A mera veiculação, ou reprodução de matérias e entrevistas deste blog não significa, necessariamente, adesão às ideias neles contidas. Tal material deve ser considerado à luz do objetivo informativo deste blog, não sendo a simples indicação, ou reprodução a garantia da ortodoxia de seus conteúdos. Os comentários devem ser respeitosos e relacionados estritamente ao assunto do post. Toda polêmica desnecessária será prontamente banida. Todos os comentários são de inteira responsabilidade de seus autores e não representam, de maneira alguma, a posição do blog. Não serão aprovados os comentários escritos integralmente em letras maiúsculas, ou CAIXA ALTA. A edição deste blog se reserva o direito de excluir qualquer artigo ou comentário que julgar oportuno, sem demais explicações. Todo material produzido por este blog é de livre difusão, contanto que se remeta nossa fonte.
Home » , , » Errado Milton Nascimento: Qualquer maneira de amor não vale a pena e nem é justa Lulu Santos

Errado Milton Nascimento: Qualquer maneira de amor não vale a pena e nem é justa Lulu Santos

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 7 de agosto de 2020 | 15:53




















Pedimos desculpas pela imagem chocante de abertura. Na primeira metade do século XX, Bertolt Brecht lançou um questionamento que parece hoje estar ainda mais atual. A problematização vinha através da seguinte frase:



“Que tempos são estes em que é preciso defender o óbvio? ”


Bom, talvez alguém diga que isso só se aplicava à sua época, devido a brutal lógica das duas grandes guerras e o surgimento dos totalitarismos escravizantes. Entretanto, os que assim pensam, infelizmente, estão enganados.




“O mundo não será destruído por aqueles que fazem o mal, mas por aqueles que os olham e não fazem nada. ” Albert Einstein.


O que é Evangelizar para a Igreja?





“Evangelizar, para a Igreja, é levar a Boa Nova a todas as parcelas da humanidade, mas para a Igreja não se trata tanto de pregar o Evangelho a espaços geográficos cada vez mais vastos ou populações maiores em dimensões de massa, mas de chegar a atingir e como que a modificar pela força do Evangelho os critérios de julgar, os valores que contam, os centros de interesse, as linhas de pensamento, as fontes inspiradoras e os modelos de vida da humanidade, que se apresentam em contraste com a Palavra de Deus e com o desígnio da salvação.” (Evangelii Nuntiandi Nº 18-19. Papa Paulo VI)




“Qualquer maneira de amor vale a pena“, frase de Caetano para a melodia de Milton, ficou eternizada na canção “Paula e Bebeto”.



Fui atrás da história da canção. E constatei que a história vem de um casal (homem e mulher), que era amigo de Milton Nascimento e que se separou:


“Milton conheceu Paula e Bebeto em Três Pontas no início da década de 70. Ela era uma linda garota de 15 anos e Bebeto tinha pouco mais de 17. Em uma roda de violão na praça, o casal se aproximou e amanheceu ouvindo o compositor. “Virei uma espécie de padrinho deles. Foi a história romântica mais linda, mais completa que já vi”, afirma Milton. Anos antes, ao lado de Bebeto, Milton criou a melodia e chegou a esquecê-la”.




Certo dia, ao chegar no Rio, nos idos de 1975, Milton foi à casa de Caetano Veloso, num dia em que estava particularmente triste, haja vista a separação do casal de amigos Paula e Bebeto.


“Ele me contava a história de Paula e Bebeto e chorava muito”, asseverou Caetano.


Milton, então, começou a tocar uma melodia. Alguns dias depois, agora em sua casa, Bituca (apelido de Milton Nascimento), recebendo Caetano, começou a dedilhar novamente aquela música.


“Eu e ele nos trancamos em outra sala e sentamos no chão. Milton tocou três vezes a música. As palavras entraram na minha cabeça e fechei a letra na hora”, revela Caetano.






A canção revela a história de um casal que se amava de qualquer maneira, pois “qualquer maneira de amor vale a pena, qualquer maneira de amor vale amar”. Fico imaginando qual seria a “qualquer maneira” de amor que aquele casal vivenciara, e como Caetano colocou a letra sem sequer conhecê-los. Talvez eles guardem consigo tudo aquilo que fazia daquela história de amor um amor fantástico, que “vale a pena”.Vida, amor, brincadeira, e o amor que se revela “de qualquer maneira”. Pena por ter acabado, mas afinal, foi bonito, e “qual a palavra que nunca foi dita?“.Percebe-se que a música foi – e quando não é? – uma maneira de eternizar um amor adolescente que cresceu, mas não resistiu ao tempo. O casal jamais reatou o romance.  A música virou um clássico  na voz de Gal Costa, e, como no título da postagem,  pelo refrão “qualquer maneira de amor vale a pena...Esse refrão diz a coisa mais perfeita para mim”, diz Milton. Hoje, Bebeto (Carlos Alberto Pinto Gouvêa) é casado com uma outra pessoa, tem quatro filhos, e  vendeu a fazenda de seu pai, no interior mineiro, que administrou por duas décadas. Paula também se casou, teve três filhos e vive em Belo Horizonte, onde produz artigos de couro. Milton batizou um filho de cada um.




“Toda forma de amor é justa e vale a pena” ?



Ahhh o amor!!! Mas qual a amor? O de Deus? Ou, o depravado amor humano?...Hoje em dia não há palavra mais desgastada que a palavra amor. Hoje, o amor significa "tô afim", significa apenas desejo momentâneo e meramente genital. Os membros do Estado Islâmico dizem que "amam" matar os infiéis, os drogados "amam" as drogas, os defensores do casamento gay dizem que os gays podem se casar porque "se amam". Os defensores da poligamia  também querem se casar, porque se amam. Daqui a pouco os defensores do incesto, da Zoofilia e da pedofilia dirão o mesmo. A  palavra "amor" deveria sofrer uma moratória, fosse apenas usada com o mesmo respeito que os judeus usam a palavra Deus (no tetragrama YWHW). Eles têm medo de falar a palavra Deus, por receio de usar a palavra em vão. Deveríamos hoje também reverenciar a palavra AMOR, pois o mundo hoje "ama" os pecados e odeia as virtudes.



Você já deve ter ouvido essa frase diversas vezes na mídia, mas certamente não viu, nessa mesma mídia, uma análise crítica sobre a lógica implícita dessa afirmação, capaz de legitimar comportamentos destrutivos em nome do “amor”. Esse texto visa desconstruir alguns argumentos ideológicos de quem defende “toda forma de amor”, indiscriminadamente, sem levar em consideração estas implicações ideológicas, políticas e práticas de quem acredita que tudo vale a pena quando existe “amor”. Mas para que o leitor entenda corretamente essa reflexão, precisa ler o texto completo e com atenção.


Certamente não temos como resumir todo conceito de amor, visto que se trata de algo subjetivo. Entretanto, na maioria das culturas o conceito de amor está presente. Mudam os termos, características e objetos alvos do amor, mas o ideal de amor como um sentimento de forte apego, doação, sacrifício, reverência e até veneração recíproca, está presente nos quatro cantos do planeta, como observa o autor Alain Braconnier, em “O Sexo das Emoções” (1998). Desse modo, embora não possamos apresentar um conceito único acerca do amor, podemos sim apontar às características que lhe define e são comuns aos diferentes povos na maneira como eles o conhecem. Portanto, é falando das características comuns do amor que apontamos sua universalidade. Fácil de entender, certo?



