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Qual a melhor hora para rezar e se encontrar com Deus?

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 28 de junho de 2013 | 17:49





A cada um Deus dá uma via de oração, pois Deus nos criou únicos e irrepetíveis,e como já dizia Santa Tereza D’avila Doutora da Igreja e mestra de oração:

“ A oração é um trato de amizade”.




O QUE DIZEM AS ESCRITURAS ?

1)- PELA MANHÃ ? - Salmo 5,4: “É a vós que eu invoco, Senhor, desde a manhã; escutai a minha voz, porque, desde o raiar do dia, vos apresento minha súplica e espero.

2)- À TARDE ? Salmo 141, 2: “Suba à tua presença a minha oração, como incenso, e seja o erguer de minhas mãos como oferenda vespertina(da tarde)...”


Gênesis 3,8: “E eis que ouviram o barulho (dos passos) do Senhor Deus que passeava no jardim, à hora da brisa da tarde. O homem e sua mulher esconderam-se da face do Senhor Deus, no meio das árvores do jardim.
 
(Era a tarde que Deus se encontrava com Adão e Eva no Édem).

3)- A NOITE ?- SALMOS 4,8:"Em paz também me deitarei e dormirei, por que só tu, Senhor, me fazes habitar em segurança...”




Provérbios 8,17: “Eu amo os que me amam, e os que de madrugada me buscam me acharão.


Lucas 2:29,30: “Agora, Senhor, despedes em paz o teu servo, Segundo a tua palavra; Pois já os meus olhos viram a tua salvação.”



O QUE DIZ O SAGRADO MAGISTÉRIO SOBRE A ORAÇÃO:

O QUE É A ORAÇÃO?


Para mim, a oração é um impulso do coração, é um simples olhar lançado ao céu, um grito de reconhecimento e amor no meio da provação ou no meio da alegria.

A oração como dom de Deus


§2559 "A oração é a elevação da alma a Deus ou o pedido a Deus dos bens convenientes. De onde falamos nós, ao rezar? Das alturas de nosso orgulho e vontade própria, ou das "profundezas" (Sl 130,1) de um coração humilde e contrito? Quem se humilha será exaltado. A humildade é o fundamento da oração. "Nem sabemos o que seja conveniente pedir" (Rm 8,26). A humildade é a disposição para receber gratuitamente o dom da oração; o homem é um mendigo de Deus.

Deus chama para a oração


§2567 Deus é o primeiro a chamar o homem. Ainda que o homem esqueça seu Criador ou se esconda longe de sua Face, ainda que corra atrás de seus ídolos ou acuse a divindade de tê-lo abandonado, o Deus vivo e verdadeiro chama incessantemente cada pessoa ao encontro misterioso da oração. Essa atitude de amor fiel vem sempre em primeiro lugar na oração; a atitude do homem é sempre resposta a esse amor fiel. A medida que Deus se revela e revela o homem a si mesmo, a oração aparece como um recíproco apelo, um drama de Aliança. Por meio das palavras e dos atos, esse drama envolve o coração e se revela através de toda a história da salvação.


§2737 "Não possuís porque não pedis. Pedis, mas não recebeis, porque pedis mal, com o fim de gastardes nos vossos prazeres" (Tg 4,2-3). Se pedimos com um coração dividido, "adúltero" Deus não nos pode ouvir, porque deseja nosso bem, nossa vida. "Ou julgais que é em vão que a Escritura diz: Ele reclama com ciúme o espírito que pôs dentro de nós (Tg 4,5)?" Nosso Deus é "ciumento" de nós, o que é o sinal da verdade de seu amor. Entremos no desejo de seu Espírito e seremos ouvidos.Não te aflijas se não recebes imediatamente de Deus o que lhe pedes: pois Ele quer fazer-te um bem ainda maior por tua perseverança em permanecer com Ele na oração. Ele quer que nosso desejo seja provado na oração. Assim Ele nos prepara para receber aquilo que Ele está pronto a nos dar.

Jesus ouve a oração e Oração a Jesus


§2616 Jesus ouve a oração A oração a Jesus é ouvida por Ele já durante seu ministério, por meio dos sinais que antecipam o poder de sua Morte e Ressurreição: Jesus ouve a oração de fé, expressa em palavras (o leproso, Jairo, a cananéia, o bom ladrão), ou em silêncio (os carregadores do paralítico, a hemorroíssa que lhe toca as vestes, as lágrimas e o perfume da pecadora). O pedido insistente dos cegos: "Filho de Davi, tem compaixão de nós" (Mt 9,27)ou "Filho de Davi, tem compaixão de mim" (Mc 10,47) foi retomado na tradição da Oração a Jesus: "Jesus Cristo, Filho de Deus, Senhor, tem piedade de mim, pecador!" Quer na cura das enfermidades, quer na remissão dos pecados, Jesus responde sempre à oração que implora com fé: "Vai em paz, tua fé te salvou!"


Sto. Agostinho resume admiravelmente as três dimensões da oração de Jesus (cf. 2667): "Ele ora por nós como nosso sacerdote, ora em nós como nossa cabeça, e a Ele sobe nossa oração como ao nosso Deus. Reconheçamos pois, nele, os nossos clamores e em nós os seus clamores".

Oração com e como Maria:

§2673 Em comunhão com a Santa Mãe de Deus.Na oração, o Espírito Santo nos une à Pessoa do Filho Único, em sua humanidade glorificada. Por ela e nela, nossa oração filial entra em comunhão, na Igreja, com a Mãe de Jesus.


§2674 A partir do consentimento dado na fé por ocasião da Anunciação e mantido sem hesitação sob a cruz, a maternidade de Maria se estende aos irmãos e às irmãs de seu Filho "que ainda são peregrinos e expostos aos perigos e às misérias". Jesus, o único Mediador, é o Caminho de nossa oração; Maria, sua Mãe e nossa Mãe, é pura transparência dele. Maria "mostra o Caminho" ("Hodoghitria"), é seu "sinal" conforme a iconografia tradicional no Oriente e no Ocidente.


§2675 A partir dessa cooperação singular de Maria com a ação do Espírito Santo, as Igrejas desenvolveram a oração à santa Mãe de Deus, centrando-a na Pessoa de Cristo manifestada em seus mistérios. Nos inúmeros hinos e antífonas que exprimem essa oração, alternam-se geralmente dois movimentos: um "exalta" o Senhor pelas "grandes coisas" que fez para sua humilde serva e, por meio dela, por todos os seres humanos; o outro confia à Mãe de Jesus as súplicas e louvores dos filhos de Deus, pois ela conhece agora humanidade que nela é desposada pelo Filho de Deus.


§2676 Esse duplo movimento da oração a Maria encontrou uma expressão privilegiada na oração da Ave-Maria:

"Ave, Maria (alegra-te, Maria)." A saudação do anjo Gabriel abre a oração da Ave-Maria. E o próprio Deus que, por intermédio de seu anjo, saúda Maria. Nossa oração ousa retomar a saudação de Maria com o olhar que Deus lançou sobre sua humilde serva, alegrando-nos com a mesma alegria que Deus encontra nela.


