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Afinal - Qual era o pecado de Sodoma que CLAMOU AOS CÉUS ?

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 13 de setembro de 2011 | 08:47


“Nenhuma falácia resiste a um debate que siga regras de objetividade e veracidade. Em geral, os falaciosos (ou aqueles que buscam conscientemente manter a humanidade em um estado de estupidez reinante) não deixam espaço para o debate, porque ficam sem graça diante de refutações, mesmo as mais simples. O seu objetivo não é a dúvida intelectual, mas sim manter a carga emotiva que suas falácias venham a produzir. Assim, suprimem o debate para que sua versão seja vista como fato, e fato definitivo.”

Conta o livro de Gênesis que os moradores de Sodoma e Gomorra eram maus e profundamente pecadores.
Esse pecado adquiriu tal gravidade na época de Abraão que Deus, em um evento único em toda a Bíblia, decidiu destruir inteiramente aquelas cidades.

Diz a narrativa:

“Então o Senhor fez chover enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra – do Senhor desde o céu. Subverteu, pois, aquelas cidades, e toda aquela planície, e todos os moradores daquelas cidades, e o que nascia da terra.
(Gênesis 20.25)

Há constantes referências na Bíblia a este evento, que alertam para a sua destruição repentina e total.
A iniquidade em Sodoma era tal que os seus moradores não tinham pudor de pecar em público: “não os dissimulam” (Isaías 3.9).

Contudo, que pecado tão grave era esse?

A Bíblia não descreve que pecado era esse.
Mas era algo que tinha atingido níveis graves no momento em que Deus anuncia a Abraão a sua iminente destruição.

O clamor de Sodoma e Gomorra tem se multiplicado tanto, e o seu pecado se tem agravado de tal maneira que descerei, e verei se de fato o que têm praticado corresponde a esse clamor que é vindo até mim. Se não, sabê-lo-ei.
(Gênesis 18.20-21).

A sodomia

Para dezenas de gerações que nos precederam – e também alguns pregadores atuais – o pecado de Sodoma era bastante específico: a sodomia.
Quando Deus anunciou a destruição de Sodoma, Abraão intercedeu por Ló, seu sobrinho, que habitava na cidade. Deus então enviou dois varões (que eram anjos) à cidade, e estes foram recebidos na casa de Ló. À noite, porém, os moradores (“os homens de Sodoma, desde o moço até o velho”) cercaram a casa e exigiram que Ló entregasse os visitantes (“traze-os para fora, para que os conheçamos”). Na condição de hospedeiro, Ló não aceitou e até ofereceu suas duas filhas para os moradores, mas eles não quiseram e agrediram Ló, forçando a porta da casa.

Então os dois anjos “feriram de cegueira os homens que estavam do lado de fora, desde o menor até o maior, de modo que se cansaram de procurar a porta” (Gênesis 19.4-11).

Segundo o dicionário Houaiss, a primeira vez em que foi utilizado o termo sodomia foi no século XII, referindo-se ao coito anal e, por figuração, a relação homossexual

A identificação de Sodoma com a homossexualidade (ou, ao menos, a certas práticas associadas a ela) tornou-se tão forte que algumas versões da Bíblia traduziram em 1Reis 15.12 como ‘sodomitas’ para se referir aos que praticavam a prostituição de santuário (os effeminatos, segundo a Vulgata) e foram expulsos pelo rei Asa.

Ainda hoje há intérpretes tradicionalistas que consideram que a substituição de termo ‘sodomitas’ por outros mais preocupados com o caráter ritual dessa prática como uma forma de legitimar biblicamente o homossexualismo, cortando a sua relação com o pecado de Sodoma.
Contudo, a palavra traduzida como ‘sodomitas’ (tanto no AT quanto no NT) não guarda nenhuma alusão a Sodoma e, portanto, essa é uma leitura dos séculos XVII e XVIII e não uma memória que associe o pecado de Sodoma aos qedeshim dos templos. 

O verbo ‘conhecer’

Na direção oposta, outros comentadores bíblicos afirmam que o pecado de Sodoma nada tem a ver com a homossexualidade – ao menos, com a homossexualidade “com amor e responsabilidade”.
Don Eastman (recentemente falecido), bispo das Metropolitan Community Churches, lembrando que o anúncio do juízo sobre aquelas cidades se deu antes do incidente na casa de Ló, sustentou que o verbo ‘conhecer’ (Gen 19.5) pode fazer alusão a um outro sentido que não o sexual:

“Poderia também expressar a intenção de examinar as credenciais dos visitantes ou, como em raras ocasiones, o termo implicaria um contato sexual. Se fosse este último o significado intencional do autor, trataria-se de uma clara intenção de violação coletiva”.

