A mera veiculação, ou reprodução de matérias e entrevistas deste blog não significa, necessariamente, adesão às ideias neles contidas. Tal material deve ser considerado à luz do objetivo informativo deste blog, não sendo a simples indicação, ou reprodução a garantia da ortodoxia de seus conteúdos. Os comentários devem ser respeitosos e relacionados estritamente ao assunto do post. Toda polêmica desnecessária será prontamente banida. Todos os comentários são de inteira responsabilidade de seus autores e não representam, de maneira alguma, a posição do blog. Não serão aprovados os comentários escritos integralmente em letras maiúsculas, ou CAIXA ALTA. A edição deste blog se reserva o direito de excluir qualquer artigo ou comentário que julgar oportuno, sem demais explicações. Todo material produzido por este blog é de livre difusão, contanto que se remeta nossa fonte.
Home » , » COMO VOCÊ ADMINISTRA SUAS CRISES E FRACASSOS DA VIDA ?

COMO VOCÊ ADMINISTRA SUAS CRISES E FRACASSOS DA VIDA ?

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 12 de fevereiro de 2011 | 11:55




Administrando Crises e Fracassos

Como passei a entrar e sair de crises, SEM ENTRAR EM CRISE SEM SAÍDAS

A crise me coloca diante de um dilema básico: "ou eu vou definitivamente para a frente ou eu fico definitivamente para trás". 



É basicamente um momento para eu fazer escolhas que se tornaram inadiáveis em minha vida, escolhas que eu não posso mais ficar adiando à espera de que surja "uma hora mais adequada" para eu tomar as decisões necessárias e começar a agir.

Don Euder Câmara retrucando muito serena e sabiamente a um reporter que lhe questionava do porque que estava abandonando aos ideais " INTEGRALISTAS", corrente ideológica a qual defendeu por muito tempo de sua vida disse: 

" Bem-aventurados são aqueles que diante dos desafios, mudanças e fraçassos na vida são capazes de viver o paradoxo de MUDAR E ADPTAR-SE às mudanças para continuar sendo o mesmo e com a fidelidade de sempre a seus princípios..."


Crise é um momento de confrontação entre QUEM DIZEM O QUE EU SOU e o QUE eu sou VERDADEIRAMENTE : Um filho de Deus, não um intruso no mundo mas um convidado querido e amado por Deus, pois não fui eu que me auto-gerei, mas Deus que quis me gerar, sou UM PROJETO AINDA INACABADO de Deus.

QUEM eu sou é a minha única e verdadeira identidade, gravada dentro de mim desde antes do meu nascimento e que constitui o meu centro e o meu eixo existencial nesse mundo.

O QUE eu sou é a famigerada coleção de rótulos que foram sendo colados no meu peito desde que eu nasci: Esquisito, xato, feio, bonito, inteligente, burro, pobre, incompetente,santo, hipócrita, sonso,intrometido, tímido, extrovertido...etc...


“Na realidade EU SOU aquilo que Deus pensa de mim, já dizia Santa Teresinha do menino Jesus.”

O QUE EU SOU tenta me confundir o tempo todo com o QUEM EU SOU. Mais do que me deixar confuso, O QUE EU SOU tenta substituir o QUEM EU SOU, para isso me oferecendo todo tipo de tentação e vantagens.

O QUE EU SOU se utiliza de todas as técnicas de sedução e de marketing, honestas ou não, de modo a me convencer de que eu não sou QUEM EU SOU, mas O QUE EU SOU.  

Se eu optar em ser QUEM EU SOU, vence eu e vence o meu crescimento pessoal. Todas as perdas nesse caso serão compensadas pelo maior ganho de todos que é eu poder ser EU MESMO.

Se eu optar em continuar sendo O QUE EU SOU, vencem os padrões, os papéis, os personagens e os comportamentos arraigados.

Todos os ganhos nesse caso jamais compensarão a perda maior de todas que é a de eu não poder ser QUEM EU SOU, e ter que fingir para o mundo uma pessoa que não é, que não existe na minha intimidade, que existe apenas como uma "fachada" social. 

Toda crise é, assim, uma oportunidade para eu distinguir, com em grau cada vez mais elevado, QUEM eu realmente sou daquilo que os outros acham e/ou esperam que eu seja em casa, no trabalho, na escola, na sociedade. 

A crise é a minha alma, ou seja, a minha própria essência, lutando para libertar-se de rótulos, de estereótipos, de imagens cristalizadas. A alma sempre encontra aquilo que precisa para fazer crescer o QUEM EU SOU.



É sempre penosa, solitária e muito sofrida a decisão (e a ação!) de enfrentar os desafios que a vida coloca diante de mim na jornada para eu ser eu mesmo.