"Cheia de graça, o Senhor é convosco." As duas palavras de saudação do anjo se esclarecem mutuamente. Maria é cheia de graça porque o Senhor está com ela. A graça com que ela é cumulada é a presença daquele que é a fonte de toda graça. "Alegra-te, filha de Jerusalém... o Senhor está no meio de ti" (Sf 3,14.17a). Maria, em quem vem habitar o próprio Senhor, é em pessoa a filha de Sião, a Arca da Aliança, o lugar onde reside a glória do Senhor: ela é "a morada de Deus entre os homens" (Ap 21,3). "Cheia de graça", e toda dedicada àquele que nela vem habitar e que ela vai dar ao mundo.


"Bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus." Depois da saudação do anjo, tornamos nossa a palavra de Isabel. "Repleta do Espírito Santo" (Lc 1,41), Isabel é a primeira na longa série das gerações que declaram Maria bem-aventurada: "Feliz aquela que creu..." (Lc 1,45): Maria é "bendita entre as mulheres" porque acreditou na realização da palavra do Senhor. Abraão, por sua fé, se tomou uma bênção para "todas as nações da terra" (Gn 12,3). Por sua fé, Maria se tomou a mãe dos que crêem, porque, graças a ela, todas as nações da terra recebem Aquele que é a própria bênção de Deus: "Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus".


§2677 "Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós..." Com Isabel também nós nos admiramos: "Donde me vem que a mãe de meu Senhor me visite?" (Lc 1,43). Porque nos dá Jesus, seu filho, Maria é Mãe de Deus e nossa Mãe; podemos lhe confiar todos os nossos cuidados e pedidos: ela reza por nós como rezou por si mesma: "Faça-se em mim segundo a tua palavra" (Lc 1,38). Confiando-nos à sua oração, abandonamo-nos com ela à vontade de Deus: "Seja feita a vossa vontade".


"Rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte." Pedindo a Maria que reze por nós, reconhecemo-nos como pobres pecadores e nos dirigimos à "Mãe de misericórdia", à Toda Santa. Entregamo-nos a ela "agora", no hoje de nossas vidas. E nossa confiança aumenta para desde já entregar em suas mãos "a hora de nossa morte". Que ela esteja então presente, como na morte na Cruz de seu Filho, e que na hora de nossa passagem ela nos acolha como nossa Mãe, para nos conduzir a seu Filho, Jesus, no Paraíso.


§2678 A piedade medieval do Ocidente desenvolveu a oração do Rosário como alternativa popular à Oração das Horas. No Oriente, a forma litânica da oração "Acatisto" e da Paráclise ficou mais próxima do ofício coral nas Igrejas bizantinas, ao passo que as tradições armênia, copta e siríaca preferiram os hinos e os cânticos populares à Mãe de Deus. Mas na Ave-Maria, nos "theotokia", nos hinos de Sto. Efrém ou de S. Gregório de Narek, a tradição da oração é fundamentalmente a mesma.


§2679 Maria é a Orante perfeita, figura da Igreja. Quando rezamos a ela, aderimos com ela ao plano do Pai, que envia seu Filho para salvar todos os homens. Como o discípulo bem-amado, acolhemos em nossa casa a Mãe de Jesus, que se tornou a mãe de todos os vivos. Podemos rezar com ela e a ela. A oração da Igreja é acompanhada pela oração de Maria, que lhe está unida na esperança.


§2682 Em virtude da cooperação singular da Virgem Maria com a ação do Espírito Santo, a Igreja gosta de rezar em comunhão com ela, para exaltar com ela as grandes coisas que Deus realizou nela e para confiar-lhe súplicas e louvores.


Oração da Igreja


§276 Fiel ao testemunho da Escritura, a Igreja dirige com freqüência sua prece ao "Deus Todo-Poderoso e eterno" ("omnipotens sempiterne Deus..."), crendo firmemente que "nada é impossível a Deus" (Lc 1,37)


§2623 NO TEMPO DA IGREJA No dia de Pentecostes, o Espírito da promessa foi derramado sobre os discípulos, "reunidos no mesmo lugar" (At 2,1), esperando-o, "todos unânimes, perseverando na oração" (At 1,14). O Espírito, que ensina a Igreja e lhe recorda tudo o que Jesus disse, vai também formá-la para a vida de oração.


§2624 Na primeira comunidade de Jerusalém, os fiéis se mostravam "assíduos ao ensinamento dos apóstolos, à comunhão fraterna, à fração do pão e às orações" (At 2,42). A seqüência é típica da oração da Igreja: fundada na fé apostólica e autenticada pela caridade, ela é alimentada na Eucaristia.


§2625 Essas orações são, sobretudo, as que os fiéis ouvem e lêem nas Escrituras, atualizando-as, porém, principalmente as dos Salmos, a partir de sua realização em Cristo. O Espírito Santo, que assim lembra Cristo à sua Igreja orante, também a conduz à Verdade plena e suscita formulações novas que exprimirão o insondável Mistério de Cristo atuando na vida, nos sacramentos e na missão de sua Igreja. Essas formulações se desenvolverão nas grandes tradições litúrgicas e espirituais. As formas da oração, como nos são reveladas pelas Escrituras apostólicas canônicas, serão normativas da oração cristã.

§2566 A REVELAÇÃO DA ORAÇÃO - VOCAÇÃO UNIVERSAL Ã ORAÇÃO:


O homem está à procura de Deus. Pela criação, Deus chama todo ser do nada à existência. "Coroado de glória e esplendor", o homem é, depois dos anjos, capaz de reconhecer que "é poderoso o Nome do Senhor em toda a terra". Mesmo depois de ter perdido a semelhança com Deus por seu pecado, o homem continua sendo um ser feito à imagem de seu Criador. Conserva o desejo daquele que o chama à existência. Todas as religiões testemunham essa procura essencial dos homens.


Perseverança na oração:

§ 2742 Perseverar no amor:"Orai sem cessar" (1 Ts 5,17), "sempre e por tudo dando graças a Deus Pai, em nome de nosso Senhor, Jesus Cristo" (Ef 5,20), "com orações e súplicas de toda sorte, orai em todo tempo, no Espírito e, para isso, vigiai com toda perseverança e súplica por todos os santos" (Ef 6,18). "Não nos foi prescrito que trabalhemos, vigiemos e jejuemos constantemente, enquanto, para nós, é lei rezar sem cessar." Esse ardor incansável só pode provir do amor. Contra nossa pesada lentidão e preguiça, o combate da oração é o do amor humilde, confiante e perseverante. Esse amor abre nossos corações para três evidências de fé, luminosas e vivificantes:


§2582 Elias é o pai dos profetas, "da geração dos que procuram Deus, dos que buscam sua face". Seu nome, "O Senhor é me Deus", anuncia o clamor do povo em resposta à sua oração no monte Carmelo. S. Tiago nos remete a Elias para nos incitar à oração: "A oração fervorosa do justo tem grande poder".