Além disto, sustenta Eastman, diante da casa de Ló se ajuntaram todos os moradores de Sodoma (“desde o moço até o velho”, segundo Gen 19.4).
Então, considerando que em todas as culturas humanas os homossexuais são apenas uma minoria, seria impossível que todos eles fossem homossexuais. Logo não era esse o pecado de Sodoma.

Inconsistências da tese anterior:


1. A possibilidade de o verbo yadah, “conhecer” (Gen 19.5: “Onde estão os homens que entraram esta noite na tua casa? Traze-os cá fora a nós para que os conheçamos”) fazer alusão a um outro sentido que não o sexual é traída pelo próprio Eastman, que tentou (no mesmo texto, logo depois) justificar que talvez os moradores que cercaram a casa não fossem homossexuais pelo fato de Ló ter tentado dissuadi-los de seu intento – aliás, sem sucesso – oferecendo suas próprias filhas a eles (Gen 19.8).


Portanto, a conotação do verbo conhecer nessa passagem é, sem dúvida, sexual, e que nada tinha a ver com ‘examinar as credenciais de visitantes’ ou expô-los a uma humilhação pública.

2. É evidente que nem todos os moradores de Sodoma eram homossexuais – ao menos, os genros prometidos às filhas de Ló seguramente não o eram (embora se possa dizer também que eram estrangeiros na cidade).

Contudo, quando houve uma tentativa de se abusar violentamente dos dois visitantes, todo o povo se juntou diante da casa de Ló (“desde o moço até o velho; todo o povo de todos os lados”). 

3. Ao tentar enfatizar a recusa dos moradores pelas filhas de Ló, Eastman se prendeu muito a um conceito da homossexualidade como um comportamento inteiramente incompatível com qualquer desejo heterossexual. 



Não é essa a opinião dos especialistas no assunto, desde a polêmica publicação da escala Kinsey de comportamento sexual (1948). A homossexualidade não exclui necessariamente o desejo heterossexual. Apenas um tipo de comportamento rejeita inteiramente o contato com o sexo oposto.



Uma leitura atenta do texto, porém, nos mostra que o que acendeu a ira dos habitantes foi a tentativa de Ló, sendo estrangeiro na cidade, levantar-se como protetor dos dois visitantes, rompendo alguma ‘regra’ de recepção em Sodoma: “agora te faremos mais mal a ti do que a eles” (Gênesis 19.9). 

Algumas gerações mais tarde, o mesmo caso de Sodoma voltou a se repetir em Gibeá, porém, entre os próprios filhos de Israel (Juízes 19.12-30) e, desta vez, os sitiantes (‘filhos de Belial’) aceitaram a mulher, abusaram dela e acabaram matando-a. Esse crime horrendo (“Que maldade é essa que se fez entre vós?”) provocou a ira de todas as tribos contra Benjamim, quase exterminando aquela tribo.

O pecado da inospitalidade

Não podemos afirmar, seguindo uma leitura atenta do texto bíblico (e em conformidade com o princípio da onisciência divina), que Deus não conhecia qual era o pecado dos habitantes de Sodoma. 

Contudo, alguns comentadores pretenderam ter encontrado o pecado de Sodoma na ‘inospitalidade’ dos seus moradores, sem qualquer alerta sobre a imoralidade sexual. E apresentam como justificativa o seguinte comentário do próprio Cristo: 

“E tu, Cafarnaum, erguer-te-ás até os céus? Serás abatida até o inferno. Se em Sodoma tivessem sido feitos os milagres que em ti operaram, ela teria permanecido até hoje. Porém, eu vos digo que haverá menos rigor para os de Sodoma, do que para ti.” (Mateus 11.23-24)

É do mesmo teor o comentário em Sabedoria 19.13-17.

Teria sido a ‘inospitalidade’ o pecado de Sodoma?

É claro que não foi esse o motivo que fez o Senhor anunciar o juízo sobre Sodoma e Gomorra. 

