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Só existem dois tipos de PTISTAS ????

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 9 de outubro de 2014 | 15:57



Essa classificação dos petistas em duas categorias (Ignorantes e espertos) é uma verdadeira homenagem aos filiados e simpatizantes do PT e dá a entender que a esmagadora maioria dos petistas é de gente honesta.


O povo seria então honesto e suas lideranças "espertas"? O povo seria burro e seus lideres inteligentes? 


Estariamos diante de duas sub-classes da espécie humana tão diferentes assim? Os lideres do PT defendiam a ética enquanto essa defesa foi estrategica para a sua ascensão.



Foi assim que o PT cresceu:


Ora acenando com a justiça social, ora levantando a bandeira da ética  Mas isso significaria então que o povo é ético e que seus lideres não são? Mas o povo seria tão burro assim? Algo está mal explicado nessa "antropologia petista". Ou o povo e suas lideranças seriam igualmente oportunistas, variando apenas o QI? Como já foi fartamente demonstrado pelos estudiosos da psicologia humana, o homem tem uma necessidade básica de se iludir, de se enganar, de criar mitos, de imaginar uma existência paradisiaca no céu e mesmo na terra, como ainda hoje (???)  os socialistas marxistas remanescentes da História desejam.


Além disso, o homem (e infelizmente também a mulher),  é comandado por forças naturais que alguns chamam de "instintos". Um destes instintos é o da dominação. Assim, os petistas espertos seriam aqueles que têm as habilidades necessárias para dominar os petistas burros? Mas o Zé Dirceu, considerado por ministros "supremos" como chefe de quadrilha parece que não foi tão esperto quanto os burros poderiam esperar.



Evidentemente ele teve um lapso em sua esperteza, que outros políticos mais bem dotados não tiveram, como foi o caso de FHC, que graças à sua maior maturidade psiquica e intelectual, conseguiu sair ileso do Poder, depois de 8 anos de mandato. Com a sua esperteza mudou a constituição para ter o direito de se reeleger.


Porém para isso não precisou apelar para a burrice do povo, bastando agradar de alguma forma ainda não bem esclarecida, os representantes do povo. Não deixa de ser curioso (para não dizer trágico) como aqueles que dominam e manipulam o povo são considerados seus representantes.



Atendendo aos seus "instintos primitivos" o povo vai continuar precisando de lideres dominadores:


O PT, depois de Lula, começa o seu irreversivel declinio, agora acelerado pelos ministros "supremos". Mas isso, paradoxalmente, vai criar uma frustração nos anti-petistas.


A quem agora eles vão dirigir sua catarse alimentada pela estratégia do bode expiatório? 


Existe nesta "antropologia petista" um componente religioso que se expressa da seguinte maneira:  o PT foi o maior partido de massas da história da humanidade, para o que foi necessário, obviamente, por parte do povo, uma adoração de caráter religioso.


Já que Deus não conseguiu implantar a justiça social no Brasil essa tarefa ficou reservada  para os lideres espertos do PT. Nasceu assim nas terras brasileiras, um falso Deus, que na medida em que exibia com uma progressiva exuberância o seu poder, foi despertando o ódio dos setores mais inteligentes da classe média que perceberam a falsidade ideológica petista. Assim formaram-se duas religiões politicas no Brasil a partir da década de 80 do século XX: a religião dos petistas e a religião dos anti-petistas.



A religião dos anti-petistas tem (ou teve?) a missão histórica de exorcizar o demônio:


Mas o que estes religiosos vão fazer depois da queda fatal do PT? A quem vão dirigir seu "ódio do bem"? Aos socialistas remanescentes do PSTU, do PSOL e de outros partidos nanicos? Mas estes demônios não têm a força necessária para mobilizar os nossos instintos primitivos. Depois da gloriosa vitória contra o PT que graça teria enfrentar partidos nanicos?



E aqueles que, como nós, não se engajaram nessa luta politico-religiosa, que poderão fazer de interessante após a queda fatal do PT?