§2691 Lugares favoráveis à oração

A Igreja, casa de Deus, é o lugar próprio para a oração litúrgica da comunidade paroquial. E também o lugar privilegiado da adoração da presença real de Cristo no Santíssimo Sacramento. A escolha de um lugar favorável é importante para a verdade da oração:


* para a oração pessoal, pode ser um "recanto de oração", com as Sagradas Escrituras e imagens sagradas, para aí estar "no segredo" diante do Pai. Numa família cristã, essa espécie de peque no oratório favorece a oração em comum;

* nas regiões onde existem mosteiros, a vocação dessas comunidades é favorecer a partilha da Oração das Horas com os fiéis e permitir a solidão necessária a uma oração pessoal mais intensa;

* as peregrinações evocam nossa caminhada pela terra em direção ao céu. São tradicionalmente tempos fortes de renovação da oração. Os santuários são para os peregrinos, em busca de suas fontes vivas, lugares excepcionais para viver "como Igreja" as formas da oração cristã.

Vigilância

§2730 Positivamente, o combate contra nosso "eu" possessivo e dominador é a vigilância, a sobriedade do coração. Quando Jesus insiste na vigilância, ela está sempre relacionada com Ele, com sua vinda, com o último dia e com cada dia: "hoje". O Esposo vem no meio da noite; a luz que não deve ser extinta é a da fé: "Meu coração diz a teu respeito: 'Procurai a sua face"' (Sl 27,8).

Dificuldades na oração

§2731 Outra dificuldade, especialmente para aqueles que querem sinceramente orar, é a aridez. Esta acontece na oração, quando o coração está desanimado, sem gosto com relação aos pensamentos, às lembranças e aos sentimentos, mesmo espirituais. E o momento da fé pura que se mantém fielmente com Jesus na agonia e no túmulo. "Se o grão de trigo que cai na terra morrer, produzirá muito fruto" (Jo 12,24). Se a aridez é causada pela falta de raiz, porque a Palavra caiu sobre as pedras, o combate deve ir na linha da conversão.

§2725 O COMBATE DA ORAÇÃO

A oração é um dom da graça e uma resposta decidida de nossa parte. Supõe sempre um esforço. Os grandes orantes da Antiga Aliança antes de Cristo, como também a Mãe de Deus e os santos com Ele, nos ensinam: a oração é um combate. Contra quem? Contra nós mesmos e contra os embustes do Tentador, que tudo faz para desviar o homem da oração, da união com seu Deus. Reza-se como se vive, porque se vive como se reza. Se não quisermos habitualmente agir segundo o Espírito de Cristo, também não poderemos habitualmente rezar em seu Nome. O "combate espiritual" da vida nova do cristão é inseparável do combate da oração.

DIANTE DAS TENTAÇÕES NA ORAÇÃO

A tentação mais comum, mais oculta, é nossa falta de fé, que se exprime não tanto por uma incredulidade declarada quanto por uma opção de fato. Quando começamos a orar, mil trabalhos ou cuidados, julgados urgentes, apresentam-se como prioritários; de novo, é o momento da verdade do coração e de seu amor preferencial. Com efeito, voltamo-nos para o Senhor como o último recurso: mas de fato acreditamos nisso? As vezes tomamos o Senhor como aliado, mas o coração ainda está na presunção. Em todos os casos, nossa falta de fé revela que não estamos ainda na disposição do coração humilde: "Sem mim, nada podeis fazer" (Jo 15,5).

§2733 Outra tentação, cuja porta é aberta pela presunção, é a acídia (chamada também "preguiça"). Os Padres espirituais entendem esta palavra como uma forma de depressão devida ao relaxamento da ascese, à diminuição da vigilância, à negligência do coração. "O espírito está pronto, mas a carne é fraca" (Mt 26,). Quanto mais alto se sobe, tanto maior a queda. O desânimo doloroso é o inverso da presunção. Quem é humilde não se surpreende com sua miséria Passa então a ter mais confiança, a perseverar na constância.

§2755 Duas tentações freqüentes ameaçam a oração: a falta de fé e a acídia, que é uma forma de depressão devida ao relaxamento da ascese, que leva ao desânimo.

§2663 O CAMINHO DA ORAÇÃO Na tradição viva da oração, cada Igreja propõe aos fiéis, segundo o contexto histórico, social e cultural, a linguagem de Jesus na sua oração: palavras, melodias, gestos, iconografia. Cabe ao Magistério discernir a fidelidade desses caminhos de oração à tradição da fé apostólica, e compete aos pastores e aos catequistas explicar seu sentido, sempre relacionado com Jesus Cristo.

§2684 Na comunhão dos santos, desenvolveram-se, ao longo da história das Igrejas, diversas espiritualidades. O carisma pessoal de uma testemunha do Amor de Deus aos homens pôde ser transmitido, como "o espírito" de Elias a Eliseu" e a João Batista, para que alguns discípulos tenham parte nesse espirito. Há uma espiritualidade igualmente na confluência de outras correntes, litúrgicas e teológicas, atestando a inculturação da fé num meio humano e em sua história. As espiritualidades cristãs participam da tradição viva da oração e são guias indispensáveis para os fiéis, refletindo, em sua rica diversidade, a pura e única Luz do Espírito Santo.

A ADORAÇÃO

A adoração é o primeiro ato da virtude da religião. Adorar a Deus é reconhecê-lo como Deus, como o Criador e o Salvador, o Senhor e o Dono de tudo o que existe, o Amor infinito e misericordioso. "Adorarás o Senhor, teu Deus, e só a Ele prestarás culto" (Lc 4,8), diz Jesus, citando o Deuteronômio (6,13).

§2097 Adorar a Deus é, no respeito e na submissão absoluta, reconhecer "o nada da criatura", que não existe a não ser por Deus. Adorar a Deus é, como Maria no Magnificat, louvá-lo, exaltá-lo e humilhar-se a si mesmo, confessando com gratidão que Ele fez grandes coisas e que seu nome é santo. A adoração do Deus único liberta o homem de se fechar em si mesmo, da escravidão do pecado e da idolatria do mundo.

§2628 A adoração é a primeira atitude do homem que se reconhece criatura diante de seu Criador. Exalta a grandeza do Senhor que nos fez e a onipotência do Salvador que nos liberta do mal. É prosternação do Espírito diante do "Rei da glória" e o silêncio respeitoso diante do Deus "sempre maior". A adoração do Deus três vezes santo e sumamente amável nos enche de humildade e dá garantia a nossas súplicas.

Gemidos Inefáveis na Oração:

§2630 O Novo Testamento contém poucas orações de lamentação, freqüentes no Antigo Testamento. Agora, em Cristo ressuscitado, o pedido da Igreja é sustentado pela esperança, embora estejamos ainda na expectativa e devamos nos converter cada dia. Brota de outra profundeza o pedido cristão, que S. Paulo chama de gemidos, os da criação, em "dores de parto" (Rm 8,22), os nossos, também "à espera da redenção de nosso corpo, pois nossa salvação é objeto de esperança" (Rm 8,23-24), enfim, "os gemidos inefáveis do próprio Espírito Santo que "socorre nossa fraqueza, pois nem sequer sabemos o que seja conveniente pedir" (Rm 8,26).