A missão dos varões em Sodoma (além de salvar Ló) era criar uma situação em que os moradores seriam ‘pegos no laço’, tentando violar (sexualmente) os visitantes sem saber que eram mensageiros de Deus. É evidente que essa intenção é que motivou a violação.

Procurar outras explicações para o pecado de Sodoma seria fazer uma leitura secundária dos motivos que levaram à destruição de Sodoma e desprezar, por exemplo, o que diz a carta de Judas:

“Assim também Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas que, havendo-se prostituído como aqueles, e ido após outra carne, foram postas como exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno. Contudo, semelhantemente também estes falsos mestres, sonhando, contaminaram a sua carne, rejeitaram toda a autoridade, e blasfemaram das dignidades”.
(Judas 7 e 8)

Quando Jesus comparou Cafarnaum a Sodoma, não estava se referindo apenas (e nem principalmente) à inospitalidade, mas à falta de piedade e arrependimento que as cidades da Galileia demonstraram diante da operação de milagres naquelas cidades. Isaías seguiu o mesmo critério quando chamou os poderosos de Judá por ‘Sodoma’, e o povo, por ‘Gomorra’ (Isaías 1.9-10).

Em relação a Corazim e Betsaida (que igualmente se mostraram ‘inospitaleiras’ a Jesus), Cristo também comparou a outras duas cidades, Tiro e Sidon, cujo pecado é bem melhor conhecido: o sacrifício de seus próprios filhos no fogo!

Apesar desse costume de ‘receber’ os visitantes possa ser muito comum no Oriente Próximo antigo, não há nenhuma que o juízo sobre Tiro e Sidon tenha se dado pela maneira brutal de tratar como a dos moradores de Sodoma ou de Gibeá.


A falácia do pecado material

Eastman evoca a leitura do livro de Ezequiel para tentar demonstrar que a iniquidade de Sodoma não era sexual, e sim material:

“Tão certo como eu vivo, diz o Senhor Deus, não fez Sodoma, tua irmã, ela e suas filhas, como fizeste tu e tuas filhas. Ora, foi esta a maldade de Sodoma, tua irmã: soberba, fartura de pão, e abundância de ociosidade teve ela e suas filhas, mas nunca amparou o pobre e o necessitado.”
(Ezequiel 16.48-49)

Em uma leitura que cai bem à esquerda religiosa, Eastman concluiu que o pecado de Sodoma estava na insensibilidade social, sem qualquer relação com a atitude sexual: “os habitantes de Sodoma, como muita gente hoje em dia, tinham abundância de bens materiais, porém não se solidarizavam com as necessidades dos pobres e adoravam ídolos”.

Portanto, se Sodoma deve ser comparada com alguém hoje em dia, essa comparação recaiu sobre o conjunto sociedade com sua injustiça em relação aos pobres, e não a declínio moral dessa mesma sociedade.

Essa interpretação seria muito boa se Ezequiel estivesse se referindo a Sodoma.

Mas não estava. O capítulo 16 do livro de Ezequiel faz uma alegoria de duas irmãs (Samaria e Jerusalém). Ambas tem a mesma mãe (os cananeus?) , mas a primeira (Samaria, ou seja, Israel) não cometeu nem metade dos pecados da segunda (Ezequiel 16.51), que é Judá.

Ezequiel não está se referindo realmente à Sodoma, e sim fazendo uma comparação dos efeitos do seu pecado (que, no caso de Judá, não eram imorais do ponto de vista sexual, mas material). 

Somente uma leitura descontextualizada encontraria aí uma definição simples do pecado de Sodoma.

O livro faz questão de enfatizar que Jerusalém não cometia os mesmos pecados, mas outros que igual juízo da parte de Deus:

“Todavia não andaste nos seus caminhos, nem fizeste conforme as suas abominações; mas, como se isto fosse muito pouco, ainda te corrompeste mais do que elas, em todos os seus caminhos”
(Ezequiel 16.47)

Para Ezequiel, o pecado dos seus contemporâneos era ainda mais grave que o de Sodoma, porque Jerusalém já tinha conhecimento dos mandamentos de Deus e, ao violá-los, cometera abominações ainda piores que aquelas que levaram Sodoma à destruição. 

Essa mensagem pode ser bem resumida em uma frase: “quanto maior é a benção que se recebe, mais se exige em troca”.

