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Quais os limites e fronteiras entre Psiquiatras e Exorcistas ?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 23 de julho de 2014 | 16:05






Em 2008, o doutor Richard E. Gallagher, um psiquiatra e professor de Psiquiatria na clínica New York Medical College, documentou o caso de uma paciente com o nome de “Julia”, dizendo que se encontrava diante de um real caso de possessão demoníaca.


É raro que um cientista e psiquiatra reconheça tal possibilidade, visto que em geral os médicos dizem que se trata de qualquer tipo de doença mental.


O doutor Hallagher observou pessoalmente objetos voarem e notou que Julia era capaz de levitar, falar em línguas desconhecidas e saber coisas das pessoas ao redor dela.

Também a ciência cambaleia diante de episódios que se apresentam como inexplicáveis:



Um destes é a possessão demoníaca, processo no qual o espírito demoníaco se apodera de um corpo mortal. Um processo não imediato e radical, mas que se manifesta em três frases, a última das quais (possessão de terceiro grau) é devastadora para o físico da pessoa, na qual o demônio altera fortemente as características físicas, a temperatura corpórea varia e a pele emite mau cheiro.

A Aleteia perguntou a especialistas do ramo da psiquiatria clínica e psicanálise como a medicina enfrenta este tipo de “via diabólica”?

A doutora Donatella Pace, especialista em Psiquiatria e em Psicologia Médica, seguiu em diversas ocasiões este tipo de pessoas, vítimas de opressões diabólicas. “Como psiquiatra - explica - avalio se seja mais indicado para os pacientes um percurso de psicoterapia, um tratamento psico-farmacêutico, ou eventualmente, os dois. A diferença entre um psiquiatra católico, ateu ou agnóstico está apenas no fato que o primeiro não exclui a verificação dos fenômenos pré-naturais”. Em alguns casos, de fato, verificam-se fenômenos não explicáveis em nível científico. “Ressalto, porém, que isso não acontece de forma frequente.

Existe toda uma outra série de sintomas que não podem se assimilar a distúrbios psíquicos:


“Fala-se de distúrbio bipolar - continua Pace - quando em um paciente se alternam períodos de excitação - marcados por hiperatividade, irritação, delírio de onipotência e outros - e períodos de profunda depressão. Este é um distúrbio puramente psiquiátrico.


Em alguns casos, existem mudanças do tom de humor, que não são cíclicos como no distúrbio bipolar - meses de excitação, seguidos de meses de depressão - mas absolutamente repentinos e alternados no período de poucas horas: a pessoa pode ser tranquila e em uma hora se tornar agitada, furiosa, profundamente angustiada, alegre e assim por diante”.


Outro episódio que tem profundamente marcado a psiquiatria foi “a mudança improvisada de cor da pele em uma pessoa:

A pele assumiu uma tonalidade indescritível e nunca observada clinicamente. Aquilo se associava a uma deformação do rosto e um timbre de voz também indescritível, acompanhados de uma força enorme”. Neste caso somente a intervenção do exorcista seria eficaz. “A pele retoma sua cor, o rosto parece doce em minutos e assim a voz volta ao timbre normal”.


“Antes de chegar a uma conclusão, o médico deve atender uma pessoa várias vezes, dizer quais são os sintomas físicos e psíquicos e debater com outros colegas. Às vezes, acontece que o trabalho do psiquiatra termina aqui.

Ali entra o exorcista:

Será ele, e somente ele a comprovar através do discernimento dos fenômenos naturais e paranormais, ou seja, aqueles que se relacionam com situações de opressão, infestação ou possessão demoníaca”.

O professor Giorgio Codarini, psiquiatra e estudioso de demonologia, evidencia que no curso dos séculos existiu constantemente a tentativa de representar a força do mal.


A neurose demoníaca se tornou objeto de estudo, evolução paralela da psicologia e da psicanálise. “A tarefa do psicanalista - afirma Codarini - é de tornar linguística, transformar em uma história, aquela experiência que transborda no delírio e busca elementos onde se origina o estado nervoso. Não é uma leitura ontológica, não crê na presença do ser que encarna o mal, mas estuda aquilo que é simbólico. E há casos em que ele admite ser impotente e encerra o trabalho”.