Dá muito trabalho transformar esperança em mudança. Dá um medão danado deixar o comodismo de um mundo conhecido e seguro - ainda que totalmente insatisfatório e indesejado - e mergulhar no mar desconhecido e ameaçador da transformação pessoal, realizando mudanças profundas (algumas absolutamente irreversíveis!) no meu estilo de vida, nos meus papéis sociais, no meu trabalho, nos meus relacionamentos, na minha família, nas minhas crenças, no meu corpo, nas minhas idéias, nas minhas emoções, enfim, na minha própria vida, para alcançar o tipo de pessoa que eu quero ser e o tipo de vida que eu quero viver.

Na crise, ou eu cresço ou eu apodreço - não há meio termo.

Dependendo da maneira como eu lidar com elas, minhas crises podem funcionar como grandes alavancas para o meu crescimento pessoal ou como justificativas e reforços para a minha estagnação, conformismo e resistência ainda maior às mudanças (que são sempre, em última análise, as verdadeiras causadoras de todas as minhas crises...).


Eu cresço com a crise quando digo adeus às estradas repletas de pegadas de pessoas que continuam a ir e vir sempre dos mesmos lugares para os mesmos lugares, fazendo as mesmas coisas e esperando mudanças mágicas e irreais, e resolvo trilhar o meu próprio caminho, ainda que eu não tenha, no momento da minha decisão, a menor idéia de para onde é que ele pode me levar, é uma aventura de fé.


Eu apodreço com a crise quando me acomodo, quando encontro  jeitos de ir sobrevivendo a ela sem ter que fazer nada com ela ou seja, sem tomar providência nenhuma, mantendo tudo do jeito que está, usando e abusando de justificativas do tipo... a gente tem que aceitar..., eu já passei da idade..., etc.

Essa, na verdade, é apenas uma maneira de negar os fatos e de adiar a crise, tornando-a, com o tempo, ainda mais imprevisível e insuportável.

Na crise, é a possibilidade de mudança que alimenta a minha esperança, assim como é o medo de mudar que alimenta a minha insegurança

Se eu tivesse a certeza - impossível e inviável - de que, tudo que eu preciso fazer daria realmente certo se eu fizesse, eu não teria nenhuma hesitação em mudar, e jamais eu entraria em crise.

É o medo de mudar, ou seja, o apego às coisas conhecidas (ainda que insatisfatórias e indesejadas), que faz com que eu protele o máximo possível ou jamais tome qualquer providência concreta no sentido de mudar.


Uma Crise só se encerra pra valer quando eu consigo romper em definitivo com os padrões de comportamento que estão envenenando o meu dia-a-dia, que estão transformando a minha existência num inferno, por mais paradisíaca que pareça minha vida aos olhos dos outros.
Qualquer mudança de padrão pessoal envolve sacrifícios e aborrecimentos, como em tudo na vida tem seu ônus e bônus.


Perdas são inevitáveis e os ganhos previstos nunca são totalmente garantidos.
Mudar é sempre um ato de saltar no escuro, por mais evidências de que existe uma piscina de água morna e relaxante à minha espera. 

A piscina pode estar vazia, sim. A piscina pode nem existir; ter sido mera especulação, como a lenda do Eldorado para os espanhóis na época do descobrimento. Uma coisa a vida me demonstrou: toda mudança tem ganhos, ainda que não sejam os esperados.

Os espanhóis podem não ter encontrado o Eldorado, mas estenderam imensamente os limites das terras conhecidas.

Porém não é nada fácil abandonar padrões viciados de comportamento, mesmo que comprovadamente eles não funcionem mais, mesmo que tenham se tornado inoperantes e totalmente nocivos à minha saúde física, mental e espiritual.

Para piorar ainda mais a já tão difícil tarefa de mudar o meu comportamento, praticamente todos os padrões dos quais eu preciso e quero me libertar continuam vigorando dentro da sociedade com toda força persuasiva de sedução, muitos, inclusive com status de "objeto do desejo" de uma ampla maioria da população.

As outras pessoas vão achar que eu realmente pirei de vez  quando descobrirem que eu estou abrindo mão de papéis, personagens, cargos, posturas, atitudes, títulos, situações, posses e até de pessoas que elas justamente andam correndo atrás!

Há muito tempo eu desisti da idéia de pensar em mudança indolor, pois isso não existe. Para entrar na crise, muitas verdades precisam ser ditas, vistas e ouvidas.

Para sair da crise, muitas coisas precisarão ser mexidas. E muitas outras coisas acabarão tendo que ser mexidas em virtude das mexidas que eu fiz nas coisas que estavam precisando de ser mexidas.
Essas são tarefas quase sempre muito duras, que eu tento evitar a todo custo.

