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Por que algumas pessoas são contra a Educação Financeira nas escolas?

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 11 de junho de 2022 | 18:08

 


 

 

Professor acha que ensinar Educação Financeira nas escolas é um erro!

 

 

 

“O erro de achar que a educação financeira é uma ciência exata e não humana!”

 

 

Um novo debate relacionado à educação financeira vem tomando as redes sociais com a afirmação de que alguns professores são contra o ensino de educação financeira nas escolas. Essa questão foi reportada recentemente no blog da Patrícia Lages, no site LifeStyle do R7, no qual a blogueira afirma que: 




“Essa contrariedade ao tema se dá ao fato de os professores acharem que essa é uma forma de introduzir crianças e jovens ao capitalismo nas escolas.”

 

 

 

 

Assim, no papel de um dos precursores da implementação desses conteúdos nas salas de aulas do ensino básico e tendo estudos e análises aprofundados sobre o tema, além de ser o 1° PhD na matéria, acho fundamental me posicionar sobre essa afirmação. O intuito aqui é de esclarecer que existe um entendimento equivocado nessa posição, mas que isso nasce meramente da ausência de conhecimento sobre o tema. Como professores, somos conhecedores de nossas áreas de atuação, contudo, sobre aquilo que não aprendemos, podemos até dizer que somos desconhecedores sobre o assunto. Nos últimos 12 anos, nas milhares de escolas e colégios nos quais implantamos a educação financeira, o desafio sempre foi de educar em primeiro lugar os professores para ministrarem essas aulas. Outra importante parceira da educação financeira são as famílias. Em um processo complexo de implementação da educação financeira todos se tornam detentores desse saber. São verdadeiras transformações de vida!

 

 

 

Existe um velho ditado que diz: “só podemos ensinar aquilo que aprendemos e praticamos”!

 

 

 

Assim é a ciência da Educação Financeira. É importante também registrar – contrapondo a referida professora do início do texto – que a Educação Financeira é uma ciência humana, que trabalha o comportamento e os hábitos das pessoas e de suas famílias! Ao longo da história não tivemos qualquer ensinamento de como lidar com o recurso “dinheiro”. Muitos ainda entendem – e acredito ser o caso dessa professora – que essa ciência é exata e que tem seu foco nos números, cálculos e até planilhas.Reforço que é preciso respeitar as opiniões de cada um, em especial as dos nossos professores, mas é importante também ampliar o campo de conhecimento, assim, gostaria de todos os professores a conhecerem e aprenderem os ensinamentos da educação financeira que são comprovados cientificamente. Tenho certeza que as opiniões mudarão.

 

 

 

 

Ao ler a matéria constatei que a  professora diz que educação financeira promove o capitalismo! (VEJA O VÍDEO ABAIXO)

 

 


 




É preciso entender tamanha ausência de conhecimento. Estamos sim num país capitalista, consumista e de milhões de endividados e inadimplentes; as pesquisas apontam constante crescimento desses índices.

 

 

 

 

Pergunto: “será que nossos professores estão preparados para mudar esses indicadores” e ajudar novas gerações?

 

 

 

A resposta é: somente com a disciplina educação financeira adentrando nas grades curriculares é que conseguiremos mudar o rumo dessa história! É preciso incentivar a formação de cidadãos poupadores e sustentáveis financeiramente e para isso os principais agentes transformadores são nossas crianças. Elas aprendendo e praticando esses ensinamentos formarão famílias fortes e saudáveis financeiramente, capazes de transformar a realidade atual. Assim, afirmo que o posicionamento contra a educação financeira é um equívoco, sendo que essa tem que ser praticada por todos nós, em todas as fases de nossas vidas e tem relação principal com uma questão que vai muito além de questões ideológicas: ela proporciona a tão necessária sustentabilidade financeira! Com os ensinamentos de forma estruturada e com a metodologia apropriada da educação financeira se estabelece uma sociedade mais consciente e coerente, entendendo o processo de consumo e combatendo juntamente pontos como os excessos e desperdícios. Esse é o caminho para uma sociedade melhor e mais justa!Pesquisa que realizamos recentemente em conjunto com a Unicamp comprova o seu poder. Os resultados mostram que 100% das crianças e jovens que recebem educação financeira na escola, participam das discussões relacionadas às finanças da família em casa e 71% dos alunos que têm aulas sobre o tema nas escolas ajudam os pais a fazerem compras conscientes. A pesquisa foi realizada com 750 pais/responsáveis de cinco capitais brasileiras: Recife, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia e Vitória.Assim, diante de um debate sobre esse tema, é importante que os profissionais da Educação Financeira se posicionem, mostrando que a educação financeira é diferente das finanças pessoais; que ela é um agente de transformação, não estando diretamente ligada à matemática ou aos números, mas sim a comportamento e hábitos. Para consolidar essas minhas palavras, ressalto uma frase que mostra sua necessidade do tema e que questiono desde o lançamento do meu best seller Terapia Financeira:“Se a partir de hoje você não mais recebesse seu ganho mensal, por quanto tempo você conseguiria manter seu atual padrão de vida?”Esta pergunta está em pleno alinhamento com o desequilíbrio de nossas famílias, em especial em momentos como este.Na pandemia vimos dezenas de milhões de famílias, inclusive nossos professores, que não tiveram reservas financeiras, nem mesmo para se manterem por alguns poucos meses.Com isso quero registrar que hoje a educação financeira é, sim, uma atividade essencial à prosperidade e à saúde financeira de nossas famílias no Brasil e no mundo!

 

 

 

Por: PhD Reinaldo Domingos - Presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira-ABEFIN

 



Fonte: https://www.dsop.com.br/professor-acha-que-ensinar-educacao-financeira-nas-escolas-e-um-erro/

 

 

 

Educação financeira nas escolas: por que é importante?