O psiquiatra acredita no diabo?


Até a ciência não sabe explicar o comportamento de uma pessoa em possessão do demônio


Segundo o psicanalista, existem pelo menos dois estados que, em alguns casos mais extremos, poderiam se chamar demoníacos: as histerias, que são nervosas, onde se registram mudanças de voz, o falar línguas desconhecidas; e as esquizofrenias, que são psicoses, caracterizadas por distúrbios psiquiátricos com êxtases muito perigosos, o contínuo ouvir vozes, ou emitir risadas anormais.


Neste caso é como se tivesse diante de si mais pessoas que uma só. “Não tenho elementos para demonstrar que são possessões demoníacas - disse Codarini - mas naquelas pessoas percebo algo de anormal no rito do falar, na tipologia de linguagem adotada e no discurso. O mundo externo é como se não existisse, e existe uma apreciação fora dele”.

Em muitos casos é possível curar, transformando o estado de nervoso ou psicótico em uma história, banindo assim esta “presença” obscura, inexplicável, que anula o “eu”.


“Em outras situações, não é possível curar a pessoa e, naquele ponto, pode entrar o exorcista para tirar a pessoa desta prisão”.


É mais radical o pensamento do Padre Raffele Talmelli, psiquiatra e exorcista, autor do livro “Eu vejo o céu aberto”, no qual desmascara muitas obras do diabo.


“A demonologia cuida de fatos extraordinários, com pessoas, frequentemente sãs na mente, que desmoronam no mal e o semeiam. Tudo isso não tem nada a ver com a psiquiatria. E após a Segunda Guerra, ocorreram muitas confusões entre as duas coisas”.


Um exorcista "nem deveria comentar sobre o diagnóstico de um psiquiatra”. Daqui a um tempo sairá um documento da Conferência dos Bispos Italianos neste sentido. “Será útil relatar a demonologia fora do fenômeno da aberração”. Uma “disciplina” que não tem nada a ver com sintomas como mudanças bruscas de humor, distúrbios de personalidade. Nem é correto aproximá-la somente de uma força extraordinária de tipo muscular que poderia originar uma fase maníaca, ou à glossolalia, falar línguas desconhecidas que poderiam ter sido aprendidas em qualquer circunstância da vida.


“É necessário ter atenção em outros sinais, sobretudo de ordem moral, que revelam sob forma diversa, a intervenção diabólica”, explica o psiquiatra-exorcista.

“Não digo nada de novo - prossegue padre Talmelli - porque é o Magistérios da Igreja a falar de possessão diabólica nestes termos. Basta ler o ritual do exorcista, hoje facilmente encontrado na internet, para ver que existe uma dimensão não estritamente física que testemunha a presença do demônio”. O sacerdote dá o exemplo de uma pessoa anciã, mas com uma vitalidade enorme, possessa pelo demônio dos 75 aos 90 anos.


Era um clarividente e em quinze anos tinha escrito 20 mil páginas sem nenhum erro ortográfico, seguidamente, sem dormir, nem mesmo uma hora ao dia. Uma pessoa que manifestava dentro de si uma maldade incrível. Buscava teorizar o mal, tendo uma cultura de base muito limitada e se sentia movido por uma força que o garantia uma energia sem fim.



“Nunca soube que levantasse objetos pesados - acrescenta o sacerdote -, ou cometesse outros gestos que são associados a uma possessão diabólica. Quero ressaltar que quando Jesus encontrou o demônio, este citou o salmo, dando uma interpretação distorcida à Palavra de Deus. Não cometeu nenhum ato físico contra Jesus, ou contra si mesmo.


Um outro exemplo: Hitler era uma pessoa movida pelo demônio, um convicto sustentador da pureza da raça ariana, um germe difundido com maldade indescritível a milhões de pessoas. Por isso sou convencido que a possessão é algo que entra em uma esfera não classificável da ciência, e se insere no extraordinário dos fatos”.


Os possuídos são apenas pessoas com problemas mentais?


O demônio é simplesmente a maldade humana, ou é um ser pessoal?