Em cada crise que enfrentei - e mudei - foi preciso muita paciência, muita saúde, muito entusiasmo e muita determinação para manter-me firme na direção desejada, para não desistir no meio do caminho (pois os resultados quase sempre demoram muito para começar a aparecer).

E tudo que sei é que ninguém jamais pôde me dar estímulo e coragem para ir adiante a não ser eu mesmo.Os centros de recuperação de Viciados já aprenderam esta dura e árdua verdade: Se não existe a mínima vontade de mudança no viciado, qualquer tratamento é ineficaz mesmo nas melhores clínicas e com os melhores profissionais.

Até hoje, o saldo de todas as minhas crises tem sido extraordinário: - tenho saído de todas elas mais crescido, ou seja, mais consciente dos meus próprios desejos e necessidades em permanente confronto com as minhas próprias possibilidades e limitações como ser humano.   


Em se tratando de crescimento pessoal, nada é mágico, tudo tem um custo (às vezes elevadíssimo!), tudo tem um tempo (as recompensas são poucas e podem demorar muito tempo para aparecer) e tudo gera conseqüências (algumas agradáveis e outras quase insuportáveis). 


custo emocional do meu crescimento sempre foi muito elevado. Mas eu aprendi a pagar, com satisfação, todas as contas do meu crescimento, em vista dos resultados altamente positivos de cada uma das crises pessoais que enfrentei e consegui superar.





SUCESSOS E FRACASSOS NO ANÚNCIO E PRAXIS  DO EVANGELHO:



Madre Teresa de Calcutá respondendo a um reporter porque continuava a cuidar de crianças e morimbundos ali na ìndia fadados ao fracasso disse: " Meu filho na obra de Deus não somos chamados ao sucesso, mas a sermos fieis..."





Anunciar o Evangelho, como sucedeu ao próprio Jesus, implica dificuldades e fracassos, constatou esta quarta-feira o pregador dos exercícios espirituais de Bento XVI e seus colaboradores da Cúria Romana. 


O cardeal Marco Cé, patriarca emérito de Veneza, dedicou as duas meditações da manhã à fé em Cristo, particularmente nas provações que a Igreja e seus ministros têm de atravessar. 



Na primeira meditação, o pregador constatou que o Evangelho de Marcos «não esconde que Jesus, depois de um primeiro momento de entusiasmo e de êxito na Galiléia, teve de enfrentar a indiferença crescente e a distância de muitas pessoas, cada vez mais numerosas». 



«Em várias ocasiões, sai dos lábios de Jesus o lamento pelo cansaço que experimenta ao dar a compreender sua mensagem», disse o patriarca emérito de Veneza, segundo recolhe a crônica oferecida por «Rádio Vaticano». 



«Portanto, não temos de nos deixar perturbar por nossa pequenez. Deus é a força que supera o abismo que existe entre nossa atividade e a eficácia sobrenatural de nosso ministério», afirmou. 



«Recordemos que em nosso ministério também tem sentido a cruz do cansaço, inclusive o cansaço físico do servidor do Evangelho, que com freqüência não tem horários; também tem sentido o fracasso», reconheceu. 



«Maria estava convencida de sua pequenez. Não era mais que a serva do Senhor, mas o Poderoso serviu-se precisamente dela, de seu silêncio e de sua oração, para realizar na história as coisas maiores», explicou. 



Na segunda meditação desta quarta-feira, o patriarca emérito comentou a passagem do Evangelho de Marcos no qual Jesus e os discípulos estão no barco no meio de uma forte tempestade. 



Ao medo humanamente compreensível dos apóstolos, que estavam a ponto de afundar --reconheceu-- contrapõe-se uma reprimenda de Cristo que poderia parecer exagerada. 



Mas o que a passagem evangélica quer destacar, seguiu dizendo o cardeal Cé, é o desejo de Jesus de encontrar no coração dos apóstolos uma fé que permaneça firme inclusive na tormenta. 



Este episódio, disse, é «uma parábola da vida da Igreja. Esta vive na história, está marcada por nossa fraqueza, em ocasiões tem de enfrentar tempestades. No século que acaba de concluir, a Igreja atravessou terríveis tempestades, e o século que acaba de começar se apresenta muito ameaçador». 



«Nos momentos de prova, a Igreja tem de crer sobretudo em seu Senhor, mas não se pode estar sob a cruz sem a força da graça», indicou. 



«A fé é uma entrega total de nós mesmos a Deus. É um dom», concluiu. «Mas nós amamos a Deus» graças a esta fé, quando «não vejo nada, quando não ouço nada». 



Os exercícios espirituais, cujas meditações acontecem na capela dedicada à Mãe do Redentor, no palácio apostólico vaticano, concluirão na manhã deste sábado. 



Fonte: ZENIT



PENSAMENTOS SOBRE O FRACASSO:


1)-Como é que você reage às quedas que sofre na vida?