A primeira encíclica de Bento XVI, “Deus caritas est” (Deus é amor), fala sobre o amor cristão. A encíclica está composta de duas partes. A primeira, intitulada “A unidade do amor na criação e na história da salvação”, apresenta uma reflexão teológico-filosófica sobre o “amor” em suas diversas dimensões – “eros”, “philía”, “ágape” – precisando alguns dados essenciais sobre o amor de Deus pelo ser humano e a relação intrínseca que esse amor tem com o amor humano. A segunda, chamada “Caritas, o exercício do amor por parte da Igreja como ‘comunidade de amor’”, trata do exercício concreto do mandamento do amor ao próximo. O termo “amor”, uma das palavras mais usadas e das que mais se abusa no mundo de hoje, tem um enorme campo semântico. Nessa multiplicidade de significados surge, todavia, como arquétipo do amor por excelência, aquele existente entre o homem e a mulher, que na antiga Grécia tinha o nome de “eros”. Na Bíblia e principalmente no Novo Testamento há um aprofundamento da noção de “amor”; este desenvolvimento se expressa na rejeição da palavra “eros” em favor do termo “ágape”, para expressar um amor de oblação.Essa nova visão do amor, uma novidade essencial do cristianismo, foi interpretada não poucas vezes de forma absolutamente negativa, como se se tratasse de uma supressão do “eros” ou da corporeidade. Apesar de terem surgido tendências desse tipo, o sentido do aprofundamento é outro.


O “eros”, colocado na natureza do ser humano por seu próprio Criador, tem necessidade de disciplina, de purificação e de maturidade para não perder sua dignidade original e não ser degradado a puro “sexo”, convertendo-se em mercadoria.


A fé cristã considerou sempre o homem como um ser em que espírito e matéria se interpenetram mutuamente, alcançando assim uma nobreza toda nova. Pode-se dizer que o desafio do “eros” foi vencido quando o corpo e a alma se encontram em perfeita harmonia no ser humano. Só então é que o amor é “êxtase”; mas êxtase não como momento de embriaguez passageira, e sim como saída permanente do eu fechado em si mesmo em direção à sua libertação através do dom de si, e desse modo no sentido de um reencontro consigo próprio; mais além, até o descobrimento de Deus. Desse modo, o “eros” pode elevar o ser humano em “êxtase” até o Divino. Definitivamente, é preciso que “eros” e “ágape” nunca sejam totalmente separados um do outro. Pelo contrário: quanto mais em equilíbrio estiverem – evidentemente em dimensões diversas – melhor se realizará a verdadeira natureza do amor.


Embora o “eros” seja, inicialmente, sobretudo desejo, à medida em que se aproxima da outra pessoa interrogar-se-á sempre menos sobre si mesmo, buscará cada vez mais a felicidade do outro, entregar-se-á e desejará “ser” para o outro: desse modo um se torna parte do outro e o momento do “ágape” é atingido.


Em Jesus Cristo, que é o amor de Deus encarnado, o “eros”-“ágape” alcança a sua forma mais radical. Ao morrer na cruz, Jesus, entregando-se para elevar e salvar o ser humano, expressa o amor na sua forma mais sublime. Jesus assegurou a presença duradoura desse ato de oferecimento através da instituição da Eucaristia, na qual, sob as espécies do pão e do vinho, entrega-se a nós como um novo maná que nos une a Ele.


Características universais do amor



Por exemplo: o amor oferece respeito ao seu objeto alvo. Quem ama algo ou alguém não deseja o seu mal, mas pelo contrario, procura fazer o possível para lhe agradar. O amor, portanto, também é uma forma de doação pessoal e sacrifício pelo outro.



Outra característica do amor experimentada universalmente é o seu perfil “relacional”. Ou seja, o amor é um sentimento que surge através da relação que desenvolvemos com alguém. Em outras palavras, o amor só ganha vida quando existe alguma forma de reciprocidade, de modo que a relação entre dois sujeitos se estabelece de forma recíproca. Não é por acaso que “amor não correspondido” trás sofrimento, visto que não existe uma relação de reciprocidade. Você pode amar alguém mesmo não sendo correspondido, mas essa não é uma característica universal, e sim a reciprocidade (relação).



Dessa forma, percebemos outras duas características do amor que são a espontaneidade e a liberdade. Note que essas características nem sempre foram reconhecidas através das instituições tradicionais da sociedade, como o casamento, porque durante muitos séculos e até hoje, em algumas culturas, as uniões afetivas ocorreram por via de interesses comerciais, familiares e religiosos, mas não em função do sentimento envolvido na relação.



Todavia, isso não deve ser confundido com a ausência do conceito de amor. A diferença é que ele, o amor, não era visto como uma necessidade ou prioridade no estabelecimento da união, sendo mais importante os benefícios sociais em decorrência dos acordos, muitos dos quais envolvendo a sobrevivência da descendência familiar.



O amor na antiguidade



Nos contos mitológicos mais antigos que temos registro na história, como no mesopotâmico de Gilgamesh, a filosofia ayurvédica de Brihadaranyaka Upanishad, dos deuses gregos do Olimpo aos Astecas, no México, o amor está presente em todos eles. Isso nos mostra que independentemente da maneira como este sentimento foi experimentado pelo ser humano através dos “contratos sociais”, seu conceito sempre esteve presente, sendo perpetuado através do simbolismo cultural de cada geração.


O mais importante relato histórico de que temos notícia acerca do amor está na Bíblia judaica e cristã (primeiro e segundo testamentos), devido não apenas a sua integridade documental e número de manuscritos – o que lhe dá autoridade histórica maior do que qualquer outro registro antigo – mas também pela amplitude e clareza dos conceitos apresentados, e também pelo estabelecimento do amor como eixo fundamental das relações não só humanas, mas também com a figura de Deus, o que significa uma ruptura com os modelos de “contratos sociais” vivenciados até então, tanto na ordem familiar como religiosa.


Por que nem toda forma de “amor” vale a pena e não é justa?


Nem toda forma de amor vale a pena porque muito do que se fala sobre o “amor” não diz respeito ao amor, propriamente, como das características universais apontadas acima, onde há doação, liberdade de escolha, espontaneidade e recíproca, mas sim de interesses ideológicos e comportamentos que apenas utilizam o termo “amor” para tentar justificar atitudes destrutivas entre os seres humanos e até com outras espécies.



Por exemplo: estupradores de crianças e adolescentes utilizam o termo “amor” para justificar seus interesses sexuais perversos, conhecidos como “pedofilia”, criando para isso movimentos sociais como o americano NAMBLA (Associação Norte-Americana do Amor entre Homens e Garotos), o Vereniging Martijn, na Holanda e até partidos políticos como o PNVD (Partido da Caridade, da Liberdade e da Diversidade), também nesse país. Muitas dessas organizações sofreram repressão e chegaram a ser consideradas ilegais, o que não significa muita coisa, visto que o ativismo permanece e em alguns casos através dessas mesmas organizações, operando na sombra do Estado.O Partido Comunista da Grã-Bretanha, em plena atuação, defende a suspensão da idade de consentimento para relações sexuais entre adultos e menores de idade. Isto significa que se uma criança de 11 anos, por exemplo, “consentir” fazer sexo com um adulto, ela poderá, porque segundo a defesa desse partido (ateu e inescrupuloso) que, na verdade, é exatamente a mesma do ativismo pedófilo, a criança deve ter o “direito” de expressar a sua sexualidade.


Tudo não passa de uma justificativa ideológica para que pedófilos possam manipular, assediar, abusar e estuprar crianças e adolescentes, muitas vezes sob a justificativa do “amor” consentido.



Símbolos utilizados por várias organizações pelo mundo para se referir ao ativismo pedófilo, mais conhecidos como “Blogos”, apontam a existência desses movimentos que atuam na clandestinidade na maioria das vezes.No geral, o centro representa uma criança (menino ou menina) envolvida por um adulto.  Note que todos se referem ao “amor” para com às crianças (imagem acima).




ADRENOCHROME - O QUE É ESSA DROGA UTILIZADA PELA ELITE RETIRADA PREFERENCIALMENTE DE CRIANÇAS?



