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O que a Igreja Católica tem a dizer sobre a Comunicação com os mortos ?

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 16 de agosto de 2016 | 17:27








A imagem acima da postagem de santa Faustina com Jesus Cristo (a qual teve colóquios com Ele), não foi por acaso, foi proposital mesmo. Pois se levarmos em conta o contexto judaico sobre a NECROMANCIA ao pé da letra, até consultar a Cristo (que já morreu) estaremos caindo em ABOMINAÇÃO, pois assim está escrito em Deut 18,9-12:

 

“Quando tiveres entrado na terra que o Senhor, teu Deus, te dá, não te porás a imitar as práticas abomináveis da gente daquele terra. Não se ache no meio de ti quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem quem se dê à adivinhação, à astrologia, aos agouros, ao feiticismo, à magia, ao espiritismo, à adivinhação ou à invocação dos mortos, porque o Senhor, teu Deus, abomina aqueles que se dão a essas práticas, e é por causa dessas abominações que o Senhor, teu Deus, expulsa diante de ti essas nações.”




Não vamos tratar nesta postagem sobre as práticas de evocação dos mortos com a finalidade de obter deles algum conselho, doutrinas ou mensagens (espiritismo, ou o que Bíblia chama de necromancia).Pois no link interno ESPIRITISMO já tratamos deste e outros temas semelhantes. Falaremos sim, das manifestações ESPONTÂNEAS de espíritos. Ou seja, sem evocações de espíritos em mesas brancas, pretas, seja lá de qualquer cor. Dentro dos círculos católicos, entre teólogos, clérigos e leigos, seja através de palestras, livros e sites, já se viu e ouviu diferentes versões para explicar o fenômeno, e parece não haver consenso. Uns dizem que “isso não passa de mera autossugestão”; outros garantem  que “não são espíritos, são demônios”; e alguns ainda juram que “esso non ecxiste, é tudo iluson !!!”. Numerosas são as passagens da Bíblia e os documentos da Igreja que reafirmam que a fé no Deus de Israel e a consulta aos mortos são incompatíveis. Por outro lado, diversos são os relatos de católicos fiéis, incluindo até santos, do passado e presente, que jamais compactuando com estas práticas e jamais tendo participado de rituais espíritas ou praticado qualquer forma de evocação, dizem ter sido involuntariamente expostos a visões ou vozes de pessoas falecidas. A esse respeito, me parece razoável a explicação de Dom Frei Boaventura Kloppenburg, OFM. Ele deixa bem claro que as práticas espíritas (que a Bíblia chama de necromancia) são absolutamente condenáveis, mas também afirma que a comunicação entre vivos e mortos pode não incorrer em pecado, desde que não tenha sido provocada por rituais de evocação:

“Quem negará a Deus todo-poderoso a capacidade de enviar-nos seus mensageiros? Quando Deus manda, a iniciativa é sua; e a conseqüente manifestação do além toma para nós um caráter espontâneo.(Ex.: Moisés e Elias na transfiguração).Bem outra é a situação quando a iniciativa é nossa, querendo nós provocar alguma conversação com entidade do além. Quem pretende provocar a manifestação de algum falecido para dele receber mensagem ou notícia pratica um ato condenável, conhecido pelos antigos de necromancia...” (1)


Sabe-se lá porque Deus permite essas coisas… Mas o certo é que a nossa fé se baseia não no que dizem os espíritos, mas sim nas Escrituras e na Tradição da Igreja, onde encontramos a Palavra segura para iluminar o nosso caminho.E não custa lembrar: católicos que frequentam centros espíritas, terreiros de umbanda, candomblé, e que consultam cartomantes ou médiuns estão vivendo a sua fé de forma corrompida, absurdamente incoerente e ilógica com a fé Católica.