Já que a religião está ressurgindo com toda a força  no mundo  para compensar a decadência da civilização, podemos nos vincular de uma forma religiosa à ética, contribuindo para que a nossa modesta entidade, o IMLB - Instituto Mãos Limpas Brasil, cumpra a missão de ser a entidade mais ética da história do Brasil. Ocorre que para praticar essa religião não é necessário, felizmente, dispor de nenhum "Poder Sacro".


Assim seja.

*Mtnos Calil - Pelo fervor da ética.

(Postado por LuH Barbosa às 9:22 PM)


FONTES DE REFERÊNCIAS:

http://enviranews.blogspot.com.br/2012/09/so-existem-2-tipos-de-petistas.html


http://freakout.net.br/existem-2-tipos-de-pessoas-satisfeitas-com-o-atual-governo/


O Dualismo maniqueísta dos Ptistas: O PT é o bem a Oposição é o Mal ?


O origem dessa dicotomia ética aplicada à política se encontra no próprio dualismo original da religião dos iranianos, desde que seu fundador, Zarathushtra ou Zoroastro, cindiu em dois a divindade, concedendo a Ormudz ou Ahura Mazda as qualidades de bondade e veracidade, a ele opondo Arihman, o "grande satã", deus do mal e da mentira. 



O dualismo transcendente tomaria uma forma mais pronunciada nos ensinamentos de um outro profeta, Mani ou Manichaeus, que viveu 800 anos depois e influenciou as seitas gnósticas de princípios de nossa era. Fundador de uma religião conhecida como maniqueísmo, Mani contaminou de mitologia mágica dualística todas as heresias que ameaçariam a ortodoxia católica na Idade Média, Cátaros, Albigenses, etc. Não nos esqueçamos que S. Agostinho, o maior filósofo cristão, professou o maniqueísmo em sua mocidade, a tal ponto que muitos críticos reconhecem em sua teologia reminiscências do dualismo ético, tão entranhado agora na mente humana que é difícil dele nos libertarmos.



Foi Agostinho, no entanto, quem melhor desenvolveu a interpretação correta que S. Paulo fez do Evangelho de Cristo, segundo a qual é em nós mesmos que devemos procurar a oposição entre o Bem e o Mal. 



No maniqueísmo, ao contrário, somos nós, seus professos, donos da verdade e da justiça, enquanto detestáveis são aqueles que não pensam como nós porque portadores da maldade e da mentira. É fácil avaliar a importância dessa psicopatologia na postura do ideólogo moderno, fiel ao cego dogmatismo de suas mais estapafúrdias doutrinas e sempre disposto a acusar de mentiroso, injusto, perverso e egoísta seus adversários. 



A dialética do Bem e do Mal que o maniqueísmo provoca leva o alegado defensor da Verdade a recorrer a qualquer instrumento para eliminar o Outro. A faca do assassino (do árabe hashishim, comedor de haxixe), os fogos da Inquisição, o Gulag e Auschwitz, a bomba terrorista da "guerra santa" dos aiatolás, o tiro na nuca no porão do KGB e o paredón para punir o traidor vendido aos interesses alienígenas, tornaram-se banais em nossa época. 




Orwell descreveu magnificamente o "duplo-pensar" totalitário que justifica o crime. O ideólogo pensa estar defendendo a justiça e a verdade, de tal modo que a prisão moscovita se transforma em "amorzinho" (Lubianka) e o genocídio é a justa recompensa dos "capitalistas burgueses". Voegelin descobre traços do processo psicopatológico que cinde a realidade histórica, necessariamente complexa e cinzenta, na simplicidade dualística do branco X preto ou, como se prefere hoje dizer, da "esquerda" e "direita". 




O nazismo e o marxismo, em suas várias vertentes, são as manifestações mais clamorosas da enfermidade mental. Claro. O nacionalismo xenófobo se tornou, porém, a partir da 1.ª Guerra Mundial, a expressão coletiva mais banal da esquizofrenia paranóica. A corrupção da verdade em seu oposto, a Grande Mentira dialética, é também suscetível de ser diagnosticada como Pseudologia Epidêmica ou Pseudodoxia Fantástica. Assim como o católicos e protestantes atribuíam um ao outro a causa de todos os males, o nazista os atribui aos judeus, o marxista aos liberais e o latino patrioteiro aos americanos.




