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O professor da minha filha comparou Che Guevara a São Francisco de Assis ?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 29 de junho de 2016 | 13:48










(O advogado Miguel Nagib, do Escola Sem Partido - Movimento Escola Sem Partido foi criado a partir da indignação de um pai com um professor)




Grifo meu: Pergunta que não quer calar: Se São Francisco é igual a Chê Guevara, quantos São Francisco Matou no PAREDON ?...



A indignação do advogado Miguel Nagib foi ao limite quando numa tarde de setembro de 2003 sua filha chegou da escola dizendo que o professor de história havia comparado Che Guevara, um dos líderes da Revolução Cubana, a São Francisco de Assis, um dos santos mais populares da Igreja Católica.




O docente fazia uma analogia entre pessoas que abriram mão de tudo por uma ideologia. O primeiro, em nome de uma ideologia política. O segundo, de uma religiosa.




"As pessoas que querem fazer a cabeça das crianças associam as duas coisas e acabam dizendo que Che Guevara é um santo" (Quando na realidade era um assassino frio e sanguinário) afirma ele, que é católico e coordena o Movimento Escola Sem Partido, questionado por educadores.



"Ela já vinha relatando casos parecidos de doutrinação. Fiquei chateado e resolvi escrever uma carta aberta para o professor", conta. Ao terminar o documento, imprimiu 300 cópias e passou a distribuí-las no estacionamento da escola da filha. A iniciativa, entretanto, não deu nada certo. "Foi um bafafá e a direção me chamou, falou que não era nada daquilo que tinha acontecido. Recebi mensagens de estudantes me xingando. Fizeram passeata em apoio ao professor e nenhum pai me ligou", diz.




Diante do desinteresse geral perante a sua indignação, Nagib decidiu criar uma associação para "lutar contra o abuso do qual as crianças estão sendo vítimas".




Inspirado em um site norte-americano, que ele afirma já estar fora do ar, o advogado abriu um canal online para coletar denúncias e evidências sobre a prática da "doutrinação nas escolas". "Isso acontece entre quatro paredes. As vítimas são as únicas testemunhas e elas estão submetidas à autoridade do professor. É muito complicado denunciar", diz ele, que também exerce a função de procurador do Estado de São Paulo.



Foi assim que nasceu, em 2004, o Movimento Escola Sem Partido



No site, ele traz análises e críticas pedagógicas, reportagens sobre o tema e, até um modelo de notificação extrajudicial para que os pais ofendidos por alguma observação do professor possam enviar um aviso mais sério de seu descontentamento aos docentes, ameaçando-os, inclusive, de processo.




A concepção do movimento se apoia na crítica a duas práticas que ele considera comuns nas escolas: a "doutrinação política e ideológica dos alunos por parte dos professores" e a "usurpação dos direitos dos pais na educação moral e religiosa de seus filhos".


Para deixar mais claro, ele oferece dois exemplos:


1)- O de um professor marxista e, portanto, ateu, que pode expor na sala de aula sua visão de mundo, diante de alunos cujas famílias praticam uma religião e acreditam em Deus;


2)- E o de professores que durante aulas de educação sexual digam para o estudante que "não há problema nenhum com sexo, com a pornografia e que masturbação faz parte da sexualidade", o que pode fazer com que o jovem tenha "uma vida sexual ativa estimulada pelos professores e as meninas engravidem, fazendo com que os pais paguem o pato."



Segundo ele, essas práticas ferem preceitos constitucionais como a liberdade de consciência e de crença e a do pluralismo de ideias, além da Convenção Americana Sobre Direitos Humanos, que afirma que"os pais têm direito a que seus filhos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções."



Para Nagib, as falas em sala de aula têm um peso grande, porque os professores são geralmente figuras queridas, vistas como ídolos pelos estudantes e porque os alunos são obrigados a ouvi-lo, "não podem sair para tomar um cafezinho quando o professor começa a falar sobre essas coisas".




É justamente por isso, diz, que a lei que seu movimento criou não pode ser acusada de censura, como fazem os opositores, na opinião dele: 



"Não é cerceamento à liberdade de expressão porque o professor não tem direito à liberdade de expressão ideológica na sala de aula, diz ele. Se o professor tivesse, ele sequer seria obrigado a apresentar o conteúdo. A prova que ele não tem liberdade de expressão é que ele tem uma grade curricular obrigatória por lei. Liberdade de expressão é a que a gente exerce no Facebook. Ele não pode agir em sala de aula como ele age no Facebook, afirma. outra prova disso é a seguinte: Se exerce a liberdade de expressão em locais onde as pessoas não são obrigadas a escutar o outro. Na TV por exemplo, se pode mudar de canal. De um pregador na praça, se pode desviar. Mas o aluno que está ali na condição de “audiência cativa", (Sem alternativa de mudança) não tem como, é uma imposição injusta e arbitrária, e sem o amplo direito ao contraditório, porque estes alunos ainda estão em formação, isto portanto, é uma atitude desonesta e anti democrática."




