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HAMARTIOLOGIA - O ESTUDO DO PECADO

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 14 de maio de 2011 | 11:11



Lutero defende a santidade do pecado afirmando:  

"Crêr em Deus e podes pecar a vontade, pois uma vez salvo, salvo para sempre..."(Lutero, Tischredden, CONVERSAS À MESA, N* 1472, edição de Weimar, Vol. II, p. 107, apud Franz  Brentano, MARTIM LUTERO, Ed Vecchi Rio de Janeiro 1956, p. 15 e 111).






 ( Copie e cole os links abaixo)

http://www.youtube.com/watch?v=nrxE4Kp2oz4&feature=related





http://www.youtube.com/watch?v=Ho6z6WjKDSg&feature=related




QUE PECADOS COMBATIA A INQUISIÇÃO CATÓLICA ?

http://www.youtube.com/watch?v=KPE1xwggBp8&feature=related

QUAL É O CONCEITO JUDAICO DO PECADO?

(MORRIS KERTZER)


O conceito judaico de pecado se ampliou e transformou através dos séculos. 

Para os antigos hebreus, o pecado consistia na violação de um tabu, uma ofensa contra Deus, pela qual deveria ser oferecido um sacrifício expiatório. 

Gradativamente, com o correr dos anos, este conceito se dilatou. 

O pecado passou a significar a nossa inabilidade em nos conformarmos com nossas plenas potencialidades, o nosso malôgro em cumprir nossos deveres e arcar com as nossas responsabilidades como judeus e como povo de Deus.

Estas “grandes expectativas” provenientes da criação do homem à imagem de Deus, são acentuadas em todos os ensinamentos judaicos. 

Narra certa lenda do Talmud que ao entregar a Torá a Moisés, Deus chamou para testemunhar não apenas os judeus do tempo de Moisés, porém os judeus de todas as gerações futuras. 

Cada judeu, portanto, deve considerar-se como tendo aceito pessoalmente a Lei e os elevados ideais dados a seus pais, como depositários, nas faldas do Sinai. Deixar de pautar a vida por estes altos padrões, constitui pecado.
A tradição judaica distingue entre pecados contra a humanidade e pecados contra Deus.
Os primeiros - transgressões de um homem contra seu próximo - somente podem ser reparados com a obtenção do perdão daquele que foi agravado. 

Orações não podem expiar tais pecados; Deus não intervém para redimir as dívidas do homem para com o seu semelhante.

Os pecados contra Deus se cometem por quem se alheia à sua fé. Estes podem ser expiados pela verdadeira penitência, que em hebraico se exprime pela palavra “retorno”(*), quer dizer, um regresso a Deus e uma reconciliação com Êle. 

Isto só pode ser conseguido por meio de uma análise honesta de nossas almas, um reconhecimento sincero de nossas imperfeições e uma firme resolução de preencher o vácuo entre o credo e o ato.

Fonte: http://colecao.judaismo.tryte.com.br/livro1/l1cap06.php

Apesar dos Cristãos basearem muito da sua fé nas mesmas Escrituras hebraicas que os judeus, há grandes diferenças em suas crenças: 

Os judeus geralmente consideram ações e comportamento como sendo de grande importância; crenças surgem das ações. 

Isso vai de encontro com os Cristãos conservadores para os quais a crença é de grande importância e ações são um resultado daquela crença.


A crença judaica não aceita o conceito cristão do pecado original (a crença de que todas as pessoas herdaram o pecado de Adão e Eva quando eles desobedeceram as instruções de Deus no Jardim do Éden).


O judaismo afirma a bondade inerente do mundo e do seu povo como criações de Deus.


Os seguidores judeus são capazes de santificar suas vidas e se aproximarem de Deus ao cumprir o Mitzvah (mandamentos divinos).


Nenhum salvador é necessário ou disponível como um intermediário.
FONTE: http://www.gotquestions.org/portugues/Judaismo.html

Iom Kipur - Perdão pelos Pecados 




O Iom Kipur é observado no décimo dia do mês hebraico de Tishrei, quando o
destino do indivíduo pelo ano vindouro é, alegoricamente, "selado" no "Livro da Vida". 