 


 

(foto reprodução)

 



Por: YURI MARQUES - GESTÃO E FINANÇAS

 

 

A educação financeira nas escolas é um tema que vem ganhando espaço nos últimos tempos. Exemplo disso é que o MEC (Ministério da Educação), em parceria com a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) criou o Programa de Educação Financeira nas Escolas. Tal programa tem o objetivo de oferecer aos professores cursos gratuitos de educação financeira para que depois seja aplicado aos alunos. Engana-se, porém, quem pensa que o assunto é recente. Em 2010 foi criada a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF) que também surgiu para levar a temática para as escolas. Contudo, vivemos em um país onde falar sobre dinheiro é um tabu e onde, em 2020, segundo dados do Serasa, 61,4 milhões de brasileiros estavam com o nome sujo ou com dívidas atrasadas. Por isso, surge a necessidade de trabalhar a educação financeira nas escolas com o intuito de conscientizar, desde cedo, os jovens. Com essas aulas, as crianças e adolescentes saberão sobre orçamento, poupança, previdência social, investimentos entre outros temas.

 

 

 

 

A obrigatoriedade da educação financeira nas escolas:

 

 

 

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), em 2019, estabeleceu novas diretrizes para a educação. Ela viu a necessidade de atualizar o ensino para educação infantil nas escolas particulares e públicas de todo o país.Desse modo, uma das atualizações de aprendizagem vistas como essenciais foi a educação financeira. Em outras palavras, ensinar sobre finanças tornou-se obrigatório para crianças do ensino fundamental e médio. É nesse sentido que diversas escolas estão começando a introduzir em suas disciplinas conceitos básicos sobre economia e finanças.

 

 

 

Porém, são diversas as dificuldades que as instituições podem enfrentar, como:

 

 

 

      Falta de preparo de profissionais;

 

      Criação de materiais didáticos;

 

      Tempo para preparo das aulas.

 

 

 

A importância da educação financeira nas escolas

 



 


 


Ensinar sobre educação financeira é importante para que os estudantes percebam que eles podem possuir uma vida melhor. Dessa forma, ensinar sobre a gestão de recursos, planejamento financeiro e outros temas são necessários de abordam na sala de aula.Além disso, a importância da educação financeira nas escolas tem efeito positivo também na situação econômica do país. Isso se dá porque é uma estratégia que pode ajudar na redução do número de pessoas que devem para o governo, ou seja, de pessoas inadimplentes.

 

 

 

As novidades sobre a temática

 

 

 

Recentemente, o Banco Central anunciou o seu programa Aprenda Valor que visa ensinar sobre a educação financeira nas escolas públicas. Dessa forma, a ideia é fazer com que o aluno lide melhor com dinheiro. O projeto se baseia na indicação da BNCC de abordar o conteúdo de forma transversal. Ou seja, ele deve ser abordado em diferentes matérias curriculares e ao longo do conteúdo previsto, por exemplo:

 

 

 

•Abordar em matemática os conceitos econômicos de forma contextualizada que faça sentido para o aluno;

 

 

 

•Na matéria de filosofia abordar questões éticas sobre o dinheiro;

 

 

 

•Em língua portuguesa e interpretação trazer conceitos e análise de dados;

 

 

 

•Apresentar a relação de fatores sociais e econômicos na grade de Geografia.

 

 

 

Vale ressaltar que o projeto está em fase de testes e logo deve ser implementado em todo o país.

 

 

 

O Programa Nacional de Educação Financeira nas Escolas

 



 

(foto reprodução)

 




Como já mencionado, o Ministério da Educação (MEC) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) fizeram uma parceria e lançaram o Programa Nacional de Educação Financeira nas Escolas. Esse projeto foi criado com o intuito de incentivar o tema da educação financeira nos jovens do pais.Para isso, ele tem o intuito de capacitar, em 3 anos, mais de 500 mil professores. Dessa forma, eles conseguirão atingir em torno de 25 milhões de estudantes da educação básica. Tal capacitação será feita através de cursos em uma plataforma online para que os professores trabalhem os temas nas salas de aula.

 

 

 

Confira o vídeo abaixo para saber mais sobre o impacto que a educação financeira pode causar na vida dos brasileiros?

 

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=EclfirCPPN4

 

 

 

Educar jovens sobre finanças é transformá-los em cidadãos conscientes! Além disso, aprendendo sobre o assunto, eles conseguirão mudar a relação com dinheiro, conseguindo tomar escolhas mais assertivas.Outro ponto importante é que esse aprendizado pode ajudá-los e capacitá-los a enfrentar problemas sociais e econômicos. Portanto, introduzir a educação financeira nas escolas é investir na melhoria do futuro socioeconômico do Brasil.





Fonte: https://www.melhorescola.com.br/blog/educacao-financeira-nas-escolas/

 

 

 

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Anônimo
14 de junho de 2022 10:09

Não entendo como alguém pode ser contra a educação financeira...o brasileiro não sabe lidar com economia, resultado: alto índice de endividamento e inadimplência!

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Neste Apostolado APOLOGÉTICO (de defesa da fé, conforme 1 Ped.3,15) promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim" (João14, 6).Defendemos as verdade da fé contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha a verdade, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por ela até que Ele volte(1Tim 6,14).Deus é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade. Este Deus adocicado, meloso, ingênuo, e sentimentalóide, é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomás de Aquino).Este apostolado tem interesse especial em Teologia, Política e Economia. A Economia e a Política são filhas da Filosofia que por sua vez é filha da Teologia que é a mãe de todas as ciências. “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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