O CASO DO PROFETA SAMUEL


No Antigo Testamento, há uma passagem que parece indicar que a comunicação entre mortos e vivos é possível. Estando na iminência de perder uma guerra, Saul, desesperado, deseja se aconselhar com o profeta Samuel. (Detalhe: o rei estava em maus lençóis justamente porque não dava ouvidos ao profeta quando este estava vivo, e agora queria encher o saco dele no Além).Mesmo estando careca de saber que o Senhor abominava essa prática, Saul busca a ajuda de uma necromante (médium) para chamar o espírito de Samuel. Reparem que aqui já não se trata de uma manifestação espontânea de um espírito, mas de um ritual pecaminoso de evocação:


Samuel disse ao rei: Por que me incomodaste, fazendo-me subir aqui? Estou em grande angústia, disse o rei. Os filisteus atacam-me (…). Chamei-te para que me indiques o que devo fazer. Samuel disse-lhe: (…) Não obedeceste à voz do Senhor (…); eis por que o Senhor te trata hoje assim. E mais: o Senhor vai entregar Israel, juntamente contigo, nas mãos dos filisteus. Amanhã, tu e teus filhos estareis comigo…(I Sam 28:15-19).


Como vemos, do Além, o Rei Saul não obteve qualquer ajuda ou conselho, somente maldições. E em nenhum versículo deste capítulo se levanta a possibilidade de que aquilo tudo não passasse de engodo ou ilusão. Já ouvi gente dizendo que o tal espírito não poderia ser de Samuel, pois suas profecias não se cumpriram. Como assim não se cumpriram? Vejamos:


Profecia 1: “O Senhor vai entregar Israel, juntamente contigo, nas mãos dos filisteus”. O exército de Israel foi derrotado pelos filisteus e Saul se suicidou para fugir da morte inevitável pelas mãos destes inimigos. Ainda que indiretamente, ele morreu sim por causa dos filisteus.


Profecia 2: “Amanhã, tu e teus filhos estareis comigo”. Saul não morreu no dia seguinte, mas sim dois dias depois. E, nem todos os seus filhos morreram. Porém, o termo “amanhã” não necessariamente se refere literalmente ao dia seguinte, mas ao futuro. Quanto aos filhos, em nenhum momento foi profetizado que TODOS os filhos do rei morreriam. E, de fato, todos aqueles filhos que lutaram com Saul na guerra bateram as botas.



Uma objeção relevante: como Deus poderia ter permitido que o espírito de um de seus profetas obedecesse ao chamado de uma necromante, cujas práticas abomina?



Talvez tenha se tratado de uma permissão excepcional, uma tentativa derradeira de fazer Saul (homem ungido) se dar conta de seus erros. Mas o fato é que esse ritual “espírita” se somou aos muitos pecados do rei, e ele caiu de vez em desgraça, como afirmam as Escrituras:



Saul morreu por causa da infidelidade, pela qual se tornara culpado contra o Senhor, não observando a palavra do Senhor e por ter consultado necromantes. (I Cron 10,13).







O que diz o Magistério OFICIAL da igreja sobre o tema no Catecismo da Igreja Católica:



§1013 A morte é o fim da peregrinação terrestre do homem, do tempo de graça e de misericórdia que Deus lhe oferece para realizar sua vida terrestre segundo o projeto divino e para decidir seu destino último. Quando tiver terminado "o único curso de nossa vida terrestre", não voltaremos mais a outras vidas terrestres. "Os homens devem morrer uma só vez" (Hb 9,27). Não existe "reencarnação" depois da morte.



§1005 Para ressuscitar com Cristo é preciso morrer com Cristo, é preciso "deixar a mansão deste corpo para ir morar junto do Senhor" (2 Cor 5,8). Nesta "partida" que é a morte, a alma é separada do corpo. Ela será reunida a seu corpo no dia da ressurreição dos mortos.



§366 A Igreja ensina que cada alma espiritual é diretamente criada por Deus - não é "produzida" pelos pais - e é imortal: ela não perece quando da separação do corpo na morte e se unirá novamente ao corpo na ressurreição final.



§989 Cremos firmemente - e assim esperamos - que, da mesma forma que Cristo ressuscitou verdadeiramente dos mortos, e vive para sempre, assim também, depois da morte, os justos viverão para sempre com Cristo ressuscitado e que Ele os ressuscitará no último dia. Como a ressurreição de Cristo, também a nossa será obra da Santíssima Trindade: Se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dentre os mortos habita em vós, aquele que ressuscitou Cristo Jesus dentre os mortos dar vida também aos vossos corpos mortais, mediante o seu Espírito que habita em vós (Rm 8,11).