A MELANINA DA GLÂNDULA PINEAL É POTENTE EM PRODUZIR ESSA DROGA CHAMADA ADRENACHROME, É AINDA MAIS PRESENTE EM CRIANÇAS PEQUENAS – ESTA É UMA GUERRA SILENCIOSA SOB A FORMA DE GENOCÍDIO ATRAVÉS DE RITUAIS SATÂNICOS POR SEITAS ILLUMINATS, ENTRE OUTRAS.OS INGREDIENTES DERIVADOS DESSES HORMÔNIOS SÃO CAPTADOS ATRAVÉS DE UMA PESSOA VIVA! ESSAS SECREÇÕES CORPORAIS QUE SÃO ROUBADAS EM FORMA DE TORTURA, VIOLÊNCIA E ASSASSINATOS, INCLUSIVE DE BEBÉS HUMANOS / FILHOS ABORTADOS TAMBÉM SÃO UTILIZADOS PARA CRIAR ESSA SUNSTÂNCIA CHAMADA DE ADRENACHROME, ATRAVÉS DE HORMONIOS QUE ALTERAM AS ADRENALINAS HIPOTÁLMAS PITUITÁRIAS DA GLÂNDULA PINEAL. TUDO ISSO PARA ESTIMULAR OS HORMÔNIOS CEREBRAIS DO USUÁRIO EM UM RITUAL DE MORTE, SACRIFÍCIO E SEXO.







ENTENDA MAIS:


A droga é obtida sacrificando uma pessoa aterrorizada, talvez mergulhando um punhal neles, e então pegando uma agulha hipodérmica e extraindo o adrenochrome da base do pescoço na glândula pineal. Uma pessoa sacrificada produz apenas cerca de 10 c.c. então a droga não é apenas muito secreta no mercado negro, mas muito cara. Agentes sujos da lei e outros têm trabalhado para manter a existência do adrenochrome em segredo. É uma droga secreta e popular entre os chefes da elite dos Illuminati. Além disso tudo essa é uma droga regenerativa onde as células cromafins secretam adrenalina, noradrenalina e outras substâncias na corrente sanguínea que exercem um grande controle sobre o tecido e os órgãos. O adrenocromo também é usado para obter uma alta euforia e para seu sexo “mágico”.



Qual é a real razão do suicídio entre diversas celebridades após eles descobrirem a verdade da origem dessa droga?


-Keanu Reeves: “Durante muito tempo pensei que era uma piada ou um tipo de linguagem codificada. Eu não achei que poderia ser o que parecia ser “, disse Reeves, que explicou…”mas depois fui convidado para uma mansão do mogul. Lá vi que ele tinha dois bebês mortos em sua geladeira. Um bebê branco e outro marrom. Eu revoltado quebrei esse cara, eu quebrei o nariz dele:


“Eu chamei a polícia e eles disseram que eu era louco”


-Hunter S. Thompson em seu livro, Fear and Loathing, escreveu sobre o recebimento dessa droga chamada adrenocromo, um suposto alucinógeno poderoso supostamente obtido da glândula pineal de um ser humano logo depois que eles são mortos. No livro, baseado em sua escapadas alimentadas pela droga real, ele diz que ele pegou de um satanista que lhe disse que iria libertá-lo da melhor maneira que ele já havia experimentado. O livro e o filme de 1998 (Medo e Delírio) estrelado por Johnny Depp, o personagem principal interpreta o personagem baseado em Thompson. Em uma cena mostra os personagens ficando chapados com esse adrenocromo. O personagem de Depp menciona:




“Há apenas uma fonte para essas coisas – a glândula de adrenalina de um corpo humano vivo... Adrenocromo, ele disse. Você não precisa de muito. Apenas um gostinho. Isso é certo, disse ele. Essa coisa faz mescalina pura parecer cerveja de gengibre. Você vai ficar completamente louco se você tomar muito...”






Milhões de crianças desaparecem a cada ano. Para onde elas vão?


A cada ano, em média 250 mil pessoas desaparecem no Brasil sem deixar rastro. Dessas, 40 mil têm menos de 18 anos, de acordo com estimativas oficiais. Apesar da gravidade do problema — que pode ser ainda maior, já que especialistas apostam na defasagem dos números —, o tema tem recebido pouca atenção do poder público.A quantidade de pessoas que desaparecem todos os dias nos EUA é ainda mais espantosa! Relatos de pessoas desaparecidas nos últimos 25 anos têm aumentado em seis vezes. Em 1980, as estatísticas eram de 150.000 pessoas a cada ano – este ano o número subiu para 900.000! 797.500 crianças (menores de 18 anos) são reportados como desaparecidas no período de um ano do estudo, resultando numa média de 2.185 crianças desaparecidas a cada dia.


O que estaria acontecendo? Você acha que é normal isso? Acorda!


É inútil ficarmos em debates acalorados sobre o formato do nosso mundo, se ignorarmos todo o resto que acontece a nossa volta, onde se planeja toda uma alienação mundial para criar um domínio sobre as massas. Eles nos tratam como GADO. Somos escravos nesse mundo e são poucas as pessoas que tem coragem em expor essas verdades por traz de tanto ocultismo. Muitos estão sendo doutrinados aos supostos benefícios satânicos de uma raça que serve a Lúcifer, pessoas sem alma ou amor ao próximo.


Você ainda confia no sistema e nos seus lideres? Ainda acha que descobrir que se a terra é plana, redonda ou quadrada lhe retira da matrix? Acorde,pois ainda está dormindo. As pessoas gostam de ser enganadas, descobrir a verdade já não mais interessa, é como estarmos em um grande navio no mar, sem nos interessar em que porto atracaremos, pois nossa única preocupação é com o cardápio do almoço e jantar que vai ser servido na próxima refeição, mas a partir do momento que descobrimos que vivemos em uma matrix, e que muita coisa realmente importante está fora de nosso conhecimento e precisamos estar cientes disto, cria em muitos a possibilidade de acordar mais pessoas desse engano maligno. Algumas pessoas pensam:



“Jesus Cristo irá nos salvar, então por que temos que nos preocupar agora e salvar outras pessoas? basta apenas não pecarmos...”



Para quem pensa assim lhes digo o seguinte:



“Se eu disser ao ímpio: Ó ímpio, certamente morrerás; e tu não falares, para dissuadir ao ímpio do seu caminho, morrerá esse ímpio na sua iniquidade, porém o seu sangue eu o requererei da tua mão. Mas, se advertires o ímpio do seu caminho, para que dele se converta, e ele não se converter do seu caminho, ele morrerá na sua iniquidade; mas tu livraste a tua alma” (Ezequiel 33,8-9)



Como Cristãos, nosso trabalho é expor a verdade seja onde e como for, doa a quem doer, façamos a nossa parte que é lançar a BOA SEMENTE, assim como é de nossa obrigação e como nosso Deus quis. Não importa a quantidade de pessoas que iremos salvar expondo tanta coisa que foi ocultada de nós, o que importa é sermos fieis à aquilo que Deus nos confiou. É um trabalho realmente difícil, ainda mais nos dias de hoje, onde as pessoas já estão tão convencidas de que podem confiar em seus líderes as quais elas mesmo creem que lhes deram o poder para assim o fazer, essas pessoas não entendem que vivem um teatro de mentiras e fantasias, e que estes líderes são cegos a conduzirem outros cegos. Porém cremos que se conseguirmos juntos acordar pelo menos uma parte do povo eleito de Deus e liberta-los desse engano e sono profundo, guardaremos a fé para aquele grandioso dia:



“Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá. Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, Remindo o tempo; porquanto os dias são maus. Por isso não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor” (Efésios 5,14-17)



“Porque nada há encoberto que não haja de ser manifesto; e nada se faz para ficar oculto, mas para ser descoberto” (Marcos 4,22).



Pesquise por si mesmo, questione tudo, veja sempre os três lados da moeda e não apenas um, liberte-se das correntes com toda a sua força, não acredite plenamente nem neste que vos escreve, mas apenas no Deus que vive dentro de ti e nas escrituras sagradas.


800,000 crianças desaparecem todos os anos só nos Estados Unidos. Então a questão é: onde é que eles vão e o que está a acontecer com eles? A resposta é #Adrenochrome.



Adrenochrome é um químico libertado quando um sujeito foi exposto à forma mais alta de medo e trauma que um humano pode experimentar, aumentando assim a quantidade de adrenalina no corpo. O químico é então extraído da base da medula espinal e ou, pescoço da criança onde o composto está em alta concentração, para tomar como um medicamento psicoativo. Adrenochrome é considerado o ′′ avô ′′ da cocaina e faz com que a mescalina pareça uma cervejinha de gengibre. Diz-se que torna os utilizadores imunes a lesões de armas de alcance livre, ganham telepatia e propriedades psicoativas semelhantes ao LSD. Uma vez recolhido, o químico pode ser vendido nos mercados negros por preços exorbitantes.


