uma manobra regimental irregular para colocar a matéria em discussão. "Esse projeto é eleitoreiro, não atinge o clamor das multidões que tomam as ruas", disse.

O projeto de decreto legislativo, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), suspende dois trechos de resolução instituída em 1999 pelo CFP (Conselho Federal de Psicologia).

O primeiro trecho sustado afirma que "os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades".

A proposta aprovada hoje anula ainda artigo da resolução que determina que:

"os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica".

Na justificativa do documento, Campos afirma que o conselho:

"extrapolou seu poder regulamentar" ao "restringir o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional".

A votação é uma vitória da bancada evangélica, que tenta avançar com o projeto há dois anos.

Durante o debate, manifestantes exibiram cartazes com frases contrárias ao texto.

"Não há cura para quem não está doente", dizia um deles.

HISTÓRICO

Desde o mês passado, a votação foi adiada ao menos cinco vezes, por diferentes motivos - desde falta de quórum a pedido de vistas de congressista.

O relator do texto na Comissão de Direitos Humanos, deputado Anderson Ferreira (PR-PE), foi favorável ao projeto.

"A Psicologia é uma disciplina em constante evolução e tem diversas correntes teóricas, sendo difícil determinar procedimentos corretos ou não, metodologias de trabalho apropriadas ou não", afirma o deputado em seu relatório.

"É direito do profissional conduzir sua abordagem conforme a linha de atuação que estudou e prefere adotar.

Também constitui direito do paciente buscar aquele tipo de atendimento que satisfaz seus anseios", completa ele.

Para Ferreira, a mudança na resolução do Conselho Federal de Psicologia reforça a "liberdade de exercício da profissão" de psicólogo.

A proposta é rejeitada pelo CFP (Grifo meu: Por que ?):

No ano passado, a entidade recusou-se a participar de uma audiência pública realizada na Câmara para debater o projeto.(Grifo meu: Quem não deve não teme!!!).

O conselho inclusive lançou uma campanha contra a ideia.

A OMS (Organização Mundial de Saúde) deixou de considerar a homossexualidade doença em 1993.

*(Grifo meu: A questão não é tratar como doença, pois assim seria considerar a heterossexualidade como doença,mas o projeto apenas que dar o direito a quem quer voltar a sua heterossexualidade, ter acompanhamento pago pelo SUS, como é dado a quem quer mudar de sexo, simples assim).

POLÊMICA

Desde que assumiu o comando da comissão em fevereiro, o deputado Marco Feliciano enfrenta protestos de ativistas de direitos humanos que o acusam de racismo e homofobia. Ele nega. Uma das críticas dos ativistas é que o deputado beneficiaria os evangélicos na discussão da proposta na comissão.

No mês passado, em seu twitter, Feliciano defendeu a inclusão do projeto na pauta da comissão, afirmando que "não podemos fugir de assuntos como este".


O deputado ainda criticou a cobertura da imprensa sobre o assunto:

"A mídia divulga um PL [projeto de lei] como "cura gay" quando na verdade ele não trata sobre isso, até porque homossexualidade não é doença", escreveu na ocasião.

"Esse projeto protege o profissional de psicologia quando procurado por alguém com angústia sobre sua sexualidade", disse.


Fonte: Folha de São Paulo


O deputado federal Anderson Ferreira (PR) comemorou, hoje, a aprovação do projeto 234/11, que permite a psicólogos tratar homossexuais que não se aceitam e querem mudar a orientação sexual.

Anderson foi relator da matéria na Comissão de Direitos Humanos e seu relatório recebeu aprovação simbólica à tarde, sem votação, em meio a protestos espalhados de estudantes pelo Brasil.

O parlamentar falou com o Diario por telefone, de Brasília. Extraoficialmente, a proposta é chamada de “cura gay” e vai passar ainda pela Comissão de Justiça da Câmara dos Deputados. A data não foi definida.



Deputado, como essa matéria passou assim?


Ela já vinha sendo muito debatida na Comissão de Seguridade Social e veio para a nossa comissão (de Direitos Humanos). Ninguém imaginava que a comissão fosse trocar de presidência (e passar para Marcos Feliciano). O antigo presidente (Domingos Dutra, do PT) só colocava em votação o que era conveniente e direcionava tudo para um único movimento, no caso, o LGBT. Inclusive os parlamentares que abandonaram a comissão eram todos do PT e defendiam o aborto. Como é que alguém pode estar na Comissão de Direitos Humanos e ser contra a vida?




Porque o senhor deu o parecer favorável a essa matéria hoje?


Eu coloquei em votação duas vezes. Numa delas, fizeram pedido de vista. Hoje não. Tínhamos quórum e ela foi aprovada de forma simbólica. Houve um consenso. Os deputados entenderem meu parecer porque a Casa é democrática. 




Mas deputado, o que mais se vem lutando é contra a homofobia?



Eu não sou obrigado a concordar com o que outros movimentos pensam e tenho que defender o que penso. Veja só. Tem projeto tramitando na Casa que quer criar cotas na universidades para os gays. O nosso projeto, por outro lado, dá direito aos homossexuais de procurar ajuda e permite que os psicólogos possam atendê-los. Hoje, um psicólogo não pode fazer isso, porque é cassado pelo Conselho de Psicologia. Agora, se um homossexual puder voltar a ser hétero, pode.




Deputado, os homossexuais dizem que a orientação não é uma questão de escolha, mas apenas ser, como a cor dos olhos.


Escolhe sim. Ninguém nasce assim. Até hoje, a medicina não comprova que a homossexualidade é genética, que a pessoa nasceu gay. Minha briga, aliás, não é com os homossexuais. É para que a psicologia possa atender que não se sente bem assim. Essa é minha convicção e elas não podem agradar a todo mundo. Inclusive estou sendo muito elogiado por externá-la. Eu defendo os princípios fundamentais da família.




E agora, acontece o quê? Qual é o tramite da matéria?


Vai para a Comissão de Justiça.



Fonte: Diário de Pernambuco
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