Fonte:http: Elpais Brasil










Agora vamos a Che Guevara, o terrorista. Examinemos seus mestres, seus ídolos, os países que admirava e tiremos nossas conclusões se tem algo haver com Francísco de Assis:




“Não quero aqui fazer apologia e defesa de crimes e torturas praticados tanto pela direita quanto pela esquerda, no Brasil e no mundo, mas apenas apontar a hipocrisia da nossa esquerda tupiniquim, ao destacar apenas um lado da moeda, sem mostrar a outra face. Enquanto durante todo o período da ditadura militar no Brasil, entre mortos e desaparecidos, segundo dados da associação das mães destas vítimas totalizaram 472 pessoas, no período Che Guevara de acordo com O Livro Negro do Comunismo, escrito por estudiosos franceses de esquerda (ou seja, dificilmente uma mera publicação "direitista" ou de "fanáticos anticastristas de Miami"), ocorreram 14.000 execuções por fuzilamento em Cuba até o final de década de 1960, entre estas execuções mais 1.000 praticadas pessoalmente por Che Guevara.”




Inicialmente Lenin, o fundador do Estado Soviético. Veja o que Lenin disse em 1891:


"A fome tem várias conseqüências positivas (...) a fome nos aproxima de nosso alvo final, o socialismo, etapa imediatamente posterior ao capitalismo. A fome destrói assim a fé não somente no Czar, mas também em Deus".




Depois, em 1921, por ocasião de uma grande fome, quando já era o líder máximo, Lenin reafirmou que "a fome deveria servir para ferir mortalmente o inimigo (Igreja Ortodoxa)". E foi mais além, proibiu ajuda aos famintos. Quem os ajudasse, poderia ser até preso!!! Pereceram nessa fome 6 milhões de pessoas. 



Che Guevara estudou Lenin, admirou-o, e provavelmente leu também o seguinte discurso leninista:


"É preciso lutar contra a religião", "o marxismo é incondicionalmente ateu, decididamente hostil a qualquer religião".




Stalin, uma das figuras mais perversas deste século. Responsável diretamente por milhões de mortos, pelos processos de Moscou, pela fome deliberada na Ucrânia, pelo Gulag.Seus crimes foram denunciados por Krushev a partir de 1956. Foi a essa figura a quem Che Guevara jurou: "diante de um retrato velho e prateado do camarada Stalin, jurei não descansar até ver esses polvos capitalistas aniquilados" (pág. 84 do livro). Por ocasião de sua visita a Moscou, Che ficou bravo com o embaixador cubano porque este se opôs a depositar flores no mausoléu de Stalin. (pág. 215 do livro)


Mao Tsé Tung, por quem Che tinha grande admiração, conhecendo pessoalmente numa viagem a China. Qual o motivo da admiração ? Talvez porque Mao tenha ordenado a invasão do Tibete nos anos 50, na qual 1 milhão de pessoas morreram (1 em cada 8 habitantes), e na qual monges foram enterrados vivos. Talvez por ter instalado na China uma das mais perversas ditaduras de que a história teve notícia.



Che também admirava desde jovem os comunistas da Guerra Civil Espanhola. Esses comunistas ficaram famosos por torturar, esquartejar e matar padres durante a guerra (Vários dos quais foram beatificados  por João Paulo II e Bento XVI).



Um dos comunistas que participou da guerra civil, Angel Ciutah, ajudou Che a criar o serviço de segurança do Estado, para proteger o estado revolucionário cubano. O serviço de segurança ficou famoso depois da morte de Che porque era um exemplo de eficiência na arte da tortura, das provas forjadas, dos assassinatos. Huber Matos, que lutou ao lado de Che e Fidel, foi a primeira das vítimas. Apenas porque discordou do "comandante" foi executado. (pág. 175 do livro).



Che dizia que a solução para os problemas do mundo estava atrás da Cortina de Ferro. O que havia lá de tão excelente? Além do Gulag, da perseguição religiosa, dos massacres, da fome premeditada, das polícias políticas? E havia o Muro de Berlim na Alemanha Oriental... Quem quisesse escapar da miséria pulando o muro era fuzilado. Em 1956 na Polônia a multidão, num protesto contra o governo totalitário, gritava "pão e liberdade". Foi reprimida a bala, o que ocasionou dezenas de mortos. Em 1956, na Hungria, houve a revolução anti-totalitária, na qual a população resistiu com armas na mão contra a invasão soviética. Pereceram 3.000 pessoas; 200.000 fugiram. 