Na década de 1990, o ex-vice-presidente Al Gore foi detido num aeroporto por transportar uma mala suspeita que acabou por estar cheia de pacotes de adrenochrome. Houve vários relatos de fazendas adrenocromáticas do tamanho dos campos de futebol na última década. Milhares de crianças refugiadas de países do terceiro mundo com menos de 15 anos são torturados e drenados do seu sangue nestas instalações.






O Comitê Nacional Democrático (#DNC), #Hollywood e #Mossad, são os maiores fornecedores de adrenocromático.


Algumas fazendas produzindo até 1000 quilogramas por semana. Locais comuns que estes #BloodRituals e colheitas são realizados são o #BohemianGrove, abaixo da #ChinaLakeMilitaryFacility, abaixo do #GettyMuseum, #Area51 e centenas de outros #DUMBs (Bases Militares Profundas) em todos os Estados Unidos. As pessoas que participam desses rituais são as pessoas que você conhece como celebridades, políticos e banqueiros. Em breve haverá um momento em que a verdade prevalecerá sobre celebridades de Hollywood e muitos políticos. Estes são alguns dos maçons mais demoníacos e inescrupulosos que existem nesta sociedade secreta, a qual não podemos generalizar, dizendo que todos são assim, mas são estes entre outros, os responsáveis pelo abate de centenas de milhares de crianças inocentes em todo o mundo o dia todo e todos os anos.



Da mesma forma, estupradores de animais como cachorros, por exemplo, utilizam o termo “amor” para justificar seu interesse sexual por essas espécies, chamado-a de relação entre espécies, mais conhecida como “zoofilia”. Essa “lógica” amorosa depravada e depravante, se aplica à qualquer espécie!








É com base nisso que em países como a Finlândia, Noruega, Dinamarca e Romênia o estupro de humanos contra animais é reconhecido – legalmente – sob a justificativa de “parceria” e “amor”. O jornal Daily Mail revelou em 2013 que há uma “tendência” na Europa dos chamados “bordéis animais” para pessoas que desejam “outra opção” sexual. Essa é uma realidade que passa despercebida da maioria. Em países como a Alemanha, desde 1969 já existia uma lei que permitia esses abusos, desde que os animais não fossem maltratados “de forma significativa”. Essa lei só foi revogada, acredite, em 2013, sob protestos de uma das maiores organizações pró-zoofilia do mundo, a “ZETA” (Engajamento Zoófilo pela Tolerância e Informação).Em todo caso, o ativismo zoófilo através de clubes de encontro e grupos espalhados pelo mundo permanecem, todos alegando “amor”, “direito animal” e “diversidade” de “orientação sexual”.


Em 2014 Amanda Rodgers foi ao programa de TV britânico “This Morning” para falar do – casamento – com o seu cachorro. Ela relatou sua experiência sexual com o animal e disse que os dois “se completam” .



Dessa forma, perceba que quando o conceito de amor é reduzido meramente a um discurso, um termo linguístico e totalmente abstrato, ele pode, de fato, se tornar qualquer coisa que se pretende chamar de “amor”, incluindo os casos acima e exemplos como a necrofilia (sexo com cadáveres), o incesto (sexo entre parentes, como pais e filhos) e o sadismo (prazer de imprimir sofrimento a outra pessoa), entre outros.



Não é diferente do assassino que por ciúme afirma ter matado alguém “por amor” ao não suportar o fim de uma relação, ou do terrorista que explode multidões em nome de seu amor, fidelidade e submissão a “deus” ou da pessoa que por algum motivo de ordem psicológica acredita poder casar com um objeto e manter relações com ele “por amor”.



Em 2013 o americano Mark, na época com 20 anos, quis se casar com um dragão inflável.






Ele trata os objetos como se estivessem vivos, chegando à cozinhar e dormir com eles. Em um programa de TV alegou que os “ama” muito.Esses são exemplos reais, não são piadas, alguns tristes demais por revelarem uma condição de profunda confusão mental dessas pessoas, como no exemplo de Mark acima.



Em muitos casos, no entanto, o que vemos são comportamentos que violam a ordem moral estabelecida pela sociedade, exigindo sua total rejeição (ou normatização), como afirma o Sociólogo Anthony Giddens (2008) na obra “Sociologia”.



Certamente esse julgamento serve para organização da civilização, daí podem ser considerados distúrbios, perversão, doenças ou simplesmente imoralidade.



O papel destrutivo da ideologia de gênero sobre o discurso de “amor”



Recentemente publicamos o caso de Vinny Ohh, um americano de 22 anos que fez mais de 110 procedimentos cirúrgicos para se transformar em um “sem gênero extraterrestre.” Qual é a relação disso com a frase “toda forma de amor vale a pena”? Sua relação está na abstração da natureza humana e a consequente desconstrução do referencial biológico. Uma vez que a ideologia de gênero despreza a natureza biológica do sexo para afirmar que o dado mais relevante da sexualidade humana é a maneira como alguém se percebe, ou seja, como se identifica socialmente, como se “gênero” não dependesse, também, do sexo biológico e a condição genética não lhe servisse de indicativo para formação da sexualidade, essa ideologia contribui para que qualquer afirmação acerca do “amor” utilize a sua lógica.



Em outras palavras, se não há uma referência de natureza sexual e entre espécies (porque reconhecer diferenças de espécies obriga os ideólogos de gênero à reconhecerem, também, às diferenças sexuais, o que invalida a concepção de “gênero” como dado suficiente para formação da orientação sexual), qualquer afirmação de “amor” e “gênero” não precisa estar vinculada a nenhum tipo de natureza, visto que tudo se resume a uma “percepção” e “construção social”.






Amor não é qualquer coisa


Por fim, sempre que nos referimos ao amor devemos ter consciência acerca do que está sendo dito, para qual finalidade e em qual contexto, visto que em muitos desses casos não é de amor que se fala, mas de comportamentos perversos e doentios que pessoas ou grupos pretendem legitimar. Lembre-se sempre que o verdadeiro amor, àquele baseado em características universalmente comuns (porque o ser humano é – humano – em todo planeta):



Não explora a inocência do outro, especialmente se esse “outro” estiver impotente sob o seu domínio e poder de manipulação (como é o caso da pedofilia e zoofilia). Não impõe comportamentos sofríveis ou arriscados, capazes de prejudicar a si mesmo e principalmente o outro.


Porém, nos dias de hoje, já virou clichê. A expressão “toda forma de amor” se transformou no lema sentimental da nossa geração, utilizado para defender, especialmente, a causa LGBTQ. A expressão, como era de se esperar, passou a ser devidamente incorporada e explorada pelo mercado comercial, especialmente em épocas como a de agora.



Quem começou a usar?


Começou de forma poética com um casal composto por um homem e uma mulher na década de 70 com Milton Nascimento, como vimos no início desta matéria, depois veio de forma já ideologizada através da música de Lulu Santos, de 1983, quando eles(LGBTS) dizem que  “consideramos justa toda forma de amor”. O fato é que, em nossos dias, são muitas as campanhas explorando a mesma expressão. Empresas até o fechamento desta matéria como:



-O Boticário

-Shopping Total

-Shopping Center Minas

-Imaginarium

-Rosa Rio Joalherias

-Razões para acreditar

-Boots

-Instituições como o Instituto de Comunicação e artes UNA

-Universidade Federal de Ouro Preto

-Além de palestrantes como a Maria Berenice Dias no TEDx .


Um pouco de criatividade para os publicitários não faria mal, mas esse não é o problema central. Existe algo mais no lema, que deveria ser percebido. O que significa “toda forma de amor”? O que se pretende comunicar, e até onde é permitido ir na aplicação prática do lema?