§2697 A VIDA DE ORAÇÃO A oração é a vida do coração novo e deve nos animar a cada momento. Nós, porém, esquecemo-nos daquele que é nossa Vida e nosso Tudo. Por isso os Padres espirituais, na tradição do Deuteronômio e dos profetas, insistem na oração como "recordação de Deus", como um despertar freqüente da "memória do coração": "E preciso se lembrar de Deus com mais freqüência do que se respira". Mas não se pode orar "sempre", se não se reza em certos momentos, por decisão própria: são os tempos fortes da oração cristã, em intensidade e duração.

§2698 A Tradição da Igreja propõe aos fiéis ritmos de oração destinados a nutrir a oração continua. Alguns são cotidianos: a oração da manhã e da tarde, antes e depois das refeições, a Liturgia das Horas. O domingo, centrado na Eucaristia, é santificado principalmente pela oração. O ciclo do ano litúrgico e suas grandes festas são os ritmos fundamentais da vida de oração dos cristãos.

§2699 O Senhor conduz cada pessoa pelos caminhos e na maneira que lhe agradam. Cada fiel responde ao Senhor segundo a determinação de seu coração e as expressões pessoais de sua oração. Entretanto, a tradição cristã conservou três expressões principais da vida de oração: a oração vocal, a meditação, a oração contemplativa. Uma característica fundamental lhes é comum: o recolhimento do coração. Esta vigilância em guardar a Palavra e em permanecer na presença de Deus faz dessas três expressões tempos fortes da vida de oração.

AS TRÊS PARÁBOLAS SOBRE A ORAÇÃO:


O Amigo importuno, O Fariseu e publicano  e a Viúva importuna:

§2613 Três parábolas principais sobre a oração nos são transmitida por S. Lucas.


A primeira, "o amigo importuno", convida a uma oração persistente: "Batei e se vos abrirá". Àquele que assim ora, o Pai do céu "dará tudo o que precisa", sobretudo o Espírito Santo, que contém todos os dons.

A segunda, "a viúva importuna", focaliza uma das qualidades da oração: é preciso rezar sempre sem esmorecimento, com a paciência fé. "Mas, quando vier o Filho do homem, acaso encontrará fé na terra?

A terceira parábola, "o fariseu e o publicano", refere-se à humildade do coração que reza. "Meu Deus, tem piedade de mim, pecador." Essa oração a Igreja constantemente toma sua: "Kyrie eleison!"

Anatoli Levitin, um escritor e historiador russo, passou anos numa prisão na Sibéria onde as petições a Deus pareciam ficar congeladas no chão.

Contudo, ele voltou muito bem ajustado espiritualmente. “O maior milagre de todos é a oração”, ele escreveu.

“Eu preciso apenas me voltar mentalmente para Deus e imediatamente sinto uma força que toma conta de minha alma, de todo o meu ser. O que é isso? Onde eu, um homem velho e insignificante, cansado da vida, pode obter essa força que me renova e me salva, elevando-me acima da terra? Ela vem de fora de mim, e não há poder no mundo que possa resistir a ela”.


1. CONVERSANDO COM DEUS

Como podemos ter certeza de que Deus nos ouve quando oramos?

“Então vocês clamarão a Mim, virão ORAR A MIM, e EU OS OUVIREI. Vocês Me procurarão e Me acharão quando Me procurarem de todo o coração”. Jeremias 29:12, 13.



Que certeza Jesus nos dá de que Ele nos ouve e responde as orações?

“Por isso lhes digo: Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta”. Lucas 11:9

A oração é uma conversa um trato de amizade como dizia Santa Tereza D’Avila, que envolve falar e ouvir. É isso o que Jesus promete:

“Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo”. Apocalipse 3:20

Como é possível se sentar e ter uma boa conversa com Cristo?

Primeiramente, contando para Ele em oração o que se passa em nosso coração. Segundo, ouvindo atentamente. Ao meditarmos em oração, Deus pode falar diretamente a nós. E, ao lermos a Palavra de Deus em devoção, Deus falará a nós através de suas páginas.

A oração pode se tornar um estilo de vida para o cristão:


“OREM CONTINUAMENTE. Dêem graças em toda as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus”. I Tessalonicenses 5:17, 18.

Como podemos orar “continuamente”? Precisamos ficar de joelhos todo o tempo ou repetir continuamente frases de adoração e petição?
Claro que não. Devemos viver tão intimamente ligados a Jesus que possamos ter liberdade para falar com Ele a qualquer hora, em qualquer lugar.


“Entre as pessoas na rua, ou em meio a uma transação comercial, podemos elevar a Deus um pedido, solicitando a direção divina… A porta do coração deveria estar constantemente aberta, sempre pedindo a Jesus que venha habitar em nós, como hóspede celestial”.


Uma das melhores maneiras de desenvolver esse tipo de relação íntima é aprender a meditar enquanto oramos:

“Seja-lhe agradável a minha meditação, pois no Senhor tenho alegria”. Salmo 104:34

Não ore falando rapidamente a sua lista de pedidos. Espere. Ouça. Um pouco de reflexão durante a oração pode enriquecer grandemente seu relacionamento com Deus.

“Aproximem-se de Deus, e Ele se aproximará de vocês!” Tiago 4:8

Quanto mais perto chegarmos de Jesus, mais seremos capazes de experimentar Sua presença. Por essa razão, continue sempre a falar com Jesus através de seus pensamentos.

Não se preocupe em falar as palavras certas, apenas fale honesta e abertamente com Ele. Fale sobre tudo. Ele teve que passar pela própria agonia da morte para poder se tornar seu Amigo Íntimo.

2. COMO REZAR CORRETAMENTE ?


Quando você se engajar na oração, talvez deseje seguir o esboço da Oração do Senhor, o modelo de oração ensinado por Jesus a Seus discípulos em resposta ao pedido: “Senhor, ensina-nos a orar”.

“Pai nosso, que estás nos céus! Santificado seja o Teu nome. Venha o Teu reino; seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu. Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia. Perdoa as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores. E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal, porque Teu é o Reino, o poder e a glória para sempre. Amém”. Mateus 6:9-13


De acordo com o padrão que Jesus deu em Sua oração, devemos ir a Deus como nosso Pai celestial. Peça-Lhe que Sua vontade tome conta de seu coração da mesma forma que essa vontade é feita nos céus. Nós O buscamos para saciar nossas necessidades físicas, obter perdão, e para ter uma atitude de perdão para com os outros. Lembre-se que nossa capacidade de resistir ao pecado vem de Deus. A oração de Cristo termina com expressões de louvor.

Em outra ocasião, Jesus instruiu Seus discípulos a orarem ao Pai “em Meu nome” (João 16:22), isso é, para orar em harmonia com os princípios de Jesus. Essa é a razão pela qual os cristãos normalmente terminam suas orações com as palavras: “Em nome de Jesus, Amém!” O amém é uma palavra hebraica que significa “Assim seja!”.