As observações acima vêm a propósito da ira incontida, verdadeira rebordosa histérica que maltrata os "esquerdistas" (chamêmo-los assim, já que tanto apreciam esse grotesco termo jacobino) diante do colapso da URSS, da queda do Muro de Berlim e do fenômeno da globalização, aparentemente irreversível. 




A adoção quase universal das receitas liberais, mesmo pelos partidos tidos como de "esquerda", o Labour de Mr. Blair, a Gauche de Monsieur Jospin, o regime de Deng Xiaoping e Jian Zemin (Dois Sistemas, Um Só País), a "Concertación de Izquierda" do Chile, o Justicialismo argentino e mesmo, entre nós, o PSDB de FHC – se traduz por programas de abertura ao mercado global e privatizações. Assim mesmo, oannus mirabilis de 1989 (saudemos essa data maior do século 20!) concedeu a esse pessoal um tempo suficiente para que se recomponham. Afinal de contas, a revolução liberal foi uma "revolução de veludo", como a denominou o presidente checo Vaclav Havel. 




Os liberais, não somos vingativos, reconhecemos nossos próprios defeitos e insuficiências, não absolutizamos nossas idéias, reconhecemos que elas evoluem e se integram em outras receitas. Se tivéssemos imitado Lenin, Stalin, Hitler, Mao ou Fidel Castro, os socialistas que escapassem do paredón ou da bala na nuca estariam hoje encerrados todos num Gulag apropriado, maior do que a ilha de Cuba. Ao invés, eles voltaram ao poder sob títulos diversos. 




São "populistas", "petistas", "social-democratas" ou "socialistas cristãos". Agarram-se aos cargos e mordomias. 



No Brasil, é mais óbvio seu descaramento. Um exemplo supino é o do Emir dos Crentes, mais conhecido como professor Sader. Perdoe-me esse eminente "sociólogo" levantino e guru do PT se lhe renovo o merecido galardão, do "Prêmio Imbecil Coletivo de 1996", a ele concedido por Olavo de Carvalho. 




Suas idéias são bastante características. Definem o mecanismo de transferência de culpa, dialética mendaz, deslealdade e cínica hipocrisia "xiita" (mas será que o professor é sunita?). Um exemplo é a tentativa de contrapor ao "Livro Negro do Comunismo" (cem milhões de mortes) um pseudo "Livro Negro do Capitalismo". Ao denunciar o "desconhecimento da história", indigitar o "pensamento único" e utilizar o truque de interpretar de modo estreitíssimo os dogmas marxistas-leninistas, ele atribui a 1.ª Guerra Mundial (20 milhões de mortes) ao capitalismo. 




Admiravelmente simples! Só que em 1914 a França e a Grã-Bretanha eram governados por partidos de esquerda – os dois líderes, René Viviani e Clemenceau, ambos socialistas, e Lloyd George um liberal de esquerda apoiado pelo Labour. Um único prestigioso socialista se opôs ao conflito, Jean Jaurès, e foi assassinado por ser germanófilo. O reich bismarckiano era, similarmente, dirigido pelos social-democratas e, dos dois lados da cerca, todos os socialistas aplaudiram e votaram os orçamentos de guerra de seus respectivos governos. O mesmo em 1939. Atribuir ao "Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães", os Nazistas de Hitler, um vezo "capitalista" é uma aberração da inteligência. Em 1939, capitalistas eram os judeus... Todos os liberais austríacos e alemães que, no pós-guerra, iriam erguer a "economia social de mercado" e promover o "milagre alemão", homens como Adenauer, Eucken, Machlup, Ludwig Erhard, von Mises e Hayek, se encontravam no ostracismo, na cadeia ou no exílio.




Mas porventura os militares nipônicos que, em 1932, invadiram a Manchúria, em 1937 a China, promoveram o rapto de Nanking e, em 1941, bombardearam Pearl Harbor seriam também burgueses capitalistas? 




