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Pecadores na Comunidade Cristã ? Como tratar os irmãos que caem ?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 6 de novembro de 2014 | 01:20



O Que os Fiéis Devem Fazer?

As pessoas que fazem parte da igreja de Deus foram chamadas “a ser santos” (1 Coríntios 1,2). O Senhor que nos chamou disse: “Sede santos, porque eu sou santo” (1 Pedro 1,16).


Embora a santificação e perfeição sejam nossos alvos, ainda erramos. Deus faz tudo para nos ajudar nas batalhas contra a tentação (Romanos 8,31-39) e sempre oferece uma saída das ciladas do Adversário (1 Coríntios 10,13). Mesmo assim, falhamos. O apóstolo João escreveu aos cristãos quando disse: 


“Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós” (1 João 1,8).




Sabemos que não somos perfeitos. Eu faço coisas que não devo e deixo de fazer coisas que devo. Sei que os meus irmãos, também, erram. Reconhecendo esses fatos tristes, entendemos que há pecado na igreja.



Ao invés de nos conformar à realidade lamentável de pecado na igreja, devemos buscar e seguir as instruções bíblicas para purificá-la. “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12,14).


A Santidade Começa Comigo


Um rebanho não está totalmente limpo se tiver uma ovelha suja. Se eu tiver pecado na minha vida, a igreja ou Comunidade Cristã a qual pertenço será manchada. O primeiro passo no caminho à pureza da igreja é corrigir os pecados nas nossas próprias vidas. É muito mais fácil criticar os outros do que limpar a nossa própria casa.


Quantas vezes ficamos olhando pela janela para ver as falhas dos outros quando precisamos olhar no espelho e enxergar os nossos erros? Jesus perguntou: 


“Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? .... Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão” (Mateus 7,3-5).



Devemos levar a santificação a sério, começando com os nossos próprios corações, e com as atitudes e o procedimento do nosso dia-a-dia. Cobrar a pureza dos outros enquanto vivemos deliberadamente no pecado é seguir a hipocrisia dos fariseus (Mateus 23,3-4;25-28).


As Atitudes Necessárias Para Corrigir os Irmãos que Pecam


Este estudo fala do trabalho essencial de corrigir os irmãos que pecam, procurando resgatá-los da condenação. Ao mesmo tempo, estudaremos sobre a responsabilidade da igreja de se manter pura. Um pequeno artigo não é suficiente para examinar todas as passagens que falam sobre esses assuntos. Por isso, examinaremos especificamente as passagens que mostram como agir quando um irmão peca. Antes de falar sobre o que fazer, é importante também considerar as atitudes certas em fazer esse trabalho. As seguintes passagens devem ser consideradas por qualquer pessoa que se envolve na obra de resgate de irmãos perdidos. Observemos alguns princípios essenciais:


1º)- Devemos procurar o pecador e perdoar o irmão arrependido (Lucas 15,1-32). Esta parábola bem conhecida repreende a auto-justiça do irmão mais velho, que não desejava e não agia para incentivar a reconciliação do irmão desviado com seu pai. Quantos “cristãos” de hoje mostram a mesma falta de amor?



2º)- Cada membro do corpo tem sua função para a edificação dos outros (Efésios 4,16). O trabalho de correção dos irmãos que pecam não se limita aos pastores. Cada membro da Igreja ou comunidade Cristã deve cooperar de forma positiva na edificação mútua para o bem do organismo todo, não alimentando fofocas, que não levam a nada, mas no desejo sincero de corrigir para o bem de todos e principalmente para o irmão em falta.



3º)- Os irmãos mais fortes devem restabelecer “as mãos descaídas e os joelhos trôpegos” (Hebreus 12,12-17). Ajudemos os fracos e desanimados para que não caiam nas mãos do Inimigo, pois aquele que está de pé cuide para não cair ( 1 Cor 10,12).



4º)- A Correção do Irmão que Cai no Pecado:


Quando sabemos de pecados na vida de um irmão, devemos agir. Os espirituais devem corrigi-lo com brandura (Gálatas 6,1). Também sofremos com as fraquezas humanas, e devemos ser compreensivos na abordagem do pecador. Mas a nossa compreensão não justifica o pecado, e não deve se tornar tolerância ou aprovação. Ajamos com brandura, mas corrijamos com firmeza e determinação.