Talvez a solução dos problemas do mundo estivesse com o camarada Enver Hoxa, que proscreveu a religião na Albânia, ou então com os expurgos internos de Tito na Iugoslávia, ou ainda com o governo corrupto de Ceaucescu na Romênia.



Por que Che escreveu: "Dos países que visitamos, a Coréia do Norte é um dos mais extraordinários" ? (pág. 219 do livro):



Talvez ele tenha gostado da Guerra da Coréia provocada pelo governo do norte, na qual 500.000 pessoas morreram; talvez tenha admirado o grande expurgo interno promovido por Kim Il Sung ocorrido algum tempo antes de sua visita, no qual o líder coreano perseguiu e matou milhares de opositores do regime.



Por que Che disse: "na China não se vê nenhum dos sintomas de miséria que se vêem em outros países"? (pág. 219 do livro):



Deve ter-se referido ao "grande salto para frente" de Mao, projeto econômico na China, envolvendo entre outras coisas a coletivização forçada. O resultado do projeto foi a maior fome de toda a história. Mao chegou a exportar comida e impediu a aceitação de ajuda externa!!! Pereceram mais de dez milhões de chineses.



Che disse: "Cuba devia seguir o exemplo de desenvolvimento pacífico mostrado pela URSS" (pág. 216 do livro):



O que era "desenvolvimento pacífico" para ele? O racionamento de comida feito por Lenin? O Gulag? Os expurgos de Stalin? A política anti-religiosa de Krushev? A burocracia corrupta de Brejnev? Os inúmeros massacres e perseguições que o Partido Comunista impôs aos soviéticos? Realmente, Cuba, a ilha prisão, seguiu bastante o exemplo da URSS: corrupção, expurgos internos, assassinatos, repressão, campos de trabalho forçado (que Che ajudou a construir) etc. Mas o que mais caracterizou a revolução cubana foi o "Paredón", em que Che teve participação ativa, principalmente em La Cabaña, onde ele matou por conta própria lá por volta de 400 pessoas que não concordavam do modo como a coisa estava sendo conduzida?.



Acredito ser o bastante. Disse e reafirmo, Che não passou de um criminoso, arrogante, mentiroso e intolerante. Junto com seus ídolos Lenin, Stalin, Mao, & cia, contribuiu para a construção do regime que mais matou pessoas em toda a história, o chamado "socialismo real", responsável por mais de 100 milhões de mortos. Nada perde ele, portanto, diante do nefasto nazismo.Não entendo como uma pessoa que se diz Cristã possa idolatrar uma contradição desta, pois o "Cristão ao Contrário de Guevara, não mata, mas da a vida como fez Cristo."E como diz a palavra de Deus: " A boca fala daquilo que o coração está cheio... (Mateus 12,34), e no caso deste assassino frio e sanguinário, está cheio de ódio, vejam as suas máximas e tirem suas próprias conclusões:






1. “Louco de fúria, mancharei de vermelho meu rifle estraçalhando qualquer inimigo que caia em minha mãos!  Com a morte de meus inimigos preparo meu ser para a sagrada luta, e juntar-me-ei ao proletariado triunfante com um berro bestial!”



2. “O ódio cego contra o inimigo cria um impulso forte que quebra as fronteiras naturais das limitações humanas, transformando o soldado em uma eficaz máquina de matar, seletiva e fria. Um povo sem ódio não pode triunfar contra o adversário."



3. “Para mandar homens para o pelotão de fuzilamento, não é necessário nenhuma prova judicial … Estes procedimentos são um detalhe arcaico burguês. Esta é uma revolução!”



4. “Um revolucionário deve se tornar uma fria máquina de matar motivado pelo puro ódio. Nós temos que criar a pedagogia do Paredão!” (O Paredão é uma referência para a parede onde os inimigos de Che eram mortos por seus pelotões de fuzilamento, e em alguns casos pessoalmente mortos pelo próprio Guevara).


5. “Eu não sou o Cristo ou um filantropo, velha senhora, eu sou totalmente o contrário de um Cristo … eu luto pelas coisas em que acredito, com todas as armas à minha disposição e tento deixar o outro homem morto, de modo que eu não seja pregado numa cruz ou qualquer outro lugar. “


6. “Se qualquer pessoa tem qualquer coisa boa para dizer sobre o governo anterior, para mim já é bom o suficiente matá-la.”


7. Che queria que o resultado da crise dos mísseis em Cuba fosse uma guerra atômica: “O que nós afirmamos é que devemos proceder ao longo do caminho da libertação, mesmo que isso custe milhões de vítimas atômicas”.


8. “Na verdade, se o próprio Cristo estivesse no meu caminho eu, como Nietzsche, não hesitaria em esmagá-lo como um verme.”



9. “É muito triste não ter amigos, mas é ainda mais triste não ter inimigos.”

 
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