§1027 Este mistério de comunhão bem-aventurada com Deus e com todos os que estão em Cristo supera toda compreensão e toda imaginação. A Escritura fala-nos dele em imagens: vida, luz, paz, festim de casamento, vinho do Reino, casa do Pai, Jerusalém celeste, Paraíso. "O que os olhos não viram, os ouvidos não ouviram e o coração do homem não percebeu, isso Deus preparou para aqueles que o amam" (1Cor 2,9).



§1028 Em razão de sua transcendência, Deus só poder ser visto tal como é quando Ele mesmo abrir seu mistério à contemplação direta do homem e o capacitar para tanto. Esta contemplação de Deus em sua glória celeste é chamada pela Igreja de "visão beatifica". Qual não ser tua glória e tua felicidade: ser admitido a ver a Deus, ter a honra de participar das alegrias da salvação e da luz eterna na companhia de Cristo, o Senhor teu Deus (...) desfrutar no Reino dos Céus, na companhia dos justos e dos amigos de Deus, as alegrias da imortalidade adquirida.


§1029 Na glória do Céu, os bem-aventurados continuam a cumprir com alegria a vontade de Deus em relação aos outros homens e à criação inteira. Já reinam com Cristo; com Ele "reinarão pelos séculos dos séculos" (Ap 22,5).



§393 É o caráter irrevogável de sua opção, e não uma deficiência da infinita misericórdia divina, que faz com que o pecado dos anjos não possa ser perdoado. "Não existe arrependimento para eles depois da queda, como não existe para os homens após a morte."



§1030 Os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não estão completamente purificados, embora tenham garantida sua salvação eterna, passam, após sua morte, por uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do Céu.



§1031 A Igreja denomina Purgatório esta purificação final dos eleitos, que é completamente distinta do castigo dos condenados. A Igreja formulou a doutrina da fé relativa ao Purgatório sobretudo no Concílio de Florença e de Trento. Fazendo referência a certos textos da Escritura, a tradição da Igreja fala de um fogo purificador:No que concerne a certas faltas leves, deve-se crer que existe antes do juízo um fogo purificador, segundo o que afirma aquele que é a Verdade, dizendo, que, se alguém tiver pronunciado uma blasfêmia contra o Espírito Santo, não lhe será perdoada nem presente século nem no século futuro (Mt 12,32). Desta afirmação podemos deduzir que certas faltas podem ser perdoadas no século presente, ao passo que outras, no século futuro.



§1032 Este ensinamento apoia-se também na prática da oração pelos defuntos, da qual já a Sagrada Escritura fala: "Eis por que ele [Judas Macabeu) mandou oferecer esse sacrifício expiatório pelos que haviam morrido, a fim de que fossem absolvidos de seu pecado" (2Mc 12,46). Desde os primeiros tempos a Igreja honrou a memória dos defuntos e ofereceu sufrágios em seu favor, em especial o sacrifício eucarístico, a fim de que, purificados, eles possam chegar à visão beatífica de Deus. A Igreja recomenda também as esmolas, as indulgências e as obras de penitência em favor dos defuntos:Levemo-lhes socorro e celebremos sua memória. Se os filhos de Jó foram purificados pelo sacrifício de seu pai que deveríamos duvidar de que nossas oferendas em favor dos mortos lhes levem alguma consolação? Não hesitemos em socorrer os que partiram e em oferecer nossas orações por eles.



§1472 AS PENAS DO PECADO: Para compreender esta doutrina e esta prática da Igreja, é preciso admitir que o pecado tem uma dupla conseqüência. O pecado grave priva-nos da comunhão com Deus e, consequentemente, nos toma incapazes da vida eterna; esta privação se chama "pena eterna" do pecado. Por outro lado, todo pecado, mesmo venial, acarreta um apego prejudicial às criaturas que exige purificação, quer aqui na terra, quer depois da morte, no estado chamado "purgatório". Esta purificação liberta da chamada "pena temporal" do pecado. Essas duas penas não devem ser concebidas como uma espécie de vingança infligida por Deus do exterior, mas, antes, como uma conseqüência da própria natureza do pecado. Uma conversão que procede de uma ardente caridade pode chegar à total purificação do pecador, de tal modo que não haja mais nenhuma pena.



§990 O termo "carne" designa o homem em sua condição de fraqueza e de mortalidade. A "ressurreição da carne" significa que após a morte não haverá somente a vida da alma imortal, mas que mesmo os nossos "corpos mortais" (Rm 8,11) readquirirão vida.