Somente os pecados entre o homem e D'us podem ser perdoados no Iom Kipur, e no fim do dia, os fiéis na sinagoga nada podem além de manter esperanças de que foram bem sucedidos e poderão ser perdoados por suas falhas, e que D'us foi realmente atingido por suas preces. 

Pois neste dia o julgamento será feito sobre ti, para limpar-te de todos os seus pecados que podem ser limpos perante D'us.(Lev. 16:30) 

Assim, foi instituído o Iom Kipur - o Dia do Perdão - a única festa judaica não
relacionada a um evento histórico ou conceito agrícola. 

Os outros dias santos possuem um significado nacional possível de ser identificado até mesmo por
judeus seculares. Iom Kipur, entretanto, lida exclusivamente com as relações do homem com D'us e com seus semelhantes, e envolve muito 'contato' com D'us. Os dias imediatamente anteriores ao Dia do Perdão devem ser usados para que o homem peça perdão e faça as devidas restituições aqueles com quem este tenha falhado ao longo do ano.

A Natureza do Pecado 


Em hebraico, há mais de 20 palavras diferentes relativas a "pecado," cada uma com uma conotação única, e aplicável somente em condições bem específicas.

A termo rabínico mais comum para pecado é "averá" da raiz "avar" - "sobrepassar" e interpretada como uma perda do favor divino. 

Os judeus acreditam que o pecado é causado por uma inclinação para o mau (yetzer ha'rá), uma força que nos faz agir irresponsavelmente e sem medir as conseqüências.

Livre Arbítrio

É um princípio básico do Judaísmo, desde o primeiro acontecimento no Gênesis, no qual Adão e Eva têm a opção de aceitar ou rejeitar o mandamento de D'us. 

O grande estudioso Judeu da Idade Média, Maimonides escreveu: 

"Todo homem tem potencial se de se tornar tão justo como Moisés, nosso professor, ou tão amaldiçoado como Jeroboão; sábio ou estúpido; bondoso ou cruel; miserável ou generoso..."(Yad, Teshuva 5) 

Isto contradiz uma popular expressão em Yidish, que diz deposita todos os acontecimentos da vida como "beshert" ou predestinados. 

O Judaísmo ensina que somos todos capazes de dirigir nossas próprias vidas, de escolher o caminho da retitude, ou seu oposto, o caminho do pecado.

Fonte: http://eitan.com.br/Iom%20Kipur%20-%20Perd%C3%A3o%20pelos%20Pecados.pdf

O PECADO EM VÁRIAS PERSPECTIVAS:

A palavra Pecado é um termo comumente utilizado em contexto religioso, descrevendo qualquer desobediência á vontade de um Deus ou de vários Deuses; em especial, qualquer desconsideração deliberada das Leis Divinas.

No hebraico e no grego comum, as formas verbais (em hebr. hhatá; em gr. hamartáno) significam "errar", no sentido de errar ou não atingir um alvo, ideal ou padrão.
Em latim, o termo é vertido por peccátu.

Perspectiva Judaica
O Judaísmo considera a violação de um mandamento divino como um pecado.
O judaísmo ensina que o pecado é um ato e não um estado do ser.
A Humanidade encontra-se num estado de inclinação para fazer o mal (Gen 8:21) e de incapacidade para escolher o Bem em vez do Mal (Salmo 37:27).
O Judaísmo usa o termo "pecado" para incluir violações da Lei Judaica que não são necessariamente uma falta moral.
De acordo com a Enciclopédia Judaica, "O Homem é responsável pelo pecado porque é dotado de uma vontade livre ("behirah"); contudo, Ele tem uma natureza fraca e uma tendência para o Mal: "Pois o coração do Homem é mau desde a sua juventude" (Gen,8,21; Yoma,20a; Sanh105a).
Por isso, Deus na sua misericórdia permitiu ao Homem arrepender-se e ser perdoado.

O Judaismo defende que todo o Homem nasce sem pecado, pois a culpa de Adão não recai sobre os outros homens.