Jesus nos assegura que podemos levar todas as nossas necessidades e preocupações a Ele; nada é muito pequeno que não seja motivo de oração.

“Lancem sobre Ele toda a sua ansiedade, porque Ele tem cuidado de vocês”. I Pedro 5:7

Nosso Salvador está interessado em cada detalhe de nossas vidas. Seu coração fica feliz quando nossos corações O alcançam em amor e fé.

3. A ORAÇÃO PARTICULAR

A maioria de nós tem coisas que hesitamos em compartilhar até mesmo com nossos amigos mais íntimos. Por essa razão, Deus nos convida a aliviarmos nossas cargas em oração particular: conversa de um para um com Ele. Não é que Ele precisa de qualquer informação.

O Todo-Poderoso conhece nossos medos mais secretos, nossos motivos mais escondidos, e ressentimentos enterrados no profundo de nosso ser, ainda melhor do que nós mesmos.

Mas precisamos abrir nosso coração Àquele que nos conhece intimamente e nos ama infinitamente. A cura pode começar quando Jesus tem acesso às nossas feridas.

Quando oramos, Jesus, nosso Sumo Sacerdote, está próximo a nós para nos ajudar:

“… Temo um Sumo Sacerdote  que, como nós, PASSOU POR TODO TIPO DE TENTAÇÃO, porém, sem pecado. Assim, aproximemo-nos do trono da graça com toda confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade”. Hebreus 4:15, 16

Você se sente ansioso, estressado ou culpado? Coloque tudo diante do Senhor. Só assim, então, Ele pode suprir todas as nossas necessidades.

Deveríamos ter algum lugar especial para termos nossa oração particular?

“Mas quando você orar, vá para seu quarto, feche a porta e ore a seu Pai, que… o recompensará”. Mateus 6:6


Em acréscimo à oração que podemos fazer enquanto andando pela rua, trabalhando, ou usufruindo uma reunião social, cada cristão deveria estabelecer um momento especial para a oração pessoal e estudo da Bíblia.

Faça seu encontro diário com Deus num momento no qual você se sinta mais atento e possa se concentrar melhor: De manhã, ao meio dia, à tarde ou à Noite, Deus está fora do tempo, está na eternidade, portanto todo tempo lhe é favorável, e Ele está sempre disponível a este encontro de amor e amizade.


4. ORAÇÃO PÚBLICA


Orar com outras pessoas cria uma união especial e convida o poder de Deus a atuar de uma maneira especial.

“Pois onde se reunirem dois ou três em Meu nome, ali eu estou no meio deles”. Mateus 18:20.

Uma das maiores coisas que podemos fazer como família é desenvolver uma vida conjunta de oração. Mostre para seus filhos que levamos nossas necessidades diretamente a Deus.

Eles irão se entusiasmar com Deus ao perceberem Suas respostas nos detalhes práticos da vida. Faça do culto familiar um momento alegre e relaxado de se compartilhar a vida entre todos.

5. OS SETE SEGREDOS DA ORAÇÃO RESPONDIDA:

Quando Moisés orou, o Mar Vermelho se dividiu. Quando Elias orou, fogo desceu dos céus. Quando Daniel orou, um anjo fechou a boca dos leões.

A Bíblia nos apresenta muitos relatos de orações respondidas. E ela nos recomenda a oração como a forma de nos apoderarmos do poder infinito de Deus. Jesus promete:

“O que vocês pedirem em Meu nome, Eu farei”. João 14:14


1) - MANTENHA-SE LIGADO A CRISTO:

“SE VOCÊS PERMANECEREM EM MIM, e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem e lhes será concedido” João 15:7


2)-MANTENHA A CONFIANÇA EM DEUS:

“E tudo o que pedirem em oração, SE CREREM, vocês receberão”. Mateus 21:22

Se você está preocupado por falta de fé, lembre-se de que nosso Salvador fez um milagre em favor de um homem que clamava em desespero:

“Creio, ajuda-me a vencer a minha incredulidade!” Marcos 9:24

Concentre-se apenas no exercício da fé que você JÁ tem; não se preocupe com a fé que você AINDA NÃO tem.

3)- SUBMETA-SE HUMILDEMENTE À VONTADE DE DEUS

“Esta é a confiança que temos ao nos aproximarmos de Deus: se pedirmos alguma coisa DE ACORDO COM A VONTADE DE DEUS, Ele nos ouvirá”. I João 5:14



O Espírito Santo ajudará você a pedir corretamente, pois “o Espírito intercede pelos santos de acordo com a vontade de Deus” (Romanos 8:27). Lembre-se que nossa vontade sempre seria igual a vontade de Deus se pudéssemos ver o que Ele vê.

4)-ESPERE PACIENTEMENTE EM DEUS

“Esperei confiantemente pelo Senhor; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro”. Salmo 40:1.

O ponto principal aqui é manter sua mente em Deus, manter seu foco na solução que Ele dá. E não peça a ajuda de Deus num momento, e no momento seguinte você tenta afogar suas mágoas buscando algum tipo de prazer. Espere pacientemente pelo Senhor; precisamos muito dessa disciplina em nossa vida.

5) NÃO SE AGARRE A ALGUM PECADO DE ESTIMAÇÃO:

“Se eu ACALENTASSE O PECADO NO MEU CORAÇÃO, o Senhor não me ouviria”. Salmo 66:18.

Pecados acariciados impedem a atuação do poder de Deus em nossa vida; isso nos separa de Deus (Isaías 59:1, 2).


“Quando pedem, não recebem, pois pedem por motivos errados, para gastar em seus prazeres”. Tiago 4:3.

Deus não vai responder “sim” às suas orações egoístas e meramente interesseiras:


“Se alguém se recusa a ouvir a lei, até suas orações são detestáveis”. Provérbios 28:9.

6) - SINTA A HUMILDE NECESSIDADE DA DEPENDÊNCIA DE DEUS:

Deus responde àqueles que pedem por Sua presença e poder em suas vidas.

“Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça, pois serão satisfeitos”. Mateus 5:6

7) – POR FIM : PERSEVERE EM ORAÇÃO – A ORAÇÃO É INSISTENTE COMBATE:

Jesus ilustrou a necessidade de perseverar em nossos pedidos através da história de uma viúva insistente que sempre trazia seu pedido diante de um juiz. Finalmente, o juiz disse em exasperação: “Está viúva está me aborrecendo; vou fazer-lhe justiça”. Então, Jesus concluiu: “Acaso Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a Ele dia e noite? Continuará fazendo-os esperar?” (Lucas 18:5, 7).