5º)- A conversão do irmão de seu pecado é a salvação de sua alma (Tiago 5,19-20; Provérbios 24,11). Igrejas que ensinam a impossibilidade do Cristão perder a salvação (uma doutrina fundamental do calvinismo: Uma vez salvo, salvo para sempre, portanto crê no Sr Jesus e podes pecar a vontade) negam o ensinamento bíblico e oferecem uma falsa segurança às pessoas que caem. Tiago disse que o resgate do irmão que peca é uma conversão que salva a alma dele.



6º)- Há casos em que a correção pública é necessária (1 Timóteo 5,20; Gálatas 2,11-14). Alguns pecados públicos, se não corrigidos diante das outras pessoas, poderão levar outros ao mesmo erro. É desagradável, mas necessário em alguns casos.



7º)- Em questões de ofensas pessoais, Jesus deu instruções específicas sobre como agir:


Quando um irmão peca contra outro, devemos fazer o que Jesus mandou (Mateus 18,15-17):

1. Falar em particular com a pessoa que nos ofendeu.


2. Se ela não aceitar a correção, devemos tentar de novo, levando uma ou duas testemunhas.


3.Se ela ainda não se arrepender, devemos levar o caso à igreja, que também deve repreender o ofensor. Se a pessoa for rebelde até esta última etapa, devemos nos afastar dela. Por outro lado, se o ofensor se arrepender, em qualquer momento, devemos perdoar e nos reconciliar, certos de que Deus, também, perdoa o arrependido.


“Estas instruções de Jesus proíbem a tentação comum de espalhar notícias dos erros particulares dos outros, sem primeiro falar com eles para ajudá-los (Provérbios 20,19; 26,20-22).”





HEBREUS 2,14-18: “Porque, na verdade, ele não veio lidar com os anjos, mas com a descendência de Abraão.Por isso convinha que em tudo fosse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote naquilo que é de Deus, para expiar os pecados do povo.Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, se compadeceu, e pode socorrer aos que são tentados.”







8º)- A Expulsão da Comunidade Cristã do Irmão Que Anda Desordenadamente, e ou em situação de escândalo (Na maioria destes casos o próprio pecador se auto exclui da vida Comunitária):


O ensinamento de Paulo reforça as instruções de Jesus. Quando um irmão volta ao pecado e recusa se arrepender, os discípulos não devem se associar com o ele (1 Coríntios 5,1-13). A linguagem de Paulo especialmente seu uso da palavra “expulsar”,é tão forte que muitos procuram palavras mais suaves para diminuir o impacto deste ensinamento. Observamos neste capítulo vários pontos importantes:


● O problema: Tolerância do pecado (e do pecador) na congregação (5,1-2).

● A ação exigida: Entregá-lo a Sátanas (5,5). O pecador queria ficar com um pé no reino de Cristo e outro no império das trevas. Paulo mandou colocar os dois pés no reino do diabo, para que o irmão aprendesse a futilidade da vida no pecado.

● Os propósitos: 

1. A salvação do pecador (5,5);

2. A pureza da igreja (5,6-8);

3. A obediência a Deus e manter a igreja sem mácula proposital(5,4-8).


● A aplicação prática: Evitar o envolvimento social com o pecador: “...não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro...; com esse tal, nem ainda comais” (5,11).


Paulo reitera o mesmo princípio nas instruções dadas aos tessalonicenses. Devemos nos apartar de todo irmão que ande desordenadamente (2 Tessalonicenses 3,6;14-15).


9º)- Advertir como irmão, não tratar como inimigo: Tudo que fazemos para corrigir o pecador e manter a pureza da comunidade deve ser motivado pelo amor, não pelo ódio ou desprezo das pessoas que caem. Quando tivermos contato com um irmão que foi expulso, ou se auto excluiu, devemos aproveitar para advertir e encorajá-lo a voltar para Deus.



10º)- O Perdão do Arrependido:Se o pecador se arrepender e voltar, os outros irmãos devem perdoar e aceitá-lo (2 Coríntios 2,3-11). Igrejas que praticam a expulsão sem a possibilidade de reconciliação (no caso de determinados pecados como adultério, por exemplo) erram por não mostrar o espírito de Deus, que “é rico em perdoar” (Isaías 55,7). O irmão arrependido deve ser perdoado e aceito e abraçado, não tratado como um cidadão de segunda classe. Uma vez que ele abandonou o império das trevas,(Farras, adultérios, homossexualismo deliberado,corrupções,fornicações, etc...) precisará do apoio dos fiéis para se firmar novamente no reino de Cristo.


“Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo”





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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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