E o Pacto Molotov-Ribbentrop de agosto de 1939, que desencadeou a guerra (50 milhões de mortes) permitindo a Hitler liquidar separadamente com a Polônia, a Escandinávia e a França, enquanto Stalin, o outro parceiro, se locupletava com a outra fatia da Polônia, os Estados bálticos e a Finlândia – foi por acaso firmado por capitalistas burgueses? 




E como foi mantido e se expandiu o Império soviético (60 milhões de vítimas)? Quem invadiu a Coréia do Sul em 1950, o Tibet em 1951 e a Índia setentrional em 1963? Não foi o Vietnã de Ho Chimin que assolou a Kampuchea democrática (um milhão de mortes) e entrou em guerra com a China maoísta em 1979? 




Não foi o Iraque que atacou o Irã e a URSS que ocupou o Afeganistão? E a Iugoslávia de Milosevitch não era comunista quando se desintegrou em sangrenta guerra civil (300 mil mortos)? O ilustre Emir dos Crentes deve aprender história no curso primário antes de escrever "Em Defesa da História" nos jornais burgueses de Brasília, Rio e São Paulo, essas mesmas folhas que acusa de colaborarem no "festival do pensamento único que assola nossa imprensa". 




Mas talvez tenha razão: o festival de pensamento único que assola nossa imprensa e o "clima de impunidade" com idéias estrambólicas é a mesma orgia ideológica de que o comendador está, precisamente, gozando com seus comparsas. ( Olavo de Carvalho).



Diz Aécio:



“Pressionado pela queda nas pesquisas, o petismo recorre ao terrorismo em escala, tentando demonizar as oposições para confundir e dividir o país reeditando o conhecido “nós e eles”.O “nós” são os “patriotas” do governo e os que se servem de fatias da administração federal como contrapartida ao alinhamento e ao silêncio obsequioso. Ou, pior, os que se prestam à posição vergonhosa de atacar quem cobra transparência e exige a apuração sobre a corrupção endêmica que atinge o país.O “eles” são as oposições e os brasileiros que, nesta versão maniqueísta, ao combater e criticar os malfeitos do governismo, trabalham contra o Brasil. Simples assim.Esta é a estratégia que restou, desde que o PT perdeu discursos e abandonou as suas bandeiras históricas.”



Essa estratégia não é nova:



Os marxistas dividiram o mundo em duas classes, trabalhadores e capitalistas, em que estes exploravam aqueles. O mundo simplista e dicotômico tinha uma explicação evidente para todos os males: 



“A culpa de todos os males do mundo é sempre dos capitalistas insensíveis e exploradores, que faziam de todos os trabalhadores as vítimas de sua ganância desmedida.”



Mas, como explica Aécio Neves:



“quem tem reclamado do governo são os pobres, a classe média, aqueles que precisam utilizar os péssimos serviços públicos, ou que não podem blindar seus carros contra a insegurança que cresce por negligência do governo federal. Ou ainda aqueles que dependem de hospitais públicos e morrem em filas de espera. Seriam esses os “inimigos do Brasil”? 



Conclui Aécio:



“A verdade é que, por mais que o governo tente fugir da realidade, ela se impõe todos os dias. Denúncias sobre as falcatruas na Petrobras não param de surgir e a imprensa já lança luz naquele que parece ser o grande temor do governo: os negócios realizados nos fundos de pensão das estatais, que têm tudo para desafiar a paciência do mais crédulo dos brasileiros.Quem deseja mais transparência e quem clama por investigações mais profundas frente a tantos escândalos de corrupção não é inimigo do país; ao contrário: quer justamente salvar o Brasil de um destino trágico, como o venezuelano ou argentino.”



Ironicamente, após apelar tanto para tal discurso maniqueísta, o feitiço se voltou contra o feiticeiro:




Hoje até podemos resumir a disputa por um Brasil melhor de maneira reducionista e simplista, sem errar muito no diagnóstico. Aqueles que lutam por um país mais próspero e justo estão unidos em torno de um objetivo comum de curto prazo: tirar o PT do poder. (Rodrigo Costantino).
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