OS ANJOS SUPREM A NECESSIDADE DAQUELES QUE REZAM

O salmista se regozijou com o ministério dos anjos do Senhor por suas orações terem sido respondidas:

“Busquei ao Senhor, e Ele me respondeu; livrou-me de todos os meus temores… O anjo do Senhor é sentinela ao redor daqueles que o temem, e os livra”. Salmo 34:4, 7

Quando oramos, Deus envia anjos como resposta às nossas orações (Hebreus 1:14). Cada cristão tem a companhia de um anjo da guarda:

“Cuidado para não desprezarem um só destes pequeninos! Pois eu lhes digo que os anjos deles nos céus estão sempre vendo a face de meu Pai celeste”. Mateus 18:10

CONFIEMOS QUE:

“Perto está o Senhor. Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus”. Filipenses 4:5-7

O ESTILO DE VIDA DO CRISTÃO ORANTE E CONFIANTE EM DEUS:

A Bíblia descreve um estilo de vida cristão bem peculiar. De acordo com Efésios 4:22-24, o cristão deve “despir-se” do antigo estilo de vida que é resultado de “desejos enganosos” e “revestir-se” do novo estilo de vida, que é o de ser “criado para ser semelhante a Deus”.


Por fim, fixe seus olhos em Jesus hoje, e você pode fazer parte daquela celebração final de vitória quando a paz de Cristo reinar eternamente.



Como posso ter certeza de que Deus me ouve quando falo com Ele?

1)- UM EXEMPLO CONCRETO: Jeremias 29:12, 13; Lucas 11:9; Apocalipse 3:20

2) MANTENHA-SE LIGADO A CRISTO -  João 15:7

3) MANTENHA A CONFIANÇA EM DEUS -  Mateus 21:22; Marcos 9:24

4) SUBMETA-SE HUMILDEMENTE À VONTADE DE DEUS - 1 João 5:14

5) ESPERE PACIENTEMENTE EM DEUS - Salmo 40:1

6) NÃO SE AGARRE A ALGUM PECADO DE ESTIMAÇÃO - Salmo 66:18; Tiago 4:3; Provérbios 28:9

7) SINTA A NECESSIDADE DE DEUS -  Mateus 5:6

8) PERSEVERE EM ORAÇÃO - Lucas 18:5, 7





1. LITURGIA DAS HORAS



1.1. Quem Celebra a Liturgia das Horas


1.2. Mandato de Celbrar a Liturgia das Horas


1.3. Estrutura da Celebração


2. A LITURGIA DAS HORAS, ORAÇÃO COM OS SALMOS


3. ESTRUTURA E ESPIRITUALIDADE DE CADA UMA DAS HORAS


3.1 Laudes


3.2 Vésperas


3.3 Ofício das Leituras


3.4 Tertia


3.5 Sexta


3.6 Noa


3.7 As completas


1. Liturgia das Horas

A Liturgia das Horas, fruto da reforma e renovação litúrgica do Concílio Vaticano II, nos é apresentada em quatro volumes, segundo a sua edição típica de modo mais perfeito e mnuseável.


É o livro da oração pública e comum do povo de Deus da qual o clero tem especial responsabilidade na sua celebração. Encontram-se os Salmos, os cânticos sublinhados pelas antífonas, as leituras breves da Palavra de Deus, os responsórios e versículos. Os mais belos hinos da Tradição da Igreja, as leituras bíblicas e patrísticas são um verdadeiro tesouro de espiritualidade. A liturgia das horas bem usadas dispensam livros de meditação e podem nutrir a vida espiritual e ação apostólica de quem dela faz uso.


O Decreto:

A Igreja celebra a Liturgia das Horas no decorrer do dia, conforme antiga tradição, asim ela cumpre o mandato do Senhor de orar sem cessar, cantar os louvores a Deus Pai e interpela pela salvação do mundo. O Concílio Vaticano II valorizou o costume que a Igreja conservava, afim de que os padres e os outros membros da Igreja pudessem rezar melhor e mais perfeitamente, nas condições da vida de hoje (cf. constituição sobre a Sagrada Liturgia Sacrossanctum Concilium nº 84).

O Papa Paulo VI aprovou através da constituição apostólica Laudis Canticum de 1º de novembro de 1970, em latim o livro para a celebração da Liturgia das Horas, conforme o rito romano agora o publica e o declara edição típica.

A Liturgia das Horas restaurada no ano de 1971 em conformidade com o decreto do Sacrossanto Concílio Vaticano II é a oração da Igreja, pela qual são santificados pro cânticos de louvor, ações de graças e orações. O curso completo das horas do dia como a totalidade das atividades humanas.

1.1. Quem Celebra a Liturgia das Horas

A liturgia das horas como as demais ações litúrgicas, não é oração particular, mas algo que pertence a todo corpo da Igreja e o manifesta e atinge. Portanto os fiéis são chamados à liturgia das horas unindo seus corações e vozes, manifestam a Igreja que celebra o mistério de Cristo.

1.2. Mandato de Celbrar a Liturgia das Horas

Aos ministros sagrados se confia de maneira tão especial a liturgia das horas que, embora não havendo povo, deverão celebrá-la fazendo as necessárias adaptações. A Igreja as encarrega da Liturgia das horas para que esta missão da comunidade seja desempenhada, a menos por eles de maneira certa e constante, e a oração de Cristo continue sem cessar na Igreja.

1.3. Estrutura da Celebração

A Liturgia das Horas rege-se por leis próprias, que organizam de modo peculiar os elementos encontrados em outras celebrações cristãs. Sua estrutura é tal que, começando com o hino, tenha sempre a salmodia, uma leitura longa ou breve das sagradas escrituras e finalmente as preces.


Tanto na celebração comunitária como na recitação individual permanece a estrutura essencial dessa liturgia. O diálogo entre Deus e o homem.

2. A Liturgia das Horas, Oração com os Salmos

Na Liturgia das Horas, a Igreja para rezar serve-se em grande parte dos Salmos. A Liturgia das Horas destaca-se como uma oração fundamentalmente sálmica.

Se a Igreja sempre a usou em sua oração e se agora volta a no-las apresentar, devemos desconfiar que por detrás deles exista algo de valioso. Importa reconciliar-nos com eles e fazer um esforço real para descobrirmos o tesouro neles contido.

Como sempre o uso dos salmos na liturgia remonta à liturgia judaica. Nossos pais na fé descobriram maravilhados, como os jovens hoje fazem a riqueza insondável desses salmos.


Os salmos não são peças compostas para serem lidas, mas para a celebração, para serem cantados./ Os salmos são essencialmente elementos litúrgicos, destinados à liturgia. Não apenas revelam o coração de Deus, mas ao mesmo tempo revelam o coração do homem. São também escola do homem de um profundo existencialismo.


À luz de Cristo e em Cristo os salmos adquirem um significado mais profundo e mais pleno. Jesus em toda a mensagem do Novo Testamento reinterpreta os salmos lançando sobre eles uma nova luz.


Na Liturgia das Horas, quem salmodia o faz tanto em seu próprio nome, como em nome de todo o corpo de Cristo, e ainda na pessoa do próprio Cristo.

Nos salmos podemos identificar a nossa vida e a vida de toda a humanidade, desde a criação até a Parusia, a história de cada um de nós, desde as nossas origens até a consumação. Podemos dizer que os salmos evocam o mistério do ser humano, em toda a sua plenitude.