Como é que você administra os fracassos?
Não há receitas mágicas que nos façam vencer os obstáculos.
Mas ouso dizer que há um jeito interessante de olhar para as quedas que sofremos.
É só não permitir que elas sejam definitivas.
É só NÃO PERDER DE VISTA A PRIMAVERA QUE O OUTONO PREPARA..
Administre bem os problemas que você tem, não permita que o contrário aconteça.
Se você não administrá-los, eles administrarão você.
Deus lhe quer vencedor, a vitória já está preparada feito o presente que está embrulhado
e que precisa ser aberto. Não perca tempo!
JÁ COMEÇOU VENCER AQUELE QUE SE LEVANTOU PARA RECOMEÇAR O CAMINHO.



2)-Nossos fracassos são, às vezes, mais frutíferos que nossos êxitos

3)-Minhas imperfeições e fracassos são ambos permissões  de Deus, assim como meus sucessos e meus talentos, e eu coloco tudo aos  pés D’ele
(Sta. Teresa D’avila)

4)-Nunca se dê por vencido. Desenvolvemos a sabedoria com os fracassos muito mais do que com os sucessos, pois para os erros há perdão; Para os fracassos, chance; Para os amores impossíveis, tempo.

5)-RECOMEÇO



Todos os dias, tudo recomeça na natureza e,

a cada amanhecer, surge uma nova chance

para recomeçar um caminho que possa

nos conduzir a destinos melhores.



Por isso, aproveite a folha em branco que a

vida nos dá todos os dias.



Veja, sobretudo, quão maravilhoso é

poder ter na oportunidade do recomeço,

a chance de poder tentar tudo de novo...



6)-“Depois de encarar os fracassos de frente, agora se chamam experiência ...”
(Pe. Fábio de Melo)


7)-Com o tempo a gente percebe que os fracassos não existem, são apenas resultados da forma como você tem vivido. E se dá conta de que a dor é um alerta que avisa que você está se afastando do caminho, e aprende a usá-la como uma bússola. Um instrumento que o(a) avisa quando você está na direção errada e que permite que você desenvolva a capacidade de corrigir a rota sempre que se afastar do alvo.



8)-'O homem de sucesso é aquele que sabe administrar os seus fracassos'


9)- O Homem é um aprendiz e o seu mestre é a dor.Aprenda com os fracassos e não tenha medo de pedir perdão pelos erros.É melhor dar a volta por cima do que não adimitir que errou...



10)-Tanto os meus fracassos quanto as minhas vitórias duraram pouco. Não há nenhuma vitória que garanta que a vida finalmente se arranjou e nenhuma derrota que seja a condenação final. As vitórias se desfazem como castelos atingidos pelas ondas, e as derrotas se transformam em momentos que prenunciam um começo novo. Enquanto a morte não nos tocar, pois só ela é definitiva, a sabedoria nos diz que vivemos sempre à mercê do imprevisível dos acidentes. Se é bom ou se é mau, só o futuro dirá. A maior prova de uma pessoa fracassada, é o ato constante de jogar a culpa dos próprios fracassos em uma terceira pessoa.



11)-O sucesso da Igreja de Deus não se dar pelo número explícito de seus seguidores, mas pelo trabalho humilde, perseverante, invisível  e em meio até aos fracassos de seus santos.A Igreja não precisa ser santa para crescer, mas ela precisa ser santa a fim de mudar a sociedade. Aliás, foi Jesus quem deixou isso muito claro desde o começo. Lembremo-nos de que ele disse que movimentos de multidão, nem sempre têm a ver com manifestações de santidade. Jesus disse que muitos atraem pessoas através de sinais extraordinários, mas que tais sinais não significam que aqueles que os operam são santos de Deus. Podem-se operar milagres, expulsar demônios, profetizar e realizar toda sorte de prodígios, sem que necessariamente se tenha envolvimento mais profundo com Deus. Ora, isso explica porque certos movimentos evangélicos, inequivocamente marcados pelos sinais da falta de ética cristã, continuam, ainda assim, a crescer imensamente. ( Pastor Caio Fábio)
Curta este artigo :

Postar um comentário

Conforme a lei o blog oferece o DIREITO DE RESPOSTA a quem se sentir ofendido, desde que a resposta não contenha palavrões e ofensas de cunho pessoal e generalizados.Serão analisadas e poderão ser ignoradas e ou, excluídas.

Quem sou eu?

Minha foto
CIDADÃO DO MUNDO, NORDESTINO COM ORGULHO, Brazil
Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

As + lidas!

 
Support : Creating Website | Johny Template | Mas Template
Copyright © 2013. O BERAKÁ - All Rights Reserved
Template Created by Creating Website Published by Mas Template
Proudly powered by Blogger