Perspectiva Católica
Segundo Santo Agostinho, o pecado é "«uma palavra, um acto ou um desejo contrários à Lei eterna»", causando por isso ofensa a Deus e ao seu amor.[1] Logo, este acto do mal é um "abuso da liberdade" e fere a natureza humana. "Cristo, na sua morte na cruz, revela plenamente a gravidade do pecado e vence-o com a sua misericórdia".[1] Há uma grande variedade de pecados, distinguindo-lhes "segundo o seu objecto, ou segundo as virtudes ou os mandamentos a que se opõem.
Podem ser directamente contra Deus, contra o próximo e contra nós mesmos. Podemos ainda distinguir entre pecados por pensamentos, por palavras, por acções e por omissões".[2]
A repetição de pecados gera vícios, que "são hábitos perversos que obscurecem a consciência e inclinam ao mal.

Os vícios podem estar ligados aos chamados sete pecados capitais: 


soberba, avareza, inveja, ira, luxúria, gula e preguiça".[3]
A Igreja ensina também que temos responsabilidade "nos pecados cometidos por outros, quando culpavelmente neles cooperamos".[4]
A doutrina católica distingue o pecado em 3 categorias:
1)- O pecado original, que é transmitido a todos os homens, sem culpa própria, devido à sua unidade de origem, que é Adão e Eva. Eles desobedeceram à Palavra de Deus no início do mundo, originando este pecado, que, felizmente, pode ser actualmente perdoado pelosacramento do Baptismo. Este pecado faz com que "a natureza humana [...] fica [...] submetida à ignorância, ao sofrimento, ao poder damorte, e inclinada ao pecado" [5].
2)- O pecado mortal, que é cometido "quando, ao mesmo tempo, há matéria grave, plena consciência e deliberado consentimento. Este pecado destrói a caridade, priva-nos da graça santificante e conduz-nos à morte eterna do Inferno, se dele não nos arrependermos" sinceramente [6].
3)- O pecado venial, "que difere essencialmente do pecado mortal, comete-se quando se trata de matéria leve, ou mesmo grave, mas sem pleno conhecimento ou sem total consentimento. Não quebra a aliança com Deus, mas enfraquece a caridade; manifesta um afecto desordenado pelos bens criados; impede o progresso da alma no exercício das virtudes e na prática do bem moral; merece penas purificatórias temporais", nomeadamente no Purgatório [7].
Tipos de Pecado e Gravidade


Pecado designa todas as transgressões de uma Lei ou de princípios religiosos, éticos ou normas morais.
Podem ser em palavras, ações (por dolo) ou por deixar de fazer o que é certo (por negligência ou omissão).
Ou seja, onde há Lei, se manifesta o Pecado.
Pode ser tão somente uma motivação ou atitude errada de uma pessoa, e isso, é chamado de pecado "no coração".
No intímo dos humanos e independente da Cultura a que pertença, existe necessidade de estabelecer princípios de ética e normas de moral.
Quando se viola aconsciência moral pessoal, surge o sentimento de culpa.
Chama-se pecado mortal o pecado que faz perder a graça Divina e que leva à condenação do crente; se não for objecto de confissão (admissão da culpa), genuíno arrependimento e penitência (retratação perante Deus).
Chama-se pecado venial aos pecados que são menos graves e que não fazem perder a graça Divina.

Para os  Cristãos Católicos, a tríade que define o pecado mortal é:
Matéria grave - precisada pelos dez mandamentos.
Pleno conhecimento de estar cometendo pecado
Plena e deliberada adesão da vontade.
Comete-se um pecado venial quando não se observa, em matéria leve, a medida prescrita pela lei moral, ou então quando se desobedece à lei moral em matéria grave, mas sem pleno conhecimento ou sem pleno consentimento.
O pecado contra o Espírito Santo é o chamado pecado imperdoável.
Subentende uma renegação contínua e deliberada do perdão Divino, bem como uma violação contínua da Lei Divina por parte do pecador.
 O PECADO ORIGINAL:

A expressão pecado original ou pecado adâmico se refere ao pecado que foi cometido no paraíso Éden pelos primeiros humanos, Adão eEva. A mulher teria sido o primeiro ser humano a pecar, e teria induzido Adão a pecar.