Desde o começo, e isso já na liturgia judaica, certos salmos, por seu conteúdo, foram dedicados especialmente a certas horas. Assim temos os salmos da manhã (5, 50, 62, 66, 95, 142 e sobretudo os salmos que deram seu nome ao ofício de laudes, 148-150); os salmos vespertinos (140), durante o dia o (118) e os graduais, (119-127); no momento de ir deitar-se (90) e na vigília noturna (3, 94). Há também salmos dedicados a certos dias da semana: o Sábado (91), o Domingo (92, 117, 109, 113) a essa base comum, a liturgia romana acrescenta o (1, 2 e 3), e na Sexta-feira (50, 21).

3. Estrutura e Espiritualidade de Cada Uma das Horas

3.1 Laudes

É a oração do momento da aurora, quando o sol está a ponto de nascer. Essa oração é, de um modo especial e sobretudo a do Domingo, celebração da ressurreição do Senhor.


É um ofício marcado pela atmosfera do louvor divino. Estruturalmente, consta do hino, um salmo, o cântico do antigo testamento, outro salmo. Depois, vem uma leitura bíblica breve, prolongada num responsório. Em seguida, o cântico do Benedictus, uma oração de intercessão, o Pai-nosso e a oração conclusiva.
O motivo principal de Laudes:


O dia nascente lembra a bondade e a harmonia da criação. O sol é o símbolo de Cristo Ressucitado.
S. Cipriano já ensinava: É a memória da ressurreição do Senhor que santifica a hora de Laudes. Na hora de Laudes, partindo da realidade criada, prova-se a bondade e fidelidade do criador.


Na celebração do Mistério de Cristo em Laudes, antecipamos cada dia, pela esperança, a volta gloriosa de Cristo.


As Laudes se destinam e se ordenam à santificação do período da manhã, conforme se desprende de muitos de seus elementos:


O Hino: costuma ser um hino natalino, fala em forma poética da luz, do sol, do dia, do tempo concedido ao ser humano para servir e dar glória a Deus, o Senhor do tempo. O hino lança a comunidade no louvor matinal e no mistério evocado.

A Salmodia: Consta de um salmo matutino, seguido de um cântico do A.T., e de outro salmo de louvor. Ela tem um caráter de louvor pela criação do mundo, do ser humano e pela nova criação de Cristo Jesus.


A Leitura Breve: Muda de acordo com o dia, o tempo ou a festa. Deve ser lida e ouvida como verdadeira proclamação da Palavra de Deus, frisando algum pensamento bíblico.


O Cântico evangélico: Nas Laudes o cântico evangélico é o cântico de Zacarias. É o ponto alto da celebração. Ele expressa o louvor e a ação de graças pela Redenção. É procalmado e com outras reverências, como o sinal da cruz, próprio da proclamação solene do Evangelho.


Pai-nosso: Toda oração é resumida e completada na oração ensinada pelo Senhor, em que se expressa a vocação do ser humano no seu relacionamento com Deus como filhos.

3.2 Vésperas

As vésperas estão entre as horas principais do dia. São os louvores vespertinos ou, simplesmente vésperas. As vésperas comemoram o mesmo mistério Pascal de Cristo e da Igreja, umas evocam de modo particular os mistérios da tarde. O sol declina, surgem as trevas, o ser humano descansa do trabalho. São o ponto de partida para o louvor. As vésperas são celebradas à tarde no declinar do dia, para agradecer o que nele recebemos ou o bem que nele fizemos. Relembramos também nossa redenção por meio da oração que elevamos como incenso na presença do Senhor, e na qual o levantar nossas mãos é como sacrifício vespertino.

Assim se expressa a instrução geral sobre a Liturgia das Horas. Portanto, o ser humano tendo chegado ao fim do dia, vivido como precioso dom de Deus, e tendo colaborado com sua graça, para o fim de dar graças, vive sua oferta ao dom recebido de Deus.

3.3 Ofício das Leituras

Recitado durante a noite ou a qualquer hora do dia, perdeu de fato na Liturgia das Horas, o caráter escatológico das antigas vigília. Tornou-se uma celebração da palavra, de grande proveito, sem dúvida. Mas nele não encontramos a celebração de um dado mistério de Cristo como nas demais horas. Quanto ao ofício de completas, trata-se de oração íntima para antes do repouso noturno. Vem como um convite a uma entrega confiante nas mãos do Senhor, como imitação de Cristo na cruz. Resta-nos ver como santifica a manhã, o meio do dia e a metade da tarde, evocando os acontecimentos decisivos da história da salvação: em Tertia, Pentecostes; em Sexta, a Crucifixão do Senhor; em Noa, a morte redentora. Trata-se de uma interpretação de São Cipriano desta oração particular dos cristãos em que consagravam o dia fazendo assim, cotidianamente, memória dos mistérios da Paixão e da vida do Espírito Santo em Pentecostes.


Por razões práticas, em virtude das dificuldades da vida moderna somente uma das “horas menores” (Tertia, Sexta, Noa) é atualmente obrigatória. Deve-se escolher aquela que corresponde mais à hora da oração. Há de se notar o caráter de “verdade” correspondente à oração e ao mistério celebrado, em cada umdos três ofícios previstos, para as horas intermediárias, e que, em princípio, se mantém obrigatórias para os que celebram o ofício coral. 


Vamos examinar sucessivamente cada uma das horas para cada mistério de Cristo, isto é, os diversos aspectos do mistério central da fé cristã: o mistério Pascal.

3.4 Tertia

O hino previsto para a Tertia é o Nunc, Sancte Spiritus, uma das poucas orções especiais ao Espírito Santo e que, cada dia, faz memória de Pentecostes, mistério da plenitude Pascal, ao implorar a renovação da graça Pentecostal para a Igreja atual.

Está igualmente previsto um segundo hino facultativo Certum Tenentes Ordinem, que pede ao Deus uno e trino que cada membro da comunidade se torne habitação do Espírito Santo, à semelhança dos apóstolos.


Nas 06 orações feriais, escolhidas para o tempo comum, percebemos uma preocupação em explicitar na oração, a graça desta hora. Na segunda-feira, deseja-se obter para os membros da Igreja, em meio ao labor cotidiano, a caridade digna de filhos do mesmo Pai. Terça-feira refere-se ao acontecimento de Pentecostes. Pede-se a efusão do Espírito do ágape para a comunidade reunida, para que seu testemunho seja autêntico. Na Quarta-feira invocamos o Pai, “Deus fiel”, que enviou o Epírito prometido por Cristo para reunir os homens divididos pelo pecado, a fim de que os cristãos conservem intactos os dons da unidade e da Paz.

Tertia, segundo a tradição, corresponde à hora em que Cristo começou a sofrer os ultrajes da Paixão como recordam um livro na Quaresma e outro no tempo Pascal. A oração prevista para a Tertia, na Sexta-feira o tempo comum, também faz memória do mistério da Paixão. Os frutos desta oração dirigida a nosso Senhor Jesus Cristo são: o perdão dos pecados passados e a proteção contra os males futuros. Sábado retornamos ao mistério da presença do Espírito Santo na Igreja. Esperamos dele uma infusão de luz em meio às trevas do pecado e à alegria exultante do louvor a Deus. 


