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Marco Antonio Villa : “A melhor solução para a atual crise de ingovernabilidade da presidente Dilma é a RENÚNCIA – Próximo Capítulo: Impugnação da chapa Dilma/Temer pelo TSE”

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 7 de abril de 2016 | 09:54







Para o historiador Marco Antonio Villa, o governo Dilma está derretendo. Com uma situação de impopularidade nunca antes vista na história do Brasil, segundo o historiador e envolvido em um escândalo gigante da magnitude da Petrobrás, o governo de Dilma caminha para uma única saída, como aponta Villa, a renúncia.





Apesar do atual quadro Wagner, hoje o ministro mais próximo de Dilma, enumerou três fatos ocorridos que, na opinião dele, constituem evidências de que o governo ainda governa. Ocorreram “nos últimos dez dias”:

1) - Dilma entregou novas moradias do Minha Casa, Minha Vida.

2) - A criação de uma nova universidade federal no Mato Grosso.

3) - Nosso governo enviará ao Congresso nos próximos meses o projeto autorizando a criação da Universidade Federal de Rondonópolis. (A nova instituição de ensino deve impactar diretamente 1,5 milhão de pessoas, porém a pergunta que se faz é: E qual o impacto da implantação destas medidas na economia a curto e médio prazo na solução desta crise? Resposta: Nenhum !!!).


Sobre a asfixia econômica, que impõe aos brasileiros recessão, inflação e desemprego, Jaques Wagner não disse nada. A respeito dessa matéria quem pronunciou meia dúzia de palavras foi o seu colega da Fazenda, Nelson Barbosa:


“Todas as coisas que o governo precisa fazer nesse momento envolvem autorização do Congresso para que possamos manter alguns programas e manter alguns investimentos em uma situação em que a receita está caindo.”




Como se vê, o governo depende do Legislativo que está atualmente dividido para desatar os atuais nós da economia. Diante de um governo cada vez mais fraco e inoperante, deputados e senadores assumem as rédeas da política econômica com o desafio de discutir projetos de interesse nacional.Em meio à pior crise econômica em 25 anos, o isolamento e a perda de credibilidade da presidente Dilma Rousseff têm dado poderes inéditos ao Legislativo. Com o governo Dilma paralisado diante das intermináveis denúncias de corrupção que envolvem o PT, os desígnios da economia estão agora nas mãos do Congresso.





Alheios ao que o governo julga prioridade, os parlamentares têm discutido projetos de interesse nacional (Não eleitoreiros e não populistas)que vão de mudanças na participação da Petrobras na exploração do pré-sal até a elevação de gastos com a saúde.



Sinais dos efeitos imediatos que o impeachment provocaria na economia foram registrados nas últimas semanas, quando se tornou mais nítida a perspectiva da saída de Dilma do Planalto antes de 2018. Na tarde da quinta-feira 10, quando o Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a Bolsa de Valores de São Paulo subiu 1,86% e a cotação do dólar recuou a R$ 3,64, mínima do ano.


Os efeitos da política econômica adotada no primeiro mandato da presidente, baseada em aumento de gastos públicos, desonerações e incentivos ao crédito, são conhecidos:


1)-Endividamento dos Estados e municípios.

2)- Aceleração da inflação com queda da atividade,

3)- Redução do poder de compra com expansão do desemprego.



Com a ausência de um comando central, a agenda do ajuste fiscal falhou. Enquanto o governo tenta, sem sucesso, desengessar o Orçamento e ampliar a desvinculação de receitas, o Congresso, por vezes PASMEM !!! com apoio do próprio PT, caminha em sentido contrário aos planos do governo: O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, colocou em votação a proposta de emenda à Constituição (PEC) que aumenta o repasse mínimo da União com a saúde de 15% para 19,4% da receita corrente líquida. A despeito do cálculo do governo que mostra que os gastos públicos com a área poderiam subir R$ 15 bilhões no ano que vem e mais de R$ 200 bilhões nos próximos seis anos, o partido da presidente decidiu apoiar a PEC. 




Além disso, o PT tem exposto em público as fissuras em relação à reforma da Previdência defendida pelo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, que aumenta a idade mínima para aposentadoria, e à reforma tributária. Nesse cenário, o pessimismo se espalha entre os empresários e a população. Uma pesquisa divulgada pela Boa Vista SPC na semana passada mostrou que, para 73% dos consumidores brasileiros, a economia está pior do que em 2015. O desemprego, hoje em 9%, segundo o IBGE, aparece em primeiro lugar na lista de preocupações, seguido da inflação, da redução da renda e do encolhimento das linhas de crédito – e não há nenhum sinal no horizonte de que, com um governo tão frágil, algo mudará.



"Assusta a incapacidade do governo Dilma de reagir a tudo isso. É um governo paralisado, atordoado, sem identidade política, sem interlocução com a sociedade. Isso só agrava a crise”, é o que avalia José Antonio Moroni, do colegiado de gestão do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) e da Frente Brasil Popular.