O pecado original consistiu numa rebelião contra a Autoridade Divina.

Em consequência directa do pecado de Adão, toda a humanidade ficou privada da perfeição e da perspectiva de vida infindável.

Na Teologia Católica a existência do "pecado original" não justifica a prática deliberada do pecado.

Perspectiva Protestante
O segmento protestante, ou evangélico, não crê em purgatório, nem classifica os pecados como venial, mortal ou capital.
Seguindo os preceitos bíblicos, não existe pecado pequeno ou grande, pois "todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus"(Romanos 3.23).
O pecado nada mais é do que a transgressão aos mandamentos de Deus, segundo I João 3:4 Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei.
Pecado é um ato, pois "cada um é tentado, quando atraído e engodado pelo seu próprio desejo. Depois, havendo concebido o desejo, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte." (Tiago 1:14 e 15).
Para que tenhamos salvação e desfrutemos da vida eterna, devemos tão somente crer ("Pela graça sois salvos, por meio da fé..." Efésios 2.8) que Jesus é nosso único e suficiente salvador, e confessar nossos pecados para sermos perdoados ("Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça" I João 1.9).
Lembre-se também que é necessário arrependimento, e não somente remorso, que nos leva a cometer novamente os mesmos erros por não termos mais lembrança da "culpa" que nos abateu.

Lista de alguns pecados
Segundo a bíblia pecado é toda transgressão da lei de Deus, que consta em Deuteronômio 5:7 ao 21
1. Não terás outros deuses diante de mim;
Explicação: Não servirá a tua carne, com desejos carnais , nem servirá a demônios que se dizem ser de DEUS. Deus é santidade, pureza e verdade, todos aqueles que não praticam isso e não confessam que Jesus Cristo é o Senhor não é de Deus (Primeira Epístola de João 4:15 "Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele, e ele em Deus.").
2.Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima no céu, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra;
Explicação: Há divergências sobre esta passagem entre católicos e protestantes.

Versão Católica: 
Deus não proíbe a simples confecçã de  imagens , antes, proíbe ídolos, ou seja, qualquer coisa que se coloque acima dele.

Na época desta proibição havia muitos pagãos que tinham por deuses: imagens de supostos deuses.
As imagens no catolicismo são diferentes, representam os santos e apóstolos, que viveram por Cristo e são venerados, admirados como exemplos de fé no seguimento de Cristo, por isto tornam-se modelos a serem imitados neste seguimento de sequela Christh ( Sêde meus imitadores como eu sou de Cristo ).
A argumentação bíblica para isso está nas imagens feitas por Salomão na construção do templo em I Reis 7:29 "E sobre as cintas que estavam entre as molduras havia leões, bois, e querubins, e sobre as molduras uma base por cima; e debaixo dos leões e dos bois junturas de obra estendida".
E no fato de Deus ter ordenado a construção de 2 querubins sobre a Arca da Aliança em Êxodo 25:18 "Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório".