§996 Desde o início, a fé cristã na ressurreição deparou com incompreensões e oposições. "Em nenhum ponto a fé cristã depara com mais contradição do que em torno da ressurreição da carne." Aceita-se muito comumente que depois da morte a vida da pessoa humana prossiga de um modo espiritual. Mas como crer que este corpo tão manifestamente mortal possa ressuscitar para a vida eterna?



§997 Que é "ressuscitar"? Na morte, que é separação da alma e do corpo, o corpo do homem cai na corrupção, ao passo que sua alma vai ao encontro de Deus, ficando à espera de ser novamente unida a seu corpo glorificado. Deus, em sua onipotência, restituirá definitivamente a vida incorruptível a nossos corpos, unindo-os às nossas almas, pela virtude da Ressurreição de Jesus.



§1023 Os que morrem na graça e na amizade de Deus, e que estão totalmente purificados, vivem para sempre com Cristo. São para sempre semelhantes a Deus, porque o vêem "tal como ele é" (1Jo 3,2), face a face (1Cor 13,12):Com nossa autoridade apostólica definimos que, segundo a disposição geral de Deus, as almas de todos os santos mortos antes da Paixão de Cristo (...) e de todos os outros fiéis mortos depois de receberem o santo Batismo de Cristo, nos quais não houve nada a purificar quando morreram, (...) ou ainda, se houve ou há algo a purificar, quando, depois de sua morte, tiverem acabado de fazê-lo, (...) antes mesmo da ressurreição em seus corpos e do juízo geral, e isto desde a ascensão do Senhor e Salvador Jesus Cristo ao céu, estiveram, estão e estarão no Céu, no Reino dos Céus e no paraíso celeste com Cristo, admitidos na sociedade dos santos anjos. Desde a paixão e a morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, viram e vêem a essência divina com uma visão intuitiva e até face a face, sem a mediação de nenhuma criatura.



§1024 Essa vida perfeita com a Santíssima Trindade, essa comunhão de vida e de amor com ela, com a Virgem Maria, os anjos e todos os bem-aventurados, é denominada "o Céu". O Céu é o fim último e a realização das aspirações mais profundas do homem, o estado de felicidade suprema e definitiva.



§1025 Viver no Céu é "viver com Cristo". Os eleitos vivem "nele", mas lá conservam - ou melhor, lá encontram - sua verdadeira identidade, seu próprio nome."Vita est enim esse cum Christo; ideo ubi Christus, ibi vita, ibi regnum - Vida é, de fato, estar com Cristo; aí onde está Cristo, aí está a Vida, aí está o Reino".



§1026 Por sua Morte e Ressurreição, Jesus Cristo nos "abriu" o Céu. A vida dos bem-aventurados consiste na posse em plenitude dos frutos da redenção operada por Cristo, que associou à sua glorificação celeste os que creram nele e que ficaram fiéis à sua vontade. O céu é a comunidade bem-aventurada de todos os que estão perfeitamente incorporados a Ele.



§1020 O cristão, que une sua própria morte à de Jesus, vê a morte como um caminhar ao seu encontro e uma entrada na Vida Eterna. Depois de a Igreja, pela última vez, pronunciar as palavras de perdão da absolvição de Cristo sobre o cristão moribundo, selá-lo pela última vez com uma unção fortificadora e dar-lhe o Cristo no viático como alimento para a Viagem, diz-lhe com doce segurança estas palavras:Deixa este mundo, alma cristã, em nome do Pai Todo-Poderoso que te criou, em nome de Jesus Cristo, o Filho de Deus vivo, que sofreu por ti, em nome do Espírito Santo que foi derramado em ti. Toma teu lugar hoje na paz e fixa tua morada com Deus na santa Sião, com a Virgem Maria, a Mãe de Deus, com São José, os anjos e todos os santos de Deus. (...) Volta para junto de teu Criador, que te formou do pó da terra. Que na hora em que tua alma sair de teu corpo se apressem a teu encontro Maria, os anjos e todos os santos. (...) Que possas ver teu Redentor face a face (...).


Nota de referência:


(1) Kloppengurg, Frei Boaventura (O.F.M) – Espiritismo Orientação para os Católicos – Edições Loyola – 7a Edição – 2002



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