Um primeiro aspecto a se considerar, manifesta o equívoco no conceito de amor. O amor descrito nessas campanhas é uma expressão sentimental, que tem mais a ver com relações de consumo do que com o trato adequado entre duas pessoas. Não se deve confundir “relações de consumo” com o fato de serem exploradas por marcas e produtos. O ponto aqui é do contato entre duas pessoas, baseado nas emoções do momento, e em movimentos narcísicos de busca pelo prazer momentâneo e satisfação pessoal. O mais paradoxal de tudo é que querem colocar a manifestação da fé para o foro íntimo e preferências sexuais para o foro público e obrigatório a todos(as).



Como é possível demonstrar isso?




Não seriam as declarações acima meros juízos preconceituosos e sem fundamento? Afirmo que não, e demonstro: o “amor” sentimental é o mesmo utilizado para justificar através de novelas midiáticas que homens e mulheres na crise da meia idade e de relacionamentos, abandonem seus cônjuges , trocando-os preferencialmente por pessoas mais novas. O sentimentalismo não dá conta do amor, porque este se ancora em dimensões mais profundas da vida humana do que os meros apetites. O amor envolve sentimentos, mas não está restrito a eles.







Para além do erro na compreensão de amor, surge a pergunta acerca da limitação das formas de amor. Se é justa “toda forma de amor”, não existem limites? Se existirem, quem os definirá?



A tese tem por proposta inicial a equivalência das relações homossexuais às heterossexuais. Um homem e uma mulher manifestam uma forma justa de amor, mas também o farão um homem e outro homem, ou uma mulher e outra mulher.



É inevitável questionar: se a questão de gênero é relativa, e se toda forma de amor é válida, podemos repensar também a questão de número? O POLIAMOR?


Talvez alguns comecem a estranhar, ou mesmo a considerar uma extensão injusta do pensamento, mas a esses deveríamos dizer que já existem campos de estudo consolidados a respeito do tema. Em psicologia, os estudos do que ficou conhecido como “poliamor” têm gerado teses e artigos discutindo a questão.


Um homem e duas mulheres são uma forma de amor válida? Uma mulher e dois homens? Três mulheres e dois homens? Se toda forma de amor é válida, bigamia e poligamia deveriam ser levados em conta.


A insistência pode ser incômoda, mas alguém que queira levar a declaração a sério não pode parar por aí. Se toda forma de amor é válida, poderíamos repensar a questão da espécie?



















O amor entre um homem e um animal é uma forma válida?


Aqui, novamente, alguns — provavelmente muitos — diriam que se está forçando a barra. Será? O jornal britânico Daily Mail trouxe a notícia de Joseph Guiso, um australiano que decidiu se casar com o seu cão labrador, em uma cerimônia formal, com direito a votos matrimoniais. Essa forma de amor é válida? Alguém diria que o relacionamento com animais é meramente sexual, mas o próprio Guiso afirma o seu amor pelo cachorro, e declara não ser nada sexual.


Se o argumento final para a legitimidade de um relacionamento for o “amor” sentimental, estaríamos corretos em condenar tal relação?



Provavelmente surgiria um novo contra-argumento: a ideia de que o amor entre um homem e um animal não seria recíproco. Mas como é possível afirmar isso? Quem pode provar que um cão, que chora quando seu dono viaja ou sai de casa, não o ama? Tudo isso, sem considerar tanto as discussões levantadas pelo filósofo Peter Singer, que, mesmo não falando em amor, afirma que relações entre homens e animais podem ser prazerosas para ambos, e são um tabu a ser questionado. Para os que acham tudo isso muito bizarro, retornemos à espécie humana:




Se toda forma de amor é válida, que tal repensarmos as questões de idade? Sem recorrer aos extremos: o relacionamento entre um homem de 33 e uma moça de 13 anos é válido? Se ambos jurarem amor um ao outro, a pedofilia passa a ser aceita? Aqui, novamente, a lógica é direta: se o critério fundamental para definir a validade de um relacionamento for o “amor” sentimental, então irão legislar para legalizar a pedofilia.



Surgem os argumentos contrários, dentre os quais, os principais seriam a questão legal e psicopatológica:


O relacionamento não é válido porque é proibido por lei, e porque a pedofilia é considerada uma doença. E aqui vale lembrar que as leis são criadas e derrubadas conforme a cosmovisão dominante, e, por incrível que pareça, também as classificações psicopatológicas. Para se ter um exemplo claro do ponto, a sodomia era crime em todos os estados dos EUA até 1962. Eventualmente, muitos estados mudaram a legislação, descriminalizando as relações homossexuais. Os proponentes de “toda forma de amor” ousariam usar o argumento da lei para dizer que, antes de 1962, a forma de amor homossexual não era válida?



E que tal pensarmos sobre a questão psicopatológica?



Pedofilia não deveria ser aceita como uma forma legítima de amor porque se trata de doença, correto? Então lembremos que até 1975, o homossexualismo era considerado doença pela Associação Americana de Psicologia. O fato de ser considerado uma doença àquele período tornaria o homossexualismo uma forma de amor ilegítima? Leis sociológicas e classificações patológicas não são suficientes para determinar a validade ou não de uma forma de amor.



Aliás, o que importa é o amor, não? Esse é o argumento do filósofo brasileiro Clóvis de Barros!


Segundo o filósofo, o amor (ou instintos?) não é moral — é sentimental, e, portanto, incontrolável. Dessa maneira, o pedófilo não possui controle sobre o seu “amor”(?). A conclusão lógica é que, uma vez que não há controle, o pedófilo não deveria ser reprimido por sua forma de amor (ou seja, deixem eles estuprarem livremente nossos filhos!!!???). Quem concorda com a tese do “amor” sentimental se torna refém das palavras do filósofo. Se toda forma de amor é válida, como negar essa experiência a alguém que simplesmente ama e não controla seus afetos e instintos exatamente como argumenta um homossexual? Afinal, somos ou não somos seres racionais ou não?



A descrição acima deveria demonstrar que a mera afetividade, quando elevada ao critério último de legitimação dos relacionamentos, cria graves problemas até mesmo para aqueles que declaram ser justa “toda forma de amor”. Dificilmente tais pessoas estão cientes das implicações de sua própria declaração, e poderão argumentar que não pensavam nisso quando afirmavam a expressão, mas essa resposta apenas ressalta a importância de pensarmos adequadamente acerca do que falamos — as palavras têm significado.


Mas qual é a resposta a essas afirmações? Quem define as formas válidas de amor?



Existe uma norma? Sim! Ela está na Bíblia onde encontramos o verdadeiro amor revelado e vivido por Jesus Cristo! Muitos dos que afirmam a validade de “toda forma de amor” são os que defendem o “Estado laico” — outra panacéia contemporânea para os males do mundo. Provavelmente fazem tal reivindicação sem uma compreensão adequada do ponto. Muitos não identificam que a origem da ideia de Estado laico está nos religiosos: a separação entre igreja e Estado, que está na raiz do conceito, é produto da reflexão de cristãos [Cf. Cf. André Bieler, A força oculta dos protestantes, p.53–6].


SIM, O ESTADO É LAICO, MAS NÃO É ATEU!


Ainda assim, usa-se a expressão para silenciar não apenas manifestações religiosas em repartições do governo, mas para silenciar o discurso religioso na esfera pública em qualquer instância.


“Estado laico” virou um grito de guerra secularista para silenciar qualquer cristão que deseja falar publicamente acerca de sua fé e das implicações disso.


Portanto, pedimos licença aos secularistas, mas não podemos guardar a fé numa gaveta de casa, principalmente o Cristianismo, onde Jesus nos pediu para irmos e evangelizarmos por todo mundo (Marcos 16,15). Ela produz impacto sobre quem somos e como vemos o mundo. E é exatamente na consideração da Bíblia que está a resposta para as questões que os proponentes de “toda forma de amor” não conseguem responder.


A Escritura nos apresenta uma proposta de amor diferente do sentimentalismo.


Enquanto a mentalidade sentimental identifica amor com uma série de sensações e afetos e por isso o trata como algo amoral e incontrolável, a Bíblia ancora o amor em uma dimensão mais profunda da vida humana, trabalhando em termos de disposição e aliança.