Um professor nos assegurou que o demônio não existia.Esse professor era especialista na Bíblia e dava aulas extraordinárias. Tinha um grande conhecimento e enorme carisma. Ele nos ensinou a amar a Palavra de Deus, mas insistia em que, quando a Bíblia falava de pessoas possuídas pelo demônio, referi-a a gente com doenças psíquicas. Segundo esse professor, a Bíblia usava a imagem do demônio para falar da maldade humana.



Esse especialista afirmava que tomar ao pé da letra os textos bíblicos sobre o diabo era algo ridículo e fora de moda, uma ideia superada.


Muitos alunos, talvez querendo se sentir avançados, aceitaram a afirmação sem questioná-la.



Outros de nós, em contrapartida, começamos a procurar as passagens bíblicas que mencionavam o demônio em um contexto que era impossível interpretar que se tratava apenas do “mal” visto de forma abstrata. Era muito claro que se referiam a um ser pessoal  (cf. Mc 1,34; 5, 1-20; Lc 4, 33-35).



De forma que, para acabar com as dúvidas, fizemos o que sempre se deve fazer em casos assim: consultar o que diz o Catecismo da Igreja Católica:


As verdades básicas da fé católica não podem depender da opinião pessoal de cada um, do que cada um entenda como lógico ou fácil de crer. Uma das razões pelas quais Jesus fundou a Igreja foi para que houvesse autoridade competente que pudesse ensinar os fieis sem erro, tarefa para a qual prometeu enviar o Espírito Santo, que a guiaria na verdade.


Por isso, como católicos, não podemos nos conformar com tudo que um professor ensina, por mais simpático ou convincente que ele seja, sem antes verificar se o seu ensinamento coincide com o Magistério da Igreja. E, neste caso, lamentavelmente, não coincidia.



O Catecismo diz que o Diabo, ou Satanás, é um anjo decaído, uma criatura que livremente optou por se tornar inimiga de Deus (cf. n. 391 do Catecismo).

Dessa forma, não cabe interpretar que, quando a Bíblia fala do demônio, refira-se apenas à maldade que existe no coração humano. Quando fala do demônio, a Bíblia fala de um ser pessoal, espiritual.


O Catecismo afirma que Satanás é poderoso por ser espírito puro, atua no mundo por ódio contra Deus, e pode causar graves danos, de natureza espiritual e inclusive física (cf. n. 395 do Catecismo).


Fica claro que o diabo existe. Negar a sua existência não é só uma heresia que contradiz o ensinamento da Igreja, mas leva ao risco espiritual de considerar que não há perigo em participar de práticas de ocultismo ou rituais satânicos. Sim, existe perigo!


Mas hoje muitos jovens recorrem a essas práticas, talvez buscando apenas tirar sarro ou sondar poderes ocultos. Mas, sem saber, eles entram em um terreno perigoso, o terreno do inimigo de Deus.

Quem negocia com o demônio, quem abre as portas para ele, quem se coloca voluntariamente sob a influência da “mentirosa sedução que induziu o homem a desobedecer a Deus” (Catecismo, n. 394), pode perder sua salvação; coloca sua alma em grave risco de condenação.


É importante conhecer o perigo que se corre, mas conhecer também com sair disso. O Catecismo afirma que Satanás não tem poder infinito nem pode impedir a edificação do Reino de Deus (cf. n.395), e que Jesus se manifestou para desfazer as obras do diabo (1Jo 3, 8) .

Assim, para não cair nas garras do Maligno, é preciso fazer duas coisas:

1)- Em primeiro lugar, não pensar que o demônio não existe, isso é uma falsidade promovida por ele mesmo (não é à toa que Jesus o chamou de pai da mentira).


2)- Em segundo lugar, seguir o bom conselho de Pedro: “Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar. Resisti-lhe fortes na fé” (1Pe 5, 8-9), estando na fé da Igreja, que nos ensina sobre a existência deste inimigo de Deus, e nos ensina que a melhor maneira de combatê-lo é tomar firmemente a mão do Senhor, para viver tranquilos sob o poderoso amparo do seu amor.