Em resumo, Tertia faz memória do Mistério de Pentecostes. Pede os dons do Espírito Santo, o ágape, a força do testemunho, a unidade e a paz, para que a luz da consciência e o culto cristão sejam animados pelo Espírito do amor e verdade.

3.5 Sexta

Corresponde à hora de meio-dia. Celebra a crucifixão de Jesus. No hino Dicomus Laudes Domino, cantamos: naquela hora a glória da verdadeira salvação atingiu os fiéis pela imolação do cordeiro bem-aventurado e pelo poder da cruz.


O mesmo hino compara o esplendor do sol do meid-dia com a noite. Faz referência à luz maravilhosa que inundou o mundo quando o Senhor foi pregado no madeiro. Na quaresma, o hino da sexta recorda a sede de Jesus (Jo 19,29).
Aqueles que salmodiam nesta hora de sofrimento(principalmente se estiverem jejuando) tem ocasião de pedir a graça da fome e sede de santidade.


A segunda estrofe no hino próprio da Sexta-feira santa, “Crusi Mundi Benedictio, ilustra o texto de Jo 12,32: “Quando eu for elevado da terra, atrairei a mim todos os homens e também outra passagem do quarto evangelho: “Já não vos falarei muito, Pai o Príncipe do mundo vem, contra mim, ele nada pode (Jo 14,30.
Somos chamados a lembrar um elemento essencial do mistério da Paixão, Jesus asumiu tudo livremente, num movimento de amor filial e de obediência perfeita. 


No tempo comum, a liturgia das horas conserva o hino “Rector Proteus, Verax Deus”, dirigido a Deus cirador cuja providência governa o cosmo com a sua graça salutar traz a Paz sobrenatural ao coração do homem. No tempo Pascal, o hino da sexta assume forma invitatória. Dirigido a todos os resgatados para que contém os louvores do Senhor, recordando que o julgamento dos mortais entregou à morte injusta o juiz dos séculos.


Como as orações conclusivas de Sexta exprimem o mistério da Hora Sexta? Orientam-se em três direções distintas. A primeira parte das realidades concretas do trabalho, da luz brilhante do meio-dia para pedir a Deus os benefícios espirituais: a aceitação do peso do dia e da sua vontade (Segunda-feira). Pede a benção de Deus para a obra concreta a fim de se atingir à perfeição (Quarta-feira). É, enfim, que se possa seguir de coração.

3.6 Noa

Na hora Noa, fazemos memória da morte de Cristo. Os hinos orientam-se especialmente para os efeitos salutares. Na quaresma, por exemplo, o hino “Ternis ter horis numerus”convida-nos a pedir a mesma graça do perdão cocedida ao bom ladrão.
A morte é destruída pela morte do Salvador, depois das trevas que se abateram sobre a terra, da Sexta à hora Nona (Lc. 23,44). A luz retorna, enfim. Há até uma alusão à ressurreiçaão de numerosos santos defuntos conforme Mt. 27, 52-53.


Na segunda estrofe do hino “Rerum, Deus, Tenase vigor”, para o tempo comum, temos a memória cotidiana do mistério da hora Nona. Nela, pela morte de Cristo e sua descida ao inferno, a redenção da humanidade chegou ao seu tempo. Nela é, meramente quebrada, a cada dia, qualquer servidão das almas imprudentes que retornam à antiga escravidão. Nos últimos dias da semana Santa, o hino de Noa destca o mistério da Cruz. O homem, pela Cruz, liberta-se da servidão de satã e atinge a verdadeira vida. Em Noa, encontramos, também o ciclo de Pedro.

Nesta hora Nona, consagrada a oração também pelos judeus, um livro comemoram o milagre operado por São Pedro: a cura do coxo à porta do templo chamada Formosa, quando ia lá orar (At. 3,1). Segunda-feira, a oração conclusiva do ofício lembra este importante acontecimento que se apresenta como exemplo notável do poder da oração da fé proferida em nome de Jesus.

Terça-feira, outra oração conclusiva evoca a oração do centurião Cornélio que foi atendido de maneira maravilhosa, quando Pedro foi evniado a revelar-lhe o caminho da salvação. A graça que se pede é exatamente que sejamos fiéis cooperadores na obra da Salvação. Três dias depois, a oração pede a Deus que torne eficaz esta memória da morte do Salvador e, particularmente, em tres pontos de suma importância. Ao Senhor Jesus que estendeu suas mãos na cruz para salvar os homens, pedimos na Quarta-feira, que as ações dos cristãos sejam dinas dele, que manifestem ao mundo a obra da redenção. Quinta-feira, pedimos ao Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que nos faça imitar a paciência de Jesus.
Sexta-feira, dirigimo-nos ao próprio Cristo que perdoou o ladrão arrependido. Pedimos que nos conceda a entrada no paraíso. Enfim, no Sábado, oremos pela paz consumada, depois de termos vivido com o Senhor, e isto pela intercessão da bem-aventurada Virgem Maria.


Noa caracteriza-se mais entre as demais horas menores, pelo fato de referir-se explicitamente ao mistério de Cristo, ao mistério de sua bem-aventurada morte e aos frutos que dela colhemos.


A ligação entre a oração das horas e o mistério de Cristo, sendo um dado tradicional, aparece nitidamente na liturgia das horas. Mas poderia estar mais explícita, sobretudo na adaptação às línguas vivas.
Seria desejável que as horas menores ou a hora mediana fossem consideradas como oração particular ou de devoção confirne a Tradicção. Mas que Laudes e Vésperas, fossem os dois momentos principais da oração eclesial.

3.7 As completas

Instrução geral sobre as completas:

1. As completas são a última oração do dia, e se rezam antes do descanso noturno, mesmo passada a meia-noite se for o caso.


2. As completas começam, como as demais horas, com o versículo:
“Vinde, ó Deus, em meu auxílio, socorrei-me sem demora,glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,como era no princípio agora e sempre Amém...Aleluia!!!”(este é omitido no tempo da quaresma).


3. Em seguida, é louvável a prática do exame de consciência que na celebração comunitária se faz em silêncio ou se insere no ato penitencial, de acordo com as fórmulas do Missal Romano.


4. A seguir se diz o hino correspondente.


5. No domingo, depois da I Vésperas, a salmodia consta dos salmos 4 e 133 (134) e após as II Vésperas consta do Salmo (91). Para os outros dias, escolheram-se salmos que de preferência movam à confiança no Senhor. Deixa-se, contudo, a liberdade para substituí-las pelos salmos do domingo, o que traz maior comodidade, sobretudo para quem talvez queira rezar de cor as completas nº 88.


A dimensão escatológica manifesta-se de modo significativo no cântico de Simeão, o ápice da hora inteira, está presente ainda no responsório breve, na oração.

Maria constitui o grande sinal escatológico da Igreja. Nela já se consuma em plenitude o plano de Deus, ao passo que a Igreja ainda se encontra a caminho.


Fonte: Comunidade Católica Shalom


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22 de abril de 2016 15:59

Gostei de aprender mais sobre nosso deus,otimo conteúdo.

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