As imagens bíblicas de amor não dizem respeito a alguém que teve um insight momentâneo e se viu arrastado pelo sentimento; pelo contrário, embora não negue a presença de emoções, na Escritura o amor é cultivado. O ambiente do amor é a aliança — a promessa de caminhar juntos e buscar o bem do outro [Cf. Tim Keller, O significado do casamento, capítulo 3].


A aliança de amor das escrituras vai no sentido contrário das relações de consumo do amor meramente sentimental, instintivo, prazeroso, descartável e utilitário.


Na relação de consumo o foco está em utilidade e performance. Eu preciso ter a melhor performance, e também a minha parceira. Se cairmos em nosso desempenho, corremos o risco de sermos substituídos na relação. Isso fala sobre a utilidade: nessa expressão de “amor”, o outro é importante enquanto é útil. Tão logo a utilidade diminua, seja por queda na performance, seja pelo surgimento de conflitos, seja pelo surgimento de outra pessoa mais útil para os meus propósitos, eu considerarei abandonar a relação. E farei isso em nome do “amor”.


A experiência é de consumo porque é moldada nos mesmos termos em que lidamos com produtos comerciais — trocamos o celular assim que ele fica desatualizado, jogamos fora a calça jeans assim que ela rasga, e mudamos o tênis assim que vemos outro melhor.



No amor da aliança, a relação é protegida pela promessa. Mais realista, ele sabe que haverá problemas, que o desempenho cairá, que momentos de desânimo chegarão, e que a outra pessoa (tanto quanto eu) falhará. Mas esse amor não é guiado pelas impressões aparentes.


As livres promessas matrimoniais, que validam ou invalidam o sacramento, onde se prometem reciprocamente fidelidade e companheirismo “na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza” são uma demonstração dessa mentalidade.


Infelizmente estas promessas foram substituídas por experiências do tipo ficantes, subjetivas, e sem as necessárias renuncias pelas promessas definitivas, enfim, ninguém quer compromissos, quer apenas o bônus sem ônus. Os novos critérios são definidos pelos próprios nubentes, que agora simplesmente descrevem como o coração deles bateu forte ao se encontrarem, como tudo foi muito rápido, e como de repente percebeu que o(a) outro(a) é “uma pessoa maravilhosa”, exatamente nos termos de performance.


O exemplo máximo do amor de aliança é o próprio Deus. Ele se comprometeu com o seu povo, e permaneceu fiel mesmo com as incontáveis manifestações de infidelidade e rebeldia de Israel. Mais do que isso:


Em Efésios 5,25–27 o casamento é comparado ao relacionamento entre Jesus e a igreja. Jesus não apenas lida com a péssima performance de sua noiva, mas Ele se compromete a purificá-la, até que ela fique “sem mácula, nem ruga” — para isso, deu a própria vida na cruz. Esse exemplo acima é o verdadeiro amor, já este abaixo é o falso amor pregado por Lulu Santos:



“E a gente vive junto.
E a gente se dá bem.
Não desejamos mal “a quase” ninguém (Então desejam?)
E a gente vai à luta.
E conhece a dor.
Consideramos “justa toda forma” de amor...”  (Veremos logo abaixo com alguns exemplos reais)




PARA O CRISTÃO O PADRÃO DO VERDADEIRO AMOR É DEUS E SUA REVELAÇÃO, E NÃO ACHOLOGIAS PSEUDO POÉTICAS







A Bíblia não apenas demonstra o que é o amor, mas também delimita as formas aceitáveis de amar. Levítico 18 é um dos textos mais claros sobre o ponto. Ali a Bíblia não permite o relacionamento incestuoso (v.5–18); adultério (v.20); homossexualidade (v.22) e relações com animais (v.23). Da mesma maneira, o Novo Testamento reafirma a ética relacional estabelecida por Deus. Jesus fala de “relações sexuais ilícitas” (do grego porneia), que diziam respeito, principalmente, ao adultério e fornicação, mas o termo também indicava incesto, sodomia e outras formas de desvio sexual [cf. Gerhard Kittel e Gerhard Friedrich (ed.), The Theological Dictionary of The New Testament, vocábulo porneia, p.919–21]. Os apóstolos seguiram os preceitos do Antigo Testamento e de Jesus, demonstrando o homossexualismo (Romanos 1.26,27), adultério (1Coríntios 6.9) e incesto (1 Coríntios 5.1) como “formas de amor” inválidas.


Provavelmente a pergunta a ser feita diante dessa percepção é: por que a Bíblia condenou tais relações? Por que a Bíblia não considera justa toda forma de amor?



Existe uma resposta clara e contundente para isso:


O amor existe para manifestar algo do próprio Deus. Não é à toa que a Bíblia cria uma identificação entre Deus e o amor — João afirma explicitamente “Deus é amor” (1 João 4.8).


Dessa perspectiva, o amor não é fundamentalmente sobre o homem, a criatura, mas sobre Deus, o Criador. Isso não significa que o amor não tenha validade como elemento nas relações humanas, mas significa que, como o amor é parte da auto-revelação de Deus, o seu sentido, espelho e parâmetro é definido e revelado por Ele:



Isso pode ser percebido na dinâmica de amor inerente ao ser de Deus. O cristianismo bíblico percebe Deus como uma Trindade: três pessoas em comunicação e amor. A Trindade revela o equilíbrio último entre unidade e diversidade, universais e particulares. Deus decidiu revelar a Sua imagem na criação, e o fez de modo admirável.


Relata-nos o livro de Gênesis:


“Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra. Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra.” (Gênesis 1,26–28).


O versículo 27 afirma que Deus criou o homem à Sua imagem e semelhança, mas expressou essa imagem na criação de homem e mulher. Por quê? Porque Deus é, em sua essência, comunitário: Pai, Filho e Espírito Santo. A maneira escolhida por Deus para revelar algo da sua dinâmica interna, foi criando homem e mulher, e estabelecendo um relacionamento entre eles. Em Gênesis 2 nós temos um relato mais detalhado da criação do homem. Deus cria inicialmente Adão, mas vê que ele está só. Embora tenha considerado toda a sua criação como boa, o Criador declara que “não é bom que o homem esteja só” (Gen.2,18); assim cria a mulher. Deus apresenta a mulher ao homem, e agora uma aliança é estabelecida: eis o primeiro casamento.


Desse relato, já é possível perceber uma estrutura:


O amor, conforme o desejo de Deus, manifesta-se entre um homem e uma mulher, no ambiente da aliança. É verdade que houve distorções no processo, com a poligamia fazendo parte da caminhada do povo de Deus, mas ao chegarmos no Novo Testamento, encontramos a imagem de Jesus e a sua noiva (Efésios 5), e também encontramos como requisito para a liderança na igreja, que o homem seja marido de uma só mulher (1 Timóteo 3).







Qual é a norma do amor original?



Um homem e uma mulher em aliança. Por que Deus não considera justa toda forma de amor? Porque as nossas relações, em última análise, espelham algo do próprio ser de Deus. Expressões como o adultério, a pedofilia, o incesto e a homoafetividade são falsas representações da imagem de Deus, e, assim, perversões do amor. Porém com isto não se deveria deduzir, que os praticantes de formas ilegítimas de amor deveriam ser perseguidos ou maltratados.


Somos chamados a alertar todos os homens que existe uma norma para vida humana. Essa mensagem, muitas vezes, é incômoda, mas precisa ser dita. A maneira de dizer isso pode ser enfática, e até mesmo dura, mas não como resultado de ódio. O alerta é para que os homens que defendem as formas ilegítimas de amor venham a se arrepender de seus caminhos, e a conhecer o amor verdadeiro que os liberta, os plenifica e lhes dar a verdadeira paz que só Jesus pode dar.Nossa busca por amor tem a ver com o desejo por satisfação, descanso e paz; em uma palavra: redenção [ Cf. Tim Keller, Deuses falsos, cap.2]. Ao apresentarmos as reivindicações de Deus, também anunciamos a paz a todos os que confiarem em Jesus.



Quem errou, seja cometendo adultério, incesto, pedofilia ou se envolvendo em relações homossexuais, deveria ser confrontado em seu pecado, mas encorajado a conhecer o amor de Deus. Há esperança de redenção, perdão, reconciliação e salvação!