Demônio e Espírito Santo podem estar na mesma pessoa?



Por que o Espírito Santo não poderia expulsar o demônio?


(Por Stefano Stimamiglio)

Padre Gabriel Amorth, ouvimos falar que o demônio, como o resto dos anjos, sendo um ser espiritual, não tem formas definidas. Mas quando está numa pessoa, ele encontra maneiras e formas de se manifestar.


O demônio pode se localizar em uma parte específica do corpo humano?

Não. Os demônios não têm uma localização específica, quando se encontram numa pessoa estão em toda ela. Quando a pessoa possessa entra em um momento de manifestação, o demônio, de alguma forma, “assume o comando”. Geralmente a pessoa fala em várias línguas, faz movimentos incontroláveis, blasfema e perde o controle de si mesma.

Neste caso, a possessão diabólica excluiria a presença do Espírito Santo?

Em se tratando dos espíritos não podemos raciocinar de maneira humana. O “espaço” representado por um corpo humano não é “preenchível”, como por exemplo, a água enche o espaço da piscina. Trata-se, no caso do demônio e do Espírito Santo, de dois espíritos rivais que podem conviver na mesma pessoa. Por outro lado, nota-se que diversos santos foram possuídos por espíritos maus, mesmo se, evidentemente, eram plenos do Espírito Santo. Como se explica isso sem admitir que é verdade o que eu disse?

Mas o Espírito Santo não pode expulsar o demônio?

Sim, mas o faz com a ajuda imprescindível das nossas orações, que representam o espaço da liberdade nas nossas escolhas. No Evangelho de Mt 9, 29 diz-se que certo tipo de demônio “não é possível expulsar senão pela oração e pelo jejum”. O demônio se camufla, esconde, porque sabe que no momento em que se revela com sinais marcantes, começa o seu fim. Começarão as orações, os exorcismos, as orações de libertação, intensificar-se-ão as missas. E ele não pode resistir à força da oração e do jejum.

Quem deve rezar e jejuar?

Todos, a partir da pessoa que sofre com o espírito mau. Muito eficazes são também as orações dos familiares mais próximos, que com suas colaborações podem dar uma contribuição fundamental para criar um clima positivo na casa. A estas pessoas adiciono o exorcista, o pároco e outros que ajudam no trabalho de libertação dos oprimidos.

Vaticano reconhece a Associação Internacional dos Exorcistas


"O exorcismo é uma forma de caridade e benefício para as pessoas que sofrem" - Pe Amorth


A Congregação para o Clero aprovou os estatutos da Associação Internacional dos Exorcistas (AIE). A Associação tem cerca de 250 exorcistas em trinta países.

Segundo o site Vatican Insider, a Associação Internacional dos Exoscistas (AIE) tem agora um estatuto jurídico. Com o decreto do dia 13 de junho de 2014, a congregação para o clero reconheceu juridicamente a AIE.

A ideia de reunir os exorcistas em uma associação – destaca o L'Osservatore Romano, surgiu na Itália com o padre Gabriele Amorth, religioso da Sociedade de São Paulo. Em 1993, padre Amorth e outros exorcistas italianos participaram de uma convenção organizada pelo exorcista francês René Chenassau e o teólogo René Laurentin. A experiência positiva se repetiu em 1994, em Ariccia, onde decidiram continuar estes encontros internacionais a cada dois anos. Foi eleito como presidente da estrutura o padre Amorth, assim foi aberto o projeto de estatuto para uma organização internacional.

O padre Francesco Bamonte disse ao L'Osservatore Romano que a aprovação feita pela Santa Sé “é motivo de alegria não apenas para os associados, mas para toda a Igreja. Deus chama alguns sacerdotes para este precioso ministério do exorcismo e da libertação, com a tarefa de acompanhar com humildade, fé e caridade as pessoas necessitadas de atenção espiritual e pastoral para sustentá-las e encorajá-las no caminho da libertação e para reavivar a esperança delas”.


O presidente da AIE disse que “o exorcismo é uma forma de caridade e benefício para as pessoas que sofrem; isto entra sem dúvida nas obras de misericórdia corporal e espiritual”.

Fonte: Aleteia
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