Conclusão

É comum que pregadores bíblicos lembrem de Sodoma e Gomorra como alerta de destruição contra o comportamento da sociedade ou de pequenos grupos (no caso mais comum, os homossexuais), o que fornece um motivo ‘divino’ para ataques ou desastres naturais. 

Mas também é comum que outros pregadores retirem qualquer conotação sexual do pecado de Sodoma e atribuam a sua iniquidade a comportamentos políticos ‘modernos’ (restrição a imigrantes ilegais ou a falta de políticas de bem estar social, por exemplo).


Ambas as interpretações são exemplos de análises falhas, que não levam em conta a narrativa bíblica em todo o seu contexto. 

Alguns ‘métodos de interpretação’ não fornecem critérios imparciais e atendem a uma agenda de interesse (seja ela anti-homossexual, seja ela pró-homossexual), que não leva em conta o valo da Bíblia como Palavra de Deus. 

Esses comentadores parciais se comportam de maneira irresponsável, usando ora de leituras (mal) contextualizadas, ora de interpretações literais, para moldar a Escritura aos seus próprios pontos de vista.

O pecado de Sodoma não é um mistério. A Bíblia nos fornece indicações claras sobre ele:

1. Era um pecado de natureza sexual. Essa compreensão, quando realmente faz referência a Sodoma (e não a uma metáfora), deixa claro a natureza essencialmente sexual do pecado que elevou seu clamor até Deus. A punição é um exemplo aos que vivem de maneira ímpia. 

O próprio Ló, como se lê em 2Pedro 2.7, vivia “atribulado pela vida dissoluta daqueles perversos”.

2. Era um pecado público. Os moradores de Sodoma não escondiam dos demais a sua vida pecaminosa. Quando tentaram violar a casa de Ló, todos se juntaram nessa tentativa, entendendo que o estupro dos visitantes era uma prioridade, mesmo que o intercurso com eles não fosse prática de todos.

3. Não era o homossexualismo. Mesmo que o objetivo da violação fosse um estupro homossexual, nenhuma referência posterior na Bíblia à homossexualidade (ritual ou não, com fim de prostituição ou não) está a associada a Sodoma. O uso do termo ‘sodomita’ com o significado de homossexual é aberrante.

4. Não era a desigualdade social. A interpretação que lê em Ezequiel como sendo o pecado de Sodoma o desamparo aos necessitados é um primor de duplicidade de critérios para se ler a Bíblia. Ezequiel se refere apenas a Judá.

5. O pecado de Sodoma tinha contornos extremamente violentos. Os moradores de Sodoma – assim como os de Gibeá – intentaram uma ação brutal contra Ló e os enviados de Deus. Esse desfecho está relacionado com a natureza do pecado de Sodoma. Não foi um incidente secundário. A intenção de Deus em enviar seus anjos à cidade (“verei se de fato o que têm praticado corresponde a esse clamor que é vindo até mim”) foi realmente ver até que ponto os sodomitas – agora podemos chamá-los assim – poderiam chegar.
Sodoma e Gomorra não existem mais. Sua rebeldia contra o Senhor – manifestada em uma imoralidade sexual extrema – foi o caminho que levou à sua destruição. 

Vez por outra alguém vê por aí uma nova Sodoma, uma nova Gomorra, para dar uma vestimenta bíblica às suas próprias condenações morais ou a agendas políticas suspeitas.

Mas um castigo especial aguarda pelos ‘sodomitas’ de qualquer época, e terão que prestar conta tanto do pecado que praticam quanto pelos que levam outros a fazer.

Se condenou à destruição de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinza, e pondo-as para exemplo aos que vivessem impiamente; e se livrou ao justo Ló, atribulado pela vida dissoluta daqueles perversos (...) Deus castigará especialmente aqueles que segundo a carne andam em imundas concupiscências, e desprezam as autoridades. Atrevidos, arrogantes, não receiam blasfemar contra as dignidades”. (2Pedro 2.6-7,10)

Não há vestígios arqueológicos da existência de Sodoma e Gomorra, e nem se sabe sobre a localização do vale do Sidim, junto ao mar Morto.

O Gênesis descreve que Sodoma e Gomorra eram habitadas por cananeus (Gen 13.7) e, junto com Admá, Zebolim e Belá (Zoar), faziam parte de uma aliança que foi tributária do reino do Elam (Gen 14.1-11), e que quando se revoltaram, seus reis foram mortos (Gen 14.10). Apenas Zoar foi poupada da destruição.