O apóstolo Paulo, em 1 Coríntios 6, fala algo importante para a ocasião:



9 Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, 10 nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. 11 Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus. (1 Coríntios 6,9–11)



Paulo providencia uma lista de pecados que deveriam ser confrontados, dentre os quais, vários envolvendo perversões sexuais, como adultério e sodomia. Mas ele não encerra o seu ponto na lista.


ATENÇÃO!!! No versículo 11 afirma: “tais fostes alguns de vós”. Na igreja dos coríntios, alguns tinham cometido adultério e vivido como homossexuais.


No entanto, afirma o apóstolo Paulo, eles foram lavados, santificados e justificados em nome do Senhor Jesus — encontraram a redenção. A Bíblia anuncia que as pessoas que já experimentaram formas ilegítimas de amor, podem encontrar amor real. A maior forma de amor foi apresentada por Jesus na cruz. Ali ele deu a própria vida, sofrendo a ira do Pai, para justificar pecadores indignos. Esse amor não foi para vivermos de qualquer maneira, mas para sermos transformados à sua imagem, em pessoas que amam de verdade.


Menores de 15 anos são forçadas a se casar a cada 7 segundos – Essa forma de amar não vale a pena e não é justa!







(Por Júlia Warken, do M de Mulher - Publicado em: 20/10/2016)


Além de alertar para o casamento infantil, a organização fez um ranking mostrando quais são os melhores e os piores países para uma criança feminina viver!


Quem vive longe dessa realidade costuma pensar que o casamento infantil não é mais uma prática comum hoje em dia. Mas os dados divulgados pela intituição britânica Save the Children apontam o contrário. A cada sete segundos uma menina menor de 15 anos é forçada a se casar ao redor do mundo.






Em setembro de 2013, o mundo se chocou com a morte de Rawan, uma menina de oito anos que foi forçada a casar com um homem de 40.A criança faleceu logo após a lua de mel, pois teve ferimentos profundos no útero, recorrentes de estupro. Ela morava no Iêmen e foi vendida pelo padrasto, por cerca de 6 mil dólares.






Mas o caso de Rawan é exceção à regra. Não pela violência sofrida, mas pelo fato de o caso ter sido noticiado ao redor do mundo. Casamentos infantis – seguidos de estupro e todo tipo de violência – estão longe de ser incomuns, mas a gente prefere fechar os olhos para isso. Junto com o Iêmen, países como Afeganistão, Índia e Somália estão no topo da lista entre os locais onde a prática é assustadoramente corriqueira. Na época em que Rawan morreu, um levantamento realizado pelo Human Rights Watchrevelou que cerca de 52% das meninas se casam antes dos 18 anos no Iêmen, e 14% antes dos 15.


Mas não se engane, pois o casamento precoce também é uma realidade no Brasil, como retratou a revista Claudia numa reportagem. Segundo a matéria: “O Brasil ocupa o quarto lugar no mundo em número absoluto de crianças casadas. As esposas de 10 a 14 anos são 65 709; delas, 2,6 mil firmaram compromisso em cartório e/ou igreja.”


Voltando ao relatório da Save the Children, a instituição destaca o fato de que o matrimônio infantil contribui:


a)-Não apenas para a violência sexual e doméstica.

b)-Mas também, para os índices de menor taxa de escolaridade entre mulheres.

c)-A gestação precoce também aumenta o número de mortandade entre as meninas, pois grande parte delas engravida antes de ter o corpo totalmente formado e morre por causa disso.



Além de alertar para o casamento infantil, a organização fez um ranking mostrando quais são os melhores e os piores países para uma menina viver. Mais de 140 países foram avaliados com base em dados como: índices de matrimônio precoce, gravidez na adolescência, mortalidade materna, mulheres com ensino fundamental completo e representatividade feminina na política.


O Brasil figura no 102º lugar da lista, ficando numa posição pior do que países como Paquistão e Iraque.


O drama das meninas que se casam crianças


(Juliana Diógenes, enviada especial a Codó e Timbiras (MA), O Estado de S.Paulo - 10 de março de 2018)



No Brasil, 877 mil mulheres entre 20 e 24 anos se casaram quando tinham até 15 . Raquel (nome fictício) observa a massinha de modelar entre as mãos e brinca de criar formas enquanto fala sobre o dia em que foi estuprada aos 10 anos, em Cajazeiras, distrito onde mora na zona rural de Codó (MA). O rapaz, então com 19 anos, fugiu. Ela engravidou. “A médica disse que não tinha espaço para sair o bebê por parto normal, então fiz cesárea”, conta. A filha nasceu e foi cuidada pela avó.  Aos 13, Raquel foi morar com Raimundo, um pedreiro de 35 anos que conheceu na casa vizinha. E engravidou novamente. Ela foi novamente vítima de estupro – mesmo em união informal, o caso configura estupro de vulnerável pelo Código Penal, por envolver sexo com uma pessoa menor de 14 anos. A história de Raquel compõe o retrato de uma realidade quase invisível no Brasil, apesar de ser uma prática antiga e com dimensão global: o casamento infantil.


No País, há poucos dados disponíveis para dimensionar o problema. Dados do Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, os últimos disponíveis, indicam que 877 mil mulheres que têm hoje entre 20 e 24 anos se casaram quando tinham até 15. O próprio governo federal admite não saber quem são e onde estão as meninas casadas.


Segundo o primeiro estudo feito no País especificamente sobre o tema, realizado pelo Instituto Promundo entre 2013 e 2015:


a)-Maranhão e Pará são os Estados com maior prevalência de uniões precoces.

b)-O levantamento mostra que as meninas se casam e têm o primeiro filho, em média, aos 15 anos. Os homens são nove anos mais velhos.

c)-A pesquisa sugere que o casamento de uma menina com um homem muito mais velho – o caso de Raquel – é associado a condições financeiras precárias da família da garota. O homem mais velho surge como alguém capaz de fornecer apoio financeiro a ela e aliviar sua família de sustentá-la.




Recusa do namoro


No caso de Raquel, a mãe negou por duas vezes os pedidos de namoro de Raimundo. Ele, então, propôs algo diferente: morar e se casar com a menina. E a mãe aceitou.


“Ela viu que ele queria morar comigo, ter responsabilidade para cuidar de mim. Só por isso ela deixou”, relata Raquel. “Se eu quisesse só namorar, acho que a mãe e o padrasto dela não iam deixar. Eu não queria fazer que nem o outro, que engravidou e foi embora. Pelo menos ponho num barraco. Falei para a mãe dela que iria colocar Raquel no bom caminho”, diz Raimundo.



Jovem parda de 16 anos, costas encurvadas, unhas dos pés pintadas de verde com desenho de flor e um jeito acabrunhado de falar, Raquel interrompe a entrevista para tirar a panela do fogo. O marido, hoje com 38 anos, está para chegar e o almoço precisa estar pronto. Quando não está consertando televisões dos vizinhos ou tocando como DJ, Raimundo “caça” – verbo que faz questão de usar – no mato o de comer. Em dia bom, ele carrega nas costas um tatu-peba ou uma cotia. “Foi ele que me ensinou a cozinhar, eu não sabia. Aprendi a fazer arroz, temperar feijão, botar carne no fogo. Aprendi também a cozinhar as caças dele.” Por mês, a renda do casal é, em média, R$ 300. No mesmo quarto de uma casa de pau a pique dormem os dois e a filha. Raquel, entre uma gestação e outra, abandonou a escola, repetiu o 7.° ano e agora deveria iniciar o ensino médio. As aulas já começaram e ela admite que “vai ser difícil” frequentar a escola cuidando da filha de 3 anos. Já Raimundo largou os estudos na 5.ª série.


Liberdade


A pesquisa do Promundo atribui o casamento infantil a três principais causas:


1)-A primeira é vulnerabilidade das comunidades, caracterizada por baixos níveis de de escolaridade e infraestrutura, e fraca presença do Estado.


2)-Em segundo lugar, as adolescentes querem sair da casa dos pais porque desejam começar a namorar e ir a festas e, por isso, veem no casamento uma forma de fuga das proibições dos pais.