Em entrevista à Adital, o ativista diz que o atual cenário político brasileiro é complexo, devido a vários fatores, tais como:


1)- O esgotamento do atual  modelo Ptista de se fazer política (A velha política, como destacou Marina Silva na última Campanha Presidencial).




2)- Diferenciar o que é disputa eleitoral e o que é disputa pelos rumos da sociedade. Segundo ele, apesar dos avanços dos últimos anos, em termos de sociedade, governo e políticas públicas, há uma justa indignação motivada pela corrupção(que de certa forma deslegitima-a neste mesmo mandato,  que precisa constantemente mostrar sua legitimidade, governando não apenas para a parcela que o elegeu, mas para toda sociedade, pois os demais sentem-se fora deste processo, principalmente a tão sofrida Classe Média).


3)- Somado a isto, a "paralisia” do governo da presidenta Dilma Rousseff [Partido dos Trabalhadores – PT] estaria levando as pessoas a não quererem esperar 2018 para a troca de comando via processo eleitoral.




OPOSIÇÃO E SOCIEDADE ORGANIZADA JÁ ARTICULA O “PLANO B”


Paralela a reforma ministerial, que fortalece a base de apoio ao governo Dilma no Congresso Nacional, tornando mais remota a possibilidade de impeachment, o PSDB insistiu no seu plano B, e para tanto, foi ao TSE e protocolou uma nova petição para ligar a campanha da presidente Dilma Rousseff às denúncias de corrupção na Petrobras; pedido é para que laudos da Polícia Federal sobre doações da empreiteira UTC à campanha do PT de 2014 sejam inclusos na ação que corre no tribunal e que pede a cassação do mandato da presidente e do vice, Michel Temer; partido de Aécio Neves detalha, em comunicado à imprensa, os valores doados pela empresa a Dilma, uma soma de R$ 7,5 milhões.


A petição tucana pede ao TSE que laudos da Polícia Federal sobre doações da empreiteira UTC à campanha do PT de 2014 sejam inclusos na ação tucana que já corre no tribunal e que pede a cassação do mandato da presidente e do vice, Michel Temer, por suspeita de recebimento de doações irregulares durante a campanha.O pedido tem como base uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo publicada ontem, que divulga mensagens interceptadas pela PF entre o dono da UTC, Ricardo Pessoa, e um executivo da empreiteira que trata de doações a serem feitas à campanha petista. Segundo a PF, as mensagens coincidem com as datas das doações, conforme registro no TSE.No comunicado que faz à imprensa sobre o pedido ao TSE, o PSDB detalha os valores dos repasses da UTC para a campanha à reeleição de Dilma Rousseff – no total, foram doados R$ 7,5 milhões para a petista.



PT aposta em novo TSE para salvar Dilma de cassação:


Governo reclama de que Toffoli se afastou do Planalto e faz dobradinha com Gilmar Mendes.O Palácio do Planalto e o PT apostam em mudanças na composição do plenário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para arrastar a análise dos processos de cassação da presidente Dilma Rousseff e de seu vice, Michel Temer, e beneficiá-los no julgamento.



A primeira dança das cadeiras esperada é a saída do atual presidente do TSE e ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli. A outra é uma possível mudança na relatoria do principal pedido de perda de mandato de Dilma e Temer, o que prolongaria a conclusão do caso.Toffoli deixará o comando da Justiça Eleitoral no dia 13 de maio, e o TSE no fim do mês, quando será substituído pela ministra do STF Rosa Weber, considerada mais técnica e menos afeita a “paixões partidárias”, nas palavras de auxiliares da presidente.No TSE, espera-se que os petistas tentem empurrar a votação de processos ao menos até essa troca. A estratégia seria pedir depoimentos e diligências, atrasando com isso a conclusão das ações. O mandato da ministra Maria Thereza Moura, que é responsável por três processos, termina em setembro. O relator substituto ainda terá que ser discutido pelo TSE. Os ministros decidirão se as quatro ações tramitarão juntas e se ficarão ligadas à Corregedoria ou ao gabinete da ministra.


O site da “Veja” revelou que, em ofício ao TSE, o juiz Sergio Moro afirmou que uma sentença sua, no âmbito da Operação Lava Jato, comprovou o repasse de propinas da Petrobras para campanhas eleitorais e recomendou à corte que ouvisse delatores do caso.Dilma e Temer são alvos de quatro processos que podem levá-los à perda de mandato. A oposição os acusa de abuso de poder econômico e político e aponta suspeitas de que a campanha da reeleição tenha usado recursos desviados da Petrobras.



O plano C do PT para 2018 SERIA Jaques Wagner:


Seria literalmente, pois até isto degringolou, pois a revista Isto É fez uma reportagem sobre a candidatura de Jaques Wagner ao Palácio do Planalto no exato momento em que sua carreira implodia na Lava Jato. O plano C do PT, neste momento, está mais próximo Papuda do que do Palácio do Planalto, restanto somente apostar todas as fichas no Plano B que é Lula.


Fonte: Folha UOL
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