“Expulsou da terra os prostitutos-cultuais, e removeu todos os ídolos que seus pais fizeram”. O mesmo termo é utilizado pela ARA e NVI. 

A NTLH prefere referir-se a eles como “os que praticavam a prostituição como parte dos cultos pagãos”, o que elimina a distinção de gênero (como também aplica a Bíblia de Jerusalém).

Contudo, qodesh é um termo masculino (literalmente, ‘consagrado’) que designa o rapaz que pratica a prostituição ritual, comum na religião dos cananeus e condenada em Deut 23.17 – a sua versão feminina é qadesha.

Classificando as histórias pessoais de seu relatório, Kinsey conclui que era necessário fazer uma gradação entre o “exclusivamente homossexual” e o “exclusivamente heterossexual”, mas os indivíduos podem mudar de classificação ao longo da vida.

Não incluí dados numéricos da estatística de Kinsey devido às críticas à metodologia e aos estudos mais recentes, que reduziram dramaticamente a estimativa de homens com alguma experiência homossexual de 37% para apenas 5% (1994).

Mas não há indícios de que Kinsey tenha realizado sua pesquisa em Sodoma...

“Nenhuma falácia resiste a um debate que siga regras de objetividade e veracidade. Em geral, os falaciosos (ou aqueles que buscam conscientemente manter a humanidade em um estado de estupidez reinante) não deixam espaço para o debate, porque ficam sem graça diante de refutações, mesmo as mais simples. O seu objetivo não é a dúvida intelectual, mas sim manter a carga emotiva que suas falácias venham a produzir. Assim, suprimem o debate para que sua versão seja vista como fato, e fato definitivo.”

REFERÊNCIAS:

[i] Superinteressante, jul.2002.
E a Bíblia não tinha razão (2003). O título desse livro, editado no Brasil pela editora Girafa, não corresponde ao original (que seria mais ou menos assim: “A Bíblia desenterrada: Uma Nova Visão da Arqueologia da Antiga Israel e a origem de seus textos sagrados”). A escolha por um título provocador no Brasil foi uma estratégia editorial ao “... E a Bíblia tinha razão”, de Werner Keller (1955), que foi um sucesso nas décadas de 50 e 60. Apesar de Finkelstein sustentar que o reino davídico foi muito menor do que o descrito na Bíblia, ele rejeita a posição ultra-minimalista (muito disseminada na teologia crítica) que situa a composição da Bíblia no pós-exílio babilônico, e sua teoria está muito longe de ser consenso na arqueologia.
Handbook of Life in Ancient Mesopotamia (2005).
disponível em http://www.digitalegypt.ucl.ac.uk/memphis/uc48026.html acesso em 13/1/2011.
A. S. Saber, The Camel in Ancient Egypt. Disponível em http://www.isocard.org/e-Library/Proceedings/Proceedings_1998_Camel%20Conference_UAE/vol_01_23.pdf acesso em 13/1/2011.
Chris Scarre, Smithsonian Timelines of the Ancient World (1993).

Antônio Houaiss, Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (2001).

Eduardo Bueno, A viagem do Descobrimento: a verdadeira história da expedição de Cabral (1988).
Will Durant, A História da Civilização: A Renascença (1984).


Fonte:http://investigador-cristao.blogspot.com/2011/01/qual-era-o-pecadodesodoma.html?showComment=1315912162752#c2417262098358847545
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13 de setembro de 2011 09:36

o pecado das duas cidades sodoma e gomorra, começavam de homoxexualismo, adoração falsa e assim por diante. segundo genesis 19:4-6. esses chegaram a querer ter relaç~pes sexuais con anjos. discunprindo assim a ordem de Deus em levitico 18:20 por isso os anjos disseram a ló q o pecado daqueles homens chegou ate os céus, isto em genisis 19:12-14.hoje igual aos dias de ló as pessoas fazem vistas grossas quanto a homoxexualidade ate as pessoas a encaram como algo bom ao invez de terem aversão assim como Deus tem. p piorar hoje ate algumas religiões ate aprovam casamento entre 2 pessoas do mesmo sexo. chegam ate a fazer isso em nome de Deus. que desonra ao Deus verdadeiro!!!!!! mas Deus logo vai agir para destruir todos aqueles q envergonham o seu nome. 1corintios 6:9-10. será q Deus vai tolerar tanta imoralidade como as pessoas dizem........

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