3)-A terceira causa mais citada pelas adolescentes como motivação é a fragilidade das estruturas familiares, que leva as meninas a buscar estabilidade e segurança fora de casa.


Moradora de Timbiras (MA), Flávia casou aos 13 anos com o pedreiro Eduardo, de 20. Estão juntos há três anos e não têm filhos. Flávia conta que a motivação para sair de casa foi a privação de liberdade.


“Minha mãe não deixava eu sair. Eu ficava revoltada, queria ir para as festas. Ela proibiu e foi até pior. Se ela tivesse deixado, eu estaria com ela”, diz a menina, hoje com 16 anos.


No mesmo dia em que foi pedir aos pais de Flávia para namorar e casar com ela, a menina já arrumou as roupas e foi embora para a casa da família de Eduardo. Quem também não quis esperar a reação dos pais e saiu de casa no mesmo dia em que o namorado pediu a mão dela foi Sarah, de 16 anos. Hoje ela mora com o marido Hugo, de 23, que trabalha na roça onde eles residem com o filho de 4 meses no povoado de Almas Sozinhas, em Timbiras (MA). Ela tinha 15 anos quando o conheceu e engravidou um mês após a vida de casada.


“Saí de casa mais por causa do meu pai. Eu queria um namorado e ele não deixava. Meu pai dizia que se meu namorado aparecesse lá, ele ia dar um tiro.”


Agora aos 16, depois de interromper os estudos para cuidar do filho, se arrepende: acha que não fez a escolha certa ao casar cedo e engravidar.


“Quando fui morar com ele, nenhum de nós dois estava preparado. Mas só hoje vejo isso. Era para ter um pouco mais de paciência, mas, por causa do pai, não tive.”



A ânsia por liberdade, a desestrutura familiar e a vulnerabilidade das comunidades atingem também os grandes centros urbanos, especialmente a periferia. É o caso da desempregada Daniela dos Santos Alves, de 28 anos, moradora de Guarulhos, na Grande São Paulo. Ela engravidou e se casou aos 17, mas se arrepende:


“Achei que sairia daquela rotina da casa da minha, que teria liberdade. Mas não tive, até piorou. Dobrou a responsabilidade”, conta.



Segundo Viviana Santiago, gerente de Gênero e Incidência Política da ONG Plan International, a maioria das meninas vem de lares conturbados pela pobreza ou de relações tumultuadas com os responsáveis.


“Em um contexto de meninas com acesso à escola regular e famílias que têm condições socioeconômicas minimamente equilibradas, o casamento vai descendo como opção de vida”, explica. “Quanto menos acesso aos direitos e à possibilidade de desenvolvimento, mais o casamento cresce como opção, inclusive de transformar essa menina em respeitável.”



Fuga


"Quero dar para a minha filha uma vida sossegada, leve, uma vida que eu não tive. A minha casa sempre foi de confusão e briga", diz Marina, de 14 anos, moradora do povoado de Almas Sozinhas, casada e mãe de um bebê de 5 meses.


A menina saiu de casa aos 13 anos, quando um dia brigou com o padrasto por não aguentar mais vê-lo batendo no irmão mais novo.


"Meu padrasto e eu tivemos uma discussão. Ele nunca gostou de mim. Então, resolvi sair de casa."



Marina era criada pela mãe - que engravidou dela aos 15 anos - e pelo padrasto.


"Não conheci meu pai. Ele me abandonou quando era criança. Nem me lembro o nome dele." Depois de sair de casa e morar algumas semanas na casa da avó, recebeu o convite do namorado, Tiago, de 18 anos, para dividirem um teto. "Nunca pensei na vida em casar. Mas foi uma forma de me ver livre de briga", explica. Um mês após o início da vida de casada, ela engravidou. Os estudos foram interrompidos na 8ª série. O bebê herdou os brinquedos que eram de Marina até poucos anos atrás.


Uma girafa de pelúcia é o favorito das duas. Enquanto o marido conversa com a reportagem, Marina senta em um banco no fundo da sala e silencia. Com as pernas balançando, sem encostar no chão, ela brinca com a girafinha e não participa da conversa, apenas observa. Ao lado da menina, a TV quebrada está coberta por um pano. Era a principal diversão de Marina antes de pifar após uma queda de energia: ali, assistia novelas e desenhos animados enquanto o marido passava o dia fora. Agora, convive boa parte do dia com o silêncio, rompido pelos choros da filha.



O marido Tiago - que largou os estudos na 5ª série - está em busca emprego fixo há dois anos e meio em Timbiras, mas diz que "até quem tem estudo encontra dificuldade". Três vezes por mês, trabalha capinando terreno e fazendo reparos no terreno dos outros. A diária é de R$ 50. A única renda fixa do casal é o Bolsa Família: R$ 202.Para conseguir reformar a casa de taipa e driblar as goteiras que escorrem pela telhado de palha, o plano é vir trabalhar em Guariba, no interior de São Paulo, cortando cana por dois anos. Nesse período, espera juntar R$ 2 mil. Mas Tiago ainda tenta arrecadar os R$ 250 da passagem de ônibus e R$ 100 de alimentação para a viagem de três dias.


Documentário


Para dar visibilidade ao cenário, a ONG Plan International Brasil lançou no último dia 7 o documentário “Casamento Infantil”. O filme partiu do estudo realizado pelo Promundo em parceria com a Plan.O filme poderá ser distribuído para qualquer região do país: escolas, coletivos, universidades e até pequenos grupos poderão assistir gratuitamente. O documentário entrevista pesquisadores, agentes e legisladores para discutir o impacto do problema no Brasil.




CONCLUSÃO


Definitivamente Milton Nascimento e Lulu Santos, qualquer maneira de amor não vale a pena, pois muitas crianças não estão sendo amadas, mas usadas, e isto não é válido e muito menos justo, são cegos ideologizados a conduzir outros cegos para o abismo.



FONTES DE CONSULTA:



-https://allenporto.com/toda-forma-de-amor-722cabb47076


-https://www.opiniaocritica.com.br/comportamento/toda-forma-de-amor-vale-a-pena-entenda-a-armadilha-ideologica-dessa-afirmacao/


-https://exame.com/mundo/menores-de-15-anos-sao-forcadas-a-se-casar-a-cada-7-segundos/


-https://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,o-drama-das-meninas-que-se-casam-criancas,70002221337


-https://musicaemprosa.wordpress.com/2018/09/12/qualquer-maneira-de-amor-vale-a-pena/#:~:text=%E2%80%9CQualquer%20maneira%20de%20amor%20vale%20a%20pena%E2%80%9C%2C%20frase%20de,can%C3%A7%C3%A3o%20%E2%80%9CPaula%20e%20Bebeto%E2%80%9D.


-https://opusdei.org/pt-br/article/deus-e-amor-primeira-enciclica-de-bento-xvi/


-https://www.alienacaoparentalacademico.com.br/2020/07/03/adrenochrome-a-droga-utilizada-pela-elite/




-----------------------------------------------------





Apostolado Berakash – Trazendo a Verdade: Se você gosta de nossas publicações e caso queira saber mais sobre determinado tema, tirar dúvidas, ou até mesmo agendar palestras e cursos em sua paróquia, cidade, pastoral, e ou, movimento da Igreja, entre em contato conosco  pelo e-mail:



filhodedeusshalom@gmail.com


Curta este artigo :

Postar um comentário

Conforme a lei o blog oferece o DIREITO DE RESPOSTA a quem se sentir ofendido(a), desde que a resposta não contenha palavrões e ofensas de cunho pessoal e generalizados.Os comentários serão analisados criteriosamente e poderão ser ignorados e ou, excluídos.

Quem sou eu?

Minha foto
CIDADÃO DO MUNDO, NORDESTINO COM ORGULHO, Brazil
Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino) “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

As + lidas!

 
Support : Creating Website | Johny Template | Mas Template
Copyright © 2013. O BERAKÁ - All Rights Reserved
Template Created by Creating Website Published by Mas Template
Proudly powered by Blogger