Além destas passagens bíblicas, existem inúmeras outras passagens em toda a Bíblia que contém símbolos, figuras e imagens.
Versão Protestante: 
Na visão dos protestantes é tido como errôneo o fato de haver imagens na igreja católica e em outras religiões. Eles também consideram errado rezar, fazer petições ou promessas a santos, apóstolos ou anjos; ajoelhar-se, curvar-se ou acender velas diante de imagens e ídolos.
A base bíblica para isto encontra-se na atitude que o apóstolo João teve diante de um anjo em Apocalipse 19:10 : "E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus. Adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia".
Encontra-se também emPrimeira Epístola a Timóteo 2:5 : "Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem”.
Outro texto muito citado está em Deuteronômio 4 15-19: "Guardai, pois, com diligência as vossas almas, pois nenhuma figura vistes no dia em que o SENHOR, em Horebe, falou convosco do meio do fogo;Para que não vos corrompais, e vos façais alguma imagem esculpida na forma de qualquer figura, semelhança de homem ou mulher;Figura de algum animal que haja na terra; figura de alguma ave alada que voa pelos céus;Figura de algum animal que se arrasta sobre a terra; figura de algum peixe que esteja nas águas debaixo da terra; Que não levantes os teus olhos aos céus e vejas o sol, e a lua, e as estrelas, todo o exército dos céus; e sejas impelido a que te inclines perante eles, e sirvas àqueles que o SENHOR teu Deus repartiu a todos os povos debaixo de todos os céus."
Este texto estaria informando que o próprio Deus não teria aparecido ao povo em forma de nenhuma imagem: "pois nenhuma figura vistes no dia em que o SENHOR, em Horebe, falou convosco do meio do fogo".
Deus queria que o povo não fabricasse qualquer tipo de imagem, nem mesmo imagens Dele.
O povo somente faria imagens com a ordem de Deus e para os fins que Ele determinasse (como no caso da construção da Arca da Aliança) ou que somente as fizesse sem lhes atribuir qualquer tipo de reverência, veneração ou adoração (como no caso das imagens doTemplo de Salomão onde Deus somente era adorado, venerado e lembrado).
Os protestantes também tem como argumentação bíblica o capítulo 32 do livro de Êxodo onde narra a rebeldia do povo de Israel quando fez um Bezerro de Ouro e que Moisés destruiu após descer do Monte Sinai.
Existem ainda, para os protestantes, inúmeras outras passagens na Bíblia onde condena a adoração ou veneração a ídolos ou imagens.
3. Não tomarás o nome do SENHOR teu Deus em vão; porque o SENHOR não terá por inocente ao que tomar o seu nome em vão.
Explicação: Não é permitido invocar o Nome do Senhor para aquilo que não for de sua vontade, ou bom.
4. Guarda o dia de sábado, para o santificar, como te ordenou o SENHOR teu Deus.
Explicação: Guardar o sábado significa usar este dia em pról do bem do próximo. Santificá-lo significa adorar a Deus nesse dia.
5. Honra a teu pai e a tua mãe, como o SENHOR teu Deus te ordenou, para que se prolonguem os teus dias, e para que te vá bem na terra que te dá o SENHOR teu Deus.
Explicação: Não é permitido desrespeitar pai e mãe.
6. Não matarás.
Explicação: Não é permitido matar. Jesus adverte no livro de Mateus 5:21-22 que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno.
7. Não adulterarás.
Explicação: Não é permitido adulterar tanto físicamente traindo esposas e maridos, quanto adultério espiritual ou seja a infidelidade para com Deus e a fidelidade para seus desejos carnais. Muito menos pecar contra a castidade. Jesus adverte no livro de Mateus 5:27-28 que basta apenas atentar(olhar) a uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.
8. Não furtarás.
Explicação: Não é permitido roubar em nenhum sentido.
9. Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
Explicação: Não é permitido mentir.
10. Não cobiçarás a mulher do teu próximo; e não desejarás a casa do teu próximo, nem o seu campo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.
Explicação: Não é permitido querer nada do seu próximo para você, você tem que ter sua própria vida, seus bens e esposa ou marido.
No Antigo Testamento, a doutrina da expiação é um conceito de justiça e misericórdia baseado no arranjo figurativo do sacríficio de animais.

O sangue de um animal era derramado no altar como "resgate" dos pecados cometidos de natureza menor da Lei de Deus.
No Novo Testamento, a doutrina da expiação é a mesma do Antigo, mas figurando em Cristo "o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (João 1:29).
Segundo a doutrina cristã, a morte sacrificial do Messias permitirá o resgate perfeito da humanidade obediente à Lei de Deus - eliminar o pecado adâmico e anular a sentença de morte. 
Obedece ao princípio bíblico "uma vida humana [perfeita] por uma vida humana [perfeita]".
O papel de Cristo após a ressurreição é a de um advogado ("MEUS filhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo." I João 2